terça-feira, 6 de dezembro de 2011
A verdadeira historia
O Foro de São Paulo (FSP) é um encontro de partidos políticos e organizações não governamentais de esquerda da América Latina e Caribe.
O Foro foi constituido em 1990 quando, juntamente com Fidel Castro, o Partido dos Trabalhadores brasileiro convidou outros partidos e movimentos sociais e revolucionários da America Latina e do Caribe para discutir alternativas às políticas neoliberais dominantes na América Latina da década de 1990 e promover a integração econômica, política e cultural da região.
Segundo a organização, atualmente mais de 100 partidos e organizações políticas participam dos encontros. As posições políticas variam dentro de um largo espectro, que inclui partidos social-democratas, organizações comunitárias, sindicais e sociais inspirados pela Igreja Católica, grupos étnicos e ambientalistas, organizações nacionalistas, partidos comunistas e grupos guerrilheiros. Esses últimas, porém, a exemplo das FARC, embora não tenham sido formalmente banidos do Foro, têm tido seu acesso eventualmente dificultado.
O Forum foi criado em 1990 pelo Partido dos Trabalhadores, em São Paulo, onde a reunião realizou pela primeira vez. Desde então, o FSP tem acontecido a cada um ou dois anos, em diferentes cidades: Manágua (1992), Havana (1993), Montevidéu (1995), San Salvador (1996), Porto Alegre (1997), México (1998), Manágua (2000), Havana (2001), Antígua (2002), Quito (2003), São Paulo (2005), San Salvador (2007), Montevidéu (2008) e Buenos Aires(2010).
O 16º encontro, em Buenos Aires, celebrou iniciativas de governos da região que tentam aumentar o controle do Estado no setor de comunicação social.
A resolução aprovada pelo grupo, a lei de mídia aprovada na Argentina em 2009 --hoje suspensa pela Justiça-- deve ser uma "referência imprescindível" para os demais países.
Além de dividir as concessões igualmente entre o Estado, movimentos sociais e o setor privado, a lei argentina obriga o Grupo Clarín --maior do país-- a se desfazer de licenças de transmissão de TV e rádio.
A norma contribui para a "pluralidade e diversidade de vozes", segundo o Foro, e demonstra que o Estado deve ter um papel de protagonista na política do setor e precisa "colocar limites na concentração dos meios".
O Foro também destacou que setores sociais do Brasil, da Argentina e do Paraguai conseguiram levantar dúvidas sobre a "credibilidade dos grandes meios de comunicação" e que isso resultou em menores níveis de venda e audiência no caso de jornais impressos e da TV.
Um defensor das FARC é o Ministro Marco Aurélio Garcia que neste vídeo, defende sua existencia e consequentemente, todo tipo de crimes praticados pelo grupo.
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