Após um levantamento preliminar, obtive algumas informações importantes sobre o covarde que agrediu aquele senhor idoso no dia 29.
O nome completo do meliante é Luiz Felipe Monteiro Garcez, vulgarmente conhecido como Pato, estudante do curso de Produção Cultural do IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro) desde 2010. Tem 25 anos de idade, freqüenta o Diretório Estadual do PT no Rio de Janeiro e não trabalha.
Seu último emprego foi um cargo comissionado de Assistente Executivo de Projetos Especiais no município de Maricá (RJ), para o qual foi nomeado em 4 de março de 2010, pelo Prefeito Washington Luiz Cardoso Siqueira (PT), conhecido como Quaquá.
Desde abril de 2011 Quaquá está sendo investigado pelo Ministério Público em razão de fraudes no valor de R$ 15 milhões (Inquérito Civil n° 149/2011).
Bem, voltando ao agressor de idosos, Luiz Felipe Monteiro Garcez: a namoradinha dele chama-se Aline Gomes Teixeira e exerce a função de auxiliar administrativa na Emgepron desde 2008. Ambos têm uma filha nascida em agosto de 2009, sustentada com ajuda dos pais do criminoso (Luiz Carlos Garcez e Márcia Monteiro Garcez), que visivelmente falharam na educação do moleque. Alguns dados sobre o agressor revelam o típico perfil de jovem pseudo-intelectual fracassado.
Em 2008 residia em Nova Iguaçu (RJ), estudava para o vestibular, brincava de malabares e integrava a seção local do grupelho esquerdista Movimento Mudança, do qual fazia parte desde 2005. Também assinou, em 2008, a petição on-line contra o Projeto de Lei que tipificaria os chamados crimes virtuais ou cybercrimes (a petição alegava ser legítimo o uso do anonimato na Internet).
Em janeiro do ano seguinte passou a trabalhar como agente social da Prefeitura, função que exerceu até abril de 2010, quando finalmente conseguiu ingressar no IFRJ.
Talvez um dos motivos da dificuldade de Luiz Felipe Monteiro Garcez para passar logo no vestibular fosse sua incompetência gramatical, eis que em agosto de 2008 ele escreveu a seguinte pérola no seu blog: \"Fiz parte do movimento estudantil secundarista. Hoje porém por culpa dos estudos acabei me afastando dele. Porém pretendo me engajar no movimento estudantil universitário\". Além da falta de vírgulas, o trecho mostra como funciona a cabeça desses jovens retardados: eles lamentam quando precisam se afastar do movimento estudantil por \"culpa dos estudos\". Incrível, mas é isso mesmo: no Brasil os estudantes não gostam de estudar, gostam mesmo é de fazer militância política no Movimento Estudantil.
Bem, por enquanto é isso. Prosseguirei com a averiguação e voltarei em breve com informações sobre outros agressores presentes naquele episódio, cujos nomes já tenho em mãos.
Cordialmente, Eduardo Cruz
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