quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cancer não e fatal: desgraçadamente. Chávez diz que está 'bastante recuperado' do câncer

O gorila comunista ditador venezuelano Hugo Chávez garantiu nesta quarta-feira que está "bastante recuperado" do câncer descoberto há pouco mais de um mês, e anunciou que em breve será submetido a novas sessões de quimioterapia.
Embaixadores da Líbia vinculados a Muammar Kadafi que estavam a serviço na Grã-Bretanha foram expulsos do país nessa quarta-feira (27) pelo governo britânico. A medida foi tomada para efetivar a decisão tomada em Istambul, no dia 15 de julho, quando decidiram reconhecer o (CNT), formado por rebeldes da oposição à Kadafi, como único órgão governista na Líbia. Essa foi uma medida para incentivar a transição do governo líbio para a democracia.

Além de exigir que os embaixadores de Kadafi saiam do país, o governo britânico convidou o CNT a escolher um novo embaixador que fique posicionado em Londres. Atualmente, a embaixada da Líbia conta com 8 servidores e foram concedidos três dias para que se retirem da Grã-Bretanha. A reunião realizada no dia 15 de julho contou com 30 nações que concordaram em reconhecer o CNT como o novo governo líbio.

De acordo com um porta-voz do governo britânico, “o encarregado de negócios líbio foi convocado pelo Ministério das Relações Exteriores, que o comunicou de que ele e outros diplomatas da Líbia eram alvo de uma notificação de expulsão.” Além disso, o ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, afirmou que “nós estamos convidando o Conselho Transicional Nacional a nomear um novo enviado diplomático líbio para assumir a embaixada da Líbia em Londres.”

Os rebeldes da Líbia começaram as manifestações em fevereiro para tentarem tirar o ditador Kadafi do poder. Porém, o líder se recusa a renunciar do cargo. A comunidade internacional começou a pressionar pela renúncia do ditador, mas o seu destino após deixar o governo fica sob tutela da Líbia.

MUITO ALÉM DOS QUARTÉIS

Revista Veja-Rio destaca as pesquisas realizadas pelas Forças Armadas
Fonte: CCSM.

Capital militar do país, o Rio exibe um surpreendente conjunto de centros de pesquisa ligados à Marinha, ao Exército e à Aeronáutica

A sala gélida, totalmente revestida de placas de espuma verde, lembra um filme de ficção científica. Absolutamente silenciosa, tem dispositivos de alta sensibilidade que identificam o menor sinal de fumaça e calor. Uma simples fagulha provoca a liberação de um gás inibidor de chamas idêntico ao utilizado nos principais centros de tecnologia do mundo — uma pequena ampola da substância, chamada FM 200, custa 10 000 dólares. Para chegar até a sala, é preciso atravessar um galpão de acesso restrito, ser identificado por diversas câmeras de vigilância e passar por uma porta blindada de aço pela qual poucas pessoas, quase todas Ph.Ds., têm trânsito livre. O espaço descrito acima, chamado de câmara anecoica, fica no Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM), na Ilha do Governador.

Lá são realizados testes de precisão das antenas receptoras de sinais eletromagnéticos, usadas nos navios para identificar radares. A instalação é tão avançada que, para fazer uma parecida em sua sede, nos Estados Unidos, a fabricante de computadores Apple gastou 100 milhões de dólares. "Os principais sistemas de radares de nossa frota são regulados aqui nesta sala", explica o Contra-Almirante Maurillo Euclides Ferreira da Silva, diretor do IPqM. Além de realizarem provas de antenas, os 416 cientistas do instituto se dedicam a desenvolver sistemas para controle e monitoração de embarcações, guerra eletrônica e armamentos.

Centro político do país durante dois séculos, período em que foi capital da colônia, do Império e da República, o Rio de Janeiro tem uma forte tradição militar entranhada em seu passado. Com um efetivo estimado em 330 000 homens e mulheres em todo o país, aproximadamente 80 000 membros das Forças Armadas batem continência aqui. Apenas a Marinha mantém quase 70% de seu contingente em bases fluminenses.

Ao lado dos quartéis, a cidade concentra importantes polos de tecnologia e ensino, como o IPqM, o Instituto de Medicina Aeroespacial (IMAE), mantido pela Aeronáutica, e o Instituto Militar de Engenharia (IME), do Exército. Tal presença evidencia uma vocação rara em comparação a outras cidades brasileiras, papel que será reforçado a partir do próximo dia 16, quando a cidade sediará os Jogos Mundiais Militares e receberá 6000 atletas vindos de 112 países. Diz o almirante de esquadra Julio Saboya, secretário do Ministério da Defesa: "A opção pelo Rio para sediar as competições era óbvia. É um lugar estratégico por sempre ter sido um centro de formação de grandes oficiais".

Esses surpreendentes e pouco conhecidos núcleos de alta performance, instalados em solo carioca, são tão diversos entre si quanto as três Armas que os mantêm. O IPqM, para começar, cultiva o sigilo absoluto em relação aos estudos que conduz. Os computadores de seus laboratórios não estão conectados em rede para dificultar o vazamento de arquivos. Os pesquisadores são obrigados a assinar um contrato de confidencialidade e trabalham, nas salas mais restritas, sob a vigilância de câmeras. Mas a forma mais radical de controle das informações se dá da seguinte maneira: ninguém, nem mesmo o comandante de cada unidade, tem domínio de todas as etapas dos projetos em andamento. É o que se chama de conhecimento compartimentado. "Cada especialista controla uma área, e existem senhas específicas para os diferentes tipos de arquivo", explica o Capitão-de-Fragata Guilherme Sineiro, chefe do setor de sistemas digitais. Há um motivo. A tecnologia produzida ali é resultado de altos investimentos e tem grande valor estratégico. Um caso notório é o Sistema de Controle e Monitoração (SCM), já em operação em navios da frota de guerra nacional. Trata-se de uma espécie de cérebro das embarcações, capaz de identificar e corrigir as falhas mais imperceptíveis. Seu custo de desenvolvimento atingiu a cifra dos 5 milhões de reais. Se fosse comprado no exterior, um aparelho semelhante poderia sair por um valor cinco vezes maior.

Extremamente rigorosos na instalação da Marinha, a vigilância e o controle são um pouco menos rígidos em centros como o Instituto de Medicina Aeroespacial, da Aeronáutica. Isso não significa que o ambiente seja, digamos, descontraído. Na base, localizada no Campo dos Afonsos, treinam todos os pilotos militares do país, incluindo os da Marinha e do Exército. Por ano, são preparados cerca de 1500 aviadores, entre eles 150 estrangeiros. O IMAE é o maior núcleo de estudos sobre o impacto que as condições adversas do voo têm sobre a saúde humana. Em câmaras que simulam o ambiente de uma aeronave, chamadas de hipobáricas, os alunos experimentam os efeitos da hipóxia (baixo teor de oxigênio). Em meio ao teste, eles devem responder a questionários com perguntas banais. Quando alguém não consegue lembrar mais o nome da própria mãe, por exemplo, é hora de interromper o exercício. "Os pilotos precisam se preparar para agir rapidamente em casos assim, pois nesse momento estão prestes a perder a consciência", diz o Coronel Eduardo Camerini, diretor do Imae. Ali também se investigam os acidentes aéreos do país, com base na análise dos corpos das vítimas. Na tragédia do voo 447 da Air France, em 2009, o Coronel Camerini foi ao Recife acompanhar as autópsias dos corpos recolhidos no Oceano Atlântico. Três anos antes, no choque entre o jato Legacy e o avião da Gol, já havia sido o primeiro a constatar que o Boeing se desintegrara no ar. "Percebi isso ao ver que os corpos dos passageiros estavam nus. As roupas se soltaram durante a queda livre", afirma.

Não é de hoje que os militares desempenham um papel de destaque no avanço científico. Tecnologias nascidas no sigilo da caserna beneficiam toda a sociedade. A comida enlatada e o café solúvel surgiram da necessidade de os soldados se alimentarem no front na primeira metade do século XX. A propulsão a jato, o uso de radares, o domínio da energia nuclear e as primeiras gerações de antibióticos e anti-inflamatórios são consequências diretas da II Guerra Mundial. Com a mesma desenvoltura com que atuam em conflitos, engenheiros fardados costumam trabalhar igualmente em obras civis. É o caso do U.S. Army Corps of Engineers, uma das unidades do Exército americano. A frenética atividade na ocupação do Iraque nos últimos anos não impediu que o grupo fosse designado para obras domésticas de emergência, como a reconstrução dos diques rompidos pelo furacão Katrina na cidade de Nova Orleans, em 2005. Por aqui, segue-se a mesma cartilha, com engenheiros do Exército dando expediente tanto na missão de paz em meio à devastação do Haiti quanto no projeto de transposição do Rio São Francisco. No caso brasileiro, eles saíram do prestigiado Instituto Militar de Engenharia (IME).

Na imensa maioria das universidades brasileiras, os alunos frequentam as aulas sem se preocupar com o comprimento dos cabelos, se usam bermudas ou jeans, tênis ou chinelos — afinal, certa dose de rebeldia, ao menos na aparência, é normal na vida acadêmica. Nas escolas militares, e particularmente no IME, as coisas não funcionam assim. Sediado em um prédio sisudo na Praia Vermelha, o instituto cultiva um regime rigoroso. Os estudantes envergam o uniforme completo da corporação, sempre impecável. Não existem as salas dos centros acadêmicos nem bares barulhentos para a farra do pós-aula. A disciplina é, mais do que conduta, indissociável do ensino. Regularmente, os alunos participam de acampamentos militares que duram uma semana e envolvem missões relacionadas à especialidade que estudam. O quase insignificante índice de evasão — menos de 5% — mostra que a linha dura é aceita, até porque eles não têm alternativa. Mas há compensações no horizonte. "Quando saí do IME, pude escolher o emprego que eu queria", diz Lucas Bittencourt, 25 anos, diretor do site de compras coletivas Peixe Urbano.

Herdeiro de uma história que remonta a 1792, o IME é descendente direto da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, a primeira escola de engenharia das Américas. Após diversas mudanças de nome e endereço, assumiu o formato atual em 1959. Com mais de 100 engenheiros formados por ano, sem contar os 300 alunos que cursam mestrado e doutorado, o instituto investe firme em pesquisa. Nos últimos dois anos, patenteou treze projetos. Um deles, liderado pelo Tenente-Coronel Alaelson Gomes, é revolucionário: uma forma de blindagem, mais leve e barata, que utiliza blocos convexos de cerâmica e é capaz de suportar tiros de munição antiaérea. "Aqui dentro há uma cultura fortíssima de inovação", orgulha-se ele. Em meio a pequenos blocos do material que criou, Gomes é apenas um exemplo do conhecimento que avança para além dos muros dos fortes e quartéis.

Sobre um MITO...GENERAL EMÍLIO GARRASTAZU MÉDICI - lembrando




“Seria rematada loucura continuarem as forças democráticas desunidas e inoperantes, enquanto os inimigos do regime vão, paulatinamente, fazendo ruir tudo aquilo que os impede de atingir o poder. Como dissemos muitas vezes, a democracia não deve ser um regime suicida, que dê a seus adversários o direito de trucidá-la, para não incorrer no risco de ferir uma legalidade que seus adversários são os primeiros a desrespeitar”. (O Globo, 31 de março de 1964)


GENERAL EMÍLIO GARRASTAZU MÉDICI

Médici nasceu na cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul, no dia 04 de dezembro de 1905. Ingressou, em 1918, no Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA), onde permaneceu até 1922 e, em abril de 1924, matriculou-se na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, sendo declarado aspirante a oficial da arma de Cavalaria em janeiro de 1927. Em 1957, como coronel, foi Chefe do Estado-Maior da 3° Região Militar, com sede em Porto Alegre, comandada pelo general Arthur da Costa e Silva. Promovido a General de Brigada, em 1961, foi nomeado comandante da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende - RJ e, em 1964, ainda como comandante da AMAN, apoiou a Revolução de 1964. Foi delegado brasileiro na Junta Internacional de Defesa Brasil - Estados Unidos, em Washington. Em 1967, sucedeu Golbery do Couto e Silva na chefia do Serviço Nacional de Informações (SNI) e, em 1969, assumiu o comando do então III Exército, atual Comando Militar do Sul (CMS), em Porto Alegre. Após a morte de Costa e Silva foi eleito presidente, pelo Congresso Nacional, em 25 de outubro de 1969, com 239 votos a favor e 76 abstenções.


- Depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva

Ronaldo Costa Couto, em 03/04/1997, publicado no livro Memória “Viva do Regime Militar. Brasil: 1964-1985 - Editora Record 1999”.

“(...) o regime militar impulsionou a economia do Brasil de forma extraordinária. (...) Se houvesse eleições, o Médici ganhava. E foi no auge da repressão política mesmo, o que a gente chama de período mais duro do regime militar. A popularidade do Médici no meio da classe trabalhadora era muito grande. Ora, por quê? Porque era uma época de pleno emprego. Era um tempo em que a gente trocava de emprego na hora que a gente queria. Tinha empresa que colocava perua para roubar empregado de outra empresa (...)”

- Crônica de Nelson Rodrigues

“É preciso não esquecer o que houve nas ruas de São Paulo e dentro do Morumbi. No Estádio Mário Filho, ex-Maracanã, vaia-se até minuto de silêncio e, como dizia o outro, vaia-se até mulher nua. Vi o Morumbi lotado, aplaudindo o Presidente Garrastazu. Antes do jogo e depois do jogo, o aplauso das ruas. Eu queria ouvir um assobio, sentir um foco de vaia. Só palmas. E eu me perguntava: ‘E as vaias? Onde estão as vaias? ’ Estavam espantosamente mudas”.

- Coronel Paulo Ricardo da Rocha Paiva

A facção que levou a pior nos anos 60 e 70, ao que parece, quer enxovalhar o nome de chefes militares que lideraram uma contra-revolução que impediu a “cubanização” da Pátria, alguns venerados pela Instituição Exército Brasileiro como verdadeiros ícones da Força Terrestre, seja pela imagem de suas vidas inteiramente dedicadas à profissão, seja pelos exemplos de probidade e de capacidade empreendedora evidenciados ao assumirem a suprema magistratura do País. Que a nação não olvide: Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula, nenhum deles governou com o PIB crescendo a 10% ao ano. Naquele tempo, é de pasmar, senadores e deputados tinham mais respeito por si mesmos. Termos e expressões do tipo “anões do orçamento”, “mensaleiros”, “aloprados” e ”distribuidores de panetone” não faziam parte do imaginário do cidadão comum.

Eis que remanescentes de um peleguismo démodé, tal qual carpideiras de Che Guevara capitaneadas pela Ministra da Casa Civil, se arvoram como paladinos dos direitos humanos e se colocam acima do bem e do mal para ditar regras e cercear o direito que tem o povo de eleger as personalidades que devem nomear os locais por onde passa.

Mas que não se enganem os pássaros avoengos que dilaceram as feridas da nossa pobre “Pátria mãe gentil”. Eles vão ter que engolir: -“nossa Academia Militar, no final de 2010, vai declarar os aspirantes-a-oficial da Turma General Emílio Garrastazzu Médici”! Durma-se com um barulho desses. Dilma Roussef, Paulo Vannuchi, Franklin Martins, quero ver quem vai proibir esta denominação escolhida por aclamação pelos cadetes das Agulhas Negras!

- Elio Gaspari

Quando Lula defendeu o filho, que recebeu R$ 5 milhões da Telemar para tocar sua empresa, o jornalista Elio Gaspari, do Jornal O Globo, um dos maiores críticos dos governos militares, publicou a seguinte história:

“Em 1965, o marechal Castelo Branco leu no jornal que um de seus irmãos, funcionário da Receita Federal, ganhara em cerimônia pública um automóvel Aero Willys! Era o agradecimento de sua classe pela ajuda que dera na elaboração de uma lei que organizava a carreira. Paulo Castelo Branco, filho do presidente, costumava contar que o marechal telefonou para o irmão, dizendo-lhe que deveria devolver o carro. Ele argumentou que se cada fiscal da Receita tivesse presenteado uma gravata, o valor seria muito maior.

Castelo interrompeu-o:

- Você não entendeu. Afastado do cargo você já está! Estamos decidindo agora se você vai preso ou não”.

Referindo-se ao presidente Médici, em seu livro “A Ditadura Escancarada”, na página 133, escreve:

“Passou pela vida pública com escrupulosa honorabilidade pessoal. Da Presidência tirou o salário de Cr$ 3.439,98 líquidos por mês (equivalente a 724 dólares) e nada mais. Adiou um aumento da carne para vender na baixa os bois de sua estância e desviou o traçado de uma estrada para que ela não lhe valorizasse as terras. Sua mulher decorou a granja oficial do Riacho Fundo com móveis usados recolhidos nos depósitos do funcionalismo de Brasília".


É...OS TEMPOS MUDAM!

O BAÚ DA VERDADE...Conheça

A mentira, travestida de verdade, sempre foi a maior arma da esquerda. Ela foi usada para se apossar do poder na Rússia, aproveitando-se do caos vivenciado por aquela Nação no início do século XX; em 1935, foi a mola mestra das covardes ações perpetradas pelos comunistas seguidores de Luis Carlos Prestes; em 1959, como pretexto de derrubar uma corrompida ditadura, desceu de Sierra Maestra com os fanáticos de Fidel Castro; e, no Brasil, impregnou a mente de muitos jovens nos anos sessenta e setenta do século passado.

A juventude, pelo desabrochar do idealismo e pelo viço natural aos verdes anos da existência do ser humano, constitui-se em alvo importante dos esforços da propaganda de facções políticas, que procuram moldar a consciência do indivíduo em formação, quaisquer que sejam as conotações ideológicas, de forma a assegurar-se do controle ou, pelo menos, da simpatia do futuro cidadão para as suas intenções de tomada ou de manutenção do poder político.

Em nosso País isso é bem nítido e atual, pela cuidadosa e diligente massificação da esquerda, que bombardeia a juventude de todas as maneiras, particularmente nas escolas, invertendo valores e distorcendo fatos, de modo a reescrever a História segundo a sua ótica revanchista.

Com vistas a combater tal trabalho de perversão política e corruptor da verdade histórica, o Grupo TERNUMA faz questão de colaborar com a Comissão da Verdade, abrindo o BAÚ DA VERDADE, com o propósito de apresentar a vertente da realidade que é criminosamente negada ao jovem e à Nação brasileira.

Os defensores da Comissão da Verdade falam em abrir arquivos e que querem “a verdade sobre os crimes cometidos pelos agentes do Estado. O que aconteceu com os dissidentes estamos cansados de saber”.

Cansados de saber? Quem? Se a história foi toda reescrita pela falaciosa propaganda desenvolvida pela esquerda brasileira, que de maneira messiânica, seguindo os padrões de Antônio Gramsci, colocou os “bandidos” no lugar dos “mocinhos”.

Nosso propósito é mostrar a chave do empoeirado baú que a esquerda teima em não querer que seja aberto. Mostraremos fatos que, por serem a expressão da verdade, contrapõem-se à visão esquerdopata do que eles entendem por "abertura do submundo da ditadura”, pois são os primeiros a querer mantê-los fechados. E por que? A razão é simples, dentro da “canastra comunista” está escondido o dragão da mentira, a quimera da falsidade e a medusa da covardia.

Vasculhemos, portanto, os porões do PCB de Prestes, dos aparelhos terroristas da ALN , dos tapiris dos Destacamentos do PCdoB no Araguaia e dos elegantes escritórios dos neoterroristas.

Abra-se o BAÚ DA VERDADE!

OS NORTE-AMERICANOS NÃO TRAMARAM A CONTRA-REVOLUÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 1964.

O INÍCIO DA LUTA ARMADA

OS INCRÍVEIS EXÉRCITOS DE BRIZOLEONI

UNE: organização-pelego, de Getúlio a Lula

PARA SEU CONHECIMENTO

A GUERRILHA DO ARAGUAIA

A REVELAÇÃO DAS MEMÓRIAS

A VERDADE DO GENERAL

ALGUMAS ORGANIZAÇÕES SUBVERSIVAS DO PERÍODO MILITAR



http://www.ternuma.com.br/ternuma/index.php?open=20&data=186&tipo=2

A indolência comunista

Seguem os comentários muito apropriados de Gilberto Simões no Pontocritico.com - 27.07.2011 sobre a falência e destruição de um povo causado pelo comunismo e reconhecido em parte por um dirigente comunista cubano. Que essa lição abra os olhos de brasileiros.

Abandono

Há quem ainda se empolgue com comunismo, por incrível que pareça. Mesmo sabendo que não são poucos os países que, afetados pelo sistema, simplesmente resolveram abandonar o caminho do atraso para se render ao capitalismo.

Exemplos claros

A China, pelo seu tamanho, repercussão e importância, já deixou isto bem claro ao se decidir pela economia de mercado. E não demorou muito para que vários países europeus, que viviam sob o comunismo da URSS, abrissem, de uma vez por toda, suas economias para a iniciativa privada.

Cuba e as reformas

Com enorme atraso, a Ilha de Cuba também já está às voltas com reformas que visam tirar o país dos irmãos Castro da miséria absoluta que só o comunismo patrocina.

A tarefa, no entanto, não está sendo nada fácil, como confessa José Ramón Machado, que ocupa o cargo logo abaixo de Raul Castro, se é que isto existe em Cuba.

Problemas enfrentados

Pois, ontem, José Ramon relatou, de forma muito consciente, os problemas que mais dificultam o andamento das reformas propostas por Raul Castro: BUROCRACIA, INÉRCIA, INDOLÊNCIA E PRECONCEITO contra o trabalho PRIVADO. Que tal? Demorou, não?

Cultura perversa

Como se vê este lado cultural, perverso, que foi injetado de forma brutal na cabeça ingênua do povo cubano ao longo desses 50 anos da revolução comunista, acabou por se tornar o inimigo número um de um necessário sucesso empresarial individual da Ilha.

Todos iguais

O povo cubano recebeu 50 anos de educação estúpida. Uma geração inteira aprendeu que só pode haver um empregador e um empreendedor: o governo. Para tanto criminalizaram o mérito e estimularam a ineficiência. Ou seja, tanto faz ser bom quanto ser ruim. Todos são iguais, não?

Falta o principal

O dirigente comunista foi ainda mais incisivo quando disse que é preciso lutar contra a indisciplina trabalhista, a falta de controle dos recursos, as atitudes burocráticas, a indolência e o esquematismo. Maravilha, não?

O curioso é que ele próprio se contradiz quando afirma que isto nada tem a ver com o socialismo. Tem sim, e muito, gente.

Raúl Castro já promoveu cerca de 300 reformas, que incluem uma abertura para os pequenos negócios privados e o investimento estrangeiro, autonomia empresarial e a eliminação de subsídios para tornar mais eficiente o esgotado modelo centralizado.

Isto basta? Absolutamente, NÃO. Falta o principal: a vontade do povo para o trabalho. Isto foi perdido com o tempo, graças à estupidez dos irmãos Castro e do assassino Che Guevara.

Atenção - Os povos que melhoraram de vida trocaram o comunismo pelo capitalismo. Os que pioraram foram aqueles que saíram do capitalismo (como o Brasil pretende) para seguir o triste caminho do comunismo. Isto não basta?

Fonte: Pontocritico.com - 27.07.2011

http://www.paznocampo.org.br

Assessor do ministro dos Transportes é exonerado

O “Diário Oficial” da União publica na edição de ontem a demissão do assessor especial do ministro dos Transportes Wilson Wolter Filho. A exoneração foi assinada pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman.

De acordo com a publicação, a exoneração foi “a pedido” de Wolter Filho.

Ao todo, já somam 18 as demissões por causa das denúncias de superfaturamento e pagamento de propina envolvendo o ministério, a Valec e o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes), incluindo o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR-AM).

PR: Presidente da Assembleia Legislativa é ameaçado de morte

Valdir Rossoni, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), registrou Boletim de Ocorrência na 3ª DP de Curitiba alegando estar sofrendo ameaças de morte. A afirmação foi confirmada pelo coronel Arildo, do gabinete militar da Casa, que aconselhou Rossoni a fazer o documento.

De acordo com Arildo, o presidente recebe ameaças desde que assumiu seu cargo, mas só resolveu tomar providências legais ao receber uma carta com teor mais agressivo, chamando-o de pistoleiro.

"Registramos isso na delegacia para fazer um histórico do que está acontecendo, para posteriormente ter um histórico dos fatos", disse ao "G1" o coronel.

Em junho deste ano o carro de Rossoni foi atingido por um tiro próximo à cidade de Bituruna, mas não havia ninguém lá dentro.

A diretoria de comunicação da Assembleia informou que o presidente não se sente intimidado, está viajando e não falará sobre o assunto

Conteúdo da carta
O último texto enviado a Rossoni mencionava a medida de cortes das aposentadorias irregulares, anunciada em junho. O coronel disse que o autor da carta reclama de ter que voltar a trabalhar para manter a família. "Ele fala a respeito do futuro das crianças, que tinham o futuro garantido, e agora é incerto", relatou. O endereço do remetente era uma creche municipal, na Cidade Industrial de Curitiba.

"Mototrombadinhas" e-mail da Lilica

Um quadrilátero de ruas na região de Pinheiros, zona oeste de SP, virou alvo dos "mototrombadinhas", ladrões que usam motos para invadir calçadas e roubar transeuntes, principalmente mulheres. A informação é da reportagem de André Caramante publicada na edição desta terça-feira da Folha.
A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
De acordo com o texto, o quadrilátero é formado por vias que ficam entre as ruas Henrique Schaumann, dos Pinheiros, Teodoro Sampaio e Mourato Coelho.
O ataque é sempre feito por um só motoqueiro. Isso porque a polícia para mais as motos com dois passageiros. Para evitar identificação, os ladrões normalmente usam capacete e adulteram a placa da moto com fita preta.
Para a polícia, os roubos registrados neste ano na área de Pinheiros representam um número alto, mas totalmente aceitáveis por conta das características da região. Além de Pinheiros, há casos, mais esparsos, em outros bairros.

Hosni Mubarak está “deprimido” e recusa-se a comer

O ex-Presidente Hosni Mubarak está fraco, deprimido e recusa-se a ingerir alimentos sólidos, avançou a agência noticiosa oficial do país citando o médico que está a acompanhar o estado de saúde do ex-ditador.

Mubarak deverá comparecer em tribunal dentro de uma semana, acusado de corrupção e de ter mandado matar manifestantes durante os protestos da Praça Tahrir em que perto de 850 pessoas perderam a vida.

O chefe do hospital onde Mubarak está detido em Sharm al-Sheikh informou que o ex-Presidente do Egipto - cujo regime foi derrubado em Fevereiro último após vários dias de protestos no Cairo - está deprimido, perdeu peso e não está a comer o suficiente para a sua sobrevivência, indicou a agência MENA.

Os seus opositores políticos têm dúvidas acerca destes relatos. Os críticos sugerem que Mubarak está a tentar, desta forma, evitar comparecer em tribunal. Acreditam que as autoridades estão apenas a tentar arranjar uma maneira de adiarem o início do julgamento do ex-ditador.

Radicalismo islamico: Taleban reivindica assassinato de prefeito afegão

Taleban reivindica assassinato de prefeito afegão
O grupo islâmico radical Taleban reivindicou nesta quarta-feira o ataque suicida que matou o prefeito de Candahar, maior cidade do sul do Afeganistão e histórico reduto dos insurgentes.

O assassinato ocorre apenas 15 dias depois da morte do irmão do presidente afegão, Ahmed Wali Karzai, uma figura de grande poder em Candahar.

"O prefeito Ghulam Haidar Hameedi morreu em um atentado suicida realizado por um de nossos fedayines [combatente preparado para se imolar] em Candahar", disse o porta-voz taleban Qari Yosuf Ahmadi, que qualificou o prefeito como um "objetivo militar de grande interesse".

O porta-voz do governador provincial, Zalmai Ayubi, disse que o terrorista detonou a carga explosiva que levava enquanto Hamidi estava reunido com algumas famílias.

"Parece que o agressor carregava a bomba no turbante", disse Ayoubi. A explosão deixou ainda um civil ferido.

Hamidi discutia sobre a demolição das casas das famílias. De acordo com as testemunhas, Hameedi havia ordenado a demolição afirmando que elas haviam sido construídas ilegalmente em terrenos que não pertenciam aos moradores. Um pai, que estava presente no encontro, disse que seus dois filhos morreram na demolição.

Nascido em 1947, Hameedi viveu durante muitos anos nos Estados Unidos e voltou ao Afeganistão em 2006. O presidente Hamid Karzai, de quem era muito próximo, o nomeou então para a Prefeitura de Kandahar.

VIOLÊNCIA

Candahar é considerada o berço e centro espiritual do movimento insurgente taleban e é cenário de frequentes atentados e de outros incidentes violentos.

Embora tenha presença em todo o território, os insurgentes são especialmente ativos na região sudeste do país, onde predomina a etnia pashtun, a dos talebans.

Hameedi é a segunda autoridade local morta em duas semanas na região.

Em 12 de julho, Ahmed Wali Karzai, irmão do presidente Hamid Karzai, for morto a tiros por um de seus guarda-costas. O Talaben reivindicou a ação.

Em 15 de abril, o chefe da polícia local, Jan Mohamed Mujahid, foi assassinado por um dos seus guarda-costas, que detonou bombas presas ao seu próprio corpo dentro do quartel-general da polícia.

Meses antes, em 29 de janeiro, um homem-bomba em uma moto matou o governador da província, Abdul Latif Ashna.

O próprio Hameedi já havia escapado em março de 2009 da explosão de uma bomba quando passava de carro por uma rua em Candahar.

Seu vice, Noor Ahmad Nazari, foi morto a tiros em outubro de 2010, assim como Azizulah Ziarmal, seu antecessor, seis meses antes.

Grã-Bretanha expulsa diplomatas da Líbia e reconhece rebeldes


A Grã-Bretanha expulsou nesta quarta-feira todos os diplomatas líbios ligados ao regime de Muamar Kadafi, reconhecendo oficialmente o Conselho Nacional de Transição (CNT), principal grupo de oposição da Líbia, como único governo legítimo do país.

Com isso, o governo britânico põe em prática uma decisão tomada durante uma reunião em Istambul em 15 de julho, na qual mais de 30 nações reconheceram o CNT como governo legítimo da Líbia.

A Grã-Bretanha também vai "descongelar" cerca de US$ 150 milhões de ativos da Líbia ligados ao petróleo para ajudar o CNT, que passa a ser a "única autoridade governamental" do país.
O grupo rebelde foi convidado a enviar um embaixador a Londres. Segundo Hague, a Grã-Bretanha se relacionará com o CNT "da mesma forma que se relaciona com outros governos em todo o mundo".

Os oito funcionários da embaixada líbia têm três dias para deixar o Reino Unido.

Desde fevereiro os rebeldes tentam tirar Kadafi do poder, mas a situação ainda é de impasse. Com o apoio de ataques aéreos da Otan, a oposição controla a maior parte do leste da Líbia e alguns locais do oeste. Kadafi ainda controla áreas importantes como a capital, Trípoli.

Nesta quarta-feira, Hague negou que a situação na Líbia esteja se tornando um beco sem saída. "Vamos encontrar o sucesso, não importa quanto tempo leve", afirmou. "O tempo não está ao lado do regime de Kadafi."

A Grã-Bretanha é um dos principais integrantes da ação da Otan na Líbia e seu governo vem sofrendo pressão por causa do fracasso em tirar o líder líbio do poder. Nesta semana, pela primeira vez Hague afirmou que Kadafi poderia permanecer no país, desde que deixasse o cargo. França e Estados Unidos fizeram declarações similares.

"Kadafi terá de abandonar o poder e todas as responsabilidades civis e militares. Mas o que acontecerá com ele é uma questão para os líbios", disse Hague.

Kassab é criticado por frase polêmica no Twitter

Uma mensagem enviada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (sem partido), no Twitter deixou usuários do microblog indignados e provocou uma enxurrada de críticas e respostas em repúdio a ele. "O astral dos moradores de rua está muito bom, acho que é porque o frio deu uma trégua hoje," escreveu anteontem à noite no perfil @gilbertokassab_.

Incrédulos, usuários do Twitter de todo o País comentavam a frase ontem. Eles classificaram a mensagem como inoportuna e cogitavam que o perfil de Kassab fosse falso. Outros chegaram até a insultá-lo e usaram bordões para ironizar o prefeito. "@gilbertokassab_ por que no te callás (sic)?", perguntou o professor de Direito no Rio Fabrizio Rubinstein.

Kassab confirmou que as mensagens são de "total autoria intelectual" dele e amenizou a reação contra a twittada: "O Twitter tem essa guerrinha política também. Mas vejo com a maior humildade qualquer manifestação. Ela dá visibilidade ao excelente trabalho em relação aos albergues na cidade de São Paulo."

O prefeito visitava moradores de rua no albergue Arsenal da Esperança, na Mooca, zona leste, quando postou a frase polêmica. Kassab também pôs na internet fotos em que aparece sorrindo e cumprimentando os abrigados para pernoite na casa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Jobim diz que votou em Serra

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que em 2010 optou pelo candidato José Serra na disputa presidencial. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira.

De acordo com o político, em sua avaliação, se o tucano tivesse derrotado a petista Dilma Rousseff, o governo "seria a mesma coisa" no manejo das recentes crises políticas, como a do combate à corrupção no Ministério dos Transportes.

Segundo Jobim, a presidente Dilma sabe da escolha eleitoral do ministro, que explicou que sua relação com ela não mudou exatamente por ele não ter escondido a opção. De acordo com ele, no entanto, “não se toca no assunto" depois da eleição.

Pagot afirma que precisa "pagar contas" e vai ignorar "quarentena"

Exonerado, ex-diretor do Dnit diz avaliar convites de empresas


O ex-diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Luiz Antonio Pagot, afirmou ontem que recebeu propostas de trabalho de empresas privadas, principalmente no setor de hidrovias.

Pagot afirmou, ainda, que não irá cumprir a "quarentena" imposta a servidores públicos porque tem que pagar suas contas.

Ele foi exonerado na última segunda-feira após acusações de que recebia propina de empreiteiros.

O decreto nº 4.187/2002 prevê que ocupantes de cargos chamados de DAS-6, entre outros, ficam impedidos de exercer atividades ou de prestar qualquer serviço no setor de sua atuação por um período de quatro meses, contados da exoneração.

Quem descumprir a norma pode sofrer uma advertência, o que pode prejudicar seu retorno ao serviço público. O Dnit disse que não comentaria o assunto.

"Isso [fazer quarentena] não tem nada a ver, até porque não tem nada decidido no governo. Se você olhar o que está aprovado para o PAC de 2011/2014 é a mesmice da hidrovia do Tietê-Paraná e tem alguma coisa do Madeira-Amazonas, não tem nenhum projeto ousado, nada novo", afirmou Pagot.

Ele negou que tenha dado consultoria para empresas enquanto estava no governo, embora tenha afirmado que na segunda-feira -mesmo dia em que entregou o cargo- já negociava um emprego no setor privado. Ele diz que foi procurado por grupos de Mato Grosso e do Rio Grande do Sul.

Sobre sua saída do Dnit, Pagot disse que "desmanchou nichos" que estavam "enclausurados" no órgão e que as pessoas atingidas trabalharam para que ele saísse do cargo. "Obviamente preferiam que continuasse o nicho", disse.

Pagot disse que não identificaria esse grupo, que definiu como apartidário, e recomendou à imprensa que acompanhe mais de perto os órgãos formuladores de políticas para o setor de transportes, numa referência ao Ministério dos Transportes.

Ele também se negou a fazer comentários sobre o atual ministro da pasta, Paulo Sérgio Passos, por "questões de foro íntimo".

Passos assumiu o cargo após a saída do ex-ministro Alfredo Nascimento, no início de julho.