sábado, 31 de março de 2012

Cosa Nostra; Detido em Bangcoc um dos chefes da máfia

A polícia tailandesa prendeu na noite de sexta-feira no aeroporto de Bangcoc Vito Roberto Palazzolo, considerado um dos chefes da máfia siciliana (Cosa Nostra), no âmbito de uma operação da Interpol, indicaram neste sábado meios de comunicação italianos.
Palazzolo, de 64 anos e originário de Terrasini (perto de Palermo, na Sicília), é considerado pelos investigadores como o financeiro encarregado de lavar o dinheiro sujo do ex-chefe supremo da máfia, Toto Riina (detido em 1993), e do ex-padrinho mafioso Bernardo Provenzano.
Condenado em última instância em 2009 a nove anos de prisão por associação mafiosa, vivia desde meados dos anos 80 com o nome de Robert von Palace Kolbatschenko na África do Sul, e as autoridades se recusaram a extraditá-lo.

"Ninguém quer guerra", diz embaixador britânico sobre Malvinas

Alan Charlton nasceu em Nottingham, a terra de Robin Hood. Da literatura ele diz que não guarda o desejo de roubar dos ricos para dar aos pobres, mas sim o sentimento de justiça. Embaixador do Reino Unido no Brasil desde 2009, Charlton usa do parentesco territorial para preservar o desejo dos habitantes das Ilhas Falklands (ele se recusa a adotar o nome Malvinas) de serem súditos de Sua Majestade Rainha Elizabeth.
Passados 30 anos do conflito que matou 900 pessoas e deixou quase 2 mil feridos, Charlton tem a convicção de que a população local não quer uma nova guerra. "É óbvio que temos uma postura defensiva e estaremos prontos para defender as ilhas. Mas ninguém quer a guerra. Estou absolutamente certo disso. O conflito foi uma tragédia", afirma o embaixador, que esteve em Stanley, capital das Malvinas, em janeiro.
Em entrevista ao Terra, Alan Charlton critica a postura argentina de incentivar o conflito e considera irônica a forma como o governo de Cristina Kirchner quer convencer os habitantes das Malvinas de que o melhor lado é o deles. "Para convencer a população das ilhas de que eles têm uma ligação com Argentina, a abordagem correta seria atraí-los, não punir. É um bullying, praticamente", condena Charlton.
Confira os principais trechos da entrevista:
Como o governo britânico encara o recrudescimento desse conflito?
O conflito foi uma tragédia para todos que morreram, tanto os soldados britânicos, como os argentinos e as pessoas que morreram nas ilhas. Eu visitei as ilhas no final de janeiro e ainda há pessoas com trauma do conflito. Ninguém quer um novo conflito.
Há espaço para o diálogo?
Em 1999, o Reino Unido, a Argentina e as Falklands firmaram um acordo guarda-chuva que envolvia não apenas a questão da soberania, mas do desenvolvimento das ilhas. Era uma abordagem sobre o turismo, sobre a pesca, sobre a economia. A Argentina abandonou essas conversas e não fala mais com o governo das Falklands. Por isso temos uma situação longe da ideal. Seria muito melhor termos uma cooperação. Somos abertos a um diálogo nesses pontos.
A que o senhor atribui essa posição do governo argentino?
Eu ouvi falar muito dos problemas econômicos internos, mas, pessoalmente, não sei. Não sou especialista na política argentina, mas é um retrocesso para a região a volta desse conflito. Os habitantes das ilhas podem contribuir para a região. É uma população pequena, mas interessante, otimista e que quer contribuir. Esse bloqueio econômico, essas cartas ameaçadoras enviadas para companhias que tenham ligações com as Falklands, o bloqueio naval. Tantas medidas nos últimos meses. Naturalmente que as pessoas nas ilhas têm medo. É um bullying, praticamente. Para mim é até um pouco irônico também.
Irônico porque?
Para convencer os habitantes das ilhas de que eles têm alguma ligação com a Argentina, a abordagem correta desse problema seria atrair eles, não punir. Por isso eu acho que o que a Argentina está fazendo vai, com certeza, reforçar a ideia nos habitantes das ilhas que não e possível ver um futuro com a Argentina.
Alguns emissários britânicos chegaram a aventar a possibilidade de permitir à Argentina distribuir panfletos sobre um possível plebiscito nas ilhas. É real essa intenção do Reino Unido?
Há um problema maior que é a constituição da Argentina. A simples ideia das Falklands se tornarem independentes não é possível. Entre a década de 1940 e 1970, vários territórios britânicos tornaram-se independentes. As Ilhas Bermudas, por exemplo, fizeram um plebiscito, mas decidiram não mudar a situação da soberania. O que quero dizer é que um plebiscito não vai mudar as coisas, pelo menos, não do lado argentino. Eu posso imaginar apenas um resultado, que é ficar como as coisas estão. A outra possibilidade é serem independentes, o que nem passa pela cabeça dos argentinos. Por isso não faz muito sentido falar sobre isso como uma solução.
Qual é o estágio atual das negociações?
Não há. Na década de 90 houve a tal declaração conjunta, mas hoje em dia não existe porque a Argentina não mostra interesse em falar sobre cooperação, apenas soberania. Para nós, essa é uma decisão para os habitantes das ilhas. Eu espero que no futuro seja possível falar com o governo argentino sobre essas importantes questões de cooperação. Minha visita me convenceu de um ponto importante. As Falklands têm governo, têm legislativo, judiciário, polícia, departamentos de Estado, têm tudo. Têm orçamento próprio sem apoio do Reino Unido. Nós fazemos as relações exteriores e a defesa, mas todas as outras decisões são para o governo das ilhas. Com isso, qualquer diálogo deve incluir o governo das Falklands. É um modelo que temos em todos os territórios ultramarinos no mundo.
Diante desse quadro, o senhor acredita que possa haver um novo conflito armado?
Eu não sei. Pessoalmente, espero que a continuação de nossa postura defensiva nas ilhas vai contribuir num pensamento do lado argentino de que não vale a pena fazer isso. Nós aprendemos, por causa do conflito, que é necessário continuar com a presença militar. Temos soldados, aeronaves e navios da marinha britânica. Não é uma presença muito grande, isso custa menos de 0,5% do orçamento da defesa do Reino Unido. Não é uma coisa enorme, mas esperamos que seja suficiente para mostrar à Argentina que temos uma posição de defesa clara nas ilhas. Por isso espero que não vá acontecer isso.
Efetivamente, o interesse argentino é político, econômico ou apenas uma questão de orgulho?
No que diz respeito a energia, há reservas enormes de gás na Argentina. Nas Falklands há petróleo, mas a quantidade ainda não foi mensurada. Acho que a Argentina já tem muitas possibilidades de desenvolver mais energia, mas não sei se a política deles, no momento, vai atrair investimentos de companhias multinacionais que possam ajudar na exploração dessas reservas. Infelizmente não tenho respostas sobre a política interna da Argentina.
O jornal The Guardian publicou uma pesquisa recentemente em que mais de 60% dos britânicos aprovam uma nova guerra para manter a soberania sobre as Malvinas. Essa é também uma postura oficial?
É obvio que temos uma postura defensiva e estaremos prontos para defender as ilhas. Mas ninguém quer a guerra. Eu estou absolutamente certo disso. Ninguém, nem do lado argentino, nem britânico, nem das Falklands quer. O conflito foi uma tragédia. No domingo antes dessa pesquisa, o Sunday Times publicou um caderno especial sobre o conflito envolvendo os três lados. A conclusão de todos é essa: foi uma coisa terrível e não queremos repetir isso.
O Brasil pode, de alguma forma, intermediar essa questão?
Eu acho que intermediar não ajuda porque nossa posição é clara. Não vamos negociar sobre a soberania. Queremos falar sobre cooperação. Temos um relacionamento com o Brasil que cresceu muito nos útimos anos. Os dois lados querem que essa relação continue crescendo. Conhecemos a posição do governo brasileiro e eles conhecem a nossa posição. Não é um problema, mas não sei como o Brasil pode ajudar nisso. É uma decisão para o governo argentino tomar, de mudar sua política que, na minha opinião, não vai ajudar em nada. Nós temos um relacionamento muito antigo com a Argentina, desde os primeiros momentos da república. Para mim é uma tristeza que não tenhamos um relacionamento melhor.
O senhor esteve recentemente nas ilhas. Qual é a sensação da população local?
Eles têm um pouco de medo, não sabem o que vai acontecer. Há uma ameaça em relação a conexão aérea entre o Chile e as Falklands. Eles até podem viver sem isso, mas é muito difícil porque a Argentina não permite voos charter para lá. A incerteza é grande, mas há também uma grande firmeza. As pessoas com as quais falei têm um otimismo em relação ao futuro. Eles acreditam que a economia das ilhas está numa boa situação. Há superávit e uma reserva que eles podem viver dela por alguns anos, se necessário. Eles acreditam na posição do governo britânico de que vamos continuar apoiando e defendendo. O que eles gostariam é de mais contato com os países da região. Eles gostam das visitas dos turistas. Esse contato com o exterior resultou em 62 nacionalidades nas ilhas, entre elas uma brasileira.

Ruralista atenção: General Torres de Melo alerta. CARTILHA SECRETA DO MST

CARTILHA SECRETA DO MST
O MANUAL DA GUERRILHA ENSINA CRIMES
Cartilha secreta do MST ensina como roubar, fraudar cadastros do governo e até fabricar bombas e trincheiras – está tudo na cartilha secreta do MST apreendida pela polícia – Revista Veja – De Otávio Cabral
A fazenda Estância do Céu era uma típica propriedade. dos pampas gaúchos. Localizada em São Gabriel, a 320 quilômetros de Porto Alegre, seus 5 000 hectares eram ocupados por 10 000 bois e 6 000 carneiros que pastavam entre plantações de arroz e soja. O cenário, de tão bucólico, parecia um cartão-postal.
Tudo mudou na fria e ensolarada manhã do dia 14 de abril passado. Por volta das 7 horas, 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, invadiram a propriedade aos gritos. “Nós ganhamos. Ganhamos dos porcos. A fazenda é nossa.” Armados com foices, facões, estilingues, bombas, rojões, lanças, machados, paus e escudos, os sem-terra transformaram a Estância do Céu em um inferno. Alimentos e produtos agrícolas foram saqueados. As telhas da sede da fazenda foram roubadas. Os sem-terra picharam paredes, arrancaram portas e janelas e espalharam fezes pelo chão. Bombas caseiras foram escondidas em trincheiras. Animais de estimação, abatidos a golpes de lança, foram jogados em poços de água potável. Quatro dias depois, quando a polícia finalmente conseguiu retirar os sem-terra da fazenda, só sobravam ruínas. A BARBÁRIE, EMBORA NÃO SEJA EXATAMENTE UMA NOVIDADE NA TRAJETÓRIA DO MST, É UM RETRATO MUITO ATUAL DO MOVIMENTO, QUE FESTEJOU SEU ANIVERSÁRIO DE 25 ANOS NA SEMANA PASSADA.
Suas ações recentes, repletas de explosão e fúria, já deixaram evidente que a organização não é mais o agrupamento romântico que invadia fazendas apenas para pressionar governos a repartir a terra. Agora, documentos internos do MST, apreendidos por autoridades gaúchas nos últimos seis anos e obtidos por VEJA, afastam definitivamente a hipótese de a selvageria ser obra apenas daquele tipo de catarse que, às vezes, animaliza as turbas. O modo de agir do MST, muito parecido com o de grupos terroristas, é uma estratégia. A papelada – cadernos, agendas e textos esparsos que somam mais de 400 páginas – é uma mistura de diário e manual da guerrilha. Parece até uma versão rural, porém rudimentar, do texto O Manual do Guerrilheiro Urbano, escrito por Carlos Marighella e bússola para os grupos que combateram o regime militar (1964-1985).
Os documentos explicam por que as ações criminosas do movimento seguem sempre um mesmo padrão. O registro mais revelador sobre a face guerrilheira do MST é formado por quatro cadernos apreendidos pela polícia com os invasores da Estância do Céu em maio passado. As 69 páginas, todas manuscritas, revelam uma rotina militarizada – e bandida. “Muita arma no acampamento”, escreveu Adriana Cavalheiro, gaúcha de cerca de 40 anos, uma das líderes da invasão, ligada aos dirigentes do MST Mozart Dietrich e Edson Borba. Em outro trecho, em forma de manual, o texto orienta os militantes sobre como agir diante da chegada da polícia. “Mais pedra, ferros nas trincheiras (…) Zinco como escudo (…) Bombas tem um pessoal que é preparado. Manter a linha, o controle de horas e 800 ml”, anotou a militante, descrevendo a fórmula das bombas artesanais, produzidas com garrafas de plástico e líquido inflamável. O manual orienta os militantes a consumir o que é roubado para evitar a prisão em flagrante.
Também dá instruções sobre como fraudar o cadastro do governo para receber dinheiro público. Há até dicas sobre políticos que devem ser acionados em caso de emergência. Basta chamar o deputado federal Adão Pretto e o ex-deputado estadual Frei Sérgio. Ganha um barraco de lona preta quem souber o partido da dupla. Em seus capítulos não contemplados pelo Código Penal, o manual expõe uma organização claramente assentada sobre um tripé leninista, com doutrinação política, centralismo duro e vida clandestina. Além de teorias esquerdistas, repletas de homenagens a Che Guevara e Zumbi dos Palmares, há relatos de espionagem e tribunais de disciplina. Uma militante, que precisou de “licença” de um mês para fazer uma cirurgia, só foi autorizada a realizar o tratamento com a condição de que ele fosse feito num único dia. Brigas, investigações internas e punições também explicitam o rígido e desumano controle exercido sobre suas fileiras.
“Assim como nas favelas controladas pelo narcotráfico, o MST atua como polícia e juiz ao impor e fiscalizar seu código de conduta”, afirma o filósofo Denis Rosenfield. Exagero? Talvez não. Dos 800 invasores que depredaram a fazenda Estância do Céu, por exemplo, 673 já foram identificados. Nada menos que 168 tinham passagem pela polícia. Havia antecedentes de furto, roubo e até estupro. “O MST é formado por alguns desvalidos, vários aproveitadores e muitos bandidos”, diz o promotor Gilberto Thums, do Ministério Público gaúcho. “Eles usam táticas de guerrilha rural para tomar territórios escolhidos pelos líderes.” Embora raramente sejam expostos à luz, manuais de guerrilha são lidos como best-sellers nos acampamentos.
Também no Rio Grande do Sul, berço e laboratório do MST, a polícia apreendeu três documentos que registram o lastro teórico de sua configuração de guerra. O mais recente, apreendido em julho passado, orienta os militantes a “se engajar na derrubada de inimigos estratégicos”. Os inimigos, claro, não se resumem aos gatinhos das fazendas ocupadas pelo MST. O objetivo é a “derrota da burguesia”, o “controle do estado” e a “implantação do socialismo”. O documento lista exemplos de como “interromper as comunicações do inimigo” e “incendiar as proximidades para tornar o ambiente irrespirável”. Pode não ser obra do acaso. Há dois anos, um membro das Farc foi descoberto pela polícia em meio aos sem-terra gaúchos. A combinação entre teoria e prática deixa poucas dúvidas sobre os propósitos do MST. O movimento, que seduziu a intelectualidade nos anos 80 e caiu nas graças do povão na década seguinte, está marchando para a guerrilha rural. Diz o filósofo Roberto Romano:
”O MST está se filiando à tradição leninista de tomada violenta do poder por meio de uma organização centralizada e autoritária”. A estratégia da guerrilha é um sucesso recente nos pampas graças a sua eficácia. As invasões e os acampamentos têm funcionado em muitos casos. Em novembro passado, após cinco anos de guerra com o MST, o fazendeiro Alfredo Southall resolveu vender a Estância do Céu ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). “Cansei da batalha. Joguei a toalha”, desabafa. Suas terras serão transformadas em um assentamento para 600 famílias.
O fazendeiro gaúcho Paulo Guerra teve sua fazenda invadida seis vezes desde 2004. Os invasores destruíram uma usina hidrelétrica e 300 quilômetros de cercas. Também queimaram dois caminhões, dois tratores e onze casas, além de abaterem 300 bois. “Minha família se dedica à fazenda há 100 anos. Podemos perder tudo, mas não vamos entregar nosso patrimônio ao MST”, diz. Nos últimos dois anos, mais de 600 processos já foram abertos contra militantes do movimento. Uma ação judicial pede que o MST seja colocado na ilegalidade. Enquanto ela não é julgada, porém, os promotores têm conseguido impedir seus integrantes de circular em algumas regiões. “Não se trata de remover acampamentos. A intenção é desmontar bases usadas para cometer reiterados atos criminosos”, justifica o promotor Luis Felipe Tesheiner.
O MST passa atualmente por uma curiosa transmutação política. Desde a chegada ao poder de Lula e do PT, aliados históricos do movimento, a sigla abrandou os ataques ao governo federal. A trégua, que beneficia a ambos, permitiu que os sem-terra apadrinhassem vinte dos trinta superintendentes regionais do Incra. É um comportamento muito diferente de quando o MST liderou as manifestações “Fora, FHC” e invadiu a fazenda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002. O terrorismo agora é praticado preferencialmente no quintal de governadores de oposição a Lula, como a gaúcha Yeda Crusius e o paulista José Serra. A reputação do MST acompanha sua guinada violenta. Dez anos atrás, a maioria dos brasileiros simpatizava com a sigla. Agora, a selvageria, aliada à extraordinária mobilidade que levou 14 milhões de pessoas a ascender socialmente nos últimos anos, mudou a imagem do movimento. Pesquisa do Ibope realizada no ano passado mostra que metade dos entrevistados é contra os sem-terra. O MST, hoje, é visto como sinônimo de violência. “As pessoas descobriram que é possível melhorar de vida sem que para isso seja necessário fazer uma revolução”, diz o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro. Às vezes é preciso tempo para enxergar o óbvio.
Por: Roberto Prado


O grupo GUARARAPES FAZ A SEGUINTE PERGUNTA:
PODE EXISTIR ALGUM ORGÃO FUNCIONANDO ILEGALMENTE NO PAÍS?
CASO EXISTA ESTE ORGÃO NÃO É DEVER DO ESTADO DEFENDER A SOCIEDADE DA AÇÃO SECRETA DESTE ORGÃO?
PODE SE DESTRUIR A PROPRIEDADE DOS OUTROS E FICAR SOLTO E NÃO PAGAR O PREJUIZO?
PODE ALGUÉM SER SUPERIOR À CONSTITUIÇÃO?
PODE UM PARTIDO POLÍTICO QUERER IMPLANTAR A CENSURA?
PODE BANDIDO E LADRÃO SER ASSESSOR EM ALGUM MINISTÉRIO?
RESPONDAM POR FAVOR.
PODE O GOVERNO ACOBERTAR O CRIME?

GRUPO GUARARAPES.

Aviso do TERNUMA: MENSALÃO

Meus Amigos,

Leiam e, se quiserem, assinem este abaixo-assinado online:

«Pelo Início do Julgamento do "Mensalão" no STF»

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N22495

Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordarás.

Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N22495 e divulga-o por teus contatos.

Desaparecidos politicos

Ary Rocha Miranda
Antônio Lourenço
Márcio Toledo Leite
Amaro Luiz de Carvalho
Carlos Alberto Cardoso
Jacques Moreira Alvarenga
Salatiel Teixeira Rolim
João Pereira
Osmar
Pedro Ferreira da Silva
Rosalindo de Souza.

Relação cronológica das pessoas tombadas pela ação da esquerda armada entre os anos de 1964 a 1974.
1. Paulo Macena - vigia - Rio de Janeiro - 12 de novembro de 1964
2. Carlos Argemiro Camargo - sargento do Exército – Paraná - 27 de março de 1965
3. Edson Régis de Carvalho - jornalista - Pernambuco - 25 de julho de 1966
4. Nelson Gomes Fernandes - almirante - Pernambuco - 25 de julho de 1966
5. Raimundo de Carvalho Andrade - cabo PM – Goiás - 28 de setembro de 1966
6. José Gonçalves Conceição (Zé Dico)- fazendeiro - São Paulo - 24 de novembro de 1967
7. Osíris Motta Marcondes - bancário – São Paulo - 15 de dezembro de 1967
8. Agostinho Ferreira Lima - marinha mercante - Rio Negro (Amazonas) - 10 de janeiro de 1968 -
9. Ailton de Oliveira - guarda penitenciário - Rio de Janeiro - 31 de maio de 1968
10. Mário Kozel Filho - soldado do Exército - São Paulo - 26 de junho de 1968
11. Noel de Oliveira Ramos - civil - Rio de Janeiro - 27 de junho de 1968
12. Nelson de Barros - sargento PM - Rio de Janeiro - 27 de junho de 1968
13. Edward Ernest Tito Otto Maximilian von Westernhagen - major do Exército Alemão - Rio de Janeiro - 1 de julho de 1968 -
14. Eduardo Custódio de Sousa - soldado PM – São Paulo - 7 de setembro de 1968
15. Antônio Carlos Jeffery - soldado PM – São Paulo - 20 de setembro de 1968
16. Charles Rodney Chandler - capitão do Exército dos Estados Unidos - São Paulo - 12 de outubro de 1968
17. Luís Carlos Augusto - civil - Rio de Janeiro - 24 de outubro de 1968
18. Venceslau Ramalho Leite - civil - Rio de Janeiro - 25 de outubro de 1968
19. Estanislau Ignácio Correia - civil - São Paulo - 7 de novembro de 1968
20. Alzira Baltasar de Almeida - dona de casa - Rio de Janeiro - 7 de janeiro de 1969
21. Edmundo Janot - lavrador - Rio de Janeiro - 11 de janeiro de 1969
22. Cecildes Moreira de Faria - subinspetor de Polícia - Belo Horizonte - 29 de janeiro de 1969
23. José Antunes Ferreira - guarda civil - Belo Horizonte - 29 de janeiro de 1969
24. Francisco Bento da Silva - motorista – São Paulo - 14 de abril de 1969
25. Luís Francisco da Silva - guarda bancário – São Paulo 14 de abril de 1969
26. José de Carvalho - investigador de Polícia – São Paulo - 8 de maio de 1969
27. Orlando Pinto da Silva - guarda civil – São Paulo - 9 de maio de 1969
28. Naul José Montovani - soldado PM – São Paulo - 27 de maio de 1969
29. Boaventura Rodrigues da Silva - soldado PM - São Paulo - 4 de junho de 1969
30. Guido Boné - soldado PM - São Paulo - 22 de junho de 1969
31. Natalino Amaro Teixeira - soldado PM - São Paulo - 22 de junho de 1969
32. Cidelino Palmeiras do Nascimento - taxista - Rio de Janeiro - 11 de julho de 1969
33. Aparecido dos Santos Oliveira - soldado PM - São Paulo - 24 de julho de 1969 -
34. José Santa Maria - gerente de banco - Rio de Janeiro - 20 de agosto de 1969
35. Sulamita Campos Leite - dona de casa - Pará - 25 de agosto de 1969
36. Mauro Celso Rodrigues - soldado PM - Maranhão - 31 de agosto de 1969
37. José Getúlio Borba - comerciário - São Paulo - 3 de setembro de 1969
38. João Guilherme de Brito - soldado da Força Pública - São Paulo - 3 de setembro de 1969
39. Samuel Pires - cobrador de ônibus – São Paulo - 20 de setembro de 1969
40. Kurt Kriegel - comerciante - Porto Alegre - 22 de setembro de 1969
41. Cláudio Ernesto Canton - agente da Polícia Federal - São Paulo - 30 de setembro de 1969
42. Euclídes de Paiva Cerqueira - guarda particular - Rio de Janeiro - 4 de outubro de 1969
43. Abelardo Rosa Lima - soldado PM - São Paulo - 6 de outubro de 1969
44. Romildo Ottenio - soldado PM - São Paulo - 7 de outubro de 1969
45. Nilson José de Azevedo Lins - civil - Pernambuco - 31 de outubro de 1969
46. Estela Borges Morato - investigadora do DOPS - São Paulo - 4 de novembro de 1969
47. Friederich Adolf Rohmann - protético - São Paulo - 4 de novembro de 1969
48. Mauro Celso Rodrigues - soldado PM - Maranhão - 7 de novembro de


Estes aguardam JUSTIÇA e que seus assassinos sejam punidos e não premiados com altos cargos publicos pois que desta forma ficaria caracterizado que o crime no Brasil compensa.

Stepan Nercessian admite ter recebido R$ 175 mil de Cachoeira

O deputado federal e ator Stepan Nercessian (PPS-RJ) recebeu R$ 175 mil no ano passado do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar uma quadrilha que explorava o jogo ilegal. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Stepan admitiu que recebeu o dinheiro, após ser informado que as transações aparecem em grampos da Operação Monte Carlo da Polícia Federal, que levou à prisão de Cachoeira. O ator revelou que recebeu do empresário um depósito no valor de R$ 160 mil em 17 de junho de 2001. De acordo com Stepan, o dinheiro era para ser usado na compra de um apartamento no Rio de Janeiro, avaliado em mais de R$ 500 mil.
No dia 20 de junho, o deputado devolveu o dinheiro para a mesma conta de uma empresa de Cachoeira. "Estava fazendo o empréstimo (com o banco) e, na hora 'H', fiquei com medo de não sair o dinheiro e pedi para ele (Cachoeira), para não perder o negócio. Ele é um cara que eu sei que se eu pedisse ele emprestava. Acabou que o empréstimo saiu e não precisei do dinheiro". Stepan, que disse ser amigo de Cachoeira há muitos anos, disse ainda que recebeu outros R$ 15 mil do empresário. Segundo ele, o dinheiro foi usado para comprar ingressos do Carnaval carioca para Cachoeira. O deputado afirmou acreditar "completamente" que o dinheiro fosse legal. Stepan admite se licenciar do cargo caso seja necessário.

Crimes politicos ....insoluveis. Celso Daniel - ESQUEMA DE CORRUPÇÃO E MORTE





Desarticulada na Espanha esquema de prostituição de mulheres brasileiras

A Polícia espanhola desarticulou uma organização criminosa dedicada a exploração de mulheres formada por espanhóis e brasileiros.
As investigações começaram em dezembro quando os policiais tiveram acesso à informação de que brasileiras estavam se prostituindo na Espanha.
Os agentes descobriram que a organização tinha pessoas no Brasil encarregadas de localizar possíveis vítimas e acompanhá-las até serem colocadas no avião.
Após serem escolhidas no Brasil, as mulheres eram levadas para a Espanha, momento em que contraíam uma dívida com a organização de entre 2 mil e 3 mil euros pelos gastos com a viagem.
Uma vez na Espanha, as jovens eram exploradas sexualmente em um clube da cidade mediterrânea de Valência e tinham de pagar metade do que ganhavam ao grupo.
Na operação foram presas quatro pessoas (duas brasileiras e dois espanhóis) pelos supostos delitos de exploração sexual, formação de quadrilha e crime contra os direitos dos cidadãos estrangeiros.
Dois dos detidos, com antecedentes criminais, continuam presos os outros dois foram liberados depois de prestarem depoimento.

Ladroeira sem fim: Justiça denuncia seis pessoas por corrupção em Campinas

O juiz da 3ª Vara Criminal de Campinas, Nelson Bernardes, acatou nesta sexta-feira denúncia de corrupção e indiciou seis pessoas na cidade: o ex-prefeito Demétrio Vilagra (PT), cassado pela Câmara Municipal por suspeita de corrupção; a ex-primeira-dama Rosely Nassin Jorge Santos, esposa do ex-prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), também cassado pela Câmara por corrupção, e mais quatro pessoas do primeiro escalão da prefeitura. Com a decisão eles passam de suspeitos para réus no processo da Justiça sobre desvio de dinheiro público e corrupção na Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa).
Os outros indiciados são: o ex-coordenador de Comunicação da Prefeitura, Francisco de Lagos; o ex-secretário municipal de Segurança Pública, Carlos Henrique Pinto; o ex-diretor de Planejamento, Ricardo Chimirri Cândia; e o ex-presidente da Sanasa, Luiz Augusto Castrillon de Aquino. A expectativa é que eles sejam notificados a partir desta segunda-feira e que o processo vá a julgamento ainda neste ano.
As acusações contra eles são de formação de quadrilha (Lagos, Pinto, Aquino, Cândia, Vilagra e Rosely), corrupção ativa em nove ocorrências (Vilagra); corrupção passiva em 12 ocorrências (Cândia) e 13 ocorrências de corrupção passiva e oito fraudes na lei das licitações (Rosely).
Segundo a denúncia do MP, os suspeitos aceitaram receber entre 5% a 15% do valor do contrato de empresas de fornecimento de serviço por intermédio de contratos fraudulentos na Sanasa. No total, o pedido do Ministério Público (MP) continha 22 nomes, porém o juiz Bernardes determinou o desmembramento do processo. Quanto aos outros envolvidos, o juiz ainda não divulgou uma decisão.
O chamado "escândalo da Sanasa" foi apresentado pelo MP em setembro de 2010, mas somente em maio do ano passado que a Justiça expediu mandados de prisão temporária contra os suspeitos de corrupção. As denúncias foram reafirmadas pelo ex-presidente da autarquia. Aquino fez um acordo de delação premiada e não chegou a ser preso. A partir dessas denúncias formalizadas pelo MP, a Câmara Municipal votou pelo impeachment do prefeito Santos e depois o seu sucessor Vilagra, em agosto e dezembro do ano passado respectivamente.

O Papa silenciou: EM CUBA, A VISITA DO PAPA ELEVA O NUMERO DE PRESOS NAS MASMORRAS DOS IRMÃOS CASTRO

HAVERA CHORO E RANGER DE DENTES


:: FRANCISCO VIANNA – com base na imprensa internacional.

Se o papa Bento XVI (ou Benedito XVI) soubesse que sua visita pontifícia à ilha-cárcere da ditadura socialista soviética dos Castros iria criar uma onda repressiva tão grande, levando tantos mais às suas masmorras, possivelmente teria desistido de vir.

Imagino o quanto o Santo Padre deve estar se sentindo constrangido e triste ao ver que a sua presença, ao invés de inspirar a boa vontade e uma maior tolerância por parte dos dirigentes da ilha – como talvez tenha sido a sua intenção ao visitá-la –, desencadeou uma enorme onda repressiva contra os dissidentes, antigos e conhecidos do regime e novos, que resolveram se expressar publicamente contra a iniquidade política e econômica que vivem e sentem na carne, estimulados pela presença e pelas palavras do santo pontífice.

Para piorar, dias antes, o ex-presidente americano George W. Bush tratou de botar lenha na fogueira ao apelar ao ex-prisioneiro político Oscar Elías Biscet, uma das mais destacadas figuras da tímida oposição cubana, para que recebesse seus votos de solidariedade e reiterar seu compromisso com a liberdade individual dos cubanos. “Continuarei ajudando-o no melhor que puder”, disse Bush a Biscet. “Quero que saiba que há muita gente aqui que o admira e respeita e vamos continuar rezando por você. Na medida do possível, vamos manter a pressão não apenas pela sua liberdade, mas também pela liberdade de todos os que vivem em seu país”.

De 1999 a março de 2011, Biscet ficou encarcerado, exceto por 36 dias, cumprindo uma condenação de 25 anos, por “tentar contra a segurança do estado comunista”. Nos últimos dias, Biscet também tem sido vítima de uma campanha repressiva que já levou quase 200 dissidentes à prisão. Tanto Biscet como outros dissidentes e ativistas dos direitos humanos exigiram das autoridades cubanas que identifiquem um manifestante que foi preso e espancado minutos antes da missa papal na Praça Antonio Maceo, em Santiago de Cuba. O manifestante foi capturado e abduzido por agentes da Segurança do Estado depois de ter gritado vária vezes no meio da multidão: “Abaixo o comunismo!”. Quando foi retirado da praça, o manifestante foi esbofeteado violentamente e golpeado com

uma mesa dobrável por um homem que vestia uniforme da Cruz Vermelha de Cuba.

Fotos tiradas de um vídeo no momento em que um agente da repressão, vestido como membro da Cruz Vermelha atira uma mesa dobrável sobre um manifestante e em seguida o esbofeteia, antes da missa do Papa em Santiago de Cuba.

O incidente, que ocorreu numa área próxima a uma plataforma onde estavam diversos cinegrafistas e fotógrafos, foi amplamente difundido no mesmo dia.

Até ontem à noite, uns 200 dissidentes tinham sido presos ‘temporariamente’ ou forçados ao confinamento dentro de suas residências. Janisett Rivero, do ‘Diretório Democrático Cubano’ (DDC), em Miami, disse que a repressão tinha aumentado consideravelmente durante o dia em toda a ilha, mas, sobretudo nos estados ocidentais de Matanzas e Havana.

Em Havana, o ex-prisioneiro político Iván Hernández Carrillo alertou sobre mensagens de texto recebidas por ele, nas quais fontes anônimas ameaçam ‘dar sumiço’ aos membros da resistência, assim que a visita do Papa termine, informou o DDC.

“Apesar da repressão da ditadura Castro, vamos estar todas, vestidas de branco, com um pulôver com a imagem do Santo Padre e da Virgem da Caridade do Cobre”, disseram as ‘damas de branco’, que são vigiadas de perto por agentes da repressão comunista. “Nos, as Damas não vamos ficar presas em nossas casas, porque é um direito sair para assistir a missa”. Elas têm pedido uma reunião com o Papa de pelo menos ‘um minuto’ para que possam informar a ele sobre a situação interna e os atos de provocação e perseguição a que são continuamente submetidas.

Durante uma conferência de imprensa ontem no Hotel Nacional de Havana, Lombardi disse que o Papa está a par dos pedidos, mas ‘lamentou que não há disponibilidade de tempo para satisfazê-los. “Não estão previstos encontros do Santo Padre com sacerdotes, religiosas, seminaristas e nem com grupos particulares, nas a comitiva papal está atenta ao que escuta de suas palavras”, disse. “Todas essas esperanças,

toda essa dor, todas essas ilusões também estão presentes. O Santo Padre fala por todos os cubanos, dos que estão próximos e dos que estão distantes, e dos que sofrem”.

Desde que o Papa chegou à ilha de Cuba, entre as medidas repressivas postas em prática com mais empenho pelos agentes do governo comunista estão os cortes da telefonia celular e fixa dos opositores.

Oswaldo Payá, coordenador do Movimento Cristão de Libertação (MCL), condenou o clima de medo, terror e repressão contras os que ainda têm um resquício de coragem para fazer oposição à sanguinária ditadura comunista dos Castros. “Não se deve aceitar em silêncio tantos maus tratos do regime, tanto abuso e prisões contra os que defendem pacificamente os direitos humanos”, declarou Payá num comunicado. Recentemente, Payá solicitou aos governos democráticos e organismos de defesa dos direitos humanos que intercedam perante o governo para frear a escalada de atos de repudio e de violência por parte da ditadura aos opositores.

“Enquanto Raúl Castro saudava pela segunda vez o Papa na missa”, disse Payá ontem, “seus bandos repressivos atropelavam centenas de dissidentes e os metiam na prisão em toda Cuba para que nem sequer possam ver o Papa de longe”.

A cada dia, o regime cubano se torna mais e mais um exemplo vergonhoso para a humanidade.

CUBA - VERGONHA DA HUMANIDADE‏

VERGONHOSA OEA

Não vê os 16000, eu disse dezesseis mil pessoas, que foram fuzilados pelo regime cubano.
Não vê os que morreram no Golfo do México tentando fugir da ilha prisão.
Não vê os encarcerados que morrem nas masmorras das prisões de Cuba.
Não vê os que morrem em greve de fome, porque foram presos só por terem tido a coragem de falar contra a tirania da ditadura cubana.

Mas vê um , eu disse UM, jornalista que morreu nos governos militares.

Senhora presidente, responda que após investigado todos os assassinatos perpetrados pelo ditador Fidel Castro e sua trupe, o Brasil responderá esta indagação da triste oea.

Gen M Theophilo

Vamos sair das tocas...

Inspirada na obra pacificadora do Duque de Caxias,
a ONG Terrorismo Nunca Mais (TERNUMA)
convida para a missa em sufrágio da alma de todos os brasileiros mortos em conseqüência da luta armada.
O evento realizar-se-á 20:30 horas do dia 31 de março de 2012 (sábado),
na Paróquia São Camilo de Lellis (EQS 303 – Lote A – Asa Sul)

Vamos sair das tocas...
Não percam e compareçam, não vão se arrepender eu garanto, lembrem-se, esta data representa
NOSSA SEGUNDA INDEPENDÊNCIA,
e hoje como naquela época voltamos a
estar em risco com a nossa LIBERDADE.

FORA DITADURA CUBANA! POR AQUI NÃO PASSARÃO...

A Pátria espera que todo Brasileiro
cumpra com o seu dever...

Usem verde e amarelo, pendurem nas casas, nos carros Bandeiras do Brasil, afinal não é só no 7 de Setembro que devemos comemorar nosso grito de
LIBERDADE OU A MORTE.........

sexta-feira, 30 de março de 2012

HOMENAGEM JUSTÍSSIMA‏

O POVO FICA INVENTANDO, BRASILEIRO TEM TEMPO.


HOMENAGEM JUSTÍSSIMA
Nós paulistas, orgulhosamente estamos engajados em prestar homenagens ao Sr. Lula.

Tanto que daremos seu nome a uma das principais avenidas da cidade.
A Avenida Marginal Tietê (que passa nos fundos do Parque São Jorge, do Corinthians),
passará a chamar-se em breve:
"MARGINAL LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA"


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"Antes que os olhos possam ver, devem ser incapazes de lagrimas. Antes que o ouvido possa ouvir, deve ter perdido a sensibilidade. Antes que a voz possar falar em presença dos Mestres, deve ter perdido a possibilidade de ferir. Antes que a Alma possa erguer-se na presença dos Mestres, é necessárioque seus pés tenham sido lavados no sangue do coração."
Mabel Collins

CONVITE: MISSA DE 31 DE MARÇO

O GRUPO TERRORISMO NUNCA MAIS (TERNUMA)
Convida a todos para a Missa em sufrágio das Almas dos que tombaram na luta armada. O ato religioso realizar- se - á às 20: 30 hs do dia 31 de março de 2012 (sábado), na Paróquia São Camilo de Lellis (EQS - 303, Lote A, Asa Sul - BSB).

A seguir, a Diretoria Executiva do Grupo no uso das suas atribuições, convoca os seus membros para a Assembléia Geral Extraordinária no Salão da Paróquia, para deliberar sobre proposta de atualização das nossas contribuições.

Atenciosamente,

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Presidente

Menem será julgado por atentado a associação judaica

O ex-presidente argentino Carlos Menem (1989-1999) deverá ser submetido a um julgamento oral pela acusação de obstruir a investigação do atentado contra a associação judaica AMIA em 1994, com um registro de 85 mortos e 300 feridos, revelou nesta sexta-feira o Centro de Informação Judicial (CIJ).
"O juiz Ariel Lijo elevou a julgamento oral o processo contra Menem e (o destituído juiz federal Juan) Galeano pelo acobertamento do atentado à Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA)", ressaltou o CIJ em um comunicado de imprensa.