Uma empresa de familiares da mulher do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Lu Alckmin, é investigada sob suspeita de ter se beneficiado de uma fraude de R$ 4 milhões contra a Prefeitura de São Paulo, de acordo com reportagem publicada nesta terça pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo a prefeitura, a Wall Street Empreendimentos e Participações Ltda. Teria falsificado documentos para pagar um valor menor de outorga onerosa, uma taxa cobrada para autorizar a construção de prédios altos do edifício Royal Street, na av. Brigadeiro Faria Lima, área nobre da zona oeste paulistana.
Segundo o jornal, o licenciamento da obra correu na prefeitura entre 1994 e 1999. Os sócios da Wall Street são Maria Paula Abreu Cesar Ribeiro, Adhemar Cesar Ribeiro Filho e Othon Cesar Ribeiro. Maria Paula é mulher de Adhemar Cesar Ribeiro, irmão de Lu Alckmin e procurador da empresa. Em 2000, a prefeitura chegou a notificar a Polícia Civil sobre indícios de fraude, mas as investigações não avançaram. Em 2001, na gestão de Marta Suplicy (PT), a própria prefeitura arquivou o caso.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Corrupção e roubalheira: Corregedor pede suspensão de obras sob suspeita de fraude em SP
O corregedor-geral do município de São Paulo, Edílson Mougenot Bonfim, solicitou nesta segunda-feira ao prefeito Gilberto Kassab a suspensão de 23 obras com licenças sob suspeita de fraude. A soma total do prejuízo aos cofres públicos seria de R$ 40 milhões. Segundo Bonfim, a análise das cerca de 900 guias de recolhimento em aberto na Secretaria de Finanças deve ser concluída nos próximos dias.
Bonfim informou na sexta-feira que um esquema de fraude em licenças para a construção de edifícios, alvo de uma operação que prendeu quatro pessoas, havia causado um prejuízo de pelo menos R$ 50 milhões. De acordo com ele, construtoras usavam guias falsas de pagamento de licença para efetuar uma obra. Com isso, o município deixava de recolher os impostos devidos.
O corregedor afirmou que a fraude pode ser considerada um dos maiores golpes dados contra a municipalidade brasileira. Segundo Bonfim, o esquema envolve engenheiros, arquitetos, construtoras, despachantes e estelionatários. "Esse número (de presos) nos próximos dias deve aumentar para 20 pessoas", disse o corregedor-geral. Segundo ele, uma construtora, em uma só guia, deixou de recolher R$ 14 milhões em impostos.
"Eles pegavam guias, entravam em contato com donos de grandes e pequenas construtoras e, ao invés de pagarem o que era devido aos órgãos públicos, negociavam uma versão menor. Era algo mentiroso e absurdo, pois diziam que pagariam as dívidas com precatórios que não existiam", afirmou Bonfim.
Estão presos o arquiteto Joel José Abrahão da Cruz, o aposentado Natalie Ferdezoni, dono da construtora Landau, e o casal Adriana Dionísio de Oliveira e Nivaldino Dionísio de Oliveira, donos da construtora Nobre, identificada como ilegítima, ilegal e clandestina.
De acordo com o delegado Anderson Pires Giampaoli, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, ainda não é possível afirmar se o esquema contava com a participação de servidores municipais. "A guia pode ser materialmente falsa ou ideologicamente falsa. A guia foi de fato emitida pela prefeitura, mas a autenticação não corresponde a uma autenticação bancária", afirmou, acrescentando que, para os imóveis que não recolheram impostos, caberá à prefeitura embargar a obra ou cobrar judicialmente os tributos.
Bonfim informou na sexta-feira que um esquema de fraude em licenças para a construção de edifícios, alvo de uma operação que prendeu quatro pessoas, havia causado um prejuízo de pelo menos R$ 50 milhões. De acordo com ele, construtoras usavam guias falsas de pagamento de licença para efetuar uma obra. Com isso, o município deixava de recolher os impostos devidos.
O corregedor afirmou que a fraude pode ser considerada um dos maiores golpes dados contra a municipalidade brasileira. Segundo Bonfim, o esquema envolve engenheiros, arquitetos, construtoras, despachantes e estelionatários. "Esse número (de presos) nos próximos dias deve aumentar para 20 pessoas", disse o corregedor-geral. Segundo ele, uma construtora, em uma só guia, deixou de recolher R$ 14 milhões em impostos.
"Eles pegavam guias, entravam em contato com donos de grandes e pequenas construtoras e, ao invés de pagarem o que era devido aos órgãos públicos, negociavam uma versão menor. Era algo mentiroso e absurdo, pois diziam que pagariam as dívidas com precatórios que não existiam", afirmou Bonfim.
Estão presos o arquiteto Joel José Abrahão da Cruz, o aposentado Natalie Ferdezoni, dono da construtora Landau, e o casal Adriana Dionísio de Oliveira e Nivaldino Dionísio de Oliveira, donos da construtora Nobre, identificada como ilegítima, ilegal e clandestina.
De acordo com o delegado Anderson Pires Giampaoli, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, ainda não é possível afirmar se o esquema contava com a participação de servidores municipais. "A guia pode ser materialmente falsa ou ideologicamente falsa. A guia foi de fato emitida pela prefeitura, mas a autenticação não corresponde a uma autenticação bancária", afirmou, acrescentando que, para os imóveis que não recolheram impostos, caberá à prefeitura embargar a obra ou cobrar judicialmente os tributos.
Maluf negociou para sair da lista da Interpol
Autor(es): Fausto Macedo e Marcelo Godoy
O Estado de S. Paulo
Ex-prefeito negociava acordo com promotoria de Nova York para deixar lista de procurados da Interpol; Prefeitura apoiava acerto.
Paulo Maluf, que vai celebrar 80 anos em 3 de setembro com pompa e estilo na Sala São Paulo, negociou ao longo de quase um ano acordo com a promotoria de Manhattan (EUA) para ter seu nome excluído do alerta vermelho, o lendário índex dos mais procurados da Interpol em todo o mundo. Em troca, o ex-prefeito e deputado pelo PP admitiria a autoria de um crime pela primeira vez na vida - no caso, delito classificado formalmente de falsificação de registros contábeis praticado nos Estados Unidos.
A confissão histórica se daria perante o Tribunal Criminal de Nova York e de viva voz pelo réu.Sob a condição de não correr nenhum risco de ser algemado, nem mantido em cela prisional, Maluf viajaria para a audiência nos Estados Unidos.
Ele também estava disposto a declarar que "não tem interesse" em US$ 22 milhões do Macdoel Trust, na Ilha de Jersey - fundo controlado por três empresas offshore cuja titularidade o Ministério Público de São Paulo atribui ao ex-prefeito e ao filho mais velho de Maluf, Flávio.
Mas o pacto malogrou há duas semanas, à beira do ato final - assinatura do documento pelas partes envolvidas, os defensores de Maluf, ele próprio e a promotoria americana. Flávio, presidente da Eucatex, ficaria à mercê do Ministério Público brasileiro para eventual ação de natureza penal.
O fracasso da negociação frustra planos da Prefeitura de São Paulo, que pretende investir na área social recursos supostamente desviados de seus cofres na gestão Maluf. A Procuradoria do Município já se havia manifestado favoravelmente ao acordo, do qual a Prefeitura seria parte. O Município seria consultado pela promotoria de Nova York por ser o destinatário final de valores resgatados em Jersey. Advogados foram contratados no Reino Unido pelo governo municipal para acompanhar o caso.
A história secreta do acordo que não deu certo reúne capítulos às vezes marcados pela cautela, outros pela tensão. Foi um jogo de xadrez. De um lado da mesa, advogados de renome e prestígio. Do outro lado, promotores que perseguem com destemor a corrupção e a improbidade. Treze cláusulas compunham o ajuste que, afinal, encalhou.
Veneza. Desde que caiu na malha fina da promotoria em São Paulo, que o acusa por desvio de recursos e fraudes, Maluf jamais admitiu a prática de um único crime. Sempre foi categórico ao negar a manutenção de ativos em paraísos fiscais. Frase de sua autoria tornou-se célebre: "Maluf não tem e nunca teve dinheiro no exterior."
Com os movimentos tolhidos, impedido de revisitar endereços como Veneza e Paris, Maluf quase abriu mão de seu discurso. Dois motivos, principalmente, levaram o deputado a admitir a possibilidade de acordo com seus algozes. Financeiramente, essa quadra de sua vida lhe tem custado muito. Acumula despesas extraordinárias com causídicos influentes que cobram por hora de expediente, em Jersey, Genebra e Nova York. A idade também pesou para o veterano político. Prestes a completar 80 anos, ele sabe que a demanda na corte americana tende a se arrastar por muito tempo - no mínimo, três anos.
O termo ficou pronto há três meses. Além dos US$ 700 mil, nenhuma outra multa ou taxa seria imposta com relação a esse caso, exceto despesas obrigatórias impostas pelo tribunal de acordo com a lei penal.
CUSTO-BENEFÍCIO
O que Maluf assumiria:
Assinatura de um documento de quitação, "abrindo mão de sua participação e de todos os seus direitos sobre a soma (US$ 22 milhões) mantida na Ilha de Jersey em nome do Macdoel Trust;
Repasse de US$ 700 mil para conta sob custódia do gabinete da promotoria - valor relativo ao custo do processo;
Viagem ao Estado de Nova York, onde ficaria à disposição dos investigadores da promotoria para ser formalmente acusado;
Iria se declarar culpado do crime especificado em instrumento acusatório de delito leve no momento do indiciamento no Tribunal Criminal e renunciaria a todo direito de apelação.
O que Maluf teria em troca:
Seu nome seria excluído da difusão vermelha da Interpol;
A promotoria tomaria medidas para suspender Notificação de Prisão emitida pela Interpol;
Não seria algemado, nem mantido em cela, na audiência na corte americana. Seus advogados o acompanhariam;
A promotoria pediria à Suprema Corte de Nova York indeferimento em relação a Paulo Maluf e a seu filho, Flávio Maluf, de todas as acusações presentes no Número de Indiciamento 1268/2007. O acordo envolveria exclusivamente bens em dinheiro do Macdoel Trust - nenhum outro valor mobiliário seria alcançado pelo confisco.
O Estado de S. Paulo
Ex-prefeito negociava acordo com promotoria de Nova York para deixar lista de procurados da Interpol; Prefeitura apoiava acerto.
Paulo Maluf, que vai celebrar 80 anos em 3 de setembro com pompa e estilo na Sala São Paulo, negociou ao longo de quase um ano acordo com a promotoria de Manhattan (EUA) para ter seu nome excluído do alerta vermelho, o lendário índex dos mais procurados da Interpol em todo o mundo. Em troca, o ex-prefeito e deputado pelo PP admitiria a autoria de um crime pela primeira vez na vida - no caso, delito classificado formalmente de falsificação de registros contábeis praticado nos Estados Unidos.
A confissão histórica se daria perante o Tribunal Criminal de Nova York e de viva voz pelo réu.Sob a condição de não correr nenhum risco de ser algemado, nem mantido em cela prisional, Maluf viajaria para a audiência nos Estados Unidos.
Ele também estava disposto a declarar que "não tem interesse" em US$ 22 milhões do Macdoel Trust, na Ilha de Jersey - fundo controlado por três empresas offshore cuja titularidade o Ministério Público de São Paulo atribui ao ex-prefeito e ao filho mais velho de Maluf, Flávio.
Mas o pacto malogrou há duas semanas, à beira do ato final - assinatura do documento pelas partes envolvidas, os defensores de Maluf, ele próprio e a promotoria americana. Flávio, presidente da Eucatex, ficaria à mercê do Ministério Público brasileiro para eventual ação de natureza penal.
O fracasso da negociação frustra planos da Prefeitura de São Paulo, que pretende investir na área social recursos supostamente desviados de seus cofres na gestão Maluf. A Procuradoria do Município já se havia manifestado favoravelmente ao acordo, do qual a Prefeitura seria parte. O Município seria consultado pela promotoria de Nova York por ser o destinatário final de valores resgatados em Jersey. Advogados foram contratados no Reino Unido pelo governo municipal para acompanhar o caso.
A história secreta do acordo que não deu certo reúne capítulos às vezes marcados pela cautela, outros pela tensão. Foi um jogo de xadrez. De um lado da mesa, advogados de renome e prestígio. Do outro lado, promotores que perseguem com destemor a corrupção e a improbidade. Treze cláusulas compunham o ajuste que, afinal, encalhou.
Veneza. Desde que caiu na malha fina da promotoria em São Paulo, que o acusa por desvio de recursos e fraudes, Maluf jamais admitiu a prática de um único crime. Sempre foi categórico ao negar a manutenção de ativos em paraísos fiscais. Frase de sua autoria tornou-se célebre: "Maluf não tem e nunca teve dinheiro no exterior."
Com os movimentos tolhidos, impedido de revisitar endereços como Veneza e Paris, Maluf quase abriu mão de seu discurso. Dois motivos, principalmente, levaram o deputado a admitir a possibilidade de acordo com seus algozes. Financeiramente, essa quadra de sua vida lhe tem custado muito. Acumula despesas extraordinárias com causídicos influentes que cobram por hora de expediente, em Jersey, Genebra e Nova York. A idade também pesou para o veterano político. Prestes a completar 80 anos, ele sabe que a demanda na corte americana tende a se arrastar por muito tempo - no mínimo, três anos.
O termo ficou pronto há três meses. Além dos US$ 700 mil, nenhuma outra multa ou taxa seria imposta com relação a esse caso, exceto despesas obrigatórias impostas pelo tribunal de acordo com a lei penal.
CUSTO-BENEFÍCIO
O que Maluf assumiria:
Assinatura de um documento de quitação, "abrindo mão de sua participação e de todos os seus direitos sobre a soma (US$ 22 milhões) mantida na Ilha de Jersey em nome do Macdoel Trust;
Repasse de US$ 700 mil para conta sob custódia do gabinete da promotoria - valor relativo ao custo do processo;
Viagem ao Estado de Nova York, onde ficaria à disposição dos investigadores da promotoria para ser formalmente acusado;
Iria se declarar culpado do crime especificado em instrumento acusatório de delito leve no momento do indiciamento no Tribunal Criminal e renunciaria a todo direito de apelação.
O que Maluf teria em troca:
Seu nome seria excluído da difusão vermelha da Interpol;
A promotoria tomaria medidas para suspender Notificação de Prisão emitida pela Interpol;
Não seria algemado, nem mantido em cela, na audiência na corte americana. Seus advogados o acompanhariam;
A promotoria pediria à Suprema Corte de Nova York indeferimento em relação a Paulo Maluf e a seu filho, Flávio Maluf, de todas as acusações presentes no Número de Indiciamento 1268/2007. O acordo envolveria exclusivamente bens em dinheiro do Macdoel Trust - nenhum outro valor mobiliário seria alcançado pelo confisco.
Al-Qaeda reivindica autoria de ataque na Argélia
O braço da Al-Qaeda no norte da África assumiu a responsabilidade por um ataque suicida contra uma academia militar na Argélia, acusando a instituição de apoiar o regime de Muammar Kadafi, na Líbia.
Uma declaração divulgada pela Al-Qaeda no Magreb Islâmico (AQIM) identificou Abu Anas e Abu Noh como os dois suicidas que atingiram o alojamento de uma prestigiosa escola militar na cidade costeira de Cherchell, na sexta-feira, em um dos ataques mais letais do país nos últimos anos.
O Ministério da Defesa da Argélia informou que 16 soldados e dois civis morreram no ataque. A declaração da AQIM, postada em um site islâmico que frequentemente publica comunicados da Al-Qaeda, disse que 36 morreram.
"Na noite do dia 27 deste mês sagrado, e quando a população líbia muçulmana estava concluindo sua vitória sobre o ditador Kadafi, os mujahideen na Argélia executaram seus ataques abençoadas contra o regime criminoso argelino, um aliado de Kadafi", disse o comunicado, postado no domingo. "E desta vez alvejamos um símbolo do regime argelino, o maior quartel militar do país em Cherchell."
A Argélia negou acusações dos rebeldes líbios de apoiar Kadafi durante a guerra civil no país.
Uma declaração divulgada pela Al-Qaeda no Magreb Islâmico (AQIM) identificou Abu Anas e Abu Noh como os dois suicidas que atingiram o alojamento de uma prestigiosa escola militar na cidade costeira de Cherchell, na sexta-feira, em um dos ataques mais letais do país nos últimos anos.
O Ministério da Defesa da Argélia informou que 16 soldados e dois civis morreram no ataque. A declaração da AQIM, postada em um site islâmico que frequentemente publica comunicados da Al-Qaeda, disse que 36 morreram.
"Na noite do dia 27 deste mês sagrado, e quando a população líbia muçulmana estava concluindo sua vitória sobre o ditador Kadafi, os mujahideen na Argélia executaram seus ataques abençoadas contra o regime criminoso argelino, um aliado de Kadafi", disse o comunicado, postado no domingo. "E desta vez alvejamos um símbolo do regime argelino, o maior quartel militar do país em Cherchell."
A Argélia negou acusações dos rebeldes líbios de apoiar Kadafi durante a guerra civil no país.
Forças de segurança matam 7 por disparos em várias regiões da Síria
Pelo menos sete pessoas morreram nesta segunda-feira e dezenas ficaram feridas por disparos das forças de segurança em diferentes províncias sírias durante os protestos contra o regime de Bashar al Assad, informaram nesta segunda-feira grupos opositores.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que cinco das vítimas, entre elas uma criança, morreram em uma operação conjunta militar e policial na localidade de Sarmin, situada na província de Idleb, na fronteira com o Líbano.
Além disso, a fonte garantiu que mais de 60 pessoas ficaram feridas nesta localidade e várias casas foram destruídas parcialmente depois que o Exército sírio descarregou suas metralhadoras sobre elas.
De acordo com a rede de televisão "Al Jazeera", esta ofensiva teve início depois que vários soldados sírios desertaram e se recusaram a disparar contra os manifestantes nesta localidade.
O Observatório também indicou que a sexta vítima morreu em Qara, situada em Rif Damasco, durante uma batida das forças policiais e militares.
A mesma fonte anunciou também que as autoridades sírias intensificaram suas operações nas últimas horas em várias localidades da província de Homs e intervieram com "grande força militar" em Hit, onde realizaram detenções e queimaram casas de algumas pessoas procuradas pela Polícia.
A estas mortes se acrescenta a de um ativista durante uma emboscada das forças de segurança sírias na zona de Kafrnabl, também em Idleb, na qual também ficaram feridas outras duas pessoas.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que cinco das vítimas, entre elas uma criança, morreram em uma operação conjunta militar e policial na localidade de Sarmin, situada na província de Idleb, na fronteira com o Líbano.
Além disso, a fonte garantiu que mais de 60 pessoas ficaram feridas nesta localidade e várias casas foram destruídas parcialmente depois que o Exército sírio descarregou suas metralhadoras sobre elas.
De acordo com a rede de televisão "Al Jazeera", esta ofensiva teve início depois que vários soldados sírios desertaram e se recusaram a disparar contra os manifestantes nesta localidade.
O Observatório também indicou que a sexta vítima morreu em Qara, situada em Rif Damasco, durante uma batida das forças policiais e militares.
A mesma fonte anunciou também que as autoridades sírias intensificaram suas operações nas últimas horas em várias localidades da província de Homs e intervieram com "grande força militar" em Hit, onde realizaram detenções e queimaram casas de algumas pessoas procuradas pela Polícia.
A estas mortes se acrescenta a de um ativista durante uma emboscada das forças de segurança sírias na zona de Kafrnabl, também em Idleb, na qual também ficaram feridas outras duas pessoas.
Grupo petroleiro italiano ENI assina acordo com rebeldes líbios
O grupo petroleiro italiano ENI assinou nesta segunda-feira um acordo com o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político dos rebeldes líbios, com o objetivo de retomar suas atividades neste país e fornecer hidrocarbonetos à população líbia, anunciou a entidade.
A ENI adiou para esta segunda-feira a assinatura do acordo que previa fechar na quinta-feira passada em Milão (norte da Itália) com o número dois da rebelião líbia, Mahmud Jibril.
O acordo foi assinado em Benghazi e deverá reforçar "a cooperação na Líbia entre a ENI e o CNT", indica o comunicado divulgado pelo grupo petroleiro.
Segundo os termos do acordo, a ENI e o CNT se comprometem a criar as condições para uma retomada completa e rápida das atividades da ENI neste país e a fazer todo o possível para lançar o gasoduto de Greenstream, que une Líbia e Itália, disse a empresa.
A ENI ajudará o CNT a avaliar o estado das infraestruturas energéticas com o fim de definir as intervenções necessárias para empreender novamente a produção.
O grupo italiano se comprometeu a fornecer produtos petrolíferos refinados ao CNT de modo a contribuir com as necessidades urgentes da população líbia.
A empresa italiana está presente na Líbia há 60 anos e era até o início da revolta, em meados de fevereiro, o maior produtor estrangeiro de petróleo e gás na Líbia.
O grupo petroleiro italiano ENI espera retomar rapidamente suas atividades na Líbia, ainda que a grave situação deste país impeça a reativação da produção de petróleo nos próximos 6 a 18 meses, explicou na quinta-feira o diretor-executivo da empresa, Paolo Scaroni.
O líder da ENI indicou que as jazidas de Wafa, no sul do país, não deixaram de funcionar pelo conflito.
"Agora encontramos uma solução para fornecer gasolina e gás a Benghazi em troca de que no futuro nos paguem com petróleo", disse.
A ENI trabalha para colocar em funcionamento as jazidas de Cirenaica.
Com exceção das jazidas de gás que abastecem as centrais elétricas locais, a ENI suspendeu todas as suas atividades na Líbia e sua produção é de cerca 50 mil barris ao dia, contra 280 mil em tempos normais.
A ENI adiou para esta segunda-feira a assinatura do acordo que previa fechar na quinta-feira passada em Milão (norte da Itália) com o número dois da rebelião líbia, Mahmud Jibril.
O acordo foi assinado em Benghazi e deverá reforçar "a cooperação na Líbia entre a ENI e o CNT", indica o comunicado divulgado pelo grupo petroleiro.
Segundo os termos do acordo, a ENI e o CNT se comprometem a criar as condições para uma retomada completa e rápida das atividades da ENI neste país e a fazer todo o possível para lançar o gasoduto de Greenstream, que une Líbia e Itália, disse a empresa.
A ENI ajudará o CNT a avaliar o estado das infraestruturas energéticas com o fim de definir as intervenções necessárias para empreender novamente a produção.
O grupo italiano se comprometeu a fornecer produtos petrolíferos refinados ao CNT de modo a contribuir com as necessidades urgentes da população líbia.
A empresa italiana está presente na Líbia há 60 anos e era até o início da revolta, em meados de fevereiro, o maior produtor estrangeiro de petróleo e gás na Líbia.
O grupo petroleiro italiano ENI espera retomar rapidamente suas atividades na Líbia, ainda que a grave situação deste país impeça a reativação da produção de petróleo nos próximos 6 a 18 meses, explicou na quinta-feira o diretor-executivo da empresa, Paolo Scaroni.
O líder da ENI indicou que as jazidas de Wafa, no sul do país, não deixaram de funcionar pelo conflito.
"Agora encontramos uma solução para fornecer gasolina e gás a Benghazi em troca de que no futuro nos paguem com petróleo", disse.
A ENI trabalha para colocar em funcionamento as jazidas de Cirenaica.
Com exceção das jazidas de gás que abastecem as centrais elétricas locais, a ENI suspendeu todas as suas atividades na Líbia e sua produção é de cerca 50 mil barris ao dia, contra 280 mil em tempos normais.
Argélia anuncia que 3 filhos de Kadafi e sua mulher chegaram ao país
O Ministério de Exteriores argelino anunciou nesta segunda-feira que a primeira esposa de Muammar Kadafi, Sofia, e três de seus filhos, Anibal, Mohammed e Aisha entraram na Argélia.
Segundo um comunicado recolhido pela agência oficial de notícias argelina "APS", os familiares do deposto líder líbio entraram nesta segunda-feira às 8h45 hora local (4h45 do horário de Brasília) pela fronteira terrestre entre Líbia e Argélia.
A nota que assegura que os filhos viajavam acompanhados de suas famílias, acrescenta que o Ministério de Exteriores já informou ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ao Conselho de Segurança e ao presidente do Governo rebelde, Mahmoud Jibril.
Desde a queda de Trípoli nas mãos rebeldes, há pouco mais de uma semana, o paradeiro do coronel líbio e o dos membros de sua família foi uma incógnita e levantou diversas hipóteses e rumores.
Na sexta-feira passada a agência oficial egípcia "Mena", citando uma fonte do conselho militar líbio da localidade de Gadamas, que assegurou que seis veículos, da marca Mercedes, transportaram responsáveis de alta categoria da Líbia à Argélia, e que era possível que entre eles estivessem Kadafi, e seus filhos.
No entanto, no dia seguinte o porta-voz do Ministério de Exteriores da Argélia, Amar Belani, em umas declarações recolhidas pela agência de notícias argelina APS, assegurou que "essa notícia não tem nenhum fundamento" e a negava "de maneira categórica".
No entanto, o próprio Kadafi continua em paradeiro desconhecido, assim como dois de seus filhos Seif al Islam, o rosto midiático do regime, e Hamis, que comanda a brigada que leva seu mesmo nome e que poderia estar envolvido em crimes de guerra e de lesa-humanidade, segundo denunciou nesta segunda-feira de Trípoli a organização Human Rights Watch.
Segundo um comunicado recolhido pela agência oficial de notícias argelina "APS", os familiares do deposto líder líbio entraram nesta segunda-feira às 8h45 hora local (4h45 do horário de Brasília) pela fronteira terrestre entre Líbia e Argélia.
A nota que assegura que os filhos viajavam acompanhados de suas famílias, acrescenta que o Ministério de Exteriores já informou ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ao Conselho de Segurança e ao presidente do Governo rebelde, Mahmoud Jibril.
Desde a queda de Trípoli nas mãos rebeldes, há pouco mais de uma semana, o paradeiro do coronel líbio e o dos membros de sua família foi uma incógnita e levantou diversas hipóteses e rumores.
Na sexta-feira passada a agência oficial egípcia "Mena", citando uma fonte do conselho militar líbio da localidade de Gadamas, que assegurou que seis veículos, da marca Mercedes, transportaram responsáveis de alta categoria da Líbia à Argélia, e que era possível que entre eles estivessem Kadafi, e seus filhos.
No entanto, no dia seguinte o porta-voz do Ministério de Exteriores da Argélia, Amar Belani, em umas declarações recolhidas pela agência de notícias argelina APS, assegurou que "essa notícia não tem nenhum fundamento" e a negava "de maneira categórica".
No entanto, o próprio Kadafi continua em paradeiro desconhecido, assim como dois de seus filhos Seif al Islam, o rosto midiático do regime, e Hamis, que comanda a brigada que leva seu mesmo nome e que poderia estar envolvido em crimes de guerra e de lesa-humanidade, segundo denunciou nesta segunda-feira de Trípoli a organização Human Rights Watch.
PORQUE DETONAR A LÍBIA
Este talvez seja o motivo que provocou a decisão de intervir naquela ditadura mas TODOS os componentes deste "clube" precisam ser retirados do cenario politico para o bem da humanidade os motivos são bem claros a união entre as Farc, Foro de Sao Paulo e o radicalismo islamico exigem uma ação internacional ou a humanidade pagara caro se fechar os olhos a tais.
O QUE NÓS (meia dúzia?) TAMBÉM SABEMOS DE...
Sabemos que é inconfiável.
Sabemos que é imprestável, ou seja, se os outros pedirem, negaremos.
Sabemos que não é maior por falta de espaço.
Sabemos que é um embromador.
Sabemos que o seu hobby é a sacanagem.
Sabemos que é um gozador.
Sabemos que é um quiabo.
Sabemos que é metamórfico.
Sabemos que é camaleônico.
Sabemos que é canastrão.
Sabemos que é um crápula.
Sabemos que adora bolsas.
Sabemos que nada construiu.
Sabemos que é um engenheiro de obras feitas.
Sabemos que gosta de inaugurações e reinaugurações.
Sabemos que delira num palanque.
Sabemos que é um aproveitador.
Sabemos que é um melífluo demagogo.
Sabemos que é um mentiroso boca grande.
Sabemos que é cretino demais para ser verdade.
Sabemos que é um preguiçoso.
Sabemos que é chegado a um copo de ...
Sabemos que é um espaçoso.
Sabemos que é um medroso.
Sabemos que é um pulha.
Sabemos que é um enganador.
Sabemos que é um anistiado, mas não sabemos por quê.
Sabemos que recebe indenização pela lei da Anistia, mas não sabemos por quê.
Sabemos que idolatra as mordomias, e muito.
Sabemos que é grosseiro.
Sabemos que é maroto.
Sabemos que adora o poder, demais.
Sabemos que ele se ama de paixão, e muito.
Sabemos que adora sacanear, os milicos.
Sabemos que gosta de manipular os outros.
Sabemos que venera Fidel.
Sabemos que tem receio do Chávez.
Sabemos que gostaria de ser rei ou ditador.
Sabemos que perdeu uma parte (muito importante) do corpo e foi aposentado.
Sabemos que é um espertalhão.
Sabemos que vive de repartir... o que é dos outros.
Sabemos que deixou uma boa herança maldita.
Sabemos que deu emprego para milhões de brasileiros, os filiados e os afilhados.
Sabemos que promoveu as dicotomias sociais.
Sabemos que gosta de viajar, principalmente para o exterior.
Sabemos que inventou a Lei da Impunidade.
Sabemos que sacaneou os aposentados.
Sabemos que não gosta de ler, mesmo quando ditos importantes.
Sabemos que nunca entra em fria, quando em perigo, seu lema é, não sei, não ouvi, não estava.
Sabemos que gosta de italianos, em especial terroristas.
Sabemos que transformou a hipocrisia numa virtude e a dignidade num ato falho.
Sabemos que é expert em relações internacionais.
Sabemos que gosta de aparecer, e muito.
Sabemos que sem ele nem estaríamos aqui, nem respirando, nem pensando, nem indo ao banheiro, nem comendo, nem ...
Sabemos que é decidido, e decidiu bagunçar com São Paulo.
Sabemos que é um fora de série. Após juntar tanta cretinice num corpo só, Deus de raiva jogou a forma fora.
O que não sabemos é se merecemos o “dadivoso”.
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
http://www.ternuma.com.br/
Sabemos que é imprestável, ou seja, se os outros pedirem, negaremos.
Sabemos que não é maior por falta de espaço.
Sabemos que é um embromador.
Sabemos que o seu hobby é a sacanagem.
Sabemos que é um gozador.
Sabemos que é um quiabo.
Sabemos que é metamórfico.
Sabemos que é camaleônico.
Sabemos que é canastrão.
Sabemos que é um crápula.
Sabemos que adora bolsas.
Sabemos que nada construiu.
Sabemos que é um engenheiro de obras feitas.
Sabemos que gosta de inaugurações e reinaugurações.
Sabemos que delira num palanque.
Sabemos que é um aproveitador.
Sabemos que é um melífluo demagogo.
Sabemos que é um mentiroso boca grande.
Sabemos que é cretino demais para ser verdade.
Sabemos que é um preguiçoso.
Sabemos que é chegado a um copo de ...
Sabemos que é um espaçoso.
Sabemos que é um medroso.
Sabemos que é um pulha.
Sabemos que é um enganador.
Sabemos que é um anistiado, mas não sabemos por quê.
Sabemos que recebe indenização pela lei da Anistia, mas não sabemos por quê.
Sabemos que idolatra as mordomias, e muito.
Sabemos que é grosseiro.
Sabemos que é maroto.
Sabemos que adora o poder, demais.
Sabemos que ele se ama de paixão, e muito.
Sabemos que adora sacanear, os milicos.
Sabemos que gosta de manipular os outros.
Sabemos que venera Fidel.
Sabemos que tem receio do Chávez.
Sabemos que gostaria de ser rei ou ditador.
Sabemos que perdeu uma parte (muito importante) do corpo e foi aposentado.
Sabemos que é um espertalhão.
Sabemos que vive de repartir... o que é dos outros.
Sabemos que deixou uma boa herança maldita.
Sabemos que deu emprego para milhões de brasileiros, os filiados e os afilhados.
Sabemos que promoveu as dicotomias sociais.
Sabemos que gosta de viajar, principalmente para o exterior.
Sabemos que inventou a Lei da Impunidade.
Sabemos que sacaneou os aposentados.
Sabemos que não gosta de ler, mesmo quando ditos importantes.
Sabemos que nunca entra em fria, quando em perigo, seu lema é, não sei, não ouvi, não estava.
Sabemos que gosta de italianos, em especial terroristas.
Sabemos que transformou a hipocrisia numa virtude e a dignidade num ato falho.
Sabemos que é expert em relações internacionais.
Sabemos que gosta de aparecer, e muito.
Sabemos que sem ele nem estaríamos aqui, nem respirando, nem pensando, nem indo ao banheiro, nem comendo, nem ...
Sabemos que é decidido, e decidiu bagunçar com São Paulo.
Sabemos que é um fora de série. Após juntar tanta cretinice num corpo só, Deus de raiva jogou a forma fora.
O que não sabemos é se merecemos o “dadivoso”.
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
http://www.ternuma.com.br/
OS PADRINHOS DO ATRASO
Está difícil segurar. As baratas vão voar. Se aposenta, Sarney! Desencarna, Lula!
RUTH DE AQUINO é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br
A idade avançada talvez cobre um preço alto a sua memória recente. Como o presidente do Senado, José Sarney, pôde endossar os supersalários, apenas dois meses depois de ser obrigado a limitá-los ao teto do funcionalismo público? A decisão é inconstitucional, ilegal, imoral. Beneficia uns 700 servidores, que poderão voltar a ganhar acima de R$ 26.723,15, mais que os ministros do STF. Vamos todos doar para a campanha “servidor-esperança”.
Entendi. Sarney escutou Dilma dizer que o foco de seu governo não é a ética, mas “a faxina contra a pobreza”. E resolveu seguir o conselho da presidente à risca. Seus servidores no Senado ameaçavam greve. Não conseguiriam viver dignamente com menos de R$ 26 mil por mês. Estavam com medo de não poder voar mais de primeira classe. Com a caça às bruxas até no ar, não são todos os que têm o direito de usar helicópteros da PM e jatinhos de empresários para lazer pessoal.
“É como na música do Caetano: é o avesso do avesso do avesso”, disse Ricardo Ferraço, do PMDB do Espírito Santo. Ferraço é relator da reforma administrativa do Senado. Mas que reforma é esta que não resiste à influência do padrinho maranhense sobre um tribunal de Brasília? “É inacreditável”, disse ele. “O teto está na Constituição.” O assombro de Ferraço é o mesmo de todos nós. Essa limitação salarial existe desde 1998. Com todo o respeito, alguém precisa chamar o presidente do Senado à razão.
Sarney consegue, no ocaso de sua vida política, personificar todo o atraso de um país. Lula um dia o chamou de ladrão e depois beijou sua mão. A rima é inofensiva. Mas a blindagem de Sarney é nociva. Ele é o líder de um clã que enriqueceu à custa do povo sofrido do Maranhão, um dos Estados mais miseráveis do Brasil. Imagino que, na faxina contra a pobreza da diarista Dilma, o Estado do sinhozinho Sarney seja uma das prioridades.
O episódio do helicóptero da PM, cedido por Roseana para levar o pai a sua ilha particular de Curupu, é até menor. Ministros do STF desaprovaram como “um desvio de finalidade” o uso pessoal de uma aeronave destinada à segurança e à saúde do povo. Mas a maior contribuição de Sarney para o atraso do Brasil é agir como se fosse o ditador líbio de uma capitania hereditária. É como se estivesse descolado do atual processo nacional. Vive num outro tempo.
Está difícil segurar. As baratas vão voar. Se aposenta, Sarney! Desencarna, Lula!
“Tenho direito a transporte de representação, e não somente a serviço. É chefe de Poder.” E assim o intocável Sarney ignora a lei de improbidade. Políticos que usam bens públicos em “obra ou serviço particular” podem ser punidos com a perda da função e suspensão de direitos políticos. Sabemos, porém, que nada vai acontecer com o oligarca. Como disse Lula, ele “não é um homem comum”.
Os descaminhos levam ao padrinho-mor, Lula, que não consegue desencarnar do poder. Deveria ser inconstitucional um ex-presidente da República despachar com ministros para tratar assuntos de governo. É escandaloso que Lula crie um governo paralelo, com base em São Paulo, para cobrar ações de ministros de Dilma. Não satisfeito em montar um ministério bichado por escândalos, Lula aponta o candidato do PT à prefeitura de SP. E freia o combate presidencial à corrupção.
Coincidência? Na semana em que Lula volta ao palco como eminência nada parda, os ministros Negromonte, das Cidades, e Novais, do Turismo, ganham uma sobrevida. Esses dois estão por um peteleco. Exonerar Paulo Bernardo das Comunicações é mais complicado, por ser casado com Gleisi. E ele “só” pegou carona na farra aérea.
Com a guerra deflagrada entre congressistas que se chamam de “débil mental” e “safado”, a folha corrida de políticos continuará a vazar. A do PP está às claras: 18 deputados respondem por irregularidades. Os dois Cunha, Eduardo (PMDB) e João Paulo (PT), não vão mais comandar a reforma da Justiça, por serem réus. A OAB acaba de lançar o site Observatório da Corrupção.
Está difícil comprar briga com a sociedade. Vai ser difícil segurar. As baratas vão voar. Se aposenta, Sarney! Desencarna, Lula!
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RUTH DE AQUINO é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br
A idade avançada talvez cobre um preço alto a sua memória recente. Como o presidente do Senado, José Sarney, pôde endossar os supersalários, apenas dois meses depois de ser obrigado a limitá-los ao teto do funcionalismo público? A decisão é inconstitucional, ilegal, imoral. Beneficia uns 700 servidores, que poderão voltar a ganhar acima de R$ 26.723,15, mais que os ministros do STF. Vamos todos doar para a campanha “servidor-esperança”.
Entendi. Sarney escutou Dilma dizer que o foco de seu governo não é a ética, mas “a faxina contra a pobreza”. E resolveu seguir o conselho da presidente à risca. Seus servidores no Senado ameaçavam greve. Não conseguiriam viver dignamente com menos de R$ 26 mil por mês. Estavam com medo de não poder voar mais de primeira classe. Com a caça às bruxas até no ar, não são todos os que têm o direito de usar helicópteros da PM e jatinhos de empresários para lazer pessoal.
“É como na música do Caetano: é o avesso do avesso do avesso”, disse Ricardo Ferraço, do PMDB do Espírito Santo. Ferraço é relator da reforma administrativa do Senado. Mas que reforma é esta que não resiste à influência do padrinho maranhense sobre um tribunal de Brasília? “É inacreditável”, disse ele. “O teto está na Constituição.” O assombro de Ferraço é o mesmo de todos nós. Essa limitação salarial existe desde 1998. Com todo o respeito, alguém precisa chamar o presidente do Senado à razão.
Sarney consegue, no ocaso de sua vida política, personificar todo o atraso de um país. Lula um dia o chamou de ladrão e depois beijou sua mão. A rima é inofensiva. Mas a blindagem de Sarney é nociva. Ele é o líder de um clã que enriqueceu à custa do povo sofrido do Maranhão, um dos Estados mais miseráveis do Brasil. Imagino que, na faxina contra a pobreza da diarista Dilma, o Estado do sinhozinho Sarney seja uma das prioridades.
O episódio do helicóptero da PM, cedido por Roseana para levar o pai a sua ilha particular de Curupu, é até menor. Ministros do STF desaprovaram como “um desvio de finalidade” o uso pessoal de uma aeronave destinada à segurança e à saúde do povo. Mas a maior contribuição de Sarney para o atraso do Brasil é agir como se fosse o ditador líbio de uma capitania hereditária. É como se estivesse descolado do atual processo nacional. Vive num outro tempo.
Está difícil segurar. As baratas vão voar. Se aposenta, Sarney! Desencarna, Lula!
“Tenho direito a transporte de representação, e não somente a serviço. É chefe de Poder.” E assim o intocável Sarney ignora a lei de improbidade. Políticos que usam bens públicos em “obra ou serviço particular” podem ser punidos com a perda da função e suspensão de direitos políticos. Sabemos, porém, que nada vai acontecer com o oligarca. Como disse Lula, ele “não é um homem comum”.
Os descaminhos levam ao padrinho-mor, Lula, que não consegue desencarnar do poder. Deveria ser inconstitucional um ex-presidente da República despachar com ministros para tratar assuntos de governo. É escandaloso que Lula crie um governo paralelo, com base em São Paulo, para cobrar ações de ministros de Dilma. Não satisfeito em montar um ministério bichado por escândalos, Lula aponta o candidato do PT à prefeitura de SP. E freia o combate presidencial à corrupção.
Coincidência? Na semana em que Lula volta ao palco como eminência nada parda, os ministros Negromonte, das Cidades, e Novais, do Turismo, ganham uma sobrevida. Esses dois estão por um peteleco. Exonerar Paulo Bernardo das Comunicações é mais complicado, por ser casado com Gleisi. E ele “só” pegou carona na farra aérea.
Com a guerra deflagrada entre congressistas que se chamam de “débil mental” e “safado”, a folha corrida de políticos continuará a vazar. A do PP está às claras: 18 deputados respondem por irregularidades. Os dois Cunha, Eduardo (PMDB) e João Paulo (PT), não vão mais comandar a reforma da Justiça, por serem réus. A OAB acaba de lançar o site Observatório da Corrupção.
Está difícil comprar briga com a sociedade. Vai ser difícil segurar. As baratas vão voar. Se aposenta, Sarney! Desencarna, Lula!
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O GOVERNO PARALELO DE DIRCEU. E DILMA SABE DE TUDO!
Reinaldo de Azevedo
Dá pra entender o estresse de ontem de José Dirceu. A reportagem de capa da revista VEJA revela que membros do primeiro escalão do governo, dirigentes de estatais e parlamentares - INCLUSIVE UM DA OPOSIÇÃO - se ajoelham aos pés do cassado, a quem ainda chamam de “ministro” e prestam reverências. É isto mesmo: o deputado defenestrado, o homem processado pelo STF e acusado de ser chefe de quadrilha é tratado por figurões de Brasília como um chefão — o Poderoso Chefão. Dirceu está bravo porque a reportagem é devastadora para a reputação da República e deveria ser também para ele e para aqueles que fazem a genuflexão. Vamos ver. Uma coisa é certa: a presidente Dilma sabe de tudo; tem plena consciência de que seu governo é assombrado e monitorado — às vezes com tinturas claras de conspiração — por um ficha-suja.
A reportagem de Daniel Pereira e Gustavo Ribeiro está entre as mais importantes e contundentes publicadas nos últimos anos pela imprensa brasileira. Ela desvenda o modo de funcionamento de uma parte importante do PT e os métodos a que essa gente recorre. E traz detalhes saborosos: podemos ver as imagens das “autoridades” que vão até o “gabinete” de Dirceu, montado no Naoum, um hotel de luxo de Brasília, onde se produz, nesse caso, o lixo moral da República. VEJA conseguiu penetrar no cafofo do Muammar Kadafi da institucionalidade brasileira. Eis alguns flagrantes.
Dirceu chegando ao bunker. Pimentel e os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias: operação derruba-Palocci
Anotem alguns nomes, cargos e dia do encontro:
- Fernando Pimentel, Ministro da Indústria e Comércio (8/6);
- José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras (6/6);
- Walter Pinheiro, senador (PT-BA) - (7/6);
- Lindberg Farias, senador (PT-RJ) - (7/6);
- Delcídio Amaral, senador (PT-MS) - (7/6);
- Eduardo Braga, senador (PMDB-AM) - (8/6);
- Devanir Ribeiro, deputado (PT-SP) - (7/6);
- Candido Vaccarezza, líder do governo na Câmara (PT-SP) - (8/6);
- Eduardo Gomes, deputado (PSDB-TO) - (8/6);
- Eduardo Siqueira Campos, ex-senador (PSDB-TO) - (8/6)
Esses são alguns dos convivas de Dirceu, recebidos, atenção!, em apenas 3 dias — entre 6 e 8 de junho deste ano. Leiam a reportagem porque há eventos importantes nesse período. É o auge da crise que colheu Antonio Palocci. Ele caiu, é verdade, por seus próprios méritos — não conseguiu explicar de modo convincente o seu meteórico enriquecimento. Mas, agora, dá para saber que também havia a mão que balançava o berço. Uma parte da bancada de senadores do PT tentou redigir uma espécie de manifesto em defesa do ministro, mas encontrou uma forte resistência de um trio: Delcídio Amaral, Walter Pinheiro e Lindbergh Farias - os três que foram ao encontro de Dirceu no tarde no dia 7. À noite, Palocci pediu demissão.
Dirceu, então, mobilizou a turma para tentar emplacar o nome de Cândido Vaccarezza para a Casa Civil. O próprio deputado foi ao hotel no dia 8, às 11h07. Naquela manhã, às 8h58, Fernando Pimentel já havia comparecido para o beija-mão. A mobilização, no entanto, se revelou inútil. Dilma já havia decidido nomear Gleisi Hoffmann.
VEJA conversou com todos esses ilustres. Afinal de contas, qual era a sua agenda com Dirceu? Gabrielli, o presidente da Petrobras, naquele seu estilo “sou bruto mesmo, e daí?”, respondeu: “Sou amigo dele há muito tempo e não tenho de comentar isso”. Não teria não fosse a Petrobras uma empresa mista, gerida como estatal, e não exercesse ele um cargo que é, de fato, político. Não teria não fosse Zé Dirceu consultor de empresas de petróleo e gás. Dilma não tem a menor simpatia por ele, e Palocci já o havia colocado na marca do pênalti. Mais um pouco de interiores?
Sérgio Gabrielli, Eduardo Braga e Devanir Ribeiro. Atenção! Este último é lulista...
Não está na lista de hóspedes. E a máfia
O governo paralelo de Dirceu ocupa um quarto no hotel Naoum. Seu nome não consta da lista de hóspedes. A razão é simples. Quem paga as diárias (R$ 500) é um escritório de advocacia chamado Tessele & Madalena, que também responde pelo salário de Alexandre Simas de Oliveira, um cabo da Aeronáutica que faz as vezes, assim, de ajudante de ordens do petista. Um dos sócios da empresa, Hélio Madalena, a exemplo de Oliveira, já foi assessor de Dirceu. O seu trabalho mais notável foi fazer lobby para que o Brasil desse asilo ao mafioso russo Boris Berenzovski. Essa gente sempre está em boa companhia. Foi de Madalena a idéia de instar a segurança do Hotel Naoum a acusar o repórter de VEJA de ter tentado invadir o quarto alugado pela empresa, mera manobra diversionista para tentar tirar o foco do descalabro: um deputado cassado, com os direitos políticos suspensos, acusado de chefiar uma quadrilha, montou um “governo paralelo”. A revista já está nas bancas. Leia a reportagem, fartamente ilustrada, na íntegra.
Abaixo, segue um quadro com todas as áreas de “atuação” do “consultor de empresas privadas” e “chefe de quadrilha”, segundo a Procuradoria Geral da República. Se Dilma não agir, será engolida. Poderia começar por demitir Pimentel e Gabrielli. Ou manda a presidente, ou manda José Dirceu.
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Dá pra entender o estresse de ontem de José Dirceu. A reportagem de capa da revista VEJA revela que membros do primeiro escalão do governo, dirigentes de estatais e parlamentares - INCLUSIVE UM DA OPOSIÇÃO - se ajoelham aos pés do cassado, a quem ainda chamam de “ministro” e prestam reverências. É isto mesmo: o deputado defenestrado, o homem processado pelo STF e acusado de ser chefe de quadrilha é tratado por figurões de Brasília como um chefão — o Poderoso Chefão. Dirceu está bravo porque a reportagem é devastadora para a reputação da República e deveria ser também para ele e para aqueles que fazem a genuflexão. Vamos ver. Uma coisa é certa: a presidente Dilma sabe de tudo; tem plena consciência de que seu governo é assombrado e monitorado — às vezes com tinturas claras de conspiração — por um ficha-suja.
A reportagem de Daniel Pereira e Gustavo Ribeiro está entre as mais importantes e contundentes publicadas nos últimos anos pela imprensa brasileira. Ela desvenda o modo de funcionamento de uma parte importante do PT e os métodos a que essa gente recorre. E traz detalhes saborosos: podemos ver as imagens das “autoridades” que vão até o “gabinete” de Dirceu, montado no Naoum, um hotel de luxo de Brasília, onde se produz, nesse caso, o lixo moral da República. VEJA conseguiu penetrar no cafofo do Muammar Kadafi da institucionalidade brasileira. Eis alguns flagrantes.
Dirceu chegando ao bunker. Pimentel e os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias: operação derruba-Palocci
Anotem alguns nomes, cargos e dia do encontro:
- Fernando Pimentel, Ministro da Indústria e Comércio (8/6);
- José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras (6/6);
- Walter Pinheiro, senador (PT-BA) - (7/6);
- Lindberg Farias, senador (PT-RJ) - (7/6);
- Delcídio Amaral, senador (PT-MS) - (7/6);
- Eduardo Braga, senador (PMDB-AM) - (8/6);
- Devanir Ribeiro, deputado (PT-SP) - (7/6);
- Candido Vaccarezza, líder do governo na Câmara (PT-SP) - (8/6);
- Eduardo Gomes, deputado (PSDB-TO) - (8/6);
- Eduardo Siqueira Campos, ex-senador (PSDB-TO) - (8/6)
Esses são alguns dos convivas de Dirceu, recebidos, atenção!, em apenas 3 dias — entre 6 e 8 de junho deste ano. Leiam a reportagem porque há eventos importantes nesse período. É o auge da crise que colheu Antonio Palocci. Ele caiu, é verdade, por seus próprios méritos — não conseguiu explicar de modo convincente o seu meteórico enriquecimento. Mas, agora, dá para saber que também havia a mão que balançava o berço. Uma parte da bancada de senadores do PT tentou redigir uma espécie de manifesto em defesa do ministro, mas encontrou uma forte resistência de um trio: Delcídio Amaral, Walter Pinheiro e Lindbergh Farias - os três que foram ao encontro de Dirceu no tarde no dia 7. À noite, Palocci pediu demissão.
Dirceu, então, mobilizou a turma para tentar emplacar o nome de Cândido Vaccarezza para a Casa Civil. O próprio deputado foi ao hotel no dia 8, às 11h07. Naquela manhã, às 8h58, Fernando Pimentel já havia comparecido para o beija-mão. A mobilização, no entanto, se revelou inútil. Dilma já havia decidido nomear Gleisi Hoffmann.
VEJA conversou com todos esses ilustres. Afinal de contas, qual era a sua agenda com Dirceu? Gabrielli, o presidente da Petrobras, naquele seu estilo “sou bruto mesmo, e daí?”, respondeu: “Sou amigo dele há muito tempo e não tenho de comentar isso”. Não teria não fosse a Petrobras uma empresa mista, gerida como estatal, e não exercesse ele um cargo que é, de fato, político. Não teria não fosse Zé Dirceu consultor de empresas de petróleo e gás. Dilma não tem a menor simpatia por ele, e Palocci já o havia colocado na marca do pênalti. Mais um pouco de interiores?
Sérgio Gabrielli, Eduardo Braga e Devanir Ribeiro. Atenção! Este último é lulista...
Não está na lista de hóspedes. E a máfia
O governo paralelo de Dirceu ocupa um quarto no hotel Naoum. Seu nome não consta da lista de hóspedes. A razão é simples. Quem paga as diárias (R$ 500) é um escritório de advocacia chamado Tessele & Madalena, que também responde pelo salário de Alexandre Simas de Oliveira, um cabo da Aeronáutica que faz as vezes, assim, de ajudante de ordens do petista. Um dos sócios da empresa, Hélio Madalena, a exemplo de Oliveira, já foi assessor de Dirceu. O seu trabalho mais notável foi fazer lobby para que o Brasil desse asilo ao mafioso russo Boris Berenzovski. Essa gente sempre está em boa companhia. Foi de Madalena a idéia de instar a segurança do Hotel Naoum a acusar o repórter de VEJA de ter tentado invadir o quarto alugado pela empresa, mera manobra diversionista para tentar tirar o foco do descalabro: um deputado cassado, com os direitos políticos suspensos, acusado de chefiar uma quadrilha, montou um “governo paralelo”. A revista já está nas bancas. Leia a reportagem, fartamente ilustrada, na íntegra.
Abaixo, segue um quadro com todas as áreas de “atuação” do “consultor de empresas privadas” e “chefe de quadrilha”, segundo a Procuradoria Geral da República. Se Dilma não agir, será engolida. Poderia começar por demitir Pimentel e Gabrielli. Ou manda a presidente, ou manda José Dirceu.
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PRECEDENTES PERIGOSOS
Prof. Marcos Coimbra
Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.
Denunciamos, por diversas vezes, neste espaço fatos estranhos e perigosos ocorridos nos últimos tempos na esfera mundial, com capacidade de gerar sérios problemas no futuro próximo para todos os países.
E, infelizmente, eles continuam a ocorrer em escala crescente e cada vez mais ameaçadores. No âmbito internacional, a Justiça dos EUA acaba de reconhecer a inocência do Sr. Dominique Strauss-Kahn, retirando as acusações de estupro e violência sexual assacadas contra ele. As consequências imediatas da acusação são conhecidas de todos. Ele não só perdeu o poderoso cargo de diretor-gerente do FMI, como também talvez tenha perdido o tempo para ser o candidato do Partido Socialista à presidência da França. E era o favorito nas pesquisas.
E a quem interessava isto? Justamente aos “donos do mundo”, ou seja, os controladores do sistema financeiro internacional, de variadas origens étnicas, porém subordinadas ao comando central de organizações secretas. O fato é que o alvo foi eliminado e a Sra. Christine Lagarde de inteira confiança deles, francesa, mas com ligações muito próximas aos EUA, conseguiu o cobiçado lugar.
A questão da Líbia também é emblemática. A desculpa agora apresentada para a intervenção estrangeira comandada formalmente pela Otan foi a “proteção da população civil”. No caso do Iraque tinha sido a existência de “armas de destruição em massa”. Khadafi era qualificado como presidente, quando estava nas boas graças dos “donos do mundo”, ou seja, quando era útil aos seus interesses. Depois, passou a ser denominado de coronel e agora de ditador.
A “população civil” agredida passou a ser força rebelde e o conflito agora é classificado como guerra civil pela grande imprensa do mundo inteiro, com honrosas exceções. O notório Tribunal Penal Internacional, instrumento de manipulação empregado quando conveniente, já o denunciou, bem como a seu filho, tal como anteriormente fez com Saddam Hussein, assassinado por enforcamento. Não é difícil imaginar qual o destino de Khadafi. Já houve várias tentativas mal sucedidas com esta intenção.
Agora, caso não “desapareça” em combate, tendo seu corpo jogado ao mar, como Bin Laden, será “julgado”, devidamente condenado e também assassinado. E não vale afirmar ser a razão disto a de que ele é um ditador sanguinário, pois existem muitos iguais ou piores do que ele, na mesma região, atualmente classificados como reis, primeiros mandatários e até estadistas. Serão devidamente qualificados como ditadores sanguinários, quando deixarem de ser úteis aos seus senhores. E as fontes de recursos naturais, em especial o petróleo, vão sendo apropriadas pelos “solícitos e gentis” neocolonialistas, que ganham duplamente, pois também empregam suas armas e munições, generosamente contra populações indefesas, ativando as atividades de seus respectivos complexos industriais militares.
A Síria parece ser o próximo alvo dos “benfeitores” da humanidade, ansiosos por proteger a “população civil” e tirar do poder o “sanguinário ditador” Bashar al-Assad. Interessante que não se preocupam com outras ditaduras vizinhas, nem com o bem estar de seus povos. O importante é o petróleo. Fica difícil acreditar nos seus princípios éticos e morais.
No tocante ao nosso Brasil fica a preocupação com o amanhã, principalmente de nossos descendentes. É flagrante a vulnerabilidade existente com a assinatura pelos representantes do país da famigerada Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas, aprovada na Assembléia Geral da ONU, em setembro de 2007, bem como pela aprovação pelo Congresso de um ato da OIT (Organização Internacional do Trabalho), denominado Convenção Relativa aos Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes, cujo texto extrapola as relações de trabalho e entra nos assuntos “terras”e “recursos minerais”, criando as condições para subtrair do território brasileiro mais de metade de sua área, através de demarcação de “terras indígenas”.
O ilustre brasileiro Jornalista Barbosa Lima Sobrinho já definia que no Brasil só existiam dois partidos políticos. O dos heróis, representados por Tiradentes e o dos seguidores do traidor Joaquim Silvério dos Reis. Analisando friamente, se isto é possível, a iminente perda de mais da metade do território nacional, representada, de início, pela demarcação irresponsável de vastas áreas do Brasil para indígenas (agora já criaram também os “quilombolas”), por “coincidência” justamente onde já estão mapeadas e conhecidas vastas riquezas e recursos naturais, que, no decorrer do tempo serão arrancadas do nosso país, sob qualquer pretexto, algumas reflexões se fazem necessárias.
Qual o país do mundo que, por “vontade própria”, sem o disparo de um tiro sequer, abre mão de um milímetro do seu território sem resistência armada? Em que lugar se escondem as autoridades (ir)responsáveis, por omissão, covardia, cumplicidade, leniência ou por outro motivo qualquer, que não reagem contra o crime de lesa-pátria a ser perpetrado? Onde está o povo brasileiro que assiste passivamente, anestesiado, amorfo, sem protesto à perda de recursos naturais que podem transformar o país em uma das maiores potências do mundo, propiciando uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos? Será que o Brasil não fabrica mais Homens de verdade?
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Página: www.brasilsoberano.com.br
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Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.
Denunciamos, por diversas vezes, neste espaço fatos estranhos e perigosos ocorridos nos últimos tempos na esfera mundial, com capacidade de gerar sérios problemas no futuro próximo para todos os países.
E, infelizmente, eles continuam a ocorrer em escala crescente e cada vez mais ameaçadores. No âmbito internacional, a Justiça dos EUA acaba de reconhecer a inocência do Sr. Dominique Strauss-Kahn, retirando as acusações de estupro e violência sexual assacadas contra ele. As consequências imediatas da acusação são conhecidas de todos. Ele não só perdeu o poderoso cargo de diretor-gerente do FMI, como também talvez tenha perdido o tempo para ser o candidato do Partido Socialista à presidência da França. E era o favorito nas pesquisas.
E a quem interessava isto? Justamente aos “donos do mundo”, ou seja, os controladores do sistema financeiro internacional, de variadas origens étnicas, porém subordinadas ao comando central de organizações secretas. O fato é que o alvo foi eliminado e a Sra. Christine Lagarde de inteira confiança deles, francesa, mas com ligações muito próximas aos EUA, conseguiu o cobiçado lugar.
A questão da Líbia também é emblemática. A desculpa agora apresentada para a intervenção estrangeira comandada formalmente pela Otan foi a “proteção da população civil”. No caso do Iraque tinha sido a existência de “armas de destruição em massa”. Khadafi era qualificado como presidente, quando estava nas boas graças dos “donos do mundo”, ou seja, quando era útil aos seus interesses. Depois, passou a ser denominado de coronel e agora de ditador.
A “população civil” agredida passou a ser força rebelde e o conflito agora é classificado como guerra civil pela grande imprensa do mundo inteiro, com honrosas exceções. O notório Tribunal Penal Internacional, instrumento de manipulação empregado quando conveniente, já o denunciou, bem como a seu filho, tal como anteriormente fez com Saddam Hussein, assassinado por enforcamento. Não é difícil imaginar qual o destino de Khadafi. Já houve várias tentativas mal sucedidas com esta intenção.
Agora, caso não “desapareça” em combate, tendo seu corpo jogado ao mar, como Bin Laden, será “julgado”, devidamente condenado e também assassinado. E não vale afirmar ser a razão disto a de que ele é um ditador sanguinário, pois existem muitos iguais ou piores do que ele, na mesma região, atualmente classificados como reis, primeiros mandatários e até estadistas. Serão devidamente qualificados como ditadores sanguinários, quando deixarem de ser úteis aos seus senhores. E as fontes de recursos naturais, em especial o petróleo, vão sendo apropriadas pelos “solícitos e gentis” neocolonialistas, que ganham duplamente, pois também empregam suas armas e munições, generosamente contra populações indefesas, ativando as atividades de seus respectivos complexos industriais militares.
A Síria parece ser o próximo alvo dos “benfeitores” da humanidade, ansiosos por proteger a “população civil” e tirar do poder o “sanguinário ditador” Bashar al-Assad. Interessante que não se preocupam com outras ditaduras vizinhas, nem com o bem estar de seus povos. O importante é o petróleo. Fica difícil acreditar nos seus princípios éticos e morais.
No tocante ao nosso Brasil fica a preocupação com o amanhã, principalmente de nossos descendentes. É flagrante a vulnerabilidade existente com a assinatura pelos representantes do país da famigerada Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas, aprovada na Assembléia Geral da ONU, em setembro de 2007, bem como pela aprovação pelo Congresso de um ato da OIT (Organização Internacional do Trabalho), denominado Convenção Relativa aos Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes, cujo texto extrapola as relações de trabalho e entra nos assuntos “terras”e “recursos minerais”, criando as condições para subtrair do território brasileiro mais de metade de sua área, através de demarcação de “terras indígenas”.
O ilustre brasileiro Jornalista Barbosa Lima Sobrinho já definia que no Brasil só existiam dois partidos políticos. O dos heróis, representados por Tiradentes e o dos seguidores do traidor Joaquim Silvério dos Reis. Analisando friamente, se isto é possível, a iminente perda de mais da metade do território nacional, representada, de início, pela demarcação irresponsável de vastas áreas do Brasil para indígenas (agora já criaram também os “quilombolas”), por “coincidência” justamente onde já estão mapeadas e conhecidas vastas riquezas e recursos naturais, que, no decorrer do tempo serão arrancadas do nosso país, sob qualquer pretexto, algumas reflexões se fazem necessárias.
Qual o país do mundo que, por “vontade própria”, sem o disparo de um tiro sequer, abre mão de um milímetro do seu território sem resistência armada? Em que lugar se escondem as autoridades (ir)responsáveis, por omissão, covardia, cumplicidade, leniência ou por outro motivo qualquer, que não reagem contra o crime de lesa-pátria a ser perpetrado? Onde está o povo brasileiro que assiste passivamente, anestesiado, amorfo, sem protesto à perda de recursos naturais que podem transformar o país em uma das maiores potências do mundo, propiciando uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos? Será que o Brasil não fabrica mais Homens de verdade?
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
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Irene passa pelo Canadá depois de matar 18 e deixar grandes estragos nos EUA
NOVA YORK, 29 Ago 2011 (AFP) -A tempestade Irene chegou nesta segunda-feira ao Canadá mais fraca depois de devastar o nordeste dos Estados Unidos, onde deixou 18 mortos. O furacão causou estragos em Nova York que devem custar até 7 bilhões de dólares.
Relegada ao status de ciclone extratropical, Irene reduziu ainda mais sua intensidade nesta madrugada. Segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC), os ventos sopravam a 85 km/h.
O NHC, contudo, alertou no domingo à noite para a ocorrência de "graves inundações em algumas áreas do nordeste". O presidente Barack Obama advertiu que serão necessárias "semanas para as áreas atingidas se reerguerem".
"O impacto desta tempestade será sentido durante certo tempo. Essas regiões poderão ficar sem eletricidade durante dias", acrescentou Obama.
Irene causou a morte de 18 pessoas durante a sua passagem pela costa dos Estados Unidos e mais 5 no Caribe.
A tempestade atingiu também a região atlântica do Canadá e o sudeste do Quebec e deixou 20.000 casas sem luz elétrica.
Nova York, onde 370.000 pessoas foram evacuadas, sofreu muitos estragos.
A soma dos danos nos Estados Unidos é estimada entre 5 e 7 bilhões de dólares. Até 3 milhões de dólares deverão ser pagos pelas agência de seguros, declarou Jose Miranda, diretor da Eqecat Society, especializada em gestão de riscos e catástrofes, ao jornal Los Angeles Times.
"Acredito que os estragos sejam menos severos do que estimamos e que o impacto econômico seja menor do que as pessoas dizem", afirmou Mark Zandi, economista do Centro de Pesquisas Moody''s Analytics.
Desde a noite de domingo, a vida retoma lentamente seu curso em Nova York.
Os três principais aeroportos, fechados por precaução, devem reabrir hoje, anunciou a Administração de Aviação Civil americana (FAA). O fechamento no sábado provocou o cancelamento de 10.000 voos durante o fim de semana.
O prefeito Michael Bloomberg, que ordenou na sexta-feira a evacuação de parte da população de Nova York e parou todo o transporte público, fato nunca visto na cidade de 8 milhões de habitantes, manifestou a sua satisfação no domingo por não haver nem mortos nem feridos.
A cidade, por outro lado, prepara-se para um pesadelo logístico nesta segunda-feira causado pela paralisação do sistema de transportes públicos, ainda suspenso.
Várias ruas foram inundadas na parte baixa de Manhattan, no Queens e no Brooklyn. Em Coney Island, conhecida por seus parques de diversão, uma onda carregou um carro.
O prefeito confirmou que em torno de 62.000 residências estão sem eletricidade, e que toda a rede será verificada.
Nenhuma previsão para a normalização do transporte público foi estabelecida. "Isso vai ser difícil", reconheceu Bloomberg. Cinco milhões de pessoas utilizam o trasporte em comum todos os dias.
Mas o prefeito que transformou Nova York em uma cidade morta ao fechar bares, restaurantes e lojas, acrescentou que se fosse necessário ele tomaria as mesmas decisões "para proteger vidas humanas".
Em Wall Street, a bolsa de Nova York, abriu na hora habitual nesta segunda-feira.
Os organizadores do US Open de tênis preveem o inicio da competição na hora prevista.
Segundo o último levantamento, Irene causou a morte de pelo menos 18 pessoas. Quatro pessoas morreram na Pensilvânia, entre elas dois camponeses atingidos pela queda de árvores e seis na Carolina do Norte.
Um outro homem morreu na queda de uma árvore e um adolescente de 15 anos em um acidente de carro.
Uma criança de 12 anos também foi atingida por uma árvore na Virgínia e também faleceu. Em Maryland uma mulher foi morta pela queda de uma chaminé.
Na Nova Jersey, o governador Chris Christie relatou duas mortes. Um milhão de pessoas foram evacuadas da região costeira desse estado, a maioria já retornou para suas casas.
No total, Irene provocou a evacuação de 2 milhões de pessoas e milhões de outras ficaram sem eletricidade em Washington, Maryland, Virgínia e Carolina do Norte.
Relegada ao status de ciclone extratropical, Irene reduziu ainda mais sua intensidade nesta madrugada. Segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC), os ventos sopravam a 85 km/h.
O NHC, contudo, alertou no domingo à noite para a ocorrência de "graves inundações em algumas áreas do nordeste". O presidente Barack Obama advertiu que serão necessárias "semanas para as áreas atingidas se reerguerem".
"O impacto desta tempestade será sentido durante certo tempo. Essas regiões poderão ficar sem eletricidade durante dias", acrescentou Obama.
Irene causou a morte de 18 pessoas durante a sua passagem pela costa dos Estados Unidos e mais 5 no Caribe.
A tempestade atingiu também a região atlântica do Canadá e o sudeste do Quebec e deixou 20.000 casas sem luz elétrica.
Nova York, onde 370.000 pessoas foram evacuadas, sofreu muitos estragos.
A soma dos danos nos Estados Unidos é estimada entre 5 e 7 bilhões de dólares. Até 3 milhões de dólares deverão ser pagos pelas agência de seguros, declarou Jose Miranda, diretor da Eqecat Society, especializada em gestão de riscos e catástrofes, ao jornal Los Angeles Times.
"Acredito que os estragos sejam menos severos do que estimamos e que o impacto econômico seja menor do que as pessoas dizem", afirmou Mark Zandi, economista do Centro de Pesquisas Moody''s Analytics.
Desde a noite de domingo, a vida retoma lentamente seu curso em Nova York.
Os três principais aeroportos, fechados por precaução, devem reabrir hoje, anunciou a Administração de Aviação Civil americana (FAA). O fechamento no sábado provocou o cancelamento de 10.000 voos durante o fim de semana.
O prefeito Michael Bloomberg, que ordenou na sexta-feira a evacuação de parte da população de Nova York e parou todo o transporte público, fato nunca visto na cidade de 8 milhões de habitantes, manifestou a sua satisfação no domingo por não haver nem mortos nem feridos.
A cidade, por outro lado, prepara-se para um pesadelo logístico nesta segunda-feira causado pela paralisação do sistema de transportes públicos, ainda suspenso.
Várias ruas foram inundadas na parte baixa de Manhattan, no Queens e no Brooklyn. Em Coney Island, conhecida por seus parques de diversão, uma onda carregou um carro.
O prefeito confirmou que em torno de 62.000 residências estão sem eletricidade, e que toda a rede será verificada.
Nenhuma previsão para a normalização do transporte público foi estabelecida. "Isso vai ser difícil", reconheceu Bloomberg. Cinco milhões de pessoas utilizam o trasporte em comum todos os dias.
Mas o prefeito que transformou Nova York em uma cidade morta ao fechar bares, restaurantes e lojas, acrescentou que se fosse necessário ele tomaria as mesmas decisões "para proteger vidas humanas".
Em Wall Street, a bolsa de Nova York, abriu na hora habitual nesta segunda-feira.
Os organizadores do US Open de tênis preveem o inicio da competição na hora prevista.
Segundo o último levantamento, Irene causou a morte de pelo menos 18 pessoas. Quatro pessoas morreram na Pensilvânia, entre elas dois camponeses atingidos pela queda de árvores e seis na Carolina do Norte.
Um outro homem morreu na queda de uma árvore e um adolescente de 15 anos em um acidente de carro.
Uma criança de 12 anos também foi atingida por uma árvore na Virgínia e também faleceu. Em Maryland uma mulher foi morta pela queda de uma chaminé.
Na Nova Jersey, o governador Chris Christie relatou duas mortes. Um milhão de pessoas foram evacuadas da região costeira desse estado, a maioria já retornou para suas casas.
No total, Irene provocou a evacuação de 2 milhões de pessoas e milhões de outras ficaram sem eletricidade em Washington, Maryland, Virgínia e Carolina do Norte.
Palestino atacou civis em Tel Aviv
A Autoridade Nacional Palestina (ANP) condenou nesta segunda-feira o ataque perpetrado por um palestino na madrugada passada contra um clube noturno de Tel Aviv, que deixou sete pessoas feridas, segundo comunicado divulgado pela agência oficial palestina Wafa.
Na ocasião, um palestino roubou um táxi, atropelou vários policiais e esfaqueou transeuntes perto de uma discoteca. Cinco dos feridos são policiais, enquanto os outros dois são um segurança do local e um civil.
As autoridades israelenses consideram o ataque "definitivamente como um atentado terrorista" e seu autor foi identificado como um morador de Nablus, no norte do território ocupado da Cisjordânia.
No mesmo comunicado, a ANP denuncia os ataques realizados por Israel na Faixa de Gaza, assim como as prisões efetuadas pelas autoridades israelenses na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Gaza.
A ANP reafirmou na nota suas intenções de buscar na ONU reconhecimento a um Estado palestino nas fronteiras de 1967 com Jerusalém como sua capital e declarou que "nenhuma tentativa de desviar a atenção nos impedirão alcançar nosso objetivo".
Na ocasião, um palestino roubou um táxi, atropelou vários policiais e esfaqueou transeuntes perto de uma discoteca. Cinco dos feridos são policiais, enquanto os outros dois são um segurança do local e um civil.
As autoridades israelenses consideram o ataque "definitivamente como um atentado terrorista" e seu autor foi identificado como um morador de Nablus, no norte do território ocupado da Cisjordânia.
No mesmo comunicado, a ANP denuncia os ataques realizados por Israel na Faixa de Gaza, assim como as prisões efetuadas pelas autoridades israelenses na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Gaza.
A ANP reafirmou na nota suas intenções de buscar na ONU reconhecimento a um Estado palestino nas fronteiras de 1967 com Jerusalém como sua capital e declarou que "nenhuma tentativa de desviar a atenção nos impedirão alcançar nosso objetivo".
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