quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Bolsas de Estudos em Israel
Presidente: Sarita Schaffel
Vices-presidentes: Helio Koifman e Paulo Maltz
Diretor de Comunicação: Claudio Starec
Jornalista Responsável: Denise Wasserman
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Politicos brasileiros. Quanto custam?
Isto sem contabilizar os roubos, desvios e favorecimentos etc etc
A NACIONALIDADE DE ADÃO E EVA (INEQUÍVOCA)
Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro, apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão comenta:
- Olhem que perfeição de corpos:
Ela, esbelta e espigada;
Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados.
Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta :
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras…
Ela, tão feminina…
Ele, tão masculino…
Sabem que em breve chegará a tentação…
Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta :
- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a
delicadeza da pose, a sobriedade do gesto.
Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa,
O brasileiro declara :
- Não concordo. Olhem bem:
não têm roupa,
não têm sapatos,
não têm casa,
estão na merda…
Só têm uma única maçã para comer.
Mas não protestam ,
Ainda estão pensando em sacanagem e pior,
Acreditam que estão no Paraíso .
Só podem ser brasileiros…
O alemão comenta:
- Olhem que perfeição de corpos:
Ela, esbelta e espigada;
Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados.
Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta :
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras…
Ela, tão feminina…
Ele, tão masculino…
Sabem que em breve chegará a tentação…
Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta :
- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a
delicadeza da pose, a sobriedade do gesto.
Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa,
O brasileiro declara :
- Não concordo. Olhem bem:
não têm roupa,
não têm sapatos,
não têm casa,
estão na merda…
Só têm uma única maçã para comer.
Mas não protestam ,
Ainda estão pensando em sacanagem e pior,
Acreditam que estão no Paraíso .
Só podem ser brasileiros…
Boa !!!
Um prédio de 4 andares foi totalmente destruído pelo fogo; um incêndio terrível.
Todas as pessoas das 10 famílias de Sem-teto, que haviam invadido o
1ºandar, filhos de presidiários que ganham salário de R$ 850,00,
faleceram no incêndio.
No 2ºandar, todos os componentes das 12 famílias de retirantes, que
viviam dos proventos da "Bolsa Família", também não escaparam.
O 3º andar era ocupado por 4 famílias de ex-guerrilheiros, todos
beneficiários de ações bem sucedidas contra o Governo, filiados a
um ParTido politico influente, com altos cargos em estatais e empresas
governamentais,que também faleceram.
No 4º andar viviam engenheiros,médicos, advogados,professores,
empresários, bancários, vendedores, comerciantes e trabalhadores com
suas famílias.Todos escaparam.
IMEDIATAMENTE A "PRESIDENTA DA NAçãO" E TODA A SUA ASSESSORIA
MANDOU INSTALAR UM INQUéRITO PARA QUE O "CHEFE DO CORPO DE BOMBEIROS"
EXPLICASSE A MORTE DOS "CUMPANHEIROS" E POR QUE SOMENTE OS
MORADORES,DO 4º ANDAR HAVIAM ESCAPADO.
O
Chefe dos Bombeiros respondeu:
- "ELES NãO ESTAVAM EM CASA. ESTAVAM TRABALHANDO."
Todas as pessoas das 10 famílias de Sem-teto, que haviam invadido o
1ºandar, filhos de presidiários que ganham salário de R$ 850,00,
faleceram no incêndio.
No 2ºandar, todos os componentes das 12 famílias de retirantes, que
viviam dos proventos da "Bolsa Família", também não escaparam.
O 3º andar era ocupado por 4 famílias de ex-guerrilheiros, todos
beneficiários de ações bem sucedidas contra o Governo, filiados a
um ParTido politico influente, com altos cargos em estatais e empresas
governamentais,que também faleceram.
No 4º andar viviam engenheiros,médicos, advogados,professores,
empresários, bancários, vendedores, comerciantes e trabalhadores com
suas famílias.Todos escaparam.
IMEDIATAMENTE A "PRESIDENTA DA NAçãO" E TODA A SUA ASSESSORIA
MANDOU INSTALAR UM INQUéRITO PARA QUE O "CHEFE DO CORPO DE BOMBEIROS"
EXPLICASSE A MORTE DOS "CUMPANHEIROS" E POR QUE SOMENTE OS
MORADORES,DO 4º ANDAR HAVIAM ESCAPADO.
O
Chefe dos Bombeiros respondeu:
- "ELES NãO ESTAVAM EM CASA. ESTAVAM TRABALHANDO."
PEIXE PANGA -cuidado... Alerta
Eu só como mandubé, curvina, pintado, surubim, cachara, lambari frito e traira sem espinho e às vezes bacalhau do porto.
Repasso pq achei possível, muito grave e já vi a embalagem no ......
Depois de importar lixo hospitalar dos EEUU: lençóis usados por veteranos de guerra no EUA viram roupa de cama em hotel de PE-...
Outra barbaridade com o povo brasileiro...
Os nossos Supermercados, estão importando, da Ásia, graças à globalização.
É caso de polícia... Leiam e tirem suas conclusões!!!
ESTÁ À VENDA, NA REDE BOM PREÇO, G.BARBOSA, HIPER IDEAL, EXTRA, SUPERMERCADOS GUANABARA...
Caros amigos,
Em algumas oportunidades tive o desprazer de observar o malfadado peixe branco, sempre servido em self-services e/ou "à la carte."
(Entre os restaurantes onde pode ser encontrado, o cliente faminto terá mais opção do que se pensa em self-services)
Em um self-service, tive a curiosidade de ver melhor o peixe no meu prato.
Ao abrir a posta do peixe, notei que a massa estava impregnada de filamentos.,Encostei o prato, retirei para o guardanapo, parte do peixe e levei para análise. Os filamentos, na verdade, eram vermes de até dois cm.
PANGA ou PEIXE-GATO
Procurei me informar, lá mesmo no caixa, sobre a origem do peixe e fui informado que se tratava de peixe asiático.
Após análise da porção amostrada, tirei minhas conclusões que são coincidentes com as informações prestadas:
- peixe asiático de água doce, proveniente de rios extremamente poluídos de excrementos, dejetos e toda sorte de poluição biológica, física e química devido, entre fatores diversos, à maciça ocupação de barcos que servem de vias e moradias que constituem aglomerados populacionais de pessoas carentes de serviços sanitários e salutares.
Esse ambiente condiciona, por si só, o desenvolvimento e procriação de víveres adaptados a esse habitat degenerativo.
O nível de poluição dessas águas é de tamanha magnitude e as próprias pessoas que, por lá vivem, têm nojo e repugnância dos víveres dessa água. Essas condições associadas viabilizam a proliferação exacerbada de peixes que ressalta aos olhos dos especuladores inescrupulososque conseguem com tremenda facilidade realizar farta e rentável "pescaria" para a venda dos seus produtos no terceiro mundo afora - de quebra no Brasil...
ASAE - SOCIEDADE AMERICANA DE ENGENHEIROS AGRÔNOMOS
Peixe Panga - PERIGO para a SAÚDE PÚBLICA
Há pouco tempo descobri um novo peixe, aparentemente perfeito: filetes muito branquinhos, frescos ou congelados, sem espinhas e a bom preço no supermercado... claro quedecidi experimentar...
A minha primeira impressão do sabor do peixe não foi a melhor (embora fosse a única a encontrar algo estranho, pois é um sabor muito tênue...)
Hoje voltei a comer, e tal como da primeira vez queprovei este peixe, não melhorou a impressão do sabor...Acabei de almoçar e pesquisei e encontrei o texto que envio abaixo.
NOTA - achei por bem enviar, porque muitos de vocês já terão provado e gostado...
LO Peixe Panga: a nova aberração da globalização
O panga é um peixe de cultura intensiva/industrial no Vietnam, mais exatamente no delta do rio Mekong e está a invadir o mercado devido ao seu preço.
Eis o que deve saber sobre o Panga:
Os Pangas estão infestados com elevados níveis de venenos e bactérias. (arsênio dos efluentes industriais e tóxicos e perigosos subprodutos do crescente setor industrial, metais pesados, bifenilos policlorados (PCB), o DDT e seus (DDTs), clorato, compostos relacionados (CHLs), hexaclorocicloexano isómeros (HCHs), e hexaclorobenzeno (HCB)).
O rio Mekong é um dos rios mais poluídos do planeta.
(Na guerra do Vietnã o último recurso americano foi jogar o "agente laranja"(desfolhante e cancerígeno).
Não há nada de natural nos Pangas - Eles são alimentados com restos de peixes mortos, ossos e de solo seco, transformados numa farinha, com mandioca e resíduos de soja e grãos. Obviamente, este tipo de alimentação não tem nada a ver com a alimentação num ambiente natural.
Ela não faz do que assemelhar-se ao método de alimentação das vacas loucas (vacas que foram alimentadas com vacas, lembra-se?) A alimentação dos pangas está completamente desregulada..
O panga cresce 4 vezes mais rápido do que na natureza ...
Além disso os pangas são injetados com PEE (alguns cientistas descobriram que se injetassem as fêmeas pangas com hormônios femininos derivados de desidratado de urina de mulheres grávidas, a fêmea Panga produziria os seus ovos muito rapidamente e em grande quantidade, o que não aconteceria no ambiente natural (uma Panga passa a produzir assim aproximadamente 500.000 ovos de uma vez).
Basicamente, são peixes com hormônios injetáveis (produzidos por uma empresa farmacêutica na China) para acelerar o processo de crescimento e reprodução. Isso não pode ser bom.
Ao comprar pangasestamos colaborando com empresas gigantes sem escrúpulos e gananciosas que não se preocupam com a saúde e o bem-estar dos seres humanos.
Este comércio está sendo aceito por países que os vendem ao público em geral, sabendo que estão vendendo produtos contaminadas.
Nota: devido à prodigiosa quantidade de disponibilidade de Pangas, este irá acabar em outros alimentos: surimi (alimentos com pasta de peixe), peixe terrines e, provavelmente, em alguns alimentos para animais. (cães e gatos!)
Diz-se que comer peixe é bom para a saúde, mas eu já começo a duvidar de tudo!!!!
Repasso pq achei possível, muito grave e já vi a embalagem no ......
Depois de importar lixo hospitalar dos EEUU: lençóis usados por veteranos de guerra no EUA viram roupa de cama em hotel de PE-...
Outra barbaridade com o povo brasileiro...
Os nossos Supermercados, estão importando, da Ásia, graças à globalização.
É caso de polícia... Leiam e tirem suas conclusões!!!
ESTÁ À VENDA, NA REDE BOM PREÇO, G.BARBOSA, HIPER IDEAL, EXTRA, SUPERMERCADOS GUANABARA...
Caros amigos,
Em algumas oportunidades tive o desprazer de observar o malfadado peixe branco, sempre servido em self-services e/ou "à la carte."
(Entre os restaurantes onde pode ser encontrado, o cliente faminto terá mais opção do que se pensa em self-services)
Em um self-service, tive a curiosidade de ver melhor o peixe no meu prato.
Ao abrir a posta do peixe, notei que a massa estava impregnada de filamentos.,Encostei o prato, retirei para o guardanapo, parte do peixe e levei para análise. Os filamentos, na verdade, eram vermes de até dois cm.
PANGA ou PEIXE-GATO
Procurei me informar, lá mesmo no caixa, sobre a origem do peixe e fui informado que se tratava de peixe asiático.
Após análise da porção amostrada, tirei minhas conclusões que são coincidentes com as informações prestadas:
- peixe asiático de água doce, proveniente de rios extremamente poluídos de excrementos, dejetos e toda sorte de poluição biológica, física e química devido, entre fatores diversos, à maciça ocupação de barcos que servem de vias e moradias que constituem aglomerados populacionais de pessoas carentes de serviços sanitários e salutares.
Esse ambiente condiciona, por si só, o desenvolvimento e procriação de víveres adaptados a esse habitat degenerativo.
O nível de poluição dessas águas é de tamanha magnitude e as próprias pessoas que, por lá vivem, têm nojo e repugnância dos víveres dessa água. Essas condições associadas viabilizam a proliferação exacerbada de peixes que ressalta aos olhos dos especuladores inescrupulososque conseguem com tremenda facilidade realizar farta e rentável "pescaria" para a venda dos seus produtos no terceiro mundo afora - de quebra no Brasil...
ASAE - SOCIEDADE AMERICANA DE ENGENHEIROS AGRÔNOMOS
Peixe Panga - PERIGO para a SAÚDE PÚBLICA
Há pouco tempo descobri um novo peixe, aparentemente perfeito: filetes muito branquinhos, frescos ou congelados, sem espinhas e a bom preço no supermercado... claro quedecidi experimentar...
A minha primeira impressão do sabor do peixe não foi a melhor (embora fosse a única a encontrar algo estranho, pois é um sabor muito tênue...)
Hoje voltei a comer, e tal como da primeira vez queprovei este peixe, não melhorou a impressão do sabor...Acabei de almoçar e pesquisei e encontrei o texto que envio abaixo.
NOTA - achei por bem enviar, porque muitos de vocês já terão provado e gostado...
LO Peixe Panga: a nova aberração da globalização
O panga é um peixe de cultura intensiva/industrial no Vietnam, mais exatamente no delta do rio Mekong e está a invadir o mercado devido ao seu preço.
Eis o que deve saber sobre o Panga:
Os Pangas estão infestados com elevados níveis de venenos e bactérias. (arsênio dos efluentes industriais e tóxicos e perigosos subprodutos do crescente setor industrial, metais pesados, bifenilos policlorados (PCB), o DDT e seus (DDTs), clorato, compostos relacionados (CHLs), hexaclorocicloexano isómeros (HCHs), e hexaclorobenzeno (HCB)).
O rio Mekong é um dos rios mais poluídos do planeta.
(Na guerra do Vietnã o último recurso americano foi jogar o "agente laranja"(desfolhante e cancerígeno).
Não há nada de natural nos Pangas - Eles são alimentados com restos de peixes mortos, ossos e de solo seco, transformados numa farinha, com mandioca e resíduos de soja e grãos. Obviamente, este tipo de alimentação não tem nada a ver com a alimentação num ambiente natural.
Ela não faz do que assemelhar-se ao método de alimentação das vacas loucas (vacas que foram alimentadas com vacas, lembra-se?) A alimentação dos pangas está completamente desregulada..
O panga cresce 4 vezes mais rápido do que na natureza ...
Além disso os pangas são injetados com PEE (alguns cientistas descobriram que se injetassem as fêmeas pangas com hormônios femininos derivados de desidratado de urina de mulheres grávidas, a fêmea Panga produziria os seus ovos muito rapidamente e em grande quantidade, o que não aconteceria no ambiente natural (uma Panga passa a produzir assim aproximadamente 500.000 ovos de uma vez).
Basicamente, são peixes com hormônios injetáveis (produzidos por uma empresa farmacêutica na China) para acelerar o processo de crescimento e reprodução. Isso não pode ser bom.
Ao comprar pangasestamos colaborando com empresas gigantes sem escrúpulos e gananciosas que não se preocupam com a saúde e o bem-estar dos seres humanos.
Este comércio está sendo aceito por países que os vendem ao público em geral, sabendo que estão vendendo produtos contaminadas.
Nota: devido à prodigiosa quantidade de disponibilidade de Pangas, este irá acabar em outros alimentos: surimi (alimentos com pasta de peixe), peixe terrines e, provavelmente, em alguns alimentos para animais. (cães e gatos!)
Diz-se que comer peixe é bom para a saúde, mas eu já começo a duvidar de tudo!!!!
LULA CÍNICO DEMAGOGO POPULISTA.
VIVA O ROUBO E OS LADRÕES SOLTOS! SOFRE BRASIL VELHO DE GUERRA! Lula, demagogo, cínico e populista usa uma versão da democracia deformada, e em face do seu carisma conduz a massa popular, menos informada, para suadestruição. O seu cinismo é concretizado nas promessas tópica deesperanças e ilusão repetidas diuturnamente, nas suas falácias, com frasesestudadas: “os jovem devem ter esperanças porque são o futura da Nação”; “o pré-sal é a solução dos brasileiros”; “ vamos transferir as rendas dosque tem muitos para os que não têm nada “, etc. Usando e abusando da falsidade, da mentira e das meias verdades Luladesconstruiu a realidade, enfraquecendo as Instituições do Estado, levandoo povo a acreditar que só com o fortalecimento do Executivo seria possívellevar o Bem Estar ao povo, acabar com a pobreza e realizar a verdadeiradistribuição de renda. (roubando?)Assim acelerou a destruição do Legislativo, desmoralizando-o pela cooptaçãofinanceira (processo do mensalão) e/ou distribuição de encargo/cargo comnomeação de milhares de “comissionados”, e banalizou o Judiciário ultimandoo processo de subserviência ao ditames do Executivo,quer por viaorçamentária, quer pela falta de nomeação dos juizes para os tribunaissuperiores do País.A política externa adotada por Lula e pelo PT avacalhou a credibilidade daDiplomacia Brasileira, sendo utilizada como Instituição de Governo e nãode Estado, utilizando-a para aliar-se a tudo quanto é ditador, assassinose patifes nas chefias de pequenos países ou de países sem expressão,apresentando-se como antagonista as políticas externas dos EUA e dos paísesde real representação mundial, ora perdoando dívidas, ora aplicandorecursos nacionais a fundo perdidos, na busca em contra partida a perda deposição na UNESCO, na Organização Mundial de Comércio(OMC) e o fechamentodas possibilidade de ingresso do Brasil como membros do Conselho deSegurança da ONU.O populismo de Lula levou-o a desvirtuar os programas sociais do governoanterior revestindo-os com outra roupagem, como os “bolsas”( família,presídio, floresta, etc.), o luz para todos, o minha casa minha vida, todosteoricamente, louváveis, mas nas aplicações revelaram como programaseleitoreiro e cheios de aberrações tais como:- milhões de famílias deixaram de produzir para se habilitarem aos“programas” sociais ;- a luz para todos não passou de ilusão, pois após a ligação efetuada,passados 90 dias foram “cortadas”,uma fez que o beneficiado não possuiapoder aquisitivo para pagar o consumo, energia;- as condições de exigência mínima para aquisição da “minha casa minhavida“, deixou de fora mais de 30 milhões de famílias e grande parte das quereceberam o financiamento estão se revelando sem condições financeiras decumprir os compromissos assumidos;- a dívida pública bruta do pais já passa dos 2,3 trilhões de reais,cerca de 5 vezes, a recebida do governo anterior; O governo Petista e Lula destruíram a liberdade de imprensa, quer pelapressão fiscal sobre o sistema de maior peso da mídia, quer pelodirecionamento dos volumosos recursos aplicados na divulgação das mentiras,das promessas utópicas e da ilusão propalada sobre a atual conjuntura doPais, tais como:- dá a impressão de que o País está num mar de rosas, quando na realidadeo nosso crescimento nos últimos 12 anos foi inferior ao crescimento mundialde 3,5% e na América do Sul estamos a frente apenas da Venezuela; - somos o terceiro país do mundo no índice de criminalidade ( 35 mil notrânsito, 100mil no enfrentamento do aparato de segurança, 30 mildesaparecidos , etc. ), somos o país da impunidade;- somos o 4º do mundo em corrupção. Cerca de 100(cem) bilhões de reaisanuais, que se aplicados no sistema de habitação, em cinco anos , acabariacom problema de habitação para todos os brasileiros- temos os juros mais caros do mundo e como conseqüência uma das maiorescargas tributárias o que incentiva uma enorme sonegação e estimula ainflação.O governo Petista e Lula governaram o País sem um Planejamento Estratégico,preferiram adotar um Programa que designaram de PAC ( Programa deaceleramento do Crescimento) que se revelou o maior programa de corrupçãojá experimentado pela República Brasileira, que teve como conseqüênciaimediata a falência dos sistema de saúde, de educação, de segurança, osucateamento da infra-estrutura e das Forças ArmadaO PIOR DE TUDO. OFIALIZOU O ROUBO!ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 5893. Cartório do 1º egistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos1.798 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.372 Batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES2/Nov/2011PUBLICADO NO JORNAL EL PAÍS (ESPANHA)Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha,mas que não se mobiliza contra a corrupção?”(07/08/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol ElPaís)COMO VOCÊ SE SENTE COMO BRASILEIRO! LUTE POR UM BRASIL SÉRIO!
Israel testa mísseis após alerta sobre programa do Irã
Israel testou um míssil nesta quarta-feira, dois dias depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter alertado para a "ameaça direta e pesada" que o programa nuclear iraniano representa para o Estado judaico.
"Israel realizou hoje o teste de disparo de um sistema de propulsão por foguete a partir da base Palmachim", disse um comunicado do Ministério de Defesa. "Isso havia sido planejado há algum tempo pela defesa e foi realizado conforme o programado."
O míssil voou em um ângulo alto em direção ao céu, com sua pluma visível ao longo do centro de Israel, segundo testemunhas que informaram a mídia local do lançamento antes do anúncio formal do ministério.
O ministério se recusou a dar detalhes sobre o sistema testado, mas o correspondente para assuntos militares da Rádio Israel, que é regularmente informado por funcionários de alto escalão sobre questões de defesa, disse que um "míssil balístico" havia sido lançado.
O termo geralmente se aplica a mísseis de longo alcance para lançar ogivas. Israel, que não confirma nem nega ter tais armas, conhecidas como Jericós, também vem aprimorando seu escudo aéreo Arrow, que usa mísseis interceptadores para abater mísseis balísticos acima da atmosfera.
A imprensa israelense tem realizado uma série de reportagens sobre supostos esforços do primeiro-ministro Netanyahu para garantir a aprovação do gabinete para uma ação militar contra o Irã. Alguns analistas dizem que a especulação visa convencer as potências mundiais a endurecer as sanções sobre Teerã.
Questionado sobre as especulações da mídia, um porta-voz do primeiro-ministro se recusou a comentar, afirmando que Netanyahu havia falado sobre o programa nuclear de Teerã em um discurso político na segunda-feira que abriu a sessão de inverno do Parlamento.
"Um Irã nuclear vai representar uma ameaça séria para o Oriente Médio e todo o mundo, e isso, claro, representa uma ameaça séria e pesada para nós," disse Netanyahu naquele discurso, repetindo comentários feitos por ele no passado.
Netanyahu não deu nenhuma indicação sobre qual ação Israel poderia tomar. Ele disse que todas as opções estão disponíveis para tentar impedir que o Irã construa armas nucleares. O Irã alega estar enriquecendo urânio para propósitos pacíficos.
"Israel realizou hoje o teste de disparo de um sistema de propulsão por foguete a partir da base Palmachim", disse um comunicado do Ministério de Defesa. "Isso havia sido planejado há algum tempo pela defesa e foi realizado conforme o programado."
O míssil voou em um ângulo alto em direção ao céu, com sua pluma visível ao longo do centro de Israel, segundo testemunhas que informaram a mídia local do lançamento antes do anúncio formal do ministério.
O ministério se recusou a dar detalhes sobre o sistema testado, mas o correspondente para assuntos militares da Rádio Israel, que é regularmente informado por funcionários de alto escalão sobre questões de defesa, disse que um "míssil balístico" havia sido lançado.
O termo geralmente se aplica a mísseis de longo alcance para lançar ogivas. Israel, que não confirma nem nega ter tais armas, conhecidas como Jericós, também vem aprimorando seu escudo aéreo Arrow, que usa mísseis interceptadores para abater mísseis balísticos acima da atmosfera.
A imprensa israelense tem realizado uma série de reportagens sobre supostos esforços do primeiro-ministro Netanyahu para garantir a aprovação do gabinete para uma ação militar contra o Irã. Alguns analistas dizem que a especulação visa convencer as potências mundiais a endurecer as sanções sobre Teerã.
Questionado sobre as especulações da mídia, um porta-voz do primeiro-ministro se recusou a comentar, afirmando que Netanyahu havia falado sobre o programa nuclear de Teerã em um discurso político na segunda-feira que abriu a sessão de inverno do Parlamento.
"Um Irã nuclear vai representar uma ameaça séria para o Oriente Médio e todo o mundo, e isso, claro, representa uma ameaça séria e pesada para nós," disse Netanyahu naquele discurso, repetindo comentários feitos por ele no passado.
Netanyahu não deu nenhuma indicação sobre qual ação Israel poderia tomar. Ele disse que todas as opções estão disponíveis para tentar impedir que o Irã construa armas nucleares. O Irã alega estar enriquecendo urânio para propósitos pacíficos.
Árabes cristãos apoiam revoluções e não temem partidos islâmicos
Para os povos do mundo árabe, a onda de levantes populares na região simboliza suas ambições por democracia e liberdade dos regimes autoritários. Mas a Primavera Árabe também gera algumas desconfianças por parte da minoria cristã na região, temerosa de que que a ascenção de partidos islamistas poderia colocá-los em risco.
Recentemente, uma conferência internacional realizada no Líbano reuniu mais de 680 políticos, acadêmicos e ativistas cristãos para mostrar amplo apoio às revoluções na região e garantir aos cristãos que o "medo sectário só serve aos governos autoritários".
"Os libaneses cristãos e seus irmãos na região rejeitam qualquer tentativa de vincular a fé cristã ao destino dos regimes opressivos e tirânicos que transformaram o mundo árabe em uma prisão e que, historicamente, só marginalizou seus cidadãos. Nós não aceitaremos ser os executores contra as vítimas (dos regimes)", disse a nota oficial do encontro.
Segundo um dos organizadores do encontro no Líbano, Kamal Yaziji, o evento teve o objetivo de combater a opinião que está sendo disseminada na mídia e regimes autoritários de que os cristãos estão com medo da Primavera Árabe. "Nós não somos uma minoria em perigo, nós queremos dar uma chance à Primavera Árabe, queremos fazer parte dela porque somos protagonistas também. Discutimos planos de ação para os cristãos se integrarem nesta onda de revoluções", disse ele à imprensa árabe.
Eleições
Os protestos que tiraram os presidentes do Egito e da Túnisia, depois de décadas no poder, eram formados por diversos grupos sociais e religiosos. Mas uma vez iniciados os processos políticos, os partidos islâmicos, mais preparados e com amplo eleitorado, saíram na frente como favoritos a terem uma ampla presença nos próximos governos.
Na Túnisia, a eleição parlamentar do dia 23 de outubro confirmou a vitória do partido islâmico moderado Ennahda, que conquistou cerca de 42% dos votos e causou preocupação entre muçulmanos seculares e cristãos sobre o caráter do futuro governo. O partido declarou que governará para todos e que as liberdades e escolhas religiosas serão respeitadas.
No Egito, o favorito para as eleições ao parlamento no dia 28 de novembro é a Irmandade Muçulmana, o maior e mais bem organizado movimento islâmico do mundo árabe e que gera preocupação entre a comunidade da Igreja Cópta - cerca de 10% da população de 80 milhões do país.
Nos últimos meses, alguns incidentes entre cristãos e muçulmanos, acirrou o discurso sectário. Em alguns episódios de violência, muçulmanos defenderam seus conterrâneos cristãos nas ruas e acusaram os islâmicos radicais de "fomentarem a discórdia e traírem os princípios da revolução egípcia".
Segundo o teólogo e historiador brasileiro Roberto Khatlab, há mais de 20 anos radicado no Líbano e autor do livro Árabes Cristãos? (Editora Ave-Maria, 2009), os árabes cristãos somam mais de 20 milhões na região, mas seus números vêm caindo, como já alertaram entidades internacionais de direitos humanos.
Khatlab entende a preocupação de grupos cristãos nos países árabes em função do número cada vez maior de pessoas fugindo de seus países em razão de guerras, perseguições, militâncias políticas e intolerância religiosa, especialmente no Iraque após a invasão dos Estados Unidos, em 2003. "No Iraque, depois da guerra, os cristãos passaram a sofrer perseguições porque foram vistos por militantes como aliados das tropas americanas, igualmente cristãs. Mas eles também são árabes, pessoas da região, com os mesmos hábitos".
Segundo organizações internacionais, cristãos no Iraque somavam mais de 1 milhão nos anos 80, mas, em 2005, o número caiu para 650 a 800 mil. "E por isso, cristãos e outras minorias sofrem de incertezas quanto ao futuro", disse o brasileiro.
No entanto, Khatlab concorda que o discurso sectário não deveria ser usado para amedrontar as minorias. "Os princípios desses protestos populares são únicos e justos. Uma democracia terá mais condições de proteger minorias do que regimes autoritários", salientou ele.
Síria
Enquanto líbios, tunisianos e egípcios conseguiram derrubar seus ditadores, as populações na Síria e Iêmen continuam envolvidas em protestos antigoverno. Na Síria, o governo acusou islamistas de fomentarem os protestos que já duram oito meses e deixou mais de 3 mil pessoas mortas. No entanto, ativistas sírios acusam o regime do presidente Bashar al-Assad de fomentar o discurso sectário para espalhar o medo na população.
Há dois meses, o patriarca da Igreja Maronita do Líbano, Beshara al-Rahi, causou polêmica quando declarou sua preocupação com os cristãos na Síria caso o regime de Assad fosse deposto, pedindo uma chance para que reformas no país fossem implementadas. As declarações do patriarca geraram condenações de políticos, ativistas e jornalistas cristãos e também muçulmanos no Líbano e região. Os governos da França e dos Estados Unidos também condenaram as declarações, incluindo o Papa Benedito 16.
Ativistas acusaram o patriarca de promover mais medo para que os cristãos temam a Primavera Árabe. Respondendo às críticas, al-Rahi declarou que suas palavras foram tiradas de contexto e que não estimulavam o discurso sectário. Mas as explicações não convenceram o público na região.
De acordo com Antoine Kurban, professor na Universidade Saint Joseph, em Beirute, o levante árabe é um levante popular e todos são livres para dar apoio ou não sob o ponto de vista de cidadão. "Nós todos devemos ter a consciência cristã em mente. Um cristão, se levar em conta os valores espirituais, não pode ficar ao lado do opressor que usa de desculpas para oprimir. Sempre toma o lado da vítima, da dignidade e da liberdade individual", opinou.
Recentemente, uma conferência internacional realizada no Líbano reuniu mais de 680 políticos, acadêmicos e ativistas cristãos para mostrar amplo apoio às revoluções na região e garantir aos cristãos que o "medo sectário só serve aos governos autoritários".
"Os libaneses cristãos e seus irmãos na região rejeitam qualquer tentativa de vincular a fé cristã ao destino dos regimes opressivos e tirânicos que transformaram o mundo árabe em uma prisão e que, historicamente, só marginalizou seus cidadãos. Nós não aceitaremos ser os executores contra as vítimas (dos regimes)", disse a nota oficial do encontro.
Segundo um dos organizadores do encontro no Líbano, Kamal Yaziji, o evento teve o objetivo de combater a opinião que está sendo disseminada na mídia e regimes autoritários de que os cristãos estão com medo da Primavera Árabe. "Nós não somos uma minoria em perigo, nós queremos dar uma chance à Primavera Árabe, queremos fazer parte dela porque somos protagonistas também. Discutimos planos de ação para os cristãos se integrarem nesta onda de revoluções", disse ele à imprensa árabe.
Eleições
Os protestos que tiraram os presidentes do Egito e da Túnisia, depois de décadas no poder, eram formados por diversos grupos sociais e religiosos. Mas uma vez iniciados os processos políticos, os partidos islâmicos, mais preparados e com amplo eleitorado, saíram na frente como favoritos a terem uma ampla presença nos próximos governos.
Na Túnisia, a eleição parlamentar do dia 23 de outubro confirmou a vitória do partido islâmico moderado Ennahda, que conquistou cerca de 42% dos votos e causou preocupação entre muçulmanos seculares e cristãos sobre o caráter do futuro governo. O partido declarou que governará para todos e que as liberdades e escolhas religiosas serão respeitadas.
No Egito, o favorito para as eleições ao parlamento no dia 28 de novembro é a Irmandade Muçulmana, o maior e mais bem organizado movimento islâmico do mundo árabe e que gera preocupação entre a comunidade da Igreja Cópta - cerca de 10% da população de 80 milhões do país.
Nos últimos meses, alguns incidentes entre cristãos e muçulmanos, acirrou o discurso sectário. Em alguns episódios de violência, muçulmanos defenderam seus conterrâneos cristãos nas ruas e acusaram os islâmicos radicais de "fomentarem a discórdia e traírem os princípios da revolução egípcia".
Segundo o teólogo e historiador brasileiro Roberto Khatlab, há mais de 20 anos radicado no Líbano e autor do livro Árabes Cristãos? (Editora Ave-Maria, 2009), os árabes cristãos somam mais de 20 milhões na região, mas seus números vêm caindo, como já alertaram entidades internacionais de direitos humanos.
Khatlab entende a preocupação de grupos cristãos nos países árabes em função do número cada vez maior de pessoas fugindo de seus países em razão de guerras, perseguições, militâncias políticas e intolerância religiosa, especialmente no Iraque após a invasão dos Estados Unidos, em 2003. "No Iraque, depois da guerra, os cristãos passaram a sofrer perseguições porque foram vistos por militantes como aliados das tropas americanas, igualmente cristãs. Mas eles também são árabes, pessoas da região, com os mesmos hábitos".
Segundo organizações internacionais, cristãos no Iraque somavam mais de 1 milhão nos anos 80, mas, em 2005, o número caiu para 650 a 800 mil. "E por isso, cristãos e outras minorias sofrem de incertezas quanto ao futuro", disse o brasileiro.
No entanto, Khatlab concorda que o discurso sectário não deveria ser usado para amedrontar as minorias. "Os princípios desses protestos populares são únicos e justos. Uma democracia terá mais condições de proteger minorias do que regimes autoritários", salientou ele.
Síria
Enquanto líbios, tunisianos e egípcios conseguiram derrubar seus ditadores, as populações na Síria e Iêmen continuam envolvidas em protestos antigoverno. Na Síria, o governo acusou islamistas de fomentarem os protestos que já duram oito meses e deixou mais de 3 mil pessoas mortas. No entanto, ativistas sírios acusam o regime do presidente Bashar al-Assad de fomentar o discurso sectário para espalhar o medo na população.
Há dois meses, o patriarca da Igreja Maronita do Líbano, Beshara al-Rahi, causou polêmica quando declarou sua preocupação com os cristãos na Síria caso o regime de Assad fosse deposto, pedindo uma chance para que reformas no país fossem implementadas. As declarações do patriarca geraram condenações de políticos, ativistas e jornalistas cristãos e também muçulmanos no Líbano e região. Os governos da França e dos Estados Unidos também condenaram as declarações, incluindo o Papa Benedito 16.
Ativistas acusaram o patriarca de promover mais medo para que os cristãos temam a Primavera Árabe. Respondendo às críticas, al-Rahi declarou que suas palavras foram tiradas de contexto e que não estimulavam o discurso sectário. Mas as explicações não convenceram o público na região.
De acordo com Antoine Kurban, professor na Universidade Saint Joseph, em Beirute, o levante árabe é um levante popular e todos são livres para dar apoio ou não sob o ponto de vista de cidadão. "Nós todos devemos ter a consciência cristã em mente. Um cristão, se levar em conta os valores espirituais, não pode ficar ao lado do opressor que usa de desculpas para oprimir. Sempre toma o lado da vítima, da dignidade e da liberdade individual", opinou.
Cadaver insepulto: Fidel Castro acusa EUA de falta de ética por corte de recursos a Unesco
O ditador comunista e membro do Foro de Sao Paulo Fidel Castro criticou nesta quarta-feira a decisão dos Estados Unidos de suspender a emissão de recursos a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco) por admitir a Palestina na organização e acusou Washington de "falta de ética" e cinismo.
Em novo artigo publicado nesta quarta-feira na imprensa cubana, Fidel Castro classificou de "valente" a decisão da agência de admitir a Palestina como membro ativo da organização.
No mesmo texto criticou os Estados Unidos e o presidente Barack Obama - ao que se refere como "o prêmio Nobel da Paz" - por suspender sua contribuição econômica à Unesco.
Os Estados Unidos anunciaram na segunda-feira a suspensão dos recursos que concedia à Unesco depois que a agência votou aceitou a Palestina como membro de pleno direito.
A suspensão é de efeito imediato e isso significa que os EUA deixarão de entregar à organização com sede em Paris US$ 60 milhões que tinha de ter desembolsado em novembro, parte do total de US$ 80 milhões destinados anualmente à Unesco.
Fidel Castro, de 85 anos, se afastou do poder em 2006 por uma grave doença e delegou o comando do país a seu irmão Raúl, quem assumiu definitivamente a Presidência de Cuba em 2008.
Campeão do SUBORNO. ONG: com 'vontade política', Brasil melhora em ranking de suborno
O Brasil foi o país emergente mais bem avaliado num ranking de percepção da prática de suborno por parte das empresas com atuação no exterior, divulgado nesta quarta-feira pela organização Transparência Internacional. O país ficou em 14º lugar na lista de 28 nações que fazem parte do Índice de Pagadores de Propina, subindo três posições em relação ao último levantamento, em 2008.
A nota do País subiu apenas ligeiramente, dentro da margem de erro, passando de 7,4 para 7,7, em uma escala de zero a dez onde o valor mais alto é melhor. Entretanto, isso foi suficiente para deixar para trás Hong Kong, África do Sul, Taiwan e inclusive a Itália, país com o qual havia permanecido empatado no último ranking.
O levantamento foi feito ouvindo 3 mil executivos de empresas de nações desenvolvidas e em desenvolvimento, que opinaram sobre a propensão das empresas para oferecer subornos ao atuar fora de seus países-sede.
Cingapura e Coreia do Sul, cujo status de rico ou emergente tem dividido analistas, ficaram à frente do Brasil. Mas todos os países emergentes que entraram no ranking desde 2008 se classificaram abaixo do Brasil: Argentina, Turquia, Malásia, Arábia Saudita, Indonésia e Emirados Árabes. Os setores onde a percepção do suborno é mais forte são os de obras públicas e construção, imobiliário (incluindo regularização), petróleo e gás e mineração.
Vontade política
O analista de América Latina da Transparência Internacional, Max Heywood, disse à BBC Brasil que a melhora do Brasil significa que o país passa agora a ter responsabilidade de "líder" no exemplo de combate à corrupção.
"O Brasil é um líder entre os emergentes e em especial entre os Bric. Passou a figurar no centro do cenário internacional. Não basta mais dizer 'somos melhores que outros emergentes', ou 'somos melhor que outros países latino-americanos'", afirmou Heywood. "O Brasil tem elevado seus padrões e precisa passar a olhar para os países industrializados", afirmou.
As companhias chinesas e russas mantiveram sua posição no fim do ranking, como na última edição do levantamento. Entretanto, a ONG reconheceu os "passos importantes" tomados por essas duas potências emergentes, além de Indonésia e Índia, no sentido de criminalizar o pagamento de suborno transnacional.
Nenhum país recebeu a nota máxima: a reputação das companhias holandesas e suíças, as primeiras do ranking, é de 8,8. Para Heywood, isso significa que "todos os países precisam fazer mais para combater a corrupção além das fronteiras".
O analista disse que os recentes casos de demissão de ministros no Brasil são um "bom sinal" de que existe "vontade política" no país para combater os casos de comportamento indevido no serviço público. "Vontade política é o mais crucial no combate à corrupção", observou o analista.
Deficiências
Entretanto, ele ressaltou que ainda existe no Brasil uma deficiência em colocar em prática as leis anticorrupção. No ano passado, a ONG divulgou um ranking afirmando que o Brasil deixa a desejar na luta contra a corrupção de estrangeiros em seu território.
O Brasil está num grupo de 20 nações que não progrediram e que "não aplicam ou aplicam pouco" as regras de uma convenção internacional anticorrupção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Outra iniciativa anticorrupção deve ser aprovada na quinta-feira pelo G20 - o grupo que reúne os principais países ricos e emergentes - em sua Cúpula em Cannes, na França. O plano prevê iniciativas em 11 áreas, incluindo mecanismos para impedir o acesso de políticos corruptos ao sistema financeiro, o retorno de bens desviados e a proteção de informantes.
O plano foi acertado há um ano pelo grupo, que reúne as maiores economias do mundo. Em seu relatório, a ONG reforçou seu apoio à iniciativa. "A nova legislação dos países do G20 é uma oportunidade para criar uma economia mais justa e aberta, que gere condições para uma recuperação mais sustentável e uma estabilidade para o crescimento no futuro", disse a diretora da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
A nota do País subiu apenas ligeiramente, dentro da margem de erro, passando de 7,4 para 7,7, em uma escala de zero a dez onde o valor mais alto é melhor. Entretanto, isso foi suficiente para deixar para trás Hong Kong, África do Sul, Taiwan e inclusive a Itália, país com o qual havia permanecido empatado no último ranking.
O levantamento foi feito ouvindo 3 mil executivos de empresas de nações desenvolvidas e em desenvolvimento, que opinaram sobre a propensão das empresas para oferecer subornos ao atuar fora de seus países-sede.
Cingapura e Coreia do Sul, cujo status de rico ou emergente tem dividido analistas, ficaram à frente do Brasil. Mas todos os países emergentes que entraram no ranking desde 2008 se classificaram abaixo do Brasil: Argentina, Turquia, Malásia, Arábia Saudita, Indonésia e Emirados Árabes. Os setores onde a percepção do suborno é mais forte são os de obras públicas e construção, imobiliário (incluindo regularização), petróleo e gás e mineração.
Vontade política
O analista de América Latina da Transparência Internacional, Max Heywood, disse à BBC Brasil que a melhora do Brasil significa que o país passa agora a ter responsabilidade de "líder" no exemplo de combate à corrupção.
"O Brasil é um líder entre os emergentes e em especial entre os Bric. Passou a figurar no centro do cenário internacional. Não basta mais dizer 'somos melhores que outros emergentes', ou 'somos melhor que outros países latino-americanos'", afirmou Heywood. "O Brasil tem elevado seus padrões e precisa passar a olhar para os países industrializados", afirmou.
As companhias chinesas e russas mantiveram sua posição no fim do ranking, como na última edição do levantamento. Entretanto, a ONG reconheceu os "passos importantes" tomados por essas duas potências emergentes, além de Indonésia e Índia, no sentido de criminalizar o pagamento de suborno transnacional.
Nenhum país recebeu a nota máxima: a reputação das companhias holandesas e suíças, as primeiras do ranking, é de 8,8. Para Heywood, isso significa que "todos os países precisam fazer mais para combater a corrupção além das fronteiras".
O analista disse que os recentes casos de demissão de ministros no Brasil são um "bom sinal" de que existe "vontade política" no país para combater os casos de comportamento indevido no serviço público. "Vontade política é o mais crucial no combate à corrupção", observou o analista.
Deficiências
Entretanto, ele ressaltou que ainda existe no Brasil uma deficiência em colocar em prática as leis anticorrupção. No ano passado, a ONG divulgou um ranking afirmando que o Brasil deixa a desejar na luta contra a corrupção de estrangeiros em seu território.
O Brasil está num grupo de 20 nações que não progrediram e que "não aplicam ou aplicam pouco" as regras de uma convenção internacional anticorrupção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Outra iniciativa anticorrupção deve ser aprovada na quinta-feira pelo G20 - o grupo que reúne os principais países ricos e emergentes - em sua Cúpula em Cannes, na França. O plano prevê iniciativas em 11 áreas, incluindo mecanismos para impedir o acesso de políticos corruptos ao sistema financeiro, o retorno de bens desviados e a proteção de informantes.
O plano foi acertado há um ano pelo grupo, que reúne as maiores economias do mundo. Em seu relatório, a ONG reforçou seu apoio à iniciativa. "A nova legislação dos países do G20 é uma oportunidade para criar uma economia mais justa e aberta, que gere condições para uma recuperação mais sustentável e uma estabilidade para o crescimento no futuro", disse a diretora da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
AS ONGS, A REVOLUÇÃO, A SAÚVA E A CORRUPÇÃO
José NêumanneContra o revolucionário Orlando Silva - ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e prosélito da doutrina marxista-leninista do companheiro Enver Hoxha, que destruiu a economia albanesa, modelo de miséria na Europa mesmo quando esta era próspera - algo pesa mais do que as denúncias do antigo companheiro João Dias Ferreira. Pesa uma fotografia, publicada neste jornal, da casa do denunciante. João Dias Ferreira é soldado da Polícia Militar (PM). Normalmente seus companheiros de farda e soldo vivem em favelas, são perseguidos e muitas vezes até mortos por bandidos quando vizinhos ligados ao crime, organizado ou não, delatam sua profissão, tendo como base a farda lavada secando no varal. O ex-militante do Partido Comunista do Brasil (PC do B) que Sua Excelência chama de "bandido", para desacreditá-lo, mora numa mansão de dar inveja até a burgueses que os comunistas da linha albanesa, que combateram no Araguaia, satanizam.
Ora, dirá o leitor exigente, então o denunciado está coberto de razão. O delator só poderia morar onde mora se tiver praticado algum crime, mais especialmente, a corrupção. A questão toda é a seguinte: por que Ferreira mora numa mansão e seus colegas de patente não conseguem ir além do barracão de papelão e zinco no infortúnio da sub-habitação das grandes cidades brasileiras? A resposta está no noticiário: o PM militou no partido que detém o comando do desporto nacional às vésperas da Copa do Mundo no Brasil e da Olimpíada no Rio de Janeiro. E o dinheiro que Orlando Silva e o PC do B, partido que toma conta do Ministério do Esporte, juram que o soldado roubou não é de nenhum deles, mas nosso: meu, seu e do sem-teto que nem sonha com uma casa própria mais simples do que a que os leitores deste jornal, para estupor geral, foram informados que é de um praça de salário baixíssimo.
Queixou-se Orlando Silva de que o querem derrubar no grito. A chefe dele, Dilma Rousseff, fez coro a esse desabafo, reclamando que o subordinado é vítima de "apedrejamento moral". Nem a presidente nem o ministro, contudo, foram capazes de explicar quais as razões da destinação generosa que o governo federal fez de milhões de reais de dinheiro público para a ONG do militante educar criancinhas carentes praticando esportes.
Dilma teve uma prova da deslealdade do ministro quando este deixou claro, na primeira explicação que tentou dar ao público, que não foi ele que mandou dar nosso dinheiro suado ao "bandido" fardado. Teria sido o antecessor, Agnello Queiroz, que saiu do PC do B e do ministério para se eleger governador do Distrito Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), de seu ex-chefe Luiz Inácio Lula da Silva e da chefe atual, Dilma Rousseff. Tendo sido secretário executivo do Ministério do Esporte antes de tomar posse na pasta, Sua Excelência deve ter motivos para chutar o espírito de corpo para escanteio. Se houvesse no Brasil oposição digna do nome, já estaria exigindo para o governador tratamento similar ao dado a seu antecessor, José Roberto Arruda, do DEM.
Como o ex-partido do ex-governador e seus aliados tucanos preferem dar entrevistas bombásticas a agir, Agnello Queiroz comporta-se como a personagem com que Carlos Drummond de Andrade encerra seu poema Quadrilha (título perfeito, hein?), "J. Pinto Fernandes, que não tinha entrado na história". E, aproveitando-se da solerte inércia de adversários incapazes, Lulinha, o "perdoador", que guindou Silva ao ministério, pregou a "resistência". O PC do B, cujo projeto revolucionário resistiu muito pouco, parece disposto, conforme demonstrou seu programa no horário gratuito da televisão, a não arredar o pé das promessas de negociatas representadas pela Copa e pela Olimpíada que vêm por aí.
Os poucos brasileiros lúcidos que não se deixam ludibriar pela enganosa prosperidade econômica sabem que tudo não passa de grotesca tapeação dos devotos fiéis de Enver Hoxha. Para começo de conversa, as últimas administrações federais terceirizaram a administração (e, ao que parece, o furto generalizado) a entidades conhecidas como organizações não governamentais. Com o devido respeito às ONGs sérias, muitas delas têm sido usadas para burlar o fisco, a fiscalização e, sobretudo, o cidadão vigilante, que trabalha duro e sonha com uma gestão honesta para o dinheiro que recebe como paga de seu trabalho e compartilha com o Estado. De não governamentais entidades como as dos militantes do esporte albanês nada têm. São apenas a exibição explícita do desgoverno de quem busca no Orçamento público sombra e água fresca.
O escândalo do Ministério do Esporte põe em xeque outro mito da administração pública brasileira recente, o da governabilidade. No sistema de governo presidencialista dependente do Parlamento irresponsável, trocam-se votos de apoio das bancadas governistas por cargos na máquina pública. A barganha instituída da outorga da Constituição de 1988 para cá institucionaliza a hipocrisia total. Alguém pode achar que os companheiros de José Genoino no Araguaia deram a vida pela causa revolucionária de comandar as máquinas de arrecadação de grandes eventos esportivos? É claro que os partidos da base de apoio não se engalfinham por cargos para gerir bem a República, mas, sim, para fazer caixa. E alguém, em sã consciência, pode crer que é possível fazer caixa sem desviar recursos de projetos públicos para interesses privados?
É essa lógica, e não o oportunismo da oposição ou o espírito de porco dos meios de comunicação, que explica as fraudes nos feudos revelados nos Ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura, antes, e agora no do Esporte. O mal do Brasil hoje deixou de ser a saúva dos tempos do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, para se revelar nos furtos do cofre da viúva permitidos pelo desgoverno e no troca-troca exigido pela cumplicidade chamada de governabilidade.
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Comunistas, quando corruptos, roubam a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros que tinham ideais.
Ao se acovardar diante da corrupção ou, pior, ao julgar que podem se extrair vantagens táticas da corrupção, um partido de esquerda abdica de acreditar na igualdade de oportunidades. Logo, abdica de sua herança simbólica e de nomes como Che Guevara. É bem verdade que Che se tornou um homem embrutecido, violento, comandando execuções às centenas, sem processo justo. O lendário guerrilheiro foi, a seu modo, um misto de verdade e de loucura. Fez sua guerra, sujou as mãos de sangue e topou pagar o preço de sua escolha. O que importa, agora, é que ladrão ele não foi. E isso importa porque não foi a selvageria da batalha que corrompeu a esquerda: foi o roubo! O roubo institucionalizado. E protegido!
Passemos ao Brasil de 2011. Passemos para hoje. Estamos aí atordoados com mais um escândalo, outra vez embaralhando ONGs, mas agora com militantes e ex-militantes do PCdoB e autoridades do Ministério dos Esportes. Passarão meses, talvez anos, até que saibamos quem de fato tem culpa no cartório, se e que o tabelião e os cartorários não estavam no esquema do Orlando e Cia. Desde já, porém, sabemos que há milhões e milhões de reais em irregularidades, tudo em nome de dar assistência a crianças carentes que não recebiam assistência nenhuma. Projetos fajutos e muito dinheiro desviado.
A corrupção virou a pior forma de barbárie de nossa "democracia", não apenas porque mercadeja com o destino de crianças ou porque sacrifica vidas em hospitais imundos e estradas abandonadas mas, principalmente, por ter transformado a política numa indústria complexa e suja, cuja finalidade é a apropriação da riqueza de todos para fins privados (e fins partidários são fins privados). Na esquerda, a corrupção se qualifica: emprega métodos bolcheviques e se justifica sob licenças ideológicas que enaltecem o crime comum como se ele fosse a própria trilha de libertação dos oprimidos. É uma corrupção delirante, que se julga uma nova modalidade de guerrilha contra o capital, mas que, no fundo, presta serviços ao que há de pior no capital.
Comunistas e socialistas, quando corruptos, roubam, enfim, a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros, estes sim, "inocentes úteis" para os ladravazes. Traindo seus mortos, traindo os desaparecidos, o corrupto de esquerda se sente vitorioso. Acha que pode passear de conversível sem ser incomodado. Pregam o desarmamento da população e o controle da imprensa. Insistirão nisso! Sempre visando o "bem" da democracia. Já cooptaram as ONGs, as Centrais Sindicais e a UNE! Ficarão com o campo livre para continuar no butim do erário. Ou a nação diz um "basta", ou tudo se consumará. Teremos a "primavera brasileira”? Que venha logo...
Ora, dirá o leitor exigente, então o denunciado está coberto de razão. O delator só poderia morar onde mora se tiver praticado algum crime, mais especialmente, a corrupção. A questão toda é a seguinte: por que Ferreira mora numa mansão e seus colegas de patente não conseguem ir além do barracão de papelão e zinco no infortúnio da sub-habitação das grandes cidades brasileiras? A resposta está no noticiário: o PM militou no partido que detém o comando do desporto nacional às vésperas da Copa do Mundo no Brasil e da Olimpíada no Rio de Janeiro. E o dinheiro que Orlando Silva e o PC do B, partido que toma conta do Ministério do Esporte, juram que o soldado roubou não é de nenhum deles, mas nosso: meu, seu e do sem-teto que nem sonha com uma casa própria mais simples do que a que os leitores deste jornal, para estupor geral, foram informados que é de um praça de salário baixíssimo.
Queixou-se Orlando Silva de que o querem derrubar no grito. A chefe dele, Dilma Rousseff, fez coro a esse desabafo, reclamando que o subordinado é vítima de "apedrejamento moral". Nem a presidente nem o ministro, contudo, foram capazes de explicar quais as razões da destinação generosa que o governo federal fez de milhões de reais de dinheiro público para a ONG do militante educar criancinhas carentes praticando esportes.
Dilma teve uma prova da deslealdade do ministro quando este deixou claro, na primeira explicação que tentou dar ao público, que não foi ele que mandou dar nosso dinheiro suado ao "bandido" fardado. Teria sido o antecessor, Agnello Queiroz, que saiu do PC do B e do ministério para se eleger governador do Distrito Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), de seu ex-chefe Luiz Inácio Lula da Silva e da chefe atual, Dilma Rousseff. Tendo sido secretário executivo do Ministério do Esporte antes de tomar posse na pasta, Sua Excelência deve ter motivos para chutar o espírito de corpo para escanteio. Se houvesse no Brasil oposição digna do nome, já estaria exigindo para o governador tratamento similar ao dado a seu antecessor, José Roberto Arruda, do DEM.
Como o ex-partido do ex-governador e seus aliados tucanos preferem dar entrevistas bombásticas a agir, Agnello Queiroz comporta-se como a personagem com que Carlos Drummond de Andrade encerra seu poema Quadrilha (título perfeito, hein?), "J. Pinto Fernandes, que não tinha entrado na história". E, aproveitando-se da solerte inércia de adversários incapazes, Lulinha, o "perdoador", que guindou Silva ao ministério, pregou a "resistência". O PC do B, cujo projeto revolucionário resistiu muito pouco, parece disposto, conforme demonstrou seu programa no horário gratuito da televisão, a não arredar o pé das promessas de negociatas representadas pela Copa e pela Olimpíada que vêm por aí.
Os poucos brasileiros lúcidos que não se deixam ludibriar pela enganosa prosperidade econômica sabem que tudo não passa de grotesca tapeação dos devotos fiéis de Enver Hoxha. Para começo de conversa, as últimas administrações federais terceirizaram a administração (e, ao que parece, o furto generalizado) a entidades conhecidas como organizações não governamentais. Com o devido respeito às ONGs sérias, muitas delas têm sido usadas para burlar o fisco, a fiscalização e, sobretudo, o cidadão vigilante, que trabalha duro e sonha com uma gestão honesta para o dinheiro que recebe como paga de seu trabalho e compartilha com o Estado. De não governamentais entidades como as dos militantes do esporte albanês nada têm. São apenas a exibição explícita do desgoverno de quem busca no Orçamento público sombra e água fresca.
O escândalo do Ministério do Esporte põe em xeque outro mito da administração pública brasileira recente, o da governabilidade. No sistema de governo presidencialista dependente do Parlamento irresponsável, trocam-se votos de apoio das bancadas governistas por cargos na máquina pública. A barganha instituída da outorga da Constituição de 1988 para cá institucionaliza a hipocrisia total. Alguém pode achar que os companheiros de José Genoino no Araguaia deram a vida pela causa revolucionária de comandar as máquinas de arrecadação de grandes eventos esportivos? É claro que os partidos da base de apoio não se engalfinham por cargos para gerir bem a República, mas, sim, para fazer caixa. E alguém, em sã consciência, pode crer que é possível fazer caixa sem desviar recursos de projetos públicos para interesses privados?
É essa lógica, e não o oportunismo da oposição ou o espírito de porco dos meios de comunicação, que explica as fraudes nos feudos revelados nos Ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura, antes, e agora no do Esporte. O mal do Brasil hoje deixou de ser a saúva dos tempos do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, para se revelar nos furtos do cofre da viúva permitidos pelo desgoverno e no troca-troca exigido pela cumplicidade chamada de governabilidade.
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Comunistas, quando corruptos, roubam a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros que tinham ideais.
Ao se acovardar diante da corrupção ou, pior, ao julgar que podem se extrair vantagens táticas da corrupção, um partido de esquerda abdica de acreditar na igualdade de oportunidades. Logo, abdica de sua herança simbólica e de nomes como Che Guevara. É bem verdade que Che se tornou um homem embrutecido, violento, comandando execuções às centenas, sem processo justo. O lendário guerrilheiro foi, a seu modo, um misto de verdade e de loucura. Fez sua guerra, sujou as mãos de sangue e topou pagar o preço de sua escolha. O que importa, agora, é que ladrão ele não foi. E isso importa porque não foi a selvageria da batalha que corrompeu a esquerda: foi o roubo! O roubo institucionalizado. E protegido!
Passemos ao Brasil de 2011. Passemos para hoje. Estamos aí atordoados com mais um escândalo, outra vez embaralhando ONGs, mas agora com militantes e ex-militantes do PCdoB e autoridades do Ministério dos Esportes. Passarão meses, talvez anos, até que saibamos quem de fato tem culpa no cartório, se e que o tabelião e os cartorários não estavam no esquema do Orlando e Cia. Desde já, porém, sabemos que há milhões e milhões de reais em irregularidades, tudo em nome de dar assistência a crianças carentes que não recebiam assistência nenhuma. Projetos fajutos e muito dinheiro desviado.
A corrupção virou a pior forma de barbárie de nossa "democracia", não apenas porque mercadeja com o destino de crianças ou porque sacrifica vidas em hospitais imundos e estradas abandonadas mas, principalmente, por ter transformado a política numa indústria complexa e suja, cuja finalidade é a apropriação da riqueza de todos para fins privados (e fins partidários são fins privados). Na esquerda, a corrupção se qualifica: emprega métodos bolcheviques e se justifica sob licenças ideológicas que enaltecem o crime comum como se ele fosse a própria trilha de libertação dos oprimidos. É uma corrupção delirante, que se julga uma nova modalidade de guerrilha contra o capital, mas que, no fundo, presta serviços ao que há de pior no capital.
Comunistas e socialistas, quando corruptos, roubam, enfim, a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros, estes sim, "inocentes úteis" para os ladravazes. Traindo seus mortos, traindo os desaparecidos, o corrupto de esquerda se sente vitorioso. Acha que pode passear de conversível sem ser incomodado. Pregam o desarmamento da população e o controle da imprensa. Insistirão nisso! Sempre visando o "bem" da democracia. Já cooptaram as ONGs, as Centrais Sindicais e a UNE! Ficarão com o campo livre para continuar no butim do erário. Ou a nação diz um "basta", ou tudo se consumará. Teremos a "primavera brasileira”? Que venha logo...
POR QUE ROUBAM OS COMUNISTAS?
Eugenio Bucci Interessante o artigo, mas na realidade a praxis comunista, agora petista, é efetivamente criminosa. Não tem nada de glamour ou ‘romantismo’, mas de trágico:
“A corrupção é a moeda corrente no modo petista de governar”, pois a falta de escrúpulo é autorizada pela ideologia do Partido no poder. Quem se escandaliza é “moralista”. Os corruptores são revolucionários promovendo a destruição da “democracia burguesa”. Eis a questão, Senhores. Não há “canalhas”ou “pouca vergonha na cara”. Há ideologia que a tudo justifica. VALFRIDO M. CHAVES
O que está operando descaradamente é o ‘princípio da corrupção sistêmica’ instituído pelos ‘profetas’ fundadores do totalitarismo comunista.
Esse método principiológico gestado no bolchevismo mafioso, assimilado gradativamente pela doutrina gramsciana (Antonio Gramsci, filósofo e miliante comunista italino) foi reconfigurado/metamorfoseado em relativismo puro (espécie de tumor maligno que se instala no intelecto humano corroendo certezas, idéias, valores, princípios, projetos, resume-se na frase: ‘existe minha verdade e tua verdade, mas não a verdade’). Eis, os dogmas dos ‘profetas/gurus’:
“Quem luta pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; manter a palavra e não cumprir a palavra, etc., etc., etc". Bertolt Brecht (Eugen Berthold Friedrich Brecht – 1898-1956) a seus camaradas em Die Massnahme.
''O fim pode justificar os meios enquanto houver algo que justifique o fim''; é moral tudo o que serve à revolução é imoral o que a prejudica.”Leon Trótski (Lev Davidóvitch Bronstein - 1879-1940).
“É moral tudo o que serve para destruir a velha sociedade exploradora para unir todos os trabalhadores em torno do proletariado que está criando uma nova sociedade comunista”, e, complementa lapidarmente- “O melhor é corromper! O melhor é corromper!”. Lênin (Wladmir Illitch Ulianov -1870-1924), in Colected Works (1923), XVI, p. 142-145.
Eis os ditames! Locupletar-se, apropriar-se, ilicitamente, dos meios de produção e riquezas do País, em benefício da nomenklatura, ou seja, da novíssima lulo/dilmaburguesia que se instala no Brasil.
Leia o texto abaixo...
Por que roubam os comunistas?
Em 1989, aos 26 anos, o cineasta Steven Soderbergh ficou famoso com "Sexo, mentiras e videotape". Duas décadas depois, lancou Che, um épico dividido em duas partes, ou dois filmes em seqüência: no primeiro, Che Guevara vira guerrilheiro em Cuba; no segundo, ele vai para a Bolivia instalar um foco revolucionário. No primeiro, Che sai consagrado, aos 30 anos. Do segundo, saiu morto, carregado por um helicóptero.
A cena final do primeiro filme e inesquecível. Pode ser vista como um trailer do pesadelo ético que a esquerda viveria na America Latina a partir de então. O protagonista Che Guevara (o ator Benicio del Toro) vai pela estrada, dentro de um jipe sem capota, na direção de Havana. É janeiro de 1959. O ditador Fulgêncio Batista fugiu. Fidel Castro venceu. De repente, passa pelo jipe um vistoso conversível, dirigido por um dos comandados de Che. No automóvel, moços e moças festejam, cabelos ao vento. Che ordena que parem! "Que carro é este?", pergunta ao motorista. "Era de um francoatirador", diz o comandado. O comandante se enfurece. Manda que seu subordinado volte, devolva o carro e só depois vá para Havana, e a pé, se for preciso.
A mensagem do líder era simples e direta: a revolução não era um movimento de ladrões.
Na biografia que John Lee Anderson escreveu sobre Guevara, há uma passagem parecida. De novo, estamos às voltas com automóveis. Agora, Che é Ministro das Indústrias, no regime comunista de Havana. Certo dia, seu vice-ministro, Orlando Borrego, aparece na repartição com um Jaguar esporte, novinho, que encontrara numa fábrica. O chefe o interpela aos palavrões e o obriga a devolver o carro. Borrego passaria os 12 anos seguintes dirigindo um Chevy mais simples, sem opcionais. Outra vez, a mesma mensagem: a revolução não admite ladrões.
Acontece que a Historia (com H. maiúsculo, como alguns preferem) não é heróica. Ela é uma piadista. Quando morreu pelas armas dos militares bolivianos, Che estava magro, doente e abandonado por Fidel. E os ladrões proliferaram nas fileiras da esquerda. Rechonchudos e felizes. Não roubaram apenas automóveis, mas utopias. Transformaram sonhos dos camaradas em butim. Estão por aí, de terno, gravata e dinheiro vivo dentro de casa. Nisso se resume o grande dilema existencial e político das organizações de esquerda.
Comunistas, quando corruptos, roubam a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros que tinham ideais.
Ao se acovardar diante da corrupção ou, pior, ao julgar que podem se extrair vantagens táticas da corrupção, um partido de esquerda abdica de acreditar na igualdade de oportunidades. Logo, abdica de sua herança simbólica e de nomes como Che Guevara. É bem verdade que Che se tornou um homem embrutecido, violento, comandando execuções às centenas, sem processo justo. O lendário guerrilheiro foi, a seu modo, um misto de verdade e de loucura. Fez sua guerra, sujou as mãos de sangue e topou pagar o preço de sua escolha. O que importa, agora, é que ladrão ele não foi. E isso importa porque não foi a selvageria da batalha que corrompeu a esquerda: foi o roubo! O roubo institucionalizado. E protegido!
Passemos ao Brasil de 2011. Passemos para hoje. Estamos aí atordoados com mais um escândalo, outra vez embaralhando ONGs, mas agora com militantes e ex-militantes do PCdoB e autoridades do Ministério dos Esportes. Passarão meses, talvez anos, até que saibamos quem de fato tem culpa no cartório, se e que o tabelião e os cartorários não estavam no esquema do Orlando e Cia. Desde já, porém, sabemos que há milhões e milhões de reais em irregularidades, tudo em nome de dar assistência a crianças carentes que não recebiam assistência nenhuma. Projetos fajutos e muito dinheiro desviado.
A corrupção virou a pior forma de barbárie de nossa "democracia", não apenas porque mercadeja com o destino de crianças ou porque sacrifica vidas em hospitais imundos e estradas abandonadas mas, principalmente, por ter transformado a política numa indústria complexa e suja, cuja finalidade é a apropriação da riqueza de todos para fins privados (e fins partidários são fins privados). Na esquerda, a corrupção se qualifica: emprega métodos bolcheviques e se justifica sob licenças ideológicas que enaltecem o crime comum como se ele fosse a própria trilha de libertação dos oprimidos. É uma corrupção delirante, que se julga uma nova modalidade de guerrilha contra o capital, mas que, no fundo, presta serviços ao que há de pior no capital.
Comunistas e socialistas, quando corruptos, roubam, enfim, a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros, estes sim, "inocentes úteis" para os ladravazes. Traindo seus mortos, traindo os desaparecidos, o corrupto de esquerda se sente vitorioso. Acha que pode passear de conversível sem ser incomodado. Pregam o desarmamento da população e o controle da imprensa. Insistirão nisso! Sempre visando o "bem" da democracia. Já cooptaram as ONGs, as Centrais Sindicais e a UNE! Ficarão com o campo livre para continuar no butim do erário. Ou a nação diz um "basta", ou tudo se consumará. Teremos a "primavera brasileira”? Que venha logo...
“A corrupção é a moeda corrente no modo petista de governar”, pois a falta de escrúpulo é autorizada pela ideologia do Partido no poder. Quem se escandaliza é “moralista”. Os corruptores são revolucionários promovendo a destruição da “democracia burguesa”. Eis a questão, Senhores. Não há “canalhas”ou “pouca vergonha na cara”. Há ideologia que a tudo justifica. VALFRIDO M. CHAVES
O que está operando descaradamente é o ‘princípio da corrupção sistêmica’ instituído pelos ‘profetas’ fundadores do totalitarismo comunista.
Esse método principiológico gestado no bolchevismo mafioso, assimilado gradativamente pela doutrina gramsciana (Antonio Gramsci, filósofo e miliante comunista italino) foi reconfigurado/metamorfoseado em relativismo puro (espécie de tumor maligno que se instala no intelecto humano corroendo certezas, idéias, valores, princípios, projetos, resume-se na frase: ‘existe minha verdade e tua verdade, mas não a verdade’). Eis, os dogmas dos ‘profetas/gurus’:
“Quem luta pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; manter a palavra e não cumprir a palavra, etc., etc., etc". Bertolt Brecht (Eugen Berthold Friedrich Brecht – 1898-1956) a seus camaradas em Die Massnahme.
''O fim pode justificar os meios enquanto houver algo que justifique o fim''; é moral tudo o que serve à revolução é imoral o que a prejudica.”Leon Trótski (Lev Davidóvitch Bronstein - 1879-1940).
“É moral tudo o que serve para destruir a velha sociedade exploradora para unir todos os trabalhadores em torno do proletariado que está criando uma nova sociedade comunista”, e, complementa lapidarmente- “O melhor é corromper! O melhor é corromper!”. Lênin (Wladmir Illitch Ulianov -1870-1924), in Colected Works (1923), XVI, p. 142-145.
Eis os ditames! Locupletar-se, apropriar-se, ilicitamente, dos meios de produção e riquezas do País, em benefício da nomenklatura, ou seja, da novíssima lulo/dilmaburguesia que se instala no Brasil.
Leia o texto abaixo...
Por que roubam os comunistas?
Em 1989, aos 26 anos, o cineasta Steven Soderbergh ficou famoso com "Sexo, mentiras e videotape". Duas décadas depois, lancou Che, um épico dividido em duas partes, ou dois filmes em seqüência: no primeiro, Che Guevara vira guerrilheiro em Cuba; no segundo, ele vai para a Bolivia instalar um foco revolucionário. No primeiro, Che sai consagrado, aos 30 anos. Do segundo, saiu morto, carregado por um helicóptero.
A cena final do primeiro filme e inesquecível. Pode ser vista como um trailer do pesadelo ético que a esquerda viveria na America Latina a partir de então. O protagonista Che Guevara (o ator Benicio del Toro) vai pela estrada, dentro de um jipe sem capota, na direção de Havana. É janeiro de 1959. O ditador Fulgêncio Batista fugiu. Fidel Castro venceu. De repente, passa pelo jipe um vistoso conversível, dirigido por um dos comandados de Che. No automóvel, moços e moças festejam, cabelos ao vento. Che ordena que parem! "Que carro é este?", pergunta ao motorista. "Era de um francoatirador", diz o comandado. O comandante se enfurece. Manda que seu subordinado volte, devolva o carro e só depois vá para Havana, e a pé, se for preciso.
A mensagem do líder era simples e direta: a revolução não era um movimento de ladrões.
Na biografia que John Lee Anderson escreveu sobre Guevara, há uma passagem parecida. De novo, estamos às voltas com automóveis. Agora, Che é Ministro das Indústrias, no regime comunista de Havana. Certo dia, seu vice-ministro, Orlando Borrego, aparece na repartição com um Jaguar esporte, novinho, que encontrara numa fábrica. O chefe o interpela aos palavrões e o obriga a devolver o carro. Borrego passaria os 12 anos seguintes dirigindo um Chevy mais simples, sem opcionais. Outra vez, a mesma mensagem: a revolução não admite ladrões.
Acontece que a Historia (com H. maiúsculo, como alguns preferem) não é heróica. Ela é uma piadista. Quando morreu pelas armas dos militares bolivianos, Che estava magro, doente e abandonado por Fidel. E os ladrões proliferaram nas fileiras da esquerda. Rechonchudos e felizes. Não roubaram apenas automóveis, mas utopias. Transformaram sonhos dos camaradas em butim. Estão por aí, de terno, gravata e dinheiro vivo dentro de casa. Nisso se resume o grande dilema existencial e político das organizações de esquerda.
Comunistas, quando corruptos, roubam a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros que tinham ideais.
Ao se acovardar diante da corrupção ou, pior, ao julgar que podem se extrair vantagens táticas da corrupção, um partido de esquerda abdica de acreditar na igualdade de oportunidades. Logo, abdica de sua herança simbólica e de nomes como Che Guevara. É bem verdade que Che se tornou um homem embrutecido, violento, comandando execuções às centenas, sem processo justo. O lendário guerrilheiro foi, a seu modo, um misto de verdade e de loucura. Fez sua guerra, sujou as mãos de sangue e topou pagar o preço de sua escolha. O que importa, agora, é que ladrão ele não foi. E isso importa porque não foi a selvageria da batalha que corrompeu a esquerda: foi o roubo! O roubo institucionalizado. E protegido!
Passemos ao Brasil de 2011. Passemos para hoje. Estamos aí atordoados com mais um escândalo, outra vez embaralhando ONGs, mas agora com militantes e ex-militantes do PCdoB e autoridades do Ministério dos Esportes. Passarão meses, talvez anos, até que saibamos quem de fato tem culpa no cartório, se e que o tabelião e os cartorários não estavam no esquema do Orlando e Cia. Desde já, porém, sabemos que há milhões e milhões de reais em irregularidades, tudo em nome de dar assistência a crianças carentes que não recebiam assistência nenhuma. Projetos fajutos e muito dinheiro desviado.
A corrupção virou a pior forma de barbárie de nossa "democracia", não apenas porque mercadeja com o destino de crianças ou porque sacrifica vidas em hospitais imundos e estradas abandonadas mas, principalmente, por ter transformado a política numa indústria complexa e suja, cuja finalidade é a apropriação da riqueza de todos para fins privados (e fins partidários são fins privados). Na esquerda, a corrupção se qualifica: emprega métodos bolcheviques e se justifica sob licenças ideológicas que enaltecem o crime comum como se ele fosse a própria trilha de libertação dos oprimidos. É uma corrupção delirante, que se julga uma nova modalidade de guerrilha contra o capital, mas que, no fundo, presta serviços ao que há de pior no capital.
Comunistas e socialistas, quando corruptos, roubam, enfim, a razão pela qual morreram todos os guerrilheiros, estes sim, "inocentes úteis" para os ladravazes. Traindo seus mortos, traindo os desaparecidos, o corrupto de esquerda se sente vitorioso. Acha que pode passear de conversível sem ser incomodado. Pregam o desarmamento da população e o controle da imprensa. Insistirão nisso! Sempre visando o "bem" da democracia. Já cooptaram as ONGs, as Centrais Sindicais e a UNE! Ficarão com o campo livre para continuar no butim do erário. Ou a nação diz um "basta", ou tudo se consumará. Teremos a "primavera brasileira”? Que venha logo...
Inimigos de Israel e do povo Judeu
As açoes destes provam e comprovam serem inimigos da DEMOCRACIA, das liberdades, do progresso humano cientifico ou cultural. São os INIMIGOS da DEMOCRACIA. Eles são os INIMIGOS DA HUMANIDADE.
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