quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Alba quer impedir que CNT ocupe lugar da Líbia na ONU...esta conforme

Esta corja vai dar TRABALHO


Os países da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba) manifestaram à ONU sua rejeição ao fato de um "governo ilegítimo" no poder em Trípoli ocupar o assento da Líbia na próxima Assembleia Geral das Nações Unidas, em uma carta a seu presidente.
"O assento correspondente à Líbia nas Nações Unidas não deve ser ocupado por uma facção ou governo transitório ilegítimo imposto por uma intervenção externa", indica a carta assinada pelo embaixador permanente da Venezuela na ONU, Jorge Valero, e da qual a AFP obteve uma cópia, citando a posição expressa pelos chanceleres da Alba.
Na carta dirigida ao presidente da 66ª Assembleia Geral da ONU, o catariano Nasser Abdulaziz Al-Nasser, e que tem data de 13 de setembro, os países da Alba pediram um "debate profundo" sobre o tema no Comitê de Credenciais da reunião que se iniciará na semana que vem em Nova York.
O objetivo desse debate é "impedir a ocupação do assento líbio até que se estabeleça um governo legítimo, sem intervenção estrangeira, um governo que reflita o desejo livre e soberano do povo líbio", completa. Os países que integram a Alba são Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia, Nicarágua, Antígua e Barbuda, Dominica e São Vicente e Granadinas.
Diferentemente das potências ocidentais, países do bloco como Cuba, Equador, Nicarágua e Venezuela não reconhecem o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão de poder que os rebeldes estabeleceram na Líbia ante o regime de Muammar Kadafi, cujo paradeiro é atualmente desconhecido.

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