quarta-feira, 13 de junho de 2012

O REGIME DA CERVEJA

O REGIME DA CERVEJA

Ralph J. Hofmann

Sempre soubemos que a cerveja engorda.

Lembro do clássico comentário da atriz Brigitte Bardot. Ao perguntarem se achava atraentes os brasileiros, Brigitte, que apenas conhecera o Rio de Janeiro e Búzios comentou. “Mas eles todos têm umas barriguinhas tão brochantes”.

Bem, isto foi numa época que os cariocas basicamente saiam da repartição pública, deixando um paletó na cadeira para mostrar sua presença ao serviço, e iam à praia praticar halterocopismo. Hoje boa parte prática vôlei de praia e futebol para poderem beber mais cerveja. Na época a barriga era um símbolo de prosperidade, cultivado para mostrar que o indivíduo era bom partido.

Agora a ciência colocou a cerveja no mesmo patamar do azeite de oliva, vinho e do abacate. Fazem mais bem do que mal se tomados em doses morigeradas (*).

Testes em ratos demonstraram que ratos superalimentados que tomaram cerveja não desenvolveram obesidade e melhoraram sua musculatura. Ratos superalimentados que não receberam cerveja ficaram obesos e desenvolveram mais facilmente o diabetes.

Consta que isto se deve ao uma vitamina contida na cerveja É a molécula nicotinamida ribosida (NR), que existe no leite, e aparentemente também na cerveja. O problema é que é uma molécula muito pequena, difícil de sintetizar.

Por isto recomendamos ao leitores: Sanduíches com ketchup para evitar problemas de próstata, saladas de abacate para as lipoproteínas de alta densidades, vinho para o resveratrol e cerveja, entre uma refeição e a outra.

Mas não se esqueçam de que a cerveja deve ser acompanhada de uma bela garçonete tirolesa.

(*) Morigerado – sóbrio, moderado.
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