Elza Fernandes, codinome de Elvira Cupello Calônio, nascida em Sorocaba, era namorada de Antonio Maciel Bonfim, o Miranda, líder do Partido Comunista Brasileiro (PCB) ao tempo da revolução comunista de 1935.
Diante do fracasso da rebelião e suspeitando que Elza, que tinha apenas 16 anos, tivesse traído o movimento, Luiz Carlos Prestes manda matá-la, o que ocorre em começos de 1936.
O assunto foi tabu no PCB, sendo objeto de livro, intitulado Elza, a garota, do jornalista Sérgio Rodrigues, publicado em 2009 pela editora Nova Fronteira. Segundo o autor do livro, em especial graças a depoimentos da ex-militante do PCB Sara Becker, que tinha a mesma idade que a moça, Elza ou Elvira era semi-analfabeta e não tinha noção do que era o partido ou a sua rebelião.
No dia 20 de fevereiro de 1936, ela foi estrangulada com um fio de varal, por um militante do partido.
Numa carta citada por Sérgio Rodrigues, Prestes ordenara, poucos dias antes, sua eliminação.
Virou filme!
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