Os chefes das diplomacias dos países árabes, reunidos no Cairo para abordar a situação da Síria, enviaram nesta sexta-feira uma mensagem ao presidente Bashar al Assad pedindo que ele "pare de matar civis".
"O comitê árabe ministerial expressa sua rejeição à continuidade das matanças de civis na Síria e expressa sua esperança de que o governo sírio tomará as medidas necessárias para protegê-los", segundo a mensagem.
Essa petição ocorre pouco depois de organizações humanitárias denunciarem que as forças de segurança sírias dispararam nesta sexta-feira contra manifestantes que participavam por todo o país de um novo dia de protesto contra o regime sírio, matando ao menos 36 civis.
Também ocorre depois que uma delegação ministerial da Liga Árabe, liderada pelo Qatar, se reuniu na quarta-feira em Damasco com o presidente Bashar al Assad para iniciar uma mediação na Síria, com o objetivo de acabar com a repressão do movimento de contestação, iniciado em meados de março.
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COMENTARIO:
Pedro...
A imensa maioria da mídia amiga, aqueles que repetem as palavras ditadas pelo comando vermelho (não a facção criminosa)até agora vociferam pela punição de quem ajudou a limpar o planeta quando eliminou Kadhaffi.
Um humilde e humano soldado que baleou o criminoso que mandou balear milhares, poderá ser julgado porque os incentivadores do politicamente correto e consequentemnte da imbecilidade coletiva, insistem que a morte do ditador foi uma violação de direitos humanos como se Kadhaffi, como tantos outros criminosos em todos os níveis, fosse merecedor de considerações humanas.
Já havia escrito anteriormente e serei repetitivo:
Onde estão os defensores do direitos humanos que ainda não se posicionaram a favor da população síria que, sistematicamente, está sendo morta em protestos contra o ditador Assad?
A hipocrisia da corja,somada ao cretinismo jornaleiro mostra que um projetil na cabeça do escroto Muammar é mais importante que a execução de de milhares de civis que pediam o reconhecimento de direitos.
Me parece que a morte do porco Líbio só foi e será sentida por seus amigos vermelóides, tais como seu "irmão" Lula, Chavez, Evo, Correa, Fidel, já que a amada família do morto foi a primeira a abandonar a Líbia quando o castelo ameaçou ruir.
Sicário
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Governo israelense seria favorável a atacar instalações no Irã
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e seu ministro da Defesa, Ehud Barak, são favoráveis a atacar instalações nucleares iranianas, mas o exército e os serviços secretos (o Mosad) se opõem, informou a imprensa nesta sexta-feira.
Segundo os correspondentes das principais redes de TV, Netanyahu e Barak pressionam outros membros do governo para que apoiem uma ação militar contra o Irã.
No entanto, o chefe do Estado Maior, o general Benny Gantz, responsável pelo Mosad, Tamir Pardo, o chefe dos serviços secretos militares, o general Aviv Kochavi, e o chefe do Shin Beth (Segurança Interna), Yoram Cohen, são contrários a uma intervenção.
Essa oposição deverá impedir, ao menos de forma imediata, o recurso à ação militar, segundo os jornalistas.
"O front iraniano é a prioridade", afirmou na quinta-feira o diretor do departamento político do Ministério da Defesa, Amos Gilad, citado pelo site Ynet e pelas emissoras de TV, durante um discurso para estudantes.
"Benjamin Netanyahu é o primeiro a considerar o Irã como uma ameaça maior. O ministro da Defesa compreende também a manitude da ameaça", afirmou Gilad, afirmando que "todas as opções estão sobre a mesa".
Israel e os países ocidentais acusam o Irã de querer obter a bomba atômica com o pretexto de desenvolver um programa nuclear civil, uma acusação que Teerã rejeita.
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E preciso uma ação rapida e contundente contra tais e é valido necessario e urgente
Segundo os correspondentes das principais redes de TV, Netanyahu e Barak pressionam outros membros do governo para que apoiem uma ação militar contra o Irã.
No entanto, o chefe do Estado Maior, o general Benny Gantz, responsável pelo Mosad, Tamir Pardo, o chefe dos serviços secretos militares, o general Aviv Kochavi, e o chefe do Shin Beth (Segurança Interna), Yoram Cohen, são contrários a uma intervenção.
Essa oposição deverá impedir, ao menos de forma imediata, o recurso à ação militar, segundo os jornalistas.
"O front iraniano é a prioridade", afirmou na quinta-feira o diretor do departamento político do Ministério da Defesa, Amos Gilad, citado pelo site Ynet e pelas emissoras de TV, durante um discurso para estudantes.
"Benjamin Netanyahu é o primeiro a considerar o Irã como uma ameaça maior. O ministro da Defesa compreende também a manitude da ameaça", afirmou Gilad, afirmando que "todas as opções estão sobre a mesa".
Israel e os países ocidentais acusam o Irã de querer obter a bomba atômica com o pretexto de desenvolver um programa nuclear civil, uma acusação que Teerã rejeita.
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E preciso uma ação rapida e contundente contra tais e é valido necessario e urgente
Terremoto de magnitude 6,9 atinge sul do Peru, sem registro de danos
Um terremoto de magnitude 6,9 abalou o sul do Peru nesta sexta-feira, sacudindo prédios na capital, mas não foram registrados vítimas de imediato ou danos nas operações dos setores de mineração e petróleo, vitais para a economia do país.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) afirmou que o epicentro foi localizado a 50 quilômetros da cidade costeira de Ica, cerca de 300 quilômetros ao sul de Lima.
De acordo com boletins da rádio local, o terremoto causou a queda da energia elétrica em algumas partes de Ica e também problemas nas comunicações da telefonia celular.
Muitos moradores de Ica permaneciam nas ruas e se recusavam a voltar para suas casas, disse a rádio RPP.
Um morador da estância costeira de San Andrés, em Ica, contou que o mar tinha recuado alguns metros naquela região. As autoridades não emitiram um alerta de tsunami imediatamente.
"Até o momento não foram registrados danos materiais nem pessoais", disse o chefe do Instituto de Defesa Civil, Alfredo Murgueytio. "Há pequenas alterações no mar, contudo a Direção de Hidrografia e Navegação não registra alerta de tsunami", acrescentou o funcionário.
O Peru sofreu em 2007 um forte terremoto de magnitude 7,9 na cidade costeira de Pisco, vizinha de Ica, que deixou mais de 500 mortos e milhares de casas danificadas ou destruídas.
O USGS afirmou que o terremoto teve uma profundidade de 23,9 quilômetros em Ica, sendo sentido fortemente na superfície da costa peruana.
O terremoto não afetou as operações de petróleo ou de mineração, fundamentais para a economia do país sul-americano.
Um porta-voz da mineradora Southern Copper, uma das maiores minas de cobre do mundo, disse à Reuters que suas operações no Peru estavam "normais".
A empresa de mineração, controlada pelo Grupo México, opera no sul do Peru as minas Toquepala e Cuajone e a refinaria de Ilo, longe do epicentro do terremoto.
A mineradora Shougang Hierro Peru, uma subsidiária da chinesa Shougang, disse que nenhum dano foi registrado em sua mina perto do epicentro.
"Não há nenhum dano nas operações e instalações", disse à Reuters o gerente-geral da Shougang Hierro Peru, Raúl Vera.
Enquanto isso, a Petrobras e a Vale informaram no Brasil que não haviam recebido até o momento nenhuma informação indicando que suas operações haviam sido afetadas pelo movimento sísmico.
(Reportagem de Marco Aquino, Patricia Velez, Cespedes Teresa, Scollo Ursula, Caroline Stauffer e Wade Terry)
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) afirmou que o epicentro foi localizado a 50 quilômetros da cidade costeira de Ica, cerca de 300 quilômetros ao sul de Lima.
De acordo com boletins da rádio local, o terremoto causou a queda da energia elétrica em algumas partes de Ica e também problemas nas comunicações da telefonia celular.
Muitos moradores de Ica permaneciam nas ruas e se recusavam a voltar para suas casas, disse a rádio RPP.
Um morador da estância costeira de San Andrés, em Ica, contou que o mar tinha recuado alguns metros naquela região. As autoridades não emitiram um alerta de tsunami imediatamente.
"Até o momento não foram registrados danos materiais nem pessoais", disse o chefe do Instituto de Defesa Civil, Alfredo Murgueytio. "Há pequenas alterações no mar, contudo a Direção de Hidrografia e Navegação não registra alerta de tsunami", acrescentou o funcionário.
O Peru sofreu em 2007 um forte terremoto de magnitude 7,9 na cidade costeira de Pisco, vizinha de Ica, que deixou mais de 500 mortos e milhares de casas danificadas ou destruídas.
O USGS afirmou que o terremoto teve uma profundidade de 23,9 quilômetros em Ica, sendo sentido fortemente na superfície da costa peruana.
O terremoto não afetou as operações de petróleo ou de mineração, fundamentais para a economia do país sul-americano.
Um porta-voz da mineradora Southern Copper, uma das maiores minas de cobre do mundo, disse à Reuters que suas operações no Peru estavam "normais".
A empresa de mineração, controlada pelo Grupo México, opera no sul do Peru as minas Toquepala e Cuajone e a refinaria de Ilo, longe do epicentro do terremoto.
A mineradora Shougang Hierro Peru, uma subsidiária da chinesa Shougang, disse que nenhum dano foi registrado em sua mina perto do epicentro.
"Não há nenhum dano nas operações e instalações", disse à Reuters o gerente-geral da Shougang Hierro Peru, Raúl Vera.
Enquanto isso, a Petrobras e a Vale informaram no Brasil que não haviam recebido até o momento nenhuma informação indicando que suas operações haviam sido afetadas pelo movimento sísmico.
(Reportagem de Marco Aquino, Patricia Velez, Cespedes Teresa, Scollo Ursula, Caroline Stauffer e Wade Terry)
Descaramento: ex-ministro do Esporte diz estar feliz em SP
O ex-ministro do Esporte Orlando Silva disse estar "feliz em São Paulo" em seu texto biográfico no Twitter. Quanto à atuação política, ele não realizou nenhuma menção à pasta ministerial e se apresentou apenas como dirigente do PCdoB. Quanto às postagens, houve apenas duas após a queda até o fechamento desta matéria: uma citou um encontro entre blogueiros e a outra destacou conquistas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da mandatária atual, Dilma Rousseff, na participação brasileira no Pan de Guadalajara.
Ele pediu demissão do Ministério do Esporte no dia 26 de outubro, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e o presidente do seu partido, Renato Rabelo. Silva não resistiu à pressão para que deixasse o cargo após denúncias de fraudes em contratos entre a pasta e organizações não-governamentais (ONGs). Sexto ministro de Dilma a cair ainda no primeiro ano de governo, Silva foi apontado por uma reportagem da revista Veja de outubro como o líder de um esquema de corrupção que pode ter desviado mais de R$ 40 milhões em oito anos. Na falta de um nome definitivo indicado pela presidente, o secretário-executivo da pasta, Waldemar de Souza, também do PCdoB, assumiu a chefia no ministério interinamente.
Segundo o delator do suposto esquema, o policial militar e militante do PCdoB João Dias Ferreira, ONGs recebiam verbas mediante o pagamento de uma taxa que podia chegar a 20% do valor dos convênios. Orlando teria recebido, dentro da garagem do ministério, uma caixa de papelão cheia de cédulas de R$ 50 e R$ 100 provenientes dos desvios que envolveriam o programa Segundo Tempo - iniciativa de promoção de práticas esportivas voltada a jovens expostos a riscos sociais.
Ferreira foi um dos cinco presos em 2010 durante a Operação Shaolin, que apontou diversos membros do PCdoB como protagonistas das irregularidades. Por meio da Associação João Dias de Kung Fu e da Federação Brasiliense de Kung Fu, ele firmou dois convênios com a pasta, em 2005 e 2006. Antes de pedir demissão, Silva exigia a Ferreira a devolução do dinheiro repassado. No dia 17 de outubro, o então ministro protocolou um pedido para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigasse as denúncias.
No dia 19 de outubro, o jornal O Estado de S.Paulo publicou reportagem que afirmava que a pasta prorrogara até agosto de 2012 um convênio de R$ 911 mil do programa Segundo Tempo com uma entidade de fachada que, apesar de ter assinado o contrato em dezembro de 2009, jamais executou o projeto no entorno do Distrito Federal. O jornal ainda acusou a mulher de Orlando Silva, Ana Petta, de ter recebido recursos públicos de uma ONG de filiados do PCdoB. Petta teria utilizado sua empresa de produção cultural, a Hermana, para assinar contrato com ONG Via BR, que havia recebido R$ 278,9 mil em novembro de 2010.
No dia 24, Ferreira prestou depoimento à PF, no qual afirmou que pelo menos 20 ONGs estariam dispostas a delatar o suposto esquema. Ele entregou 13 áudios, um celular e mídias que comprovariam os desvios. Segundo o PM, no entanto, nenhum continha a voz de Silva, assim como nenhuma das provas o atingia diretamente. No dia seguinte, o Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou a abertura de inquérito para investigar o caso. De acordo com o advogado de Silva, foi o próprio ex-ministro quem pediu a investigação, mas ele teve que abrir mão do cargo após o governo avaliar que não poderia mantê-lo sendo investigado pela mais alta corte do País.
Grupo Avon é investigado por corrupção
O grupo americano de cosméticos, Avon Products, está sendo investigado pelo regulador do mercado de ações dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) por supostos atos de corrupção no estrangeiro, divulgou a autarquia em seu site.
Em um documento disponível no site da SEC, a Avon diz estar no início da investigação e se diz disposta a "cooperar plenamente", assim como a continuar as buscas internas a fim de esclarecer as irregularidades, que teriam sido realizadas na China e na América Latina.
Além disso, a SEC investiga a Avon por uma suposta divulgação irregular de informação a analistas financeiros em 2010 e em 2011, disse a mesma fonte.
A Avon publicou resultados do terceiro trimestre menos otimistas que o esperado pelos analistas, com ganhos em queda de 1,5%, a 164 milhões de dólares, e com um volume de negócios em alta a 2,700 bilhões de dólares.
Em um documento disponível no site da SEC, a Avon diz estar no início da investigação e se diz disposta a "cooperar plenamente", assim como a continuar as buscas internas a fim de esclarecer as irregularidades, que teriam sido realizadas na China e na América Latina.
Além disso, a SEC investiga a Avon por uma suposta divulgação irregular de informação a analistas financeiros em 2010 e em 2011, disse a mesma fonte.
A Avon publicou resultados do terceiro trimestre menos otimistas que o esperado pelos analistas, com ganhos em queda de 1,5%, a 164 milhões de dólares, e com um volume de negócios em alta a 2,700 bilhões de dólares.
Nuevo Terremoto Sacude Turquia, Mas de 500 Muertos
Un terremoto de 5,4 grados de magnitud en la escala de Richter sacudió hoy la provincia de Hakkari, en la frontera turco-iraquí y al sur de Van, donde el pasado domingo se registró otro de 7,2 grados que ya causó 523 muertos.
Según registró el Centro Sismológico Kandilli de la Universidad del Bósforo, el nuevo sismo se produjo a las 5:04 GMT con epicentro en la localidad de Dilekli, en el distrito de Yüksekova, donde el Ejército turco llevó a cabo hasta hoy una operación contra el grupo armado Partido de los Trabajadores del Kurdistán (PKK).
El hipocentro del terremoto se registró a 18,3 kilómetros de profundidad, bastante más que el del domingo, que se produjo a 5 kilómetros de la superficie.
Durante la noche se registraron decenas de movimientos sísmicos en la provincia oriental de Van, aunque por el momento ninguno sobrepasó los 4,4 grados de magnitud.
Los medios turcos no informaron aún sobre víctimas o daños materiales causados por este nuevo terremoto.
Más dificultades
La lluvia que comenzó a caer anoche en la región turca de Van se transformó esta mañana en nieve, complicando más la situación de muchos supervivientes del sismo, que esperan aún recibir tiendas de campaña o casas prefabricadas en las que resguardarse.
Mientras tanto, los equipos de rescate siguen recuperando cadáveres de entre los escombros y el número de víctimas mortales.
El mal estado en que quedaron muchos edificios hace imposible que sus inquilinos regresen a ellos, aunque tampoco hay tiendas de campaña para todos.
El viceprimer ministro turco Besir Atalay admitió que no hay suficientes tiendas de campaña en la región. "No pudimos calcular que iba a haber una demanda tan grande de tiendas de campaña", reconoció.
Turquía solicitó ayer finalmente ayuda internacional, especialmente de infraestructuras para alojar a quienes se quedaron sin hogar. Un material que se espera empiece a llegar hoy.
Por su parte, el gobernador de la provincia de Van, Munir Karaoglu, reconoció ante los medios turcos que 2.200 edificios no son habitables y advirtió que no es posible pasar en tiendas de campaña el extremo frío del invierno en esta zona, fronteriza con Irán.
Fuente: Infobae
Según registró el Centro Sismológico Kandilli de la Universidad del Bósforo, el nuevo sismo se produjo a las 5:04 GMT con epicentro en la localidad de Dilekli, en el distrito de Yüksekova, donde el Ejército turco llevó a cabo hasta hoy una operación contra el grupo armado Partido de los Trabajadores del Kurdistán (PKK).
El hipocentro del terremoto se registró a 18,3 kilómetros de profundidad, bastante más que el del domingo, que se produjo a 5 kilómetros de la superficie.
Durante la noche se registraron decenas de movimientos sísmicos en la provincia oriental de Van, aunque por el momento ninguno sobrepasó los 4,4 grados de magnitud.
Los medios turcos no informaron aún sobre víctimas o daños materiales causados por este nuevo terremoto.
Más dificultades
La lluvia que comenzó a caer anoche en la región turca de Van se transformó esta mañana en nieve, complicando más la situación de muchos supervivientes del sismo, que esperan aún recibir tiendas de campaña o casas prefabricadas en las que resguardarse.
Mientras tanto, los equipos de rescate siguen recuperando cadáveres de entre los escombros y el número de víctimas mortales.
El mal estado en que quedaron muchos edificios hace imposible que sus inquilinos regresen a ellos, aunque tampoco hay tiendas de campaña para todos.
El viceprimer ministro turco Besir Atalay admitió que no hay suficientes tiendas de campaña en la región. "No pudimos calcular que iba a haber una demanda tan grande de tiendas de campaña", reconoció.
Turquía solicitó ayer finalmente ayuda internacional, especialmente de infraestructuras para alojar a quienes se quedaron sin hogar. Un material que se espera empiece a llegar hoy.
Por su parte, el gobernador de la provincia de Van, Munir Karaoglu, reconoció ante los medios turcos que 2.200 edificios no son habitables y advirtió que no es posible pasar en tiendas de campaña el extremo frío del invierno en esta zona, fronteriza con Irán.
Fuente: Infobae
A FRASE DA DÉCADA (IRRETOCÁVEL, INDISCUTÍVEL)
"Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam recompensas; hoje em dia, pedem votos".
TREZE TÍLIAS.
O nome é interessante. TÍLIAS é uma árvore existente na Áustria e que os
imigrantes, da região do TIROL, trouxeram quando aqui chegaram. Nada
demais, só que, esta pequena cidade fica na região do CONTESTADO, EM SANTA
CATARINA. E por que o GRUPO GUARARAPES escreve este artigo? As razões são
várias e comentadas abaixo.
Quem lá chega parece que não se encontra no BRASIL. As casas não têm
muro e os jardins cheios de flores. Ninguém pisa nem maltrata as PLANTAS.
As ruas limpas e sem um único papel. Rosas e flores enfeitam -nas.
Nesta maravilha de cidade não se encontra mendigo ou pedinte. Todos
bem vestidos e as moças com suas saias compridas mostram o recato que eleva
o valor da mulher. Não se vê gente beijando-se ou agarrando-se na rua.
O que mais encanta este belo município é que todos trabalham, as
crianças nas escolas e a maioria falando três línguas: alemão, italiano –
português.
EM TODO LUGAR SE RESPIRA AMOR.
O campo plantado e a produção leiteira - um orgulho da região. O PIB
per-capita chega aos R$51.276/ANO. Parece que por lá não há o bolsa
família, pois o trabalho é um orgulho para cada habitante.
O número de conjuntos folclore é grande. Cada família procura ter o
seu para alegrar a vida pela música. Canta-se a vida. A Banda que chegou
com os primeiros imigrantes ainda existe com o mesmo nome.
Quem receber este email irá ficar com inveja. Onde nós moramos, as
ruas são sujas, os banheiros imundos, os muros altos, cercas elétricas,
como defesa, os carros com os vidros levantados e por lá se dorme com a
fina educação de um povo que sabe ser gente.
Numa indústria de vinhos, assistimos ao máximo de amor ao trabalho. A
senhora, que pertence à família proprietária da fábrica, chama seu filho de
10 anos e apresenta-nos com orgulho. Ele estuda e já trabalha para que,
amanhã, continue o que os nossos antepassados fizeram. O garoto falou com
entusiasmo dizendo o que já sabia fazer.
Vimos o sonho e voltamos aos costumes, onde a falta de respeito ao
próximo é a realidade. Quem mora no RIO tem a seu favor o barulho dos
tiros, as mortes causadas pelas drogas e o descalabro do trânsito. Todos
estressados e ameaçados de mortes.
EM BRÁSIIA É O ROUBO CAPEANDO E MAIS UM MINISTRO FORA.
PERGUNTA:
QUANDO O BRASIL SERÁ UMA TREZE TÍLIAS?
COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO QUE TEMOS? NUNCA.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º egistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos
1.798 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 51 da Aeronáutica; 28 DE
OUT 2011
TOTAL 2.372 Batistapinheiro30@yahoo.com.br.
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
REPASSEM, AMIGOS. SALVEMOS O BRASIL
PENSAMENTO DE Adrian Rogers (1931)
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que
punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar,
outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém
aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a
idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá
sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena
trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim
de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
CUIDADO COM QUEM NÃO TRABALHA E SÓ SABE FAZER FOFOCA! ELE É O TOQUE TOQUE!
“Primeiramente temos de dar impressão de que somos democratas. No início
teremos que aceitar certas coisas. Mais isto não durará muito tempo.”
MARCO AURÉLIO GARCIA
ASSESSOR ESPECIAL PARA POLÍTICA EXTERNA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
imigrantes, da região do TIROL, trouxeram quando aqui chegaram. Nada
demais, só que, esta pequena cidade fica na região do CONTESTADO, EM SANTA
CATARINA. E por que o GRUPO GUARARAPES escreve este artigo? As razões são
várias e comentadas abaixo.
Quem lá chega parece que não se encontra no BRASIL. As casas não têm
muro e os jardins cheios de flores. Ninguém pisa nem maltrata as PLANTAS.
As ruas limpas e sem um único papel. Rosas e flores enfeitam -nas.
Nesta maravilha de cidade não se encontra mendigo ou pedinte. Todos
bem vestidos e as moças com suas saias compridas mostram o recato que eleva
o valor da mulher. Não se vê gente beijando-se ou agarrando-se na rua.
O que mais encanta este belo município é que todos trabalham, as
crianças nas escolas e a maioria falando três línguas: alemão, italiano –
português.
EM TODO LUGAR SE RESPIRA AMOR.
O campo plantado e a produção leiteira - um orgulho da região. O PIB
per-capita chega aos R$51.276/ANO. Parece que por lá não há o bolsa
família, pois o trabalho é um orgulho para cada habitante.
O número de conjuntos folclore é grande. Cada família procura ter o
seu para alegrar a vida pela música. Canta-se a vida. A Banda que chegou
com os primeiros imigrantes ainda existe com o mesmo nome.
Quem receber este email irá ficar com inveja. Onde nós moramos, as
ruas são sujas, os banheiros imundos, os muros altos, cercas elétricas,
como defesa, os carros com os vidros levantados e por lá se dorme com a
fina educação de um povo que sabe ser gente.
Numa indústria de vinhos, assistimos ao máximo de amor ao trabalho. A
senhora, que pertence à família proprietária da fábrica, chama seu filho de
10 anos e apresenta-nos com orgulho. Ele estuda e já trabalha para que,
amanhã, continue o que os nossos antepassados fizeram. O garoto falou com
entusiasmo dizendo o que já sabia fazer.
Vimos o sonho e voltamos aos costumes, onde a falta de respeito ao
próximo é a realidade. Quem mora no RIO tem a seu favor o barulho dos
tiros, as mortes causadas pelas drogas e o descalabro do trânsito. Todos
estressados e ameaçados de mortes.
EM BRÁSIIA É O ROUBO CAPEANDO E MAIS UM MINISTRO FORA.
PERGUNTA:
QUANDO O BRASIL SERÁ UMA TREZE TÍLIAS?
COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO QUE TEMOS? NUNCA.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º egistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos
1.798 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 51 da Aeronáutica; 28 DE
OUT 2011
TOTAL 2.372 Batistapinheiro30@yahoo.com.br.
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
REPASSEM, AMIGOS. SALVEMOS O BRASIL
PENSAMENTO DE Adrian Rogers (1931)
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que
punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar,
outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém
aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a
idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá
sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena
trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim
de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
CUIDADO COM QUEM NÃO TRABALHA E SÓ SABE FAZER FOFOCA! ELE É O TOQUE TOQUE!
“Primeiramente temos de dar impressão de que somos democratas. No início
teremos que aceitar certas coisas. Mais isto não durará muito tempo.”
MARCO AURÉLIO GARCIA
ASSESSOR ESPECIAL PARA POLÍTICA EXTERNA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
Assistencia Social ..............objetivos reais
Um alerta quanto a nossa frágil democracia!!!... Para refletir!!!... Tomar consciência!!!... E não ser pego, como os porcos selvagens!!!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Retrospecto - TERNUMA
Bimensal de outubro – Retrospecto
Para conhecimento dos Senhores Membros e Simpatizantes:
Conforme esperado a Reunião Bimensal de outubro do Ternuma atingiu às expectativas.
A Reunião, originalmente, seria abrilhantada com a Palestra “Amazônia - O Grande Desafio” proferida pelo historiador Cel. Manoel Soriano Neto; contudo graças à nossa parceria com o jornal Inconfidência, que acatou a nossa sugestão, tivemos a noite engalanada com o lançamento do livro “Médici - A Verdadeira Historia”, de autoria do saudoso Gen. Agnaldo Del Nero Augusto.
O General Del Nero legou – nos, ainda, a obra “A Grande Mentira”, contundente narrativa sobre as três tentativas de tomada do poder pelo comunismo marxista - leninista no Brasil.
O lançamento ocorreu às 19 30 horas na Biblioteca da sede da Associação dos Ex- Combatentes do Brasil. Autografaram a obra, a sua viúva Maria José Conversso Augusto e o Cel. Flavio Souto Acauan, partícipe da revisão final do trabalho. Presentes os Membros e simpatizantes do Ternuma e os admiradores e amigos do Gen. Del Nero, além do Cel. Claudio Miguez acompanhado de sua esposa, editor do livro “Médici - A Verdadeira História”.
Em sequência, às 2030 horas, no Salão Nobre da Associação tivemos a Palestra. O Cel. Soriano, Membro do Ternuma, é reconhecidamente um profundo conhecedor da história da Amazônia e de suas problemáticas. É aplaudido por suas firmes posições em defesa da soberania nacional na região. A Palestra foi esclarecedora e do agrado de todos.
Após os debates, foi servido o Coquetel de praxe, que permitiu o congraçamento e a troca de ideias entre os presentes, Membros e simpatizantes do Ternuma.
Externamos o nosso respeito e admiração ao Cel. Miguez, que tomou para si a iniciativa de editar a obra após o falecimento de seu alentado autor. E estendemos os nossos agradecimentos ao Cel. Soriano pela magnifica Palestra e à Associação dos Ex- Combatentes, que num gesto de fidalguia nos permite realizar nosso encontros na sua Sede, contando com a imprescindível cooperação e o empenho de pessoas de alto gabarito de sua Diretoria.
As atividades foram filmadas e gravadas e será confeccionado um DVD, que pretendemos enviar para os Membros do Grupo residentes fora do DF, para que compartilhem conosco das atividades desenvolvidas em Brasília.
Ao término do evento podemos congratular - nos pelo seu êxito, e agradecer a todos que lá acorreram numa demonstração inequívoca de que o Ternuma se fortalece mais a cada nova jornada.
A todos as nossas cordiais saudações.
Atenciosamente,
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Presidente do Ternuma
Para conhecimento dos Senhores Membros e Simpatizantes:
Conforme esperado a Reunião Bimensal de outubro do Ternuma atingiu às expectativas.
A Reunião, originalmente, seria abrilhantada com a Palestra “Amazônia - O Grande Desafio” proferida pelo historiador Cel. Manoel Soriano Neto; contudo graças à nossa parceria com o jornal Inconfidência, que acatou a nossa sugestão, tivemos a noite engalanada com o lançamento do livro “Médici - A Verdadeira Historia”, de autoria do saudoso Gen. Agnaldo Del Nero Augusto.
O General Del Nero legou – nos, ainda, a obra “A Grande Mentira”, contundente narrativa sobre as três tentativas de tomada do poder pelo comunismo marxista - leninista no Brasil.
O lançamento ocorreu às 19 30 horas na Biblioteca da sede da Associação dos Ex- Combatentes do Brasil. Autografaram a obra, a sua viúva Maria José Conversso Augusto e o Cel. Flavio Souto Acauan, partícipe da revisão final do trabalho. Presentes os Membros e simpatizantes do Ternuma e os admiradores e amigos do Gen. Del Nero, além do Cel. Claudio Miguez acompanhado de sua esposa, editor do livro “Médici - A Verdadeira História”.
Em sequência, às 2030 horas, no Salão Nobre da Associação tivemos a Palestra. O Cel. Soriano, Membro do Ternuma, é reconhecidamente um profundo conhecedor da história da Amazônia e de suas problemáticas. É aplaudido por suas firmes posições em defesa da soberania nacional na região. A Palestra foi esclarecedora e do agrado de todos.
Após os debates, foi servido o Coquetel de praxe, que permitiu o congraçamento e a troca de ideias entre os presentes, Membros e simpatizantes do Ternuma.
Externamos o nosso respeito e admiração ao Cel. Miguez, que tomou para si a iniciativa de editar a obra após o falecimento de seu alentado autor. E estendemos os nossos agradecimentos ao Cel. Soriano pela magnifica Palestra e à Associação dos Ex- Combatentes, que num gesto de fidalguia nos permite realizar nosso encontros na sua Sede, contando com a imprescindível cooperação e o empenho de pessoas de alto gabarito de sua Diretoria.
As atividades foram filmadas e gravadas e será confeccionado um DVD, que pretendemos enviar para os Membros do Grupo residentes fora do DF, para que compartilhem conosco das atividades desenvolvidas em Brasília.
Ao término do evento podemos congratular - nos pelo seu êxito, e agradecer a todos que lá acorreram numa demonstração inequívoca de que o Ternuma se fortalece mais a cada nova jornada.
A todos as nossas cordiais saudações.
Atenciosamente,
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Presidente do Ternuma
ONGS, ROUBO, BANDIDO E SAÚVA
È tanto roubo que o GRUPO GUARARAPES não tem mais como informar aos nossos 12000 assinantes em tempo hábil. Estamos juntando dois artigos de jornalistas de renome, que analisam a bandalheira em BRASÍLIA.
A presidente só tem feito resolver problema de roubo e o Ex ainda atrapalhando. É o fim de tudo.
O 2º artigo assim termina: “ Agnelo Queiroz tem digitais em todos os lugares por onde passou: Anvisa, Ministério do Esporte e GDF. E o que está vindo a tona a agora é trajetória política do maior operador do Caixa 2 do PCdoB. Trajetória política que se mistura com processos e assassinatos de crimes de queima de arquivos”.
No tempo em que os homens tinham vergonha na cara alguém ia morrer. Chamar outro de ladrão era a HONRA atingida e só a morte lavava. Hoje como não honra fica tudo como se encontra –“no melhor dos mundos” como dizia o Dr. Plangloss de VOLTEIRE.
Pedimos desculpas. Os acusados nunca ouviram falar em VOLTEIRE e do DR. PLangloss. Sabem apenas que socialismo é resolvido roubando o ESTADO. Foi e será assim.
GRUPO GUARARAPES
AS ONGS, A REVOLUÇÃO, A SAÚVA E A CORRUPÇÃO
José Nêumanne jornalista e escritor,
Contra o revolucionário Orlando Silva - ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e prosélito da doutrina marxista-leninista do companheiro Enver Hoxha, que destruiu a economia albanesa, modelo de miséria na Europa mesmo quando esta era próspera - algo pesa mais do que as denúncias do antigo companheiro João Dias Ferreira. Pesa uma fotografia, publicada neste jornal, da casa do denunciante. João Dias Ferreira é soldado da Polícia Militar (PM). Normalmente seus companheiros de farda e soldo vivem em favelas, são perseguidos e muitas vezes até mortos por bandidos quando vizinhos ligados ao crime, organizado ou não, delatam sua profissão, tendo como base a farda lavada secando no varal. O ex-militante do Partido Comunista do Brasil (PC do B) que Sua Excelência chama de "bandido", para desacreditá-lo, mora numa mansão de dar inveja até a burgueses que os comunistas da linha albanesa, que combateram no Araguaia, satanizam.
Ora, dirá o leitor exigente, então o denunciado está coberto de razão. O delator só poderia morar onde mora se tiver praticado algum crime, mais especialmente, a corrupção. A questão toda é a seguinte: por que Ferreira mora numa mansão e seus colegas de patente não conseguem ir além do barracão de papelão e zinco no infortúnio da sub-habitação das grandes cidades brasileiras? A resposta está no noticiário: o PM militou no partido que detém o comando do desporto nacional às vésperas da Copa do Mundo no Brasil e da Olimpíada no Rio de Janeiro. E o dinheiro que Orlando Silva e o PC do B, partido que toma conta do Ministério do Esporte, juram que o soldado roubou não é de nenhum deles, mas nosso: meu, seu e do sem-teto que nem sonha com uma casa própria mais simples do que a que os leitores deste jornal, para estupor geral, foram informados que é de um praça de salário baixíssimo.
Queixou-se Orlando Silva de que o querem derrubar no grito. A chefe dele, Dilma Rousseff, fez coro a esse desabafo, reclamando que o subordinado é vítima de "apedrejamento moral". Nem a presidente nem o ministro, contudo, foram capazes de explicar quais as razões da destinação generosa que o governo federal fez de milhões de reais de dinheiro público para a ONG do militante educar criancinhas carentes praticando esportes.
Dilma teve uma prova da deslealdade do ministro quando este deixou claro, na primeira explicação que tentou dar ao público, que não foi ele que mandou dar nosso dinheiro suado ao "bandido" fardado. Teria sido o antecessor, Agnello Queiroz, que saiu do PC do B e do ministério para se eleger governador do Distrito Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), de seu ex-chefe Luiz Inácio Lula da Silva e da chefe atual, Dilma Rousseff. Tendo sido secretário executivo do Ministério do Esporte antes de tomar posse na pasta, Sua Excelência deve ter motivos para chutar o espírito de corpo para escanteio. Se houvesse no Brasil oposição digna do nome, já estaria exigindo para o governador tratamento similar ao dado a seu antecessor, José Roberto Arruda, do DEM.
Como o ex-partido do ex-governador e seus aliados tucanos preferem dar entrevistas bombásticas a agir, Agnello Queiroz comporta-se como a personagem com que Carlos Drummond de Andrade encerra seu poema Quadrilha (título perfeito, hein?), "J. Pinto Fernandes, que não tinha entrado na história". E, aproveitando-se da solerte inércia de adversários incapazes, Lulinha, o "perdoador", que guindou Silva ao ministério, pregou a "resistência". O PC do B, cujo projeto revolucionário resistiu muito pouco, parece disposto, conforme demonstrou seu programa no horário gratuito da televisão, a não arredar o pé das promessas de negociatas representadas pela Copa e pela Olimpíada que vêm por aí.
Os poucos brasileiros lúcidos que não se deixam ludibriar pela enganosa prosperidade econômica sabem que tudo não passa de grotesca tapeação dos devotos fiéis de Enver Hoxha. Para começo de conversa, as últimas administrações federais terceirizaram a administração (e, ao que parece, o furto generalizado) a entidades conhecidas como organizações não governamentais. Com o devido respeito às ONGs sérias, muitas delas têm sido usadas para burlar o fisco, a fiscalização e, sobretudo, o cidadão vigilante, que trabalha duro e sonha com uma gestão honesta para o dinheiro que recebe como paga de seu trabalho e compartilha com o Estado. De não governamentais entidades como as dos militantes do esporte albanês nada têm. São apenas a exibição explícita do desgoverno de quem busca no Orçamento público sombra e água fresca.
O escândalo do Ministério do Esporte põe em xeque outro mito da administração pública brasileira recente, o da governabilidade. No sistema de governo presidencialista dependente do Parlamento irresponsável, trocam-se votos de apoio das bancadas governistas por cargos na máquina pública. A barganha instituída da outorga da Constituição de 1988 para cá institucionaliza a hipocrisia total. Alguém pode achar que os companheiros de José Genoino no Araguaia deram a vida pela causa revolucionária de comandar as máquinas de arrecadação de grandes eventos esportivos? É claro que os partidos da base de apoio não se engalfinham por cargos para gerir bem a República, mas, sim, para fazer caixa. E alguém, em sã consciência, pode crer que é possível fazer caixa sem desviar recursos de projetos públicos para interesses privados?
É essa lógica, e não o oportunismo da oposição ou o espírito de porco dos meios de comunicação, que explica as fraudes nos feudos revelados nos Ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura, antes, e agora no do Esporte. O mal do Brasil hoje deixou de ser a saúva dos tempos do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, para se revelar nos furtos do cofre da viúva permitidos pelo desgoverno e no troca-troca exigido pela cumplicidade chamada de governabilidade.
AGNELO QUEIROZ, O CAMARADA TRAIOR
Mino Pedrosa
23 DE OUTUBRO DE 2011
A Polícia Federal saiu semana passada em busca de Daniel Almeida Tavares e Marília Coelho Cunha envolvidos no processo da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária que corre em segredo de justiça. Os dois operadores de um esquema de propina na Agencia de Saúde do Governo Federal , durante a gestão do atual governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, estão foragidos. A surpresa foi que Marília Coelho Cunha foi nomeada nesta 4ª feira, para um cargo no Governo do Distrito Federal, conforme o Diário Oficial de 19 de outubro de 2011, seção 2, página 36, mas está desaparecida.
A Polícia também não sabe de Daniel, mas o ex-funcionário do Laboratório União Química tem uma história para contar. Num fim de semana, quando Agnelo Queiroz estava à frente da Anvisa, recebeu Daniel em sua mansão no Lago Sul. O governador do DF, levou Daniel para uma biblioteca no subsolo de casa, onde pouquíssimas pessoas costumam frequentar. Daniel estava preparado para documentar o encontro desde a entrada na mansão de Agnelo. Alí, o rapaz entregou R$ 75 mil ao então dirigente da Anvisa como pagamento de propina efetuado pelo Laboratório União Química.
Agnelo reclamou a Daniel. Sentiu falta de R$ 5 mil na quantia combinada. O rapaz prometeu ao político depositar o dinheiro no dia seguinte. E o fez, através de transferência bancária via HSBC. Deste modo, Daniel recolheu mais uma prova contra Agnelo Queiroz.
Outro episódio que Daniel tem registrado é o presente que a União Química deu para o filho de Agnelo Queiroz: um Pálio branco. Agnelo perguntou a Daniel o valor do carro e foi informado: R$ 30 mil. O Governador pediu que Daniel então vendesse o veículo e depositasse o dinheiro em sua conta bancária. O que foi feito em seis parcelas semanais, no mesmo HSBC.
A história de Marília Coelho Cunha é tão interessante quanto a de Daniel e envolve a mesma União Química. Marília foi Gerente de Inspeção e Controle de Insumos da Anvisa e responde processo de favorecimento ilícito ao Laboratório.
Essas informações não estão exclusivas de Daniel. Fazem parte também de um dossiê que o soldado quatro estrelas João Dias Ferreira tem em suas mãos sobre seu camarada Agnelo Queiroz. João Dias procurou Daniel e recolheu o material para tentar salvar, na época o então amigo de PC do B.
Sabe-se que Marília mora numa mansão no condomínio Ville de Montagne, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, que ganhou de presente da União Química, através de Agnelo e Rafael. Foragida da Polícia Federal, por conta do processo da Anvisa, a moça foi nomeada para presidir comissão de licitação na Secretaria de Saúde na última 4ª feira, mas já se sabe que não pretende comparecer ao trabalho, pois está novamente sob a guarda de Agnelo e Rafael, o todo poderoso Secretário do DF.
Daniel Almeida Tavares também ganhou de presente um cargo público: foi nomeado para um cargo na Administração do Plano Piloto, mas preferiu não aceitar e pediu pra sair.
O médico do interior da Bahia Agnelo Queiroz chegou a Brasília com um objetivo: ser político. Pra começar, filiou-se ao PCdoB e juntou-se ao colega e neurologista Rafael para a escalada iniciada em 1990 na Câmara Legislativa do DF. Em janeiro de 2003 o doutor em seu terceiro mandato de deputado federal pelo PC do B é nomeado pelo presidente Lula , ministro do Esporte. Um Ministério sem grandes projeções, com um caixa muito baixo, mas com grandes possibilidades.
Os holofotes começavam a acender com a Lei nº 10.264, conhecida como Lei Agnelo/Piva, de 16 de julho de 2001, que estabelece o repasse de 2% da arrecadação bruta de todas as loterias ao Comitê Olímpico Brasileiro. Agnelo colhia, como Ministro dos Esportes, rendimentos que plantou no Congresso Nacional E além disso, ganhou de presente os Jogos Pan Americanos, responsáveis por muito de seu sucesso, mas o começo de sua derrocada com prestação de contas do PAN.
Para o Ministério do Esporte, Agnelo levou seu fiel escudeiro e colega médico neurologista Rafael Barbosa, o mentor intelectual dos esquemas desde seu primeiro mandato como distrital, e um velho camarada do PC do B, truculento esportista de Kung Fu, João Dias Ferreira, para implantar o projeto Segundo Tempo. Nascia ali um dos mais promissores esquemas de Caixa 2, da Esplanada dos Ministérios, a partir de ONGs ( Organizações Não Governamentais) criadas especificamente para desvio de verbas públicas.
O então ministro, com os camaradas do PC do B, Rafael, João Dias e o secretário geral Orlando Silva e o cofre do partido cheio, ganhou mais ainda a simpatia do presidente da República, e junto com isso o convite para disputar a vaga de senador pelo Distrito Federal, como petista.
O pensamento de Agnelo estava voltado para o Senado Federal, onde em 2006 perde para o ex-governador do DF, Joaquim Roriz, numa complicada disputa que acabou por derrubar Roriz e levar ao cargo de senador o suplente Gim Argelo, apesar do processo de Agnelo, tentando anular a eleição de Roriz e chegar ao cargo como segundo colocado.
No PT, sem mandato, Agnelo vira um corpo estranho. É preciso mostrar serviço. A jogada passa a ser levar para o PT o Caixa 2 montado no Ministério do Esporte para o PCdoB, onde o partido deixou Orlando Silva, com o segredo do cofre. Agnelo articula e fecha vários acordos, blinda a Operação Shaolin no Senado, através de Gim Argelo, que troca o mandato de senador pela blindagem de Agnelo no Senado e o apoio para o Governo do DF.
Em outubro de 2007, Agnelo chega a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária,e começa a se cacifar mais no PCdoB. Monta um novo esquema de arrecadação de Caixa 2,com os Laboratórios, que passa a girar garantindo-lhe mais a confiança do presidente Lula e a caminhada para o Governo do Distrito Federal. O cuidado de Agnelo com o Caixa 2 fez com que o médico ganhasse mais força política.
Agnelo é eleito governador do DF, pelas mãos de Lula e de um PT dividido quanto a opção do ex-presidente. Acordos e alianças envolvendo o PCdoB , que garantiu a galgada de Agnelo ao GDF, começaram a bater de frente com as alianças do PT nacional e local. Os interesses das alianças de Agnelo se embaralharam.
Mas o trio Agnelo, Rafael e João Dias não podia mais parar. A solução de Agnelo foi pegar o truculento e ameaçador João Dias, seu fiel escudeiro e transformá-lo no operacional da transferência do esquema de Caixa 2 do PCdoB para o PT, dentro do Ministério do Esporte. O soldado partiu pra cima de Orlando Silva, pressionando, o ministro do Esporte, seu camarada, e, fez chegar as mãos do Coronel Buarque, homem de confiança da presidente Dilma Housseff, o relatório com toda a Operação Shaolin e o envolvimento de Orlando Silva e do PCdoB no esquema das ONGs.
A presidente Dilma, antes de partir para viagem internacional, em companhia de vários ministros, entre eles o próprio Orlando, questionou o líder do PCdoB, deputado Aldo Rebelo, acerca das atitudes do ministro do Esporte. Aldo preferiu não falar sobre o assunto e chamou a responsabilidade para Orlando.
Agnelo foi preservado o tempo todo por João Dias, que não pretendia matar a galinha dos ovos de ouro, no caso, o agora governador do Distrito Federal, que mudou a vida do simples esportista comunista para um bem sucedido empresário dos esportes, com direito a carros importados e mansão em cidade satélite de Brasília. O alvo principal era Orlando Silva. Mas o ministro resolveu não segurar o problema sozinho.
O escândalo e ameaças do soldado com poderes de general 4 estrelas, João Dias, revelado pela Revista Eletrônica Quidnovi com exclusividade no dia 11 de outubro passado, vem a tona através de matéria da Revista Veja no fim de semana seguinte, quando o ministro se encontra em Guadalajara para abertura dos Jogos Pan Americanos, e a partir daí repercute em toda a imprensa.
O ministro do Esporte então resolve não segurar sozinho a Operação das ONGs no programa Segundo Tempo, e mostra publicamente de onde partiram as pressões. Orlando Silva puxa o ex-companheiro do PCdoB e agora governador do DF pelo PT, Agnelo Queiroz, e coloca o médico sob os holofotes da mídia.
O PC do B acusa que há dedos do PT nesta confusão toda e a base aliada do governo está ameaçada. Para aplacar a crise, sabe-se que o Palácio do Planalto quer manter o Ministério do Esporte sob a tutela do PC do B. E o PT sabe que tem dedos do partido nessa história. Mas os dedos que aparecem no PT são os do Governador do DF Agnelo Queiroz , considerado um petista de última hora, e desafeto de vários companheiros.
Agnelo Queiroz tem digitais em todos os lugares por onde passou: Anvisa, Ministério do Esporte e GDF. E o que está vindo a tona a agora é trajetória política do maior operador do Caixa 2 do PCdoB. Trajetória política que se mistura com processos e assassinatos de crimes de queima de arquivos.
NÃO ESQUEÇAM:
Primeiramente temos de dar impressão de que somos democratas. No início teremos que aceitar certas coisas. Mais isto não durará muito tempo.”
MARCO AURÉLIO GARCIA
ASSESSOR ESPECIAL PARA POLÍTICA EXTERNA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
A presidente só tem feito resolver problema de roubo e o Ex ainda atrapalhando. É o fim de tudo.
O 2º artigo assim termina: “ Agnelo Queiroz tem digitais em todos os lugares por onde passou: Anvisa, Ministério do Esporte e GDF. E o que está vindo a tona a agora é trajetória política do maior operador do Caixa 2 do PCdoB. Trajetória política que se mistura com processos e assassinatos de crimes de queima de arquivos”.
No tempo em que os homens tinham vergonha na cara alguém ia morrer. Chamar outro de ladrão era a HONRA atingida e só a morte lavava. Hoje como não honra fica tudo como se encontra –“no melhor dos mundos” como dizia o Dr. Plangloss de VOLTEIRE.
Pedimos desculpas. Os acusados nunca ouviram falar em VOLTEIRE e do DR. PLangloss. Sabem apenas que socialismo é resolvido roubando o ESTADO. Foi e será assim.
GRUPO GUARARAPES
AS ONGS, A REVOLUÇÃO, A SAÚVA E A CORRUPÇÃO
José Nêumanne jornalista e escritor,
Contra o revolucionário Orlando Silva - ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e prosélito da doutrina marxista-leninista do companheiro Enver Hoxha, que destruiu a economia albanesa, modelo de miséria na Europa mesmo quando esta era próspera - algo pesa mais do que as denúncias do antigo companheiro João Dias Ferreira. Pesa uma fotografia, publicada neste jornal, da casa do denunciante. João Dias Ferreira é soldado da Polícia Militar (PM). Normalmente seus companheiros de farda e soldo vivem em favelas, são perseguidos e muitas vezes até mortos por bandidos quando vizinhos ligados ao crime, organizado ou não, delatam sua profissão, tendo como base a farda lavada secando no varal. O ex-militante do Partido Comunista do Brasil (PC do B) que Sua Excelência chama de "bandido", para desacreditá-lo, mora numa mansão de dar inveja até a burgueses que os comunistas da linha albanesa, que combateram no Araguaia, satanizam.
Ora, dirá o leitor exigente, então o denunciado está coberto de razão. O delator só poderia morar onde mora se tiver praticado algum crime, mais especialmente, a corrupção. A questão toda é a seguinte: por que Ferreira mora numa mansão e seus colegas de patente não conseguem ir além do barracão de papelão e zinco no infortúnio da sub-habitação das grandes cidades brasileiras? A resposta está no noticiário: o PM militou no partido que detém o comando do desporto nacional às vésperas da Copa do Mundo no Brasil e da Olimpíada no Rio de Janeiro. E o dinheiro que Orlando Silva e o PC do B, partido que toma conta do Ministério do Esporte, juram que o soldado roubou não é de nenhum deles, mas nosso: meu, seu e do sem-teto que nem sonha com uma casa própria mais simples do que a que os leitores deste jornal, para estupor geral, foram informados que é de um praça de salário baixíssimo.
Queixou-se Orlando Silva de que o querem derrubar no grito. A chefe dele, Dilma Rousseff, fez coro a esse desabafo, reclamando que o subordinado é vítima de "apedrejamento moral". Nem a presidente nem o ministro, contudo, foram capazes de explicar quais as razões da destinação generosa que o governo federal fez de milhões de reais de dinheiro público para a ONG do militante educar criancinhas carentes praticando esportes.
Dilma teve uma prova da deslealdade do ministro quando este deixou claro, na primeira explicação que tentou dar ao público, que não foi ele que mandou dar nosso dinheiro suado ao "bandido" fardado. Teria sido o antecessor, Agnello Queiroz, que saiu do PC do B e do ministério para se eleger governador do Distrito Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), de seu ex-chefe Luiz Inácio Lula da Silva e da chefe atual, Dilma Rousseff. Tendo sido secretário executivo do Ministério do Esporte antes de tomar posse na pasta, Sua Excelência deve ter motivos para chutar o espírito de corpo para escanteio. Se houvesse no Brasil oposição digna do nome, já estaria exigindo para o governador tratamento similar ao dado a seu antecessor, José Roberto Arruda, do DEM.
Como o ex-partido do ex-governador e seus aliados tucanos preferem dar entrevistas bombásticas a agir, Agnello Queiroz comporta-se como a personagem com que Carlos Drummond de Andrade encerra seu poema Quadrilha (título perfeito, hein?), "J. Pinto Fernandes, que não tinha entrado na história". E, aproveitando-se da solerte inércia de adversários incapazes, Lulinha, o "perdoador", que guindou Silva ao ministério, pregou a "resistência". O PC do B, cujo projeto revolucionário resistiu muito pouco, parece disposto, conforme demonstrou seu programa no horário gratuito da televisão, a não arredar o pé das promessas de negociatas representadas pela Copa e pela Olimpíada que vêm por aí.
Os poucos brasileiros lúcidos que não se deixam ludibriar pela enganosa prosperidade econômica sabem que tudo não passa de grotesca tapeação dos devotos fiéis de Enver Hoxha. Para começo de conversa, as últimas administrações federais terceirizaram a administração (e, ao que parece, o furto generalizado) a entidades conhecidas como organizações não governamentais. Com o devido respeito às ONGs sérias, muitas delas têm sido usadas para burlar o fisco, a fiscalização e, sobretudo, o cidadão vigilante, que trabalha duro e sonha com uma gestão honesta para o dinheiro que recebe como paga de seu trabalho e compartilha com o Estado. De não governamentais entidades como as dos militantes do esporte albanês nada têm. São apenas a exibição explícita do desgoverno de quem busca no Orçamento público sombra e água fresca.
O escândalo do Ministério do Esporte põe em xeque outro mito da administração pública brasileira recente, o da governabilidade. No sistema de governo presidencialista dependente do Parlamento irresponsável, trocam-se votos de apoio das bancadas governistas por cargos na máquina pública. A barganha instituída da outorga da Constituição de 1988 para cá institucionaliza a hipocrisia total. Alguém pode achar que os companheiros de José Genoino no Araguaia deram a vida pela causa revolucionária de comandar as máquinas de arrecadação de grandes eventos esportivos? É claro que os partidos da base de apoio não se engalfinham por cargos para gerir bem a República, mas, sim, para fazer caixa. E alguém, em sã consciência, pode crer que é possível fazer caixa sem desviar recursos de projetos públicos para interesses privados?
É essa lógica, e não o oportunismo da oposição ou o espírito de porco dos meios de comunicação, que explica as fraudes nos feudos revelados nos Ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura, antes, e agora no do Esporte. O mal do Brasil hoje deixou de ser a saúva dos tempos do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, para se revelar nos furtos do cofre da viúva permitidos pelo desgoverno e no troca-troca exigido pela cumplicidade chamada de governabilidade.
AGNELO QUEIROZ, O CAMARADA TRAIOR
Mino Pedrosa
23 DE OUTUBRO DE 2011
A Polícia Federal saiu semana passada em busca de Daniel Almeida Tavares e Marília Coelho Cunha envolvidos no processo da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária que corre em segredo de justiça. Os dois operadores de um esquema de propina na Agencia de Saúde do Governo Federal , durante a gestão do atual governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, estão foragidos. A surpresa foi que Marília Coelho Cunha foi nomeada nesta 4ª feira, para um cargo no Governo do Distrito Federal, conforme o Diário Oficial de 19 de outubro de 2011, seção 2, página 36, mas está desaparecida.
A Polícia também não sabe de Daniel, mas o ex-funcionário do Laboratório União Química tem uma história para contar. Num fim de semana, quando Agnelo Queiroz estava à frente da Anvisa, recebeu Daniel em sua mansão no Lago Sul. O governador do DF, levou Daniel para uma biblioteca no subsolo de casa, onde pouquíssimas pessoas costumam frequentar. Daniel estava preparado para documentar o encontro desde a entrada na mansão de Agnelo. Alí, o rapaz entregou R$ 75 mil ao então dirigente da Anvisa como pagamento de propina efetuado pelo Laboratório União Química.
Agnelo reclamou a Daniel. Sentiu falta de R$ 5 mil na quantia combinada. O rapaz prometeu ao político depositar o dinheiro no dia seguinte. E o fez, através de transferência bancária via HSBC. Deste modo, Daniel recolheu mais uma prova contra Agnelo Queiroz.
Outro episódio que Daniel tem registrado é o presente que a União Química deu para o filho de Agnelo Queiroz: um Pálio branco. Agnelo perguntou a Daniel o valor do carro e foi informado: R$ 30 mil. O Governador pediu que Daniel então vendesse o veículo e depositasse o dinheiro em sua conta bancária. O que foi feito em seis parcelas semanais, no mesmo HSBC.
A história de Marília Coelho Cunha é tão interessante quanto a de Daniel e envolve a mesma União Química. Marília foi Gerente de Inspeção e Controle de Insumos da Anvisa e responde processo de favorecimento ilícito ao Laboratório.
Essas informações não estão exclusivas de Daniel. Fazem parte também de um dossiê que o soldado quatro estrelas João Dias Ferreira tem em suas mãos sobre seu camarada Agnelo Queiroz. João Dias procurou Daniel e recolheu o material para tentar salvar, na época o então amigo de PC do B.
Sabe-se que Marília mora numa mansão no condomínio Ville de Montagne, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, que ganhou de presente da União Química, através de Agnelo e Rafael. Foragida da Polícia Federal, por conta do processo da Anvisa, a moça foi nomeada para presidir comissão de licitação na Secretaria de Saúde na última 4ª feira, mas já se sabe que não pretende comparecer ao trabalho, pois está novamente sob a guarda de Agnelo e Rafael, o todo poderoso Secretário do DF.
Daniel Almeida Tavares também ganhou de presente um cargo público: foi nomeado para um cargo na Administração do Plano Piloto, mas preferiu não aceitar e pediu pra sair.
O médico do interior da Bahia Agnelo Queiroz chegou a Brasília com um objetivo: ser político. Pra começar, filiou-se ao PCdoB e juntou-se ao colega e neurologista Rafael para a escalada iniciada em 1990 na Câmara Legislativa do DF. Em janeiro de 2003 o doutor em seu terceiro mandato de deputado federal pelo PC do B é nomeado pelo presidente Lula , ministro do Esporte. Um Ministério sem grandes projeções, com um caixa muito baixo, mas com grandes possibilidades.
Os holofotes começavam a acender com a Lei nº 10.264, conhecida como Lei Agnelo/Piva, de 16 de julho de 2001, que estabelece o repasse de 2% da arrecadação bruta de todas as loterias ao Comitê Olímpico Brasileiro. Agnelo colhia, como Ministro dos Esportes, rendimentos que plantou no Congresso Nacional E além disso, ganhou de presente os Jogos Pan Americanos, responsáveis por muito de seu sucesso, mas o começo de sua derrocada com prestação de contas do PAN.
Para o Ministério do Esporte, Agnelo levou seu fiel escudeiro e colega médico neurologista Rafael Barbosa, o mentor intelectual dos esquemas desde seu primeiro mandato como distrital, e um velho camarada do PC do B, truculento esportista de Kung Fu, João Dias Ferreira, para implantar o projeto Segundo Tempo. Nascia ali um dos mais promissores esquemas de Caixa 2, da Esplanada dos Ministérios, a partir de ONGs ( Organizações Não Governamentais) criadas especificamente para desvio de verbas públicas.
O então ministro, com os camaradas do PC do B, Rafael, João Dias e o secretário geral Orlando Silva e o cofre do partido cheio, ganhou mais ainda a simpatia do presidente da República, e junto com isso o convite para disputar a vaga de senador pelo Distrito Federal, como petista.
O pensamento de Agnelo estava voltado para o Senado Federal, onde em 2006 perde para o ex-governador do DF, Joaquim Roriz, numa complicada disputa que acabou por derrubar Roriz e levar ao cargo de senador o suplente Gim Argelo, apesar do processo de Agnelo, tentando anular a eleição de Roriz e chegar ao cargo como segundo colocado.
No PT, sem mandato, Agnelo vira um corpo estranho. É preciso mostrar serviço. A jogada passa a ser levar para o PT o Caixa 2 montado no Ministério do Esporte para o PCdoB, onde o partido deixou Orlando Silva, com o segredo do cofre. Agnelo articula e fecha vários acordos, blinda a Operação Shaolin no Senado, através de Gim Argelo, que troca o mandato de senador pela blindagem de Agnelo no Senado e o apoio para o Governo do DF.
Em outubro de 2007, Agnelo chega a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária,e começa a se cacifar mais no PCdoB. Monta um novo esquema de arrecadação de Caixa 2,com os Laboratórios, que passa a girar garantindo-lhe mais a confiança do presidente Lula e a caminhada para o Governo do Distrito Federal. O cuidado de Agnelo com o Caixa 2 fez com que o médico ganhasse mais força política.
Agnelo é eleito governador do DF, pelas mãos de Lula e de um PT dividido quanto a opção do ex-presidente. Acordos e alianças envolvendo o PCdoB , que garantiu a galgada de Agnelo ao GDF, começaram a bater de frente com as alianças do PT nacional e local. Os interesses das alianças de Agnelo se embaralharam.
Mas o trio Agnelo, Rafael e João Dias não podia mais parar. A solução de Agnelo foi pegar o truculento e ameaçador João Dias, seu fiel escudeiro e transformá-lo no operacional da transferência do esquema de Caixa 2 do PCdoB para o PT, dentro do Ministério do Esporte. O soldado partiu pra cima de Orlando Silva, pressionando, o ministro do Esporte, seu camarada, e, fez chegar as mãos do Coronel Buarque, homem de confiança da presidente Dilma Housseff, o relatório com toda a Operação Shaolin e o envolvimento de Orlando Silva e do PCdoB no esquema das ONGs.
A presidente Dilma, antes de partir para viagem internacional, em companhia de vários ministros, entre eles o próprio Orlando, questionou o líder do PCdoB, deputado Aldo Rebelo, acerca das atitudes do ministro do Esporte. Aldo preferiu não falar sobre o assunto e chamou a responsabilidade para Orlando.
Agnelo foi preservado o tempo todo por João Dias, que não pretendia matar a galinha dos ovos de ouro, no caso, o agora governador do Distrito Federal, que mudou a vida do simples esportista comunista para um bem sucedido empresário dos esportes, com direito a carros importados e mansão em cidade satélite de Brasília. O alvo principal era Orlando Silva. Mas o ministro resolveu não segurar o problema sozinho.
O escândalo e ameaças do soldado com poderes de general 4 estrelas, João Dias, revelado pela Revista Eletrônica Quidnovi com exclusividade no dia 11 de outubro passado, vem a tona através de matéria da Revista Veja no fim de semana seguinte, quando o ministro se encontra em Guadalajara para abertura dos Jogos Pan Americanos, e a partir daí repercute em toda a imprensa.
O ministro do Esporte então resolve não segurar sozinho a Operação das ONGs no programa Segundo Tempo, e mostra publicamente de onde partiram as pressões. Orlando Silva puxa o ex-companheiro do PCdoB e agora governador do DF pelo PT, Agnelo Queiroz, e coloca o médico sob os holofotes da mídia.
O PC do B acusa que há dedos do PT nesta confusão toda e a base aliada do governo está ameaçada. Para aplacar a crise, sabe-se que o Palácio do Planalto quer manter o Ministério do Esporte sob a tutela do PC do B. E o PT sabe que tem dedos do partido nessa história. Mas os dedos que aparecem no PT são os do Governador do DF Agnelo Queiroz , considerado um petista de última hora, e desafeto de vários companheiros.
Agnelo Queiroz tem digitais em todos os lugares por onde passou: Anvisa, Ministério do Esporte e GDF. E o que está vindo a tona a agora é trajetória política do maior operador do Caixa 2 do PCdoB. Trajetória política que se mistura com processos e assassinatos de crimes de queima de arquivos.
NÃO ESQUEÇAM:
Primeiramente temos de dar impressão de que somos democratas. No início teremos que aceitar certas coisas. Mais isto não durará muito tempo.”
MARCO AURÉLIO GARCIA
ASSESSOR ESPECIAL PARA POLÍTICA EXTERNA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
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