TEMOS QUE DIVULGAR - SOBRE ABORTO
Temos que divulgar. O aborto é um crime covarde e quem já assistiu a um filme que mostra o desespero do bebê sendo sugado do ventre da mãe é algo terrível. Eis o método usado pela nova ministra da Dilma, Elenora Minicutti, Ministério da Mulher, que já fez dois abortos e provocou milhares, mesmo sem ser médica, na Colombia como a própria afirma.
Estamos lutando contra legislação pró-vida no Congresso Nacional, governo brasileiro assegura à ONU
Matthew Cullinan Hoffman
14 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Num relatório que está apresentando a um comitê da ONU nesta semana na Suíça, o governo brasileiro lamenta que “O afastamento de posições conservadoras em relação ao papel de homens e mulheres em nossa sociedade está ocorrendo mais lentamente do que se desejaria”.
O relatório, que será apresentado ao Comitê para a Eliminação de Discriminações contra as Mulheres pela recém-nomeada ministra pró-aborto de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, também explicará a tentativa do governo de esmagar um projeto de lei que defende a vida chamado Estatuto do Nascituro, que proibiria o assassinato de crianças em gestação em todas as circunstâncias.
Eleonora Menicucci: na ONU para defender o aborto em nome do governo do Brasil
O Comitê para a Eliminação de Discriminações contra as Mulheres, que é conhecido por pressionar os países a legalizar o aborto, solicitou que o Brasil prestasse contas de “medidas específicas adotadas para lidar com o problema dos abortos inseguros”, ao que o governo responde em parte que realizou abortos em 60 mulheres que foram estupradas em 2010.
O conteúdo do relatório é visto como outro sinal de que a “oposição” da presidente brasileira Dilma Rousseff ao aborto, “oposição” que ela proclamou durante a eleição presidencial de 2010, não era séria.
Dilma, ex-membro de uma organização terrorista comunista que lutava para derrubar o governo do Brasil nas décadas de 1960 e 1970, tem um histórico de apoio à descriminalização do aborto antes de sua corrida presidencial.
Contudo, Dilma se viu forçada a assinar um documento de compromisso de não apresentar legislação abortista ou homossexualista durante seu mandato presidencial para elevar seus números cada vez mais baixos nas pesquisas eleitorais depois que evangélicos e católicos começaram a alertar seus fiéis sobre o histórico dela.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews
Ministra pró-aborto vai a ONU defender postura pró-aborto do governo de Dilma
Nova ministra das mulheres foi treinada para realizar abortos e fez aborto de dois de seus filhos
Dilma Rousseff atiça fogo na questão do aborto ao nomear ministra pró-aborto
Ministra do governo Dilma compara gravidez a doenças como dengue e HIV
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Posted by Julio Severo at 1:48 PM 0 comments Link para esta postagem
Labels: Dilma Rousseff, Eleonora Menicucci
Nova ministra das mulheres foi treinada para realizar abortos e fez aborto de dois de seus filhos
Nova ministra das mulheres foi treinada para realizar abortos e fez aborto de dois de seus filhos
Matthew Cullinan Hoffman
14 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Eleonora Menicucci, a nova ministra de Políticas para as Mulheres do Brasil, foi treinada na Colômbia para pessoalmente realizar abortos, de acordo com uma entrevista publicada ontem pelo colunista brasileiro Reinaldo Azevedo.
Eleonora Menicucci: abortos, terrorismo comunista, feminismo, lesbianismo e promiscuidade sexual
Falando acerca de seu passado como militante, Menicucci observa que em 1995 “eu integrei um grupo do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. E, nesse período, estive também pelo Coletivo fazendo um treinamento de aborto na Colômbia.”.
Indagada “Como é que era esse curso de aborto?” Menicucci responde: “Era nas Clínicas de Aborto. A gente aprendia a fazer aborto”. Ela acrescenta que o propósito era “autocapacitar” de modo que “pessoas não médicas podiam [fazer aborto]”.
Durante o curso da entrevista, Menicucci acrescenta que os abortos eram “abortos por sucção”, também conhecidos como abortos de “Aspiração Manual Intra-Uterina”.
O aborto provocado era ilegal na Colômbia em 1995, onde a maioria dos abortos continua a ser proibida hoje. Além de realizar abortos, Menicucci confessa que fez pelo menos um de seus dois abortos no Brasil, onde o procedimento é também ilegal em todos os casos, menos estupro.
A entrevista, que foi conduzida em 2004 e descoberta por Azevedo nos arquivos da Universidade Federal de Santa Catarina, revela muita coisa da cosmovisão da mulher que foi escolhida para administrar as políticas para as mulheres no Executivo do Brasil.
Menicucci diz que ela quis que um de seus bebês em gestação fosse abortado enquanto ela estava envolvida em luta armada contra o governo na década de 1970, porque a organização terrorista da qual ela fazia parte havia decidido que a gravidez não era compatível com as atividades dela como membro.
“Porque a minha avaliação era que eu tinha que fazer a luta armada… E um detalhe importante nessa trajetória é que, seis meses depois de essa minha filha ter nascido, eu fiquei grávida outra vez”, Menicucci diz à entrevistadora.
“Ai junto com a organização nós decidimos, a organização, nós, que eu deveria fazer aborto. Na situação ter mais de uma criança, né? Aí foi o segundo aborto que eu fiz”, diz ela.
Menicucci revela que ela era tão sexualmente promíscua que era “muito questionada” pela esquerda, e que a organização revolucionária da qual ela era membro, “por questões de segurança”, queria que ela “tivesse relações sexuais somente com os companheiros da minha organização”.
Menicucci também discute seu primeiro encontro lésbico — que ocorreu enquanto ela estava casada. Contudo, ela tranquiliza sua entrevistadora, não havia problema porque “ele era um cara muito libertário”.
Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, provocou polêmica no Brasil em dias recentes ao nomear Menicucci, que esteve encarcerada com Rousseff na década de 1970, quando elas foram presas por terrorismo. A postura descaradamente pró-aborto de Menicucci parece uma contradição à afirmação de Rousseff de que ela é pró-vida. Essa afirmação foi o elemento chave para sua vitória nas eleições presidenciais de 2010.
Menicucci está agendada para falar nesta semana na ONU, quando ela os tranquilizará de que o governo brasileiro está combatendo os projetos de lei pró-vida.
Tradução: www.juliosevero.com
Brazilian president stokes fire of abortion issue with new pro-abortion appointment
Fonte: LifeSiteNews
Evangélicos rompem com Carvalho e criticam ministra das mulheres
Evangélicos rompem com Carvalho e criticam ministra das mulheres
Simone Iglesias
Senadores, deputados e pastores evangélicos decidiram nesta terça-feira (14) não reconhecer mais o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) como interlocutor do governo com o segmento. Uma das atribuições da pasta de Carvalho é conversar com movimentos sindicais e segmentos religiosos.
O grupo pediu uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para avisá-la da decisão, mas o encontro ainda não foi agendado.
Durante palestra no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, mês passado, Carvalho disse que o Estado deve fazer uma disputa ideológica pela "nova classe média", que estaria sob hegemonia de setores conservadores.
"Lembro aqui, sem nenhum preconceito, o papel da hegemonia das igrejas evangélicas, das seitas pentecostais, que são a grande presença para esse público que está emergindo", disse.
O senador Magno Malta, porta-voz dos evangélicos e da Frente da Família no Congresso, disse que encaminhará a Dilma uma nota de repúdio.
Durante reunião entre senadores, deputados e pastores, houve também manifestação de repúdio ao ativismo da nova ministra de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, favorável ao aborto.
Foi distribuída carta-compromisso que Dilma assinou no segundo turno das eleições presidenciais, em 2010, se comprometendo a não enviar ao Congresso projetos pró-aborto.
Na mensagem aos evangélicos, a então candidata dizia ser "pessoalmente contra o aborto". Malta disse que o segmento não pode "desconfiar" da palavra de Dilma, mas afirmou que os evangélicos lamentam a escolha de Menicucci.
"Temos o documento assinado por ela dizendo que é contra o aborto. Então, chega a ministra que está indo a ONU com dinheiro público para defender aborto. Vamos construir um documento revelando nossa contrariedade e reiterando nossas posições contra o aborto e a resistência que nós faremos a isso", afirmou.
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse que o comportamento de Menicucci não é "compatível" com o cargo e que cabe a Dilma "enquadrá-la".
Cunha lembrou o compromisso assumido por Dilma na campanha eleitoral, de não mandar para o Congresso projetos que legalizem o aborto. Afirmou esperar que ela cumpra o que disse.
"Na eleição, o aborto foi um tema presente. Ela mesma assinou o documento, qual era a real posição dela do aborto. Desmistificamos que ela era favorável ao aborto. E conseguimos que os evangélicos que estavam contrários recuassem e uma parte passou a apoiá-la."
A reunião não tratou de eventuais ataques à candidatura de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo por causa do kit gay (material que seria distribuído em escolas para combater preconceito contra homossexuais) desenvolvido pelo Ministério da Educação na sua gestão. Mas Malta mandou recado. Disse que as posições das pessoas definem apoio ou ataque: "Se juntar católicos e evangélicos em São Paulo, Haddad não tem a menor chance".
Participaram do encontro representantes das igrejas Ministério da Fé, Sara Nossa Terra, Batista e Assembleia de Deus.
Fonte: Folha de S. Paulo
Divulgação: www.juliosevero.com
Falso profeta e filha na lama do PT
Magno Malta chama Gilberto Carvalho de “safado” por estratégia de confronto com evangélicos
Ministra pró-aborto vai a ONU defender postura pró-aborto do governo de Dilma
Reportagem do Estadão revela postura pró-aborto do governo de Dilma. Enquanto povo brasileiro está distraído com Carnaval, ministra de Dilma estará na ONU para tratar da preocupação do governo de Dilma com projetos que atrapalham o avanço da legalização do aborto no Brasil
Julio Severo
Enquanto a população do Brasil está distraída com o Carnaval, o jornal Estado de S. Paulo revela que “a nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, vai estrear a posição de governo sobre o aborto na Organização das Nações Unidas, em Genebra. Ela participa nesta semana de reunião do Comitê da ONU para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres. Em documento preparatório para o encontro, enviado semana passada pela antecessora, Iriny Lopes, o governo admite ser contra projetos como o Estatuto do Nascituro, que quer proibir o aborto inclusive nas situações atualmente permitidas pela lei”.
Eleonora Menicucci, a mulher ideal da ONU e do governo de Dilma: distante do conservadorismo, bissexual, terrorista comunista, pró-aborto
O Estadão diz: “Empossada na sexta-feira, Eleonora estará à frente de uma delegação formada por senadoras, deputadas e ativistas femininas que irá à Suíça passar por uma espécie de sabatina sobre a situação da mulher no Brasil e as políticas do governo para combater a discriminação de gênero. Na posse, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a ministra seguirá as diretrizes de governo — Eleonora é defensora histórica do direito ao aborto”.
A reportagem do Estadão consegue desnudar a repulsa do governo de Dilma aos projetos que procuram defender os bebês em gestações contra ameaças de assassinato. O Estadão diz: “No documento já enviado à ONU, a Secretaria de Políticas para as Mulheres diz acompanhar com atenção propostas em debate no Congresso que querem restringir o direito ao aborto no País. Além do Estatuto do Nascituro, são citados outros três projetos de lei análogos”.
Além disso, o artigo do Estadão mostra a preocupação da ONU com o Estatuto do Nascituro, que visa proteger os bebês em gestação, e a resposta determinada do governo de Dilma de deter e obstruir todas as leis contrárias ao assassinato de bebês em gestação. O Estadão revela: “O governo diz à ONU, em resposta a um questionamento feito pelo comitê em setembro, que monitora o trâmite do Estatuto do Nascituro e trabalha para que o projeto não chegue ao plenário da Câmara. ‘É fundamental que o projeto seja rejeitado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)’, diz o documento. O projeto também quer barrar pesquisas com células-tronco”.
O Estadão diz que o maior obstáculo à luta do governo de Dilma para avançar o aborto é a reação conservadora nas eleições: “A secretaria afirma no documento que barrar a aprovação do Estatuto do Nascituro é um ‘desafio’, dada a tendência ‘mais conservadora’ da atual formação do Congresso. O texto cita que o tema do aborto teve ‘ampla repercussão’ nas eleições presidenciais de 2010”.
No final, a matéria do Estadão diz que a ONU está preocupada com o fato de que a sociedade brasileira não está abandonando com rapidez posturas conservadoras sobre o papel dos homens e das mulheres: “Os questionamentos da ONU não se limitam ao aborto e atingem áreas como educação, salário e discriminação de gênero. Ao relatar ações para garantir maior participação política das mulheres, o governo alerta: ‘O afastamento de posições conservadoras em relação ao papel de homens e mulheres em nossa sociedade está ocorrendo mais lentamente do que se desejaria’”.
Na visão da ONU, a sociedade ideal estaria espelhada na própria vida da nova ministra da Dilma, Eleonora Menicucci. Com passado de terrorista comunista, já fez matou dois de seus filhos em gestação e hoje é ardorosa defensora do aborto. Além disso, sua opção sexual é fazer sexo com homens e mulheres. É uma feminista que, para regozijo da ONU, se afastou muito rápido de posturas conservadoras, se é que ela já teve essas posturas algum dia.
A ONU e o governo de Dilma só descansarão quando tiverem conseguido modelar as mulheres do Brasil na imagem e semelhança de Eleonora: assassinas dos próprios filhos, bissexuais, apaixonadas pelo socialismo e defensoras do assassinato de bebês em gestação.
Mesmo longe do Brasil, apelo para a bancada evangélica para que abandone o feriado de Carnaval para tratar desses assuntos urgentes. Se a ministra de Dilma pode perder seu feriado para ir a ONU defender a posição pró-aborto do governo de Dilma, por que a bancada evangélica não pode perder o feriado para defender a vida?
Além disso, apelo para que a bancada evangélica adote três posturas importantes e urgentes:
1. Exigir a imediata exoneração da ministra abortista.
2. Estabelecer oposição sistemática ao governo pró-aborto de Dilma, que mente para a população do Brasil sobre suas intenções assassinas.
3. Trabalhar para revogar todos os tratados da ONU que colocam em risco a vida, a família e a soberania do Brasil.
Apelo também para a população do Brasil, para que pressione a bancada evangélica e outros congressistas a adotar as três recomendações que apresento.
Envie este email a todos os seus amigos e a líderes que podem agir nessas questões.
O único modo de enfrentar um governo mentiroso e radicalmente pró-aborto é adotar posturas radicais a favor da vida e da família.
Dilma Rousseff atiça fogo na questão do aborto ao nomear ministra pró-aborto
Matthew Cullinan Hoffman
9 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Dilma Rousseff, presidente do Brasil, está provocando especulações sobre suas intenções depois de nomear uma nova ministra pró-aborto para representar as mulheres do Brasil, pouco mais de um ano depois de quase perder a eleição presidencial por causa da questão do aborto.
Eleonora Menicucci, adepta incondicional do PT e amiga de Dilma, esteve na mesma cela de prisão com a hoje presidente durante sua prisão sob o regime militar do Brasil na década de 1970, quando foram presas por seu envolvimento em atividades terroristas e revolucionárias como militantes socialistas.
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