O deputado federal e pré-candidato à prefeitura de Campo Grande (MS) Edson Giroto (PMDB) afirma estar tranquilo quanto à sua absolvição no processo que corre no Supremo Tribunal Federal (STF), em que é investigada sua participação em uma armação eleitoral para incriminar o ex-deputado Semy Ferraz (PT) por compra de votos em 2006. Desapareceram do processo escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal (PF) que seriam utilizadas contra Giroto e André Puccinelli Júnior, filho do governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), além de outras três pessoas denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF).
O fato foi alvo de reportagem da última edição da revista IstoÉ. A ministra do STF Carmem Lúcia pediu a cópia dos áudios e a apuração da responsabilidade do sumiço das provas. "Uma besteira desta não vai afetar de forma alguma minha candidatura. Isso aí é um absurdo. Mais uma vez plantam notícias de uma coisa que não existe. Isso é um absurdo, é desconsiderar a inteligência do Judiciário", disse. O deputado federal garante ter pedido que a PF entregasse as escutas originais para agilizar o processo.
"Foi meu advogado que pediu para que pudesse buscar a cópia original da fita da gravação para ter agilidade. Quem fica a cargo de marcar julgamento é o Supremo Tribunal, não sou eu", afirmou, acrescentando que os candidatos que agora lhe denunciam perderão a eleição. "A vida inteira nunca tive nenhuma preocupação. Em 14 anos, nunca tive nenhum problema. Vou ter com esse? Não. Quem montou este processo contra mim foi o PT. A denúncia caluniosa foi montada pelo ex-deputado Semy, mais uma do PT. Deixa, mais uma (denúncia de) que serei inocentado. Os que ficam só tentando agredir perdem", completou.
Em 2006, o carro de um assessor do até então deputad
Nenhum comentário:
Postar um comentário