Ralph J. hofmann
Durante décadas a imagem cultivada e projetada por Lula da Silva foi de um operário revolucionário. Basta lembrar da icônica foto de lula ajeitando seus “documentos” na calça de brim branca vestindo um quepe que só faltava gritar as palavras “eu sou o proletário lúmpen, sou um de vocês os desvalidos”. Seus cabelos e barba desgrenhados faziam que parecesse um agitador em alguma peça do Berthold Brecht(*), ou um dos mineiros anarquistas do fim do século XIX ou início do Século XX.
Esta imagem, conquanto lhe desse o poder sobre os sindicalistas e funcionasse para criar um partido nunca lhe deu mais de 28-32% do eleitorado. Não era suficiente para tomar o país pelas urnas.
Mas o acesso ao caixa de algumas prefeituras importantes, o controle de atividades como a coleta do lixo e do fundo partidário ensejaram a oportunidade de contratar verdadeiros profissionais da imagem.
Subitamente seu cabelo estava domado, sua barba estava aparada, seus dentes brilhavam alvamente e seus ternos tinham bom corte. Já se assemelhava mais com um Lenin ou um Walter Ulbricht (Primeiro Ministro da República Democrática Alemã, ou seja Alemanha comunista). Já podia ser votado por “tutti quanti” (qualquer um).
E assim, mais recentemente com a ajuda de Dilma, outra pessoa reformada pelos profissionais da imagem, Lula conquistou 12 anos de poder.
A queda dos seus cabelos e barba revelou-nos uma nova faceta de Lula. Sem a barba lembra-nos Arturo Ui’ o chefe dos gangsters de Chicago na peça de Brecht “A Resistível Ascensão e Queda de Arturo Ui’”(*) .
Não que algum ator que tenha vivido o papel tenha especificamente alguma semelhança com Lula, mas o que vemos. Um homem de sessenta anos, bem escanhoado, em ternos escuros e de ótimo corte, gravatas elegantes, unhas bem cuidadas, pele limpa e vestindo um chapéu “Borsalino”.
A descrição acima veste como uma luva. É o “capo mafioso” bem sucedido. É Lucky Luciano, Joe Bonano, Marlon Brando (Don Corleone) e quantos outros. Ainda mais considerando que se cerca de guarda-costas às nossas custas.
Eu sugiro que os guarda-costas de Lula não mais andem armados com as pistolas Glock e H&K atuais. Devem ser equipados com metralhadoras Thompson, aquelas com um magazine redondo. Os carros pretos eles já usam normalmente.
Esta tudo às claras. Arturo Ui conseguiu o controle da cidade de Chicago. Controla os prefeitos, os vereadores, os deputados e os senadores. Mesmo não estando em cargo algum
Ai de nós!
(*) Dramaturgo alemão escreveu: Galileu Galilei, A Cidade de Mahagoni, A ópera de três vinténs.
terça-feira, 3 de abril de 2012
MISSA DE 31 DE MARÇO - Gen Paiva Chaves
Alocução proferida pelo Gen Paiva Chaves quando do encerramento da Missa de 31 de Março, manda rezar, pelo TERNUMA, em intenção das almas de TODOS os brasileiros mortos no período de 1964 a 1976.
Este ato religioso teve o propósito de orar pelo descanso eterno das almas de TODOS os que sucumbiram em atos de força, a partir de 31 de março de 1964.
Pereceram defendendo seus ideais.
Morreram no cumprimento do dever, em obediência a ordens e disposições constitucionais.
Ou foram colhidos pela fatalidade de estar em local onde ocorreram ações armadas, sem terem qualquer ligação com elas.
No PAI NOSSO que há pouco recitamos, rogamos ao Altíssimo que perdoe nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos têm ofendido. É nossa intenção perdoar e o Pai Todo Poderoso nos perdoa pela intenção manifesta, inda que ela não se concretize. Ele sabe que perdoar é um ato de consciência, que turbilhona nossos sentimentos e, tal seja a virulência da ofensa, não basta a vontade para consolidar o perdão.
Nos anos de confronto que o País viveu até o restabelecimento da normalidade institucional, muitos parentes, amigos e simpatizantes dos vitimados foram ofendidos pela brutalidade que os atingiu. Que Deus os ilumine na intenção de perdoar, pelo valor maior da paz e da concórdia na sociedade brasileira.
A sabedoria do coletivo, por neutralizar, em seu conjunto, as paixões individuais, encontrou um caminho para consolidar a paz e a concórdia. Não esperou que o perdão se instalasse em cada alma ofendida. Fez-se a Lei da Anistia.
Anistia não é perdão. É esquecimento. Podem os indivíduos lutar em seu íntimo até que sua consciência perdoe. Já a sociedade não poderia esperar. Como tantas vezes ocorrera em nossa História, valeu-se da anistia para virar a página de anos de desencontros que não cabe, neste local e nesta hora, interpretar.
Cabe sim, num preito de saudade e de respeito aos que foram sacrificados nos confrontos fratricidas, rogar a todos que, não estando ainda prontos a perdoar, recorram, no íntimo de suas consciências, a ANISTIAR.
Este ato religioso teve o propósito de orar pelo descanso eterno das almas de TODOS os que sucumbiram em atos de força, a partir de 31 de março de 1964.
Pereceram defendendo seus ideais.
Morreram no cumprimento do dever, em obediência a ordens e disposições constitucionais.
Ou foram colhidos pela fatalidade de estar em local onde ocorreram ações armadas, sem terem qualquer ligação com elas.
No PAI NOSSO que há pouco recitamos, rogamos ao Altíssimo que perdoe nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos têm ofendido. É nossa intenção perdoar e o Pai Todo Poderoso nos perdoa pela intenção manifesta, inda que ela não se concretize. Ele sabe que perdoar é um ato de consciência, que turbilhona nossos sentimentos e, tal seja a virulência da ofensa, não basta a vontade para consolidar o perdão.
Nos anos de confronto que o País viveu até o restabelecimento da normalidade institucional, muitos parentes, amigos e simpatizantes dos vitimados foram ofendidos pela brutalidade que os atingiu. Que Deus os ilumine na intenção de perdoar, pelo valor maior da paz e da concórdia na sociedade brasileira.
A sabedoria do coletivo, por neutralizar, em seu conjunto, as paixões individuais, encontrou um caminho para consolidar a paz e a concórdia. Não esperou que o perdão se instalasse em cada alma ofendida. Fez-se a Lei da Anistia.
Anistia não é perdão. É esquecimento. Podem os indivíduos lutar em seu íntimo até que sua consciência perdoe. Já a sociedade não poderia esperar. Como tantas vezes ocorrera em nossa História, valeu-se da anistia para virar a página de anos de desencontros que não cabe, neste local e nesta hora, interpretar.
Cabe sim, num preito de saudade e de respeito aos que foram sacrificados nos confrontos fratricidas, rogar a todos que, não estando ainda prontos a perdoar, recorram, no íntimo de suas consciências, a ANISTIAR.
Egito: perto do poder, Irmandade Muçulmana está dividida
Maior e mais antigo movimento político do Egito, a Irmandade Muçulmana nunca esteve tão perto de chegar ao poder a dois meses da primeira eleição presidencial após a revolução do ano passado. Mas segundo analistas e colunistas políticos do país, o grupo passa por grandes divisões internas e caminha para uma rota de colisão com o conselho militar que governa provisoriamente o Egito.
Alvo de desconfianças sobre sua agenda política e visão para o futuro do país entre seculares e minorias religiosas, a Irmandande surpreendeu os egípcios ao anunciar no sábado a candidatura de um de seus mais importantes líderes à corrida presidencial em maio, apesar dos discursos dos últimos meses de que não teria candidato ao pleito.
"O cenário político atual é outro com essa nova cartada da Irmandade. Os outros blocos políticos certamente não contavam com um candidato do grupo. Mas Os desafios da Irmandade ainda são grandes", enfatizou a analista política Amira Howeidy, do semanário egípcio Al Ahram.
Com a maioria no parlamento do país após as eleições de novembro do ano passado e metade dos assentos na Assembleia Constituinte, que terá a tarefa de redigir a nova constituição do país, analistas prevêem que a Irmandade deve eleger o próximo presidente do Egito. Mas, segundo eles, o grupo visivelmente passa por lutas internas.
"Uma reunião dos membros mais importantes do grupo, na semana passada, que justamente discutia se a Irmandade deveria lançar ou não um candidato próprio ao pleito presidencial terminou sem acordo e de forma bastante tensa", disse Basem Fathy, diretor da Academia Egípcia para Democracia, baseada no Cairo.
Liderança
Segundo Fathy, as divergências internas na Irmandade começam pelas dúvidas de quem realmente controla o grupo. A disputa supostamente ocorre entre o líder supremo da Irmandade, Mohamed Badei, e o vice, Khairat el-Shater, um poderoso empresário e grande financiador do movimento fundado em 1928.
El-Shater é justamente o candidato anunciado pela Irmandade para concorrer à presidência do Egito, e especulações da imprensa e mídia do país apontam para uma forte influência dele nas decisões políticas.
"Conversas entre membros da Irmandade falam de que seria El-Shater, e não Mohamed Badei, que lidera o grupo. E que teria sido dele a decisão de lançar um candidato à presidência, além de outras decisões, como a expulsão de membros rebeldes do movimento", explicou Fathy por telefone ao Terra.
Para Amira Howeidy, as lutas internas acerca da liderança do grupo não se dará abertamente, com Badei continuando como importante líder da Irmandade. "Mas é el-Shater que vem traçando a estratégia política e os passos seguintes da Irmandade no cenário político".
Segundo ela, el-Shater não se intimidou quando membros mais jovens e liberais do movimento entraram em rota de colisão com as posições dos conservadores e líderes mais antigos sobre o futuro do Egito. A juventude do grupo, simpática aos outros jovens seculares que foram às ruas com eles para derrubar o ex-presidente Hosni Mubarak, se mostrou contrariada com discursos de alguns de seus líderes que falavam em estabelecer um Estado islâmico.
"El-Shater fez discursos garantindo o comprometimento da Irmandade com a democracia, o livre mercado e os direitos das minorias. Mas, ao mesmo tempo, falou que os resultados das eleições parlamentares mostravam a votnade dos egípcios por um estado islâmico".
Ela citou o caso de um dos mais importantes líderes da Irmandade, Abdul Moneim Abu al-Futuh, expulso do movimento por influência de El-Shater.
"Al-Futuh contava com grande apoio da ala jovem e liberal e lançou sua candidatura à presidência apesar da proibição do grupo. Ele foi expulso rapidamente após uma articulação da ala conservadora. Isso gerou um enorme desconforto e escancarou ainda mais as lutas internas".
Para Howeidy, divergências entre as lideranças do grupo poderão aumentar ainda mais no futuro próximo. "Im agine se um presidente egípcio vindo da Irmandade não se entendendo com seu próprio bloco parlamentar que poderá estar dividido", alertou ela.
Críticas
Adversários e comentaristas acusam a Irmandade de buscar apenas o apoio popular e cadeiras no parlamento ao invés de pressionar por reformas e resultados concretos após a revolução do ano passado.
Além disso, ativistas dizem que a Irmandade não pressiona o governo em relação a uma maior transparências dentro do Ministério do Interior, instituição que controla as forças de segurança e é temida pelos abusos de direitos humanos, mesmo após a queda do antigo regime.
"Há uma impressão geral de que a Irmandade apenas faz um jogo político para não entrar em atrito com o Conselho Supremo das Forças Armadas, que governa o país de forma provisória desde a renúncia de Mubarak", disse o analista Basem Fathy.
Mas para Fathy, com as pretensões da Irmandade agora mais evidentes com o lançamento de um candidato à presidência, o grupo pode estar mudando sua estratégia para um confronto mais aberto e tomar maiores responsabildiades no país.
A Irmandade Muçulmana se defendeu dos "boatos" e acusa os rivais políticos e a mídia de fabricar notícias de que haveria divisões internas no movimento.
O próprio líder do grupo,Mohamed Badei, criticou a cobertura da imprensa egípcia sobre os "supostos problemas da Irmandade", e explicou que ele mesmo havia se recusado a concorrer à presidência inicialmente em "benefício do Egito".
Segundo ele, a decisão de rever a promessa de não concorrer à presidência com candidato próprio se deveu ao fato de que pessoas ligadas ao antigo regime estariam voltando ao cenário político. "Pessoas como Omar Suleiman (antigo chefe da Inteligência do governo de Mubarak) e outros estão trabalhando para concorrer (à presidência), e mesmo apoiadores de Mubarak estão inclusive fazendo campanha para o retorno do déspota".
Militares
Os problemas e desafios da irmandade não param apenas nas disputas e boatos internos. Segundo a mídia egípcia, o grupo estaria entrando em mal estar com os militares que governam o Egito. "O fato de eles colocarem um candidato para o pleito presidencial pode colocá-los em um confronto com o conselho militar. E essa dúvida causou também discussões e posições opostas dentro do movimento", enfatizou Amira Howeidy.
Desde a revolução e a derrubada de Mubarak, especulações na imprensa e nas ruas davam conta de que a Irmandade e os militares teriam feito um pacto secreto para compartilhar o poder no país, assim que o conselho militar entregasse o poder a um governo civil ao final de junho, após a eleição presidencial.
Colunistas citaram diversos pontos que teriam sido acordados ¿ como imunidade penal para militares e orçamento das forças armadas excluído de fiscalização em troca da facilitação da entrada da Irmandade no governo.
Mas recentemente, a Irmandade criticou os militares e acusou-os (mesmo de que forma sugestiva) de que tentariam fraudar a eleição presidencial. O conselho militar rebateu a acusação, divulgando um comunicado em que condenava "mentiras e acusações maliciosas".
"O cenário político ainda é incerto e dúvidas recaem sobre o que a Irmandade poderá oferecer de concreto: uma agenda voltada para a inclusão e respeito das opiniões variadas ou uma linha da confrontação, que incendiará ainda mais a instável política do Egito", enfatizou Basem Fathy.
Alvo de desconfianças sobre sua agenda política e visão para o futuro do país entre seculares e minorias religiosas, a Irmandande surpreendeu os egípcios ao anunciar no sábado a candidatura de um de seus mais importantes líderes à corrida presidencial em maio, apesar dos discursos dos últimos meses de que não teria candidato ao pleito.
"O cenário político atual é outro com essa nova cartada da Irmandade. Os outros blocos políticos certamente não contavam com um candidato do grupo. Mas Os desafios da Irmandade ainda são grandes", enfatizou a analista política Amira Howeidy, do semanário egípcio Al Ahram.
Com a maioria no parlamento do país após as eleições de novembro do ano passado e metade dos assentos na Assembleia Constituinte, que terá a tarefa de redigir a nova constituição do país, analistas prevêem que a Irmandade deve eleger o próximo presidente do Egito. Mas, segundo eles, o grupo visivelmente passa por lutas internas.
"Uma reunião dos membros mais importantes do grupo, na semana passada, que justamente discutia se a Irmandade deveria lançar ou não um candidato próprio ao pleito presidencial terminou sem acordo e de forma bastante tensa", disse Basem Fathy, diretor da Academia Egípcia para Democracia, baseada no Cairo.
Liderança
Segundo Fathy, as divergências internas na Irmandade começam pelas dúvidas de quem realmente controla o grupo. A disputa supostamente ocorre entre o líder supremo da Irmandade, Mohamed Badei, e o vice, Khairat el-Shater, um poderoso empresário e grande financiador do movimento fundado em 1928.
El-Shater é justamente o candidato anunciado pela Irmandade para concorrer à presidência do Egito, e especulações da imprensa e mídia do país apontam para uma forte influência dele nas decisões políticas.
"Conversas entre membros da Irmandade falam de que seria El-Shater, e não Mohamed Badei, que lidera o grupo. E que teria sido dele a decisão de lançar um candidato à presidência, além de outras decisões, como a expulsão de membros rebeldes do movimento", explicou Fathy por telefone ao Terra.
Para Amira Howeidy, as lutas internas acerca da liderança do grupo não se dará abertamente, com Badei continuando como importante líder da Irmandade. "Mas é el-Shater que vem traçando a estratégia política e os passos seguintes da Irmandade no cenário político".
Segundo ela, el-Shater não se intimidou quando membros mais jovens e liberais do movimento entraram em rota de colisão com as posições dos conservadores e líderes mais antigos sobre o futuro do Egito. A juventude do grupo, simpática aos outros jovens seculares que foram às ruas com eles para derrubar o ex-presidente Hosni Mubarak, se mostrou contrariada com discursos de alguns de seus líderes que falavam em estabelecer um Estado islâmico.
"El-Shater fez discursos garantindo o comprometimento da Irmandade com a democracia, o livre mercado e os direitos das minorias. Mas, ao mesmo tempo, falou que os resultados das eleições parlamentares mostravam a votnade dos egípcios por um estado islâmico".
Ela citou o caso de um dos mais importantes líderes da Irmandade, Abdul Moneim Abu al-Futuh, expulso do movimento por influência de El-Shater.
"Al-Futuh contava com grande apoio da ala jovem e liberal e lançou sua candidatura à presidência apesar da proibição do grupo. Ele foi expulso rapidamente após uma articulação da ala conservadora. Isso gerou um enorme desconforto e escancarou ainda mais as lutas internas".
Para Howeidy, divergências entre as lideranças do grupo poderão aumentar ainda mais no futuro próximo. "Im agine se um presidente egípcio vindo da Irmandade não se entendendo com seu próprio bloco parlamentar que poderá estar dividido", alertou ela.
Críticas
Adversários e comentaristas acusam a Irmandade de buscar apenas o apoio popular e cadeiras no parlamento ao invés de pressionar por reformas e resultados concretos após a revolução do ano passado.
Além disso, ativistas dizem que a Irmandade não pressiona o governo em relação a uma maior transparências dentro do Ministério do Interior, instituição que controla as forças de segurança e é temida pelos abusos de direitos humanos, mesmo após a queda do antigo regime.
"Há uma impressão geral de que a Irmandade apenas faz um jogo político para não entrar em atrito com o Conselho Supremo das Forças Armadas, que governa o país de forma provisória desde a renúncia de Mubarak", disse o analista Basem Fathy.
Mas para Fathy, com as pretensões da Irmandade agora mais evidentes com o lançamento de um candidato à presidência, o grupo pode estar mudando sua estratégia para um confronto mais aberto e tomar maiores responsabildiades no país.
A Irmandade Muçulmana se defendeu dos "boatos" e acusa os rivais políticos e a mídia de fabricar notícias de que haveria divisões internas no movimento.
O próprio líder do grupo,Mohamed Badei, criticou a cobertura da imprensa egípcia sobre os "supostos problemas da Irmandade", e explicou que ele mesmo havia se recusado a concorrer à presidência inicialmente em "benefício do Egito".
Segundo ele, a decisão de rever a promessa de não concorrer à presidência com candidato próprio se deveu ao fato de que pessoas ligadas ao antigo regime estariam voltando ao cenário político. "Pessoas como Omar Suleiman (antigo chefe da Inteligência do governo de Mubarak) e outros estão trabalhando para concorrer (à presidência), e mesmo apoiadores de Mubarak estão inclusive fazendo campanha para o retorno do déspota".
Militares
Os problemas e desafios da irmandade não param apenas nas disputas e boatos internos. Segundo a mídia egípcia, o grupo estaria entrando em mal estar com os militares que governam o Egito. "O fato de eles colocarem um candidato para o pleito presidencial pode colocá-los em um confronto com o conselho militar. E essa dúvida causou também discussões e posições opostas dentro do movimento", enfatizou Amira Howeidy.
Desde a revolução e a derrubada de Mubarak, especulações na imprensa e nas ruas davam conta de que a Irmandade e os militares teriam feito um pacto secreto para compartilhar o poder no país, assim que o conselho militar entregasse o poder a um governo civil ao final de junho, após a eleição presidencial.
Colunistas citaram diversos pontos que teriam sido acordados ¿ como imunidade penal para militares e orçamento das forças armadas excluído de fiscalização em troca da facilitação da entrada da Irmandade no governo.
Mas recentemente, a Irmandade criticou os militares e acusou-os (mesmo de que forma sugestiva) de que tentariam fraudar a eleição presidencial. O conselho militar rebateu a acusação, divulgando um comunicado em que condenava "mentiras e acusações maliciosas".
"O cenário político ainda é incerto e dúvidas recaem sobre o que a Irmandade poderá oferecer de concreto: uma agenda voltada para a inclusão e respeito das opiniões variadas ou uma linha da confrontação, que incendiará ainda mais a instável política do Egito", enfatizou Basem Fathy.
Mantega: esqueçam isto aqui nada aconteceu
Nos ultimos dias um observador atento podera notar um silencio estranho da imprensa nacional. Nada sobre o Congresso Nacional não se fala sobre as roubalheiras e suas consequencias. O desgoverno prepara uma campanha para que a população use medicamento natural (Saude falida) as DOAÇOES feitas as republiquetas com suas consequencias jamais foram debatidas. A Copa veio em boa hora para desviar o foco de atenção.
Este silencio me assusta............
segunda-feira, 2 de abril de 2012
CONVIDO A TODOS PARA FAZEREM O MESMO!!
Paulo Chagas
Sou leitor do jornal O Globo!
Uma das razões que me leva a preservar a leitura é, sem dúvida, a equipe de colunistas. Mesmo que não se concorde aqui e ali com o que cada um expressa, não tem problema, faz parte do jogo democrático.
Confesso minha absoluta surpresa com a virulenta abordagem da jornalista Miriam Leitão, na sua coluna publicada sexta-feira, 30 de março.
Em primeiro lugar a coluna é especializada em economia e encontra-se localizada na seção do jornal dedicada ao tema. Não é a primeira vez que a jornalista foge ao tema, mas desta vez exagerou. Em todos os sentidos. Falou sobre o que não sabe ou não conhece com propriedade, assumindo uma postura absurdamente ideológica, que sempre preferiu manter meia dissimulada.
Eu gostaria de questionar a editora de economia, Cristina Alves, os editores executivos, são 4 nomes listados como tais, o Sr Ascânio Seleme, Diretor de Redação e Editor Responsável e o Sr Marcello Moraes, Diretor-Geral se em algum momento os colunistas mostram, conversam, assim como colegas e chefe, qual o assunto que será abordado? E, se interferem, se for o caso, fazendo algumas ponderações?
A cobertura do jornal O Globo com relação ao ocorrido na frente do Clube Militar foi pífia e sem profundidade. Quanto ao que aconteceu no interior, o Painel propriamente dito, a cobertura não existiu. Em compensação a colunista Miriam Leitão, perdoem-me a expressão, destilou todo o seu ódio ao escrever facciosamente sobre um fato histórico, colocando-se como revisora da história. Na URSS tal fato era muito comum. No Brasil da Miriam será. Ela não quer que se comemore a data de 31 de março de 1964.
Mais uma vez, como leitor penso que a jornalista, seus editores, a direção do jornal enfim, deveria fazer uma mea culpa. Quem sabe, na segunda-feira, dia em que a coluna dela não é publicada, coloquem lá um artigo escrito por historiador isento sobre o 31 de março. Ou façam melhor consultem o jornal 48 anos atrás e publiquem o editorial de 2 de abril de 1964.
Como útima sugestão: publiquem o artigo de autoria do Dr Roberto Marinho, escrito e publicado em 1984, celebrando os 20 anos da Revolução Democrática de 31 de março de 1964.
Paulo Chagas
Sou leitor do jornal O Globo!
Uma das razões que me leva a preservar a leitura é, sem dúvida, a equipe de colunistas. Mesmo que não se concorde aqui e ali com o que cada um expressa, não tem problema, faz parte do jogo democrático.
Confesso minha absoluta surpresa com a virulenta abordagem da jornalista Miriam Leitão, na sua coluna publicada sexta-feira, 30 de março.
Em primeiro lugar a coluna é especializada em economia e encontra-se localizada na seção do jornal dedicada ao tema. Não é a primeira vez que a jornalista foge ao tema, mas desta vez exagerou. Em todos os sentidos. Falou sobre o que não sabe ou não conhece com propriedade, assumindo uma postura absurdamente ideológica, que sempre preferiu manter meia dissimulada.
Eu gostaria de questionar a editora de economia, Cristina Alves, os editores executivos, são 4 nomes listados como tais, o Sr Ascânio Seleme, Diretor de Redação e Editor Responsável e o Sr Marcello Moraes, Diretor-Geral se em algum momento os colunistas mostram, conversam, assim como colegas e chefe, qual o assunto que será abordado? E, se interferem, se for o caso, fazendo algumas ponderações?
A cobertura do jornal O Globo com relação ao ocorrido na frente do Clube Militar foi pífia e sem profundidade. Quanto ao que aconteceu no interior, o Painel propriamente dito, a cobertura não existiu. Em compensação a colunista Miriam Leitão, perdoem-me a expressão, destilou todo o seu ódio ao escrever facciosamente sobre um fato histórico, colocando-se como revisora da história. Na URSS tal fato era muito comum. No Brasil da Miriam será. Ela não quer que se comemore a data de 31 de março de 1964.
Mais uma vez, como leitor penso que a jornalista, seus editores, a direção do jornal enfim, deveria fazer uma mea culpa. Quem sabe, na segunda-feira, dia em que a coluna dela não é publicada, coloquem lá um artigo escrito por historiador isento sobre o 31 de março. Ou façam melhor consultem o jornal 48 anos atrás e publiquem o editorial de 2 de abril de 1964.
Como útima sugestão: publiquem o artigo de autoria do Dr Roberto Marinho, escrito e publicado em 1984, celebrando os 20 anos da Revolução Democrática de 31 de março de 1964.
Paulo Chagas
REVOGUEM A ANISTIA (DO MENSALÃO)
Guilherme Fiuza
Escaramuças em Mangueira, Rocinha e Alemão acendem sinal de alerta
As comemorações do golpe de 64 ganharam um alento este ano. O patético "parabéns pra você" no 31 de março, data inaugural da ditadura militar, andava quase inaudível na caserna, quando ganhou um reforço de peso. Dessa vez, o Brasil inteiro ouvirá os nostálgicos dos anos de chumbo - graças à ex-guerrilheira Dilma Rousseff.
No final dos anos 70, quando o regime autoritário chegava ao seu último capítulo, o general João Figueiredo assumiu a Presidência da República com um inesquecível brado "democrático": avisou que ia "prender e arrebentar" quem fosse contra a abertura política. Figueiredo fez escola. Na polêmica sobre a Comissão da Verdade, Dilma Rousseff botou para quebrar, em nome da democracia.
A presidente do governo popular mandou amordaçar militares da reserva que criticaram duas de suas ministras. As auxiliares de Dilma haviam defendido a revogação da Lei da Anistia - o pacto nacional para a saída da ditadura. Os militares contrariados publicaram um manifesto de repúdio no site do Clube Militar. Dilma mandou o Exército apagar o texto e enquadrou os militares como insubordinados. Quem for contra a Comissão da Verdade, ela prende e arrebenta (ou pelo menos censura).
Era o que faltava para ressuscitar as almas penadas leais ao golpe de 64. Autoritarismo é vitamina para elas. Mas ser a favor do regime militar também não pode. O governo de esquerda aceita o pensamento de direita, desde que ninguém o manifeste. A democracia popular tem dono: ame-a ou deixe-a.
Foi com esse espírito que um bando de militantes de partidos filiados ao poder central foi para a porta do Clube Militar, no Centro do Rio. Lá dentro ocorria uma homenagem ao movimento de março de 64. Do lado de fora, em defesa dos direitos humanos e da verdade, os manifestantes fecharam a Avenida Rio Branco na marra. Atiraram ovos contra seguranças do prédio, incendiaram cartazes e tentaram agredir militares que saíam do evento, provocando a reação da polícia que tentava protegê-los e transformando a Cinelândia em praça de guerra. Um show de democracia.
A Comissão da Verdade pretende investigar os crimes cometidos pela direita no poder. O país não pode mesmo dormir tranquilo sobre certos disparates, como a versão militar de que Vladimir Herzog se suicidou na cela do DOI-Codi. É um escárnio. O problema dessa revisão é que não se encontrará a verdade no passado sem saber onde ela anda no presente.
Hoje o Brasil é governado pela esquerda. E a esquerda combateu a ditadura, defendendo a democracia, a liberdade e os pobres. Como essa autoridade moral foi usada no poder? De várias formas - algumas delas não contabilizadas. Quando estourou o escândalo do mensalão, Delúbio Soares, então poderoso tesoureiro do PT, negou o flagrante com convicção: "É uma conspiração da direita contra o governo popular." O ex-guerrilheiro José Dirceu, apontado como chefe da quadrilha, caiu em desgraça, mas fez sua sucessora na Casa Civil: a "querida companheira de armas" Dilma Rousseff. Em meio às tramoias, a mística da resistência à ditadura estava intacta.
A virtude de mulher-coragem, ex-refém dos militares, levou Dilma longe. Candidata a presidente, transformou em ministra da Casa Civil a obscura companheira Erenice Guerra, também ungida pela mística da militância de esquerda. Enquanto Erenice caía por tráfico de influência, descobria-se que Dilma se fizera passar pela atriz Norma Bengell numa foto da Passeata dos Cem Mil, em 1968, divulgada por sua campanha. O que seria dela sem a ditadura?
Dilma não teria sido eleita - nem qualquer outro afilhado revolucionário de Lula - se os companheiros do mensalão tivessem sido punidos. Ali estava, para quem quisesse ver, a conversão de um partido e de uma causa "libertária" em sistema de perpetuação no poder, a partir de um planejado assalto ao Estado.
Transcorridos quase sete anos, essa fraude política sem precedentes permanece misteriosamente no colo do Supremo Tribunal Federal, prestes a sumir do mapa pela extinção do processo.
Aí a Justiça brasileira terá legalizado as palavras do general Lula: "O mensalão não existiu." Haverá uma Comissão da Verdade para desenterrar o crime dos heróis da resistência?
Enquanto o mito não se desmancha, as vítimas profissionais da ditadura vão fazendo o seu pé de meia. Na série de revoluções ministeriais, os comunistas se destacaram partilhando o dinheiro do Esporte entre as ONGs amigas do PCdoB. A imprensa burguesa bombardeou essa distribuição de renda e o ministro caiu, mas a companheira Dilma manteve o cargo com a agremiação. Em comunismo que está ganhando não se mexe (ainda mais em véspera de Copa do Mundo).
Assim como o ex-guerrilheiro Fernando Pimentel, que uniu forças com a amiga Dilma e se tornou um próspero consultor, muitos companheiros viverão em paz sob a anistia do mensalão. Essa, ninguém revoga.
Escaramuças em Mangueira, Rocinha e Alemão acendem sinal de alerta
As comemorações do golpe de 64 ganharam um alento este ano. O patético "parabéns pra você" no 31 de março, data inaugural da ditadura militar, andava quase inaudível na caserna, quando ganhou um reforço de peso. Dessa vez, o Brasil inteiro ouvirá os nostálgicos dos anos de chumbo - graças à ex-guerrilheira Dilma Rousseff.
No final dos anos 70, quando o regime autoritário chegava ao seu último capítulo, o general João Figueiredo assumiu a Presidência da República com um inesquecível brado "democrático": avisou que ia "prender e arrebentar" quem fosse contra a abertura política. Figueiredo fez escola. Na polêmica sobre a Comissão da Verdade, Dilma Rousseff botou para quebrar, em nome da democracia.
A presidente do governo popular mandou amordaçar militares da reserva que criticaram duas de suas ministras. As auxiliares de Dilma haviam defendido a revogação da Lei da Anistia - o pacto nacional para a saída da ditadura. Os militares contrariados publicaram um manifesto de repúdio no site do Clube Militar. Dilma mandou o Exército apagar o texto e enquadrou os militares como insubordinados. Quem for contra a Comissão da Verdade, ela prende e arrebenta (ou pelo menos censura).
Era o que faltava para ressuscitar as almas penadas leais ao golpe de 64. Autoritarismo é vitamina para elas. Mas ser a favor do regime militar também não pode. O governo de esquerda aceita o pensamento de direita, desde que ninguém o manifeste. A democracia popular tem dono: ame-a ou deixe-a.
Foi com esse espírito que um bando de militantes de partidos filiados ao poder central foi para a porta do Clube Militar, no Centro do Rio. Lá dentro ocorria uma homenagem ao movimento de março de 64. Do lado de fora, em defesa dos direitos humanos e da verdade, os manifestantes fecharam a Avenida Rio Branco na marra. Atiraram ovos contra seguranças do prédio, incendiaram cartazes e tentaram agredir militares que saíam do evento, provocando a reação da polícia que tentava protegê-los e transformando a Cinelândia em praça de guerra. Um show de democracia.
A Comissão da Verdade pretende investigar os crimes cometidos pela direita no poder. O país não pode mesmo dormir tranquilo sobre certos disparates, como a versão militar de que Vladimir Herzog se suicidou na cela do DOI-Codi. É um escárnio. O problema dessa revisão é que não se encontrará a verdade no passado sem saber onde ela anda no presente.
Hoje o Brasil é governado pela esquerda. E a esquerda combateu a ditadura, defendendo a democracia, a liberdade e os pobres. Como essa autoridade moral foi usada no poder? De várias formas - algumas delas não contabilizadas. Quando estourou o escândalo do mensalão, Delúbio Soares, então poderoso tesoureiro do PT, negou o flagrante com convicção: "É uma conspiração da direita contra o governo popular." O ex-guerrilheiro José Dirceu, apontado como chefe da quadrilha, caiu em desgraça, mas fez sua sucessora na Casa Civil: a "querida companheira de armas" Dilma Rousseff. Em meio às tramoias, a mística da resistência à ditadura estava intacta.
A virtude de mulher-coragem, ex-refém dos militares, levou Dilma longe. Candidata a presidente, transformou em ministra da Casa Civil a obscura companheira Erenice Guerra, também ungida pela mística da militância de esquerda. Enquanto Erenice caía por tráfico de influência, descobria-se que Dilma se fizera passar pela atriz Norma Bengell numa foto da Passeata dos Cem Mil, em 1968, divulgada por sua campanha. O que seria dela sem a ditadura?
Dilma não teria sido eleita - nem qualquer outro afilhado revolucionário de Lula - se os companheiros do mensalão tivessem sido punidos. Ali estava, para quem quisesse ver, a conversão de um partido e de uma causa "libertária" em sistema de perpetuação no poder, a partir de um planejado assalto ao Estado.
Transcorridos quase sete anos, essa fraude política sem precedentes permanece misteriosamente no colo do Supremo Tribunal Federal, prestes a sumir do mapa pela extinção do processo.
Aí a Justiça brasileira terá legalizado as palavras do general Lula: "O mensalão não existiu." Haverá uma Comissão da Verdade para desenterrar o crime dos heróis da resistência?
Enquanto o mito não se desmancha, as vítimas profissionais da ditadura vão fazendo o seu pé de meia. Na série de revoluções ministeriais, os comunistas se destacaram partilhando o dinheiro do Esporte entre as ONGs amigas do PCdoB. A imprensa burguesa bombardeou essa distribuição de renda e o ministro caiu, mas a companheira Dilma manteve o cargo com a agremiação. Em comunismo que está ganhando não se mexe (ainda mais em véspera de Copa do Mundo).
Assim como o ex-guerrilheiro Fernando Pimentel, que uniu forças com a amiga Dilma e se tornou um próspero consultor, muitos companheiros viverão em paz sob a anistia do mensalão. Essa, ninguém revoga.
A CEIA E O PROFETA
Ralph J. Hofmann
Não sou uma pessoa religiosa, mas mantenho meus vínculos com as tradições e as crenças da minha gente e passei isto para meus filhos.
A semana passada mandei ainda pão-ázimo, (Matzah) para meus filhos espalhados em diversos lugares do país. Um toquezinho de um pai que não pode estar com os seus numa data importante para as famílias.
Conto aos que não sabem, que a páscoa (Pessach) representa a fuga do Egito, a passagem ao deserto quando o pão não teve tempo de crescer para ser assado e acabou sendo feito “’azimo”(*). O pedaço de pão com vinho da ceia de páscoa de Jesus com os apóstolos era “matzah”.
O pessach hoje em dia às vezes se celebra em comunidade, ou ao menos um dia do dele, mas essencialmente é uma celebração da família. Normalmente se reúnem pais, avós tios, filhos e sobrinhos.
Durante a cerimônia é contada a história do Faraó, da escravidão no Egito, de Moisés e da fuga, da passagem ao deserto, utilizando certos elementos para ilustrá-la. Ervas amargas para celebrar o amargo tempo da escravidão, maçã ralada representando a argamassa para construir as pirâmides, um osso de cordeiro para lembrar o sangue do cordeiro que marcou as casas dos judeus para que o anjo da morte não levasse os primogênitos e assim por diante.
Sempre há um lugar vago à mesa. É para o profeta Elias (Eliahu Hanavi). A certa altura da cerimônia abre-se a porta para que o profeta/anjo entre simbolicamente no recinto.
Hoje recebi um e-mail contendo o conto de pessach abaixo.
Creio que vale como mensagem de páscoa, tanto para nós judeus quanto para os cristãos com seu coelho e seus ovos de páscoa, que, diga-se de passagem, também tem seu significado nos ritos tradicionais pois o ovo como as frutas representam a ressurreição,vinculada no hemisfério norte à chegada da primavera, do despertar do verde e das fruteiras depois do árduo inverno. .
(*)Pão ázimo ou asmo, matzo (ídiche) matzá (hebraico, é um tipo de pão assado sem fermento, feito somente de farinha de trigo (ou de outros cereais como aveia, cevada e centeio) e água.
Ver ou Ser - Eis a questão
Por Ilan Stiefelmann – Diretor do Centro M.I.Messer
Moshe, um homem muito bem sucedido, tinha uma grande frustração em sua vida: desde pequeno quando abria a porta na noite do Seder para Eliahu Hanavi ele esperava conseguir enxergar o anjo com seus próprios olhos, mas nunca teve sucesso.
Certo ano perto de Pessach ele foi consultar o grande mestre o Baal Shem Tov e implorou: Rebe me diga como faço para ver Eliahu Hanavi, qual o segredo? Após muita insistência o Baal Shem Tov lhe disse: se você realmente quiser enxergar Eliahu Hanavi neste Pessach, você precisará assumir alguns compromissos. Moshe prontamente concordou e então o mestre enumerou os deveres: 1) Avise sua família que este ano você não passará Pessach com ela; 2) Compre muita comida para Pessach e algumas roupas de crianças; 3) Perto de Pessach viaje para a cidade de Minsk e ao chegar quase no fim dela, você encontrará um casebre. Bata na porta e se convide para passar o Pessach com esta família.
O homem saiu muito satisfeito, pediu permissão para a esposa e esta consentiu; afinal, este era o sonho de vida dele. E lá foi ele estrada afora. Após uma longa viagem – naqueles tempos as viagens não eram nada confortáveis nem curtas - ele encontrou o casebre e bateu na porta. A dona de casa, muito educadamente, pediu desculpas, pois como poderia recebê-lo se na casa não havia nada para comer...“Não seja por isso” - disse nosso herói, e começou a descarregar toda a comida que trouxe consigo.
Finalmente Pessach começou e Moshe mal podia esperar para abrir a porta e finalmente ver o profeta Eliahu em pessoa. Mas não foi isso o que aconteceu: ao abrir a porta não se via ninguém, muito menos um anjo... Bom, ele se consolou, deve ser que vai aparecer no 2º Seder... Mas infelizmente também desta vez ele saiu frustrado.
Revoltado e cheio de amargura, ele viajou de volta, direto para o mestre. O Baal Shem Tov o acalmou, dizendo: “Não se preocupe, Pessach ainda não acabou, já já vêm os últimos dias...mas, se você quiser mesmo ver Eliahu você terá de seguir exatamente tudo o que eu te indicar. Moshe consentiu. "Bom, você vai comprar novamente muita, mas muita, comida. E agora que já sabe o tamanho das crianças, compre também algumas roupas. Então, você vai voltar àquela casa, mas preste atenção ao detalhe: antes de bater na porta, coloque o ouvido na janela e escute a conversa que estiver rolando lá dentro".
Moshe concordou em obedecer às regras determinadas pelo Baal Shem Tov e sentiu firmeza; desta vez ia dar certo! Ele chegou à porta da pequena casa na véspera do 7º dia de Pessach que também é Yom Tov, encostou o ouvido na janela, exatamente como o mestre o instruiu, e ouviu tudo.
As crianças pequenas choravam, reclamando para a mãe que estavam com muita fome, que estavam morrendo de frio... E a mãe calmamente respondeu: “Kindalach, crianças, temos que acreditar em Hashem, não se esqueçam que no início de Pessach nós não tínhamos como fazer o Seder e Eliahu Hanavi apareceu e nos trouxe muita comida e até passou o Seder na nossa casa?”
Trêmulo e emocionado, o homem afastou o ouvido da janela. Já tinha escutado o bastante; finalmente ele havia entendido a mensagem do mestre!
A lição ficou clara: PARE DE CORRER ATRAS DE ANJOS! TORNE-SE UM ANJO você mesmo, praticando boas ações, ajudando aos necessitados!
Que D-us nos permita ajudar aos próximos até que alcancemos o status de ANJOS, e que Ele nos recompense com muita saúde, sustento e somente alegrias!
Não sou uma pessoa religiosa, mas mantenho meus vínculos com as tradições e as crenças da minha gente e passei isto para meus filhos.
A semana passada mandei ainda pão-ázimo, (Matzah) para meus filhos espalhados em diversos lugares do país. Um toquezinho de um pai que não pode estar com os seus numa data importante para as famílias.
Conto aos que não sabem, que a páscoa (Pessach) representa a fuga do Egito, a passagem ao deserto quando o pão não teve tempo de crescer para ser assado e acabou sendo feito “’azimo”(*). O pedaço de pão com vinho da ceia de páscoa de Jesus com os apóstolos era “matzah”.
O pessach hoje em dia às vezes se celebra em comunidade, ou ao menos um dia do dele, mas essencialmente é uma celebração da família. Normalmente se reúnem pais, avós tios, filhos e sobrinhos.
Durante a cerimônia é contada a história do Faraó, da escravidão no Egito, de Moisés e da fuga, da passagem ao deserto, utilizando certos elementos para ilustrá-la. Ervas amargas para celebrar o amargo tempo da escravidão, maçã ralada representando a argamassa para construir as pirâmides, um osso de cordeiro para lembrar o sangue do cordeiro que marcou as casas dos judeus para que o anjo da morte não levasse os primogênitos e assim por diante.
Sempre há um lugar vago à mesa. É para o profeta Elias (Eliahu Hanavi). A certa altura da cerimônia abre-se a porta para que o profeta/anjo entre simbolicamente no recinto.
Hoje recebi um e-mail contendo o conto de pessach abaixo.
Creio que vale como mensagem de páscoa, tanto para nós judeus quanto para os cristãos com seu coelho e seus ovos de páscoa, que, diga-se de passagem, também tem seu significado nos ritos tradicionais pois o ovo como as frutas representam a ressurreição,vinculada no hemisfério norte à chegada da primavera, do despertar do verde e das fruteiras depois do árduo inverno. .
(*)Pão ázimo ou asmo, matzo (ídiche) matzá (hebraico, é um tipo de pão assado sem fermento, feito somente de farinha de trigo (ou de outros cereais como aveia, cevada e centeio) e água.
Ver ou Ser - Eis a questão
Por Ilan Stiefelmann – Diretor do Centro M.I.Messer
Moshe, um homem muito bem sucedido, tinha uma grande frustração em sua vida: desde pequeno quando abria a porta na noite do Seder para Eliahu Hanavi ele esperava conseguir enxergar o anjo com seus próprios olhos, mas nunca teve sucesso.
Certo ano perto de Pessach ele foi consultar o grande mestre o Baal Shem Tov e implorou: Rebe me diga como faço para ver Eliahu Hanavi, qual o segredo? Após muita insistência o Baal Shem Tov lhe disse: se você realmente quiser enxergar Eliahu Hanavi neste Pessach, você precisará assumir alguns compromissos. Moshe prontamente concordou e então o mestre enumerou os deveres: 1) Avise sua família que este ano você não passará Pessach com ela; 2) Compre muita comida para Pessach e algumas roupas de crianças; 3) Perto de Pessach viaje para a cidade de Minsk e ao chegar quase no fim dela, você encontrará um casebre. Bata na porta e se convide para passar o Pessach com esta família.
O homem saiu muito satisfeito, pediu permissão para a esposa e esta consentiu; afinal, este era o sonho de vida dele. E lá foi ele estrada afora. Após uma longa viagem – naqueles tempos as viagens não eram nada confortáveis nem curtas - ele encontrou o casebre e bateu na porta. A dona de casa, muito educadamente, pediu desculpas, pois como poderia recebê-lo se na casa não havia nada para comer...“Não seja por isso” - disse nosso herói, e começou a descarregar toda a comida que trouxe consigo.
Finalmente Pessach começou e Moshe mal podia esperar para abrir a porta e finalmente ver o profeta Eliahu em pessoa. Mas não foi isso o que aconteceu: ao abrir a porta não se via ninguém, muito menos um anjo... Bom, ele se consolou, deve ser que vai aparecer no 2º Seder... Mas infelizmente também desta vez ele saiu frustrado.
Revoltado e cheio de amargura, ele viajou de volta, direto para o mestre. O Baal Shem Tov o acalmou, dizendo: “Não se preocupe, Pessach ainda não acabou, já já vêm os últimos dias...mas, se você quiser mesmo ver Eliahu você terá de seguir exatamente tudo o que eu te indicar. Moshe consentiu. "Bom, você vai comprar novamente muita, mas muita, comida. E agora que já sabe o tamanho das crianças, compre também algumas roupas. Então, você vai voltar àquela casa, mas preste atenção ao detalhe: antes de bater na porta, coloque o ouvido na janela e escute a conversa que estiver rolando lá dentro".
Moshe concordou em obedecer às regras determinadas pelo Baal Shem Tov e sentiu firmeza; desta vez ia dar certo! Ele chegou à porta da pequena casa na véspera do 7º dia de Pessach que também é Yom Tov, encostou o ouvido na janela, exatamente como o mestre o instruiu, e ouviu tudo.
As crianças pequenas choravam, reclamando para a mãe que estavam com muita fome, que estavam morrendo de frio... E a mãe calmamente respondeu: “Kindalach, crianças, temos que acreditar em Hashem, não se esqueçam que no início de Pessach nós não tínhamos como fazer o Seder e Eliahu Hanavi apareceu e nos trouxe muita comida e até passou o Seder na nossa casa?”
Trêmulo e emocionado, o homem afastou o ouvido da janela. Já tinha escutado o bastante; finalmente ele havia entendido a mensagem do mestre!
A lição ficou clara: PARE DE CORRER ATRAS DE ANJOS! TORNE-SE UM ANJO você mesmo, praticando boas ações, ajudando aos necessitados!
Que D-us nos permita ajudar aos próximos até que alcancemos o status de ANJOS, e que Ele nos recompense com muita saúde, sustento e somente alegrias!
Quem é o terrorista Tupamaro Mujica?
— IDENTIKIT DE UM TERRORISTA
Prof. Alexander Torres Mega
Quem é José "Pepe" Mujica,
ou José Antonio Mones Morelli?
Tenhamos bem presente que não estamos diante de um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca, senão de um alto dirigente inescrupuloso de um grupo criminoso que assassinou, seqüestrou, roubou etc.
Versión en español
Mujica não é um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca. Tem um passado tenebroso e um presente carregado de ódio.
Agora ele é conhecido como dirigente de uma coalizão de partidos, partidecos, grupos, grupelhos, caciques e índios, que têm como locomotiva o Partido Comunista e integrantes da organização criminosa guerrilheira que assassinou, seqüestrou, roubou, atentou etc.
Custa admiti-lo, mas hoje é candidato à presidência da república (que baixo caiu nosso país!) graças à torpeza e à fraqueza cúmplice dos dirigentes dos meios políticos, empresariais, militares e publicitários.
Não se trata unicamente de um homem com aspecto desleixado e aparência imunda, mescla de bruto, demagogo e palhaço. É mais do que uma combinação de Cantinflas e Robin Hood, com uma boca que parece uma cloaca como as utilizadas por ele e seu bando para esconder-se. Trata-se de alguém com um passado muito negro e com uma alma muito suja, muito mais suja do que sua aparência física.
Um passado tenebroso (do qual jamais mostrou arrependimento algum) e um presente carregado de ódio que hoje o leva a toda espécie de hipocrisias, contanto que chegue a tomar as rédeas do governo e complete a tarefa revolucionária, frustrada na via militar, mas que avançou na propagandística.
Na realidade, mais que negro, um passado cor vermelho sangue, que agora pretende alvejar, com um vice que é um anestésico eficaz para adormecer os círculos dirigentes e cativar o centro da opinião pública. Assim, enquanto Mujica estimula e consolida os mais radicais, Astori é quem deve atrair os moderados, desorientados e confusos que se localizam no meio do espectro ideológico.
Esse exemplar paleolítico, do populacho, desgrenhado, deliberadamente vulgar, desfruta e lucra mostrando-se bruto. De passagem, com isso, procura obter as simpatias dos menos favorecidos, dizendo-lhes ser tão inferior quanto eles, e que votem nele porque é o seu único salvador.
A mídia se empenhou, durante os últimos anos, em fabricar, difundir e valorizar uma imagem diferente para Mujica:
— ocultando sistematicamente seu passado sanguinário;
— apresentando suas imbecilidades mais bestiais como lampejos de genialidade emanados de um homem espontâneo, quase sábio, sincero, modesto, austero, idealista.
A verdade é outra: tem um passado de terror e nada tem de espontâneo em seus ditos ressaltados pela mídia. Estamos diante de um fenomenal artifício de propaganda, que foi capaz de transformar um terrorista em um aparente homem bom do campo, meio besta, mas sensível para com os pobres.
O mesmo que soube dirigir uma organização assassina com total desprezo pela vida humana, pisoteando direitos e liberdades, atropelando a lei e as instituições e desconhecendo a dignidade do ser humano, hoje aparece como pomba angelical, financiado por empresários, o astro preferido pelos meios de comunicação, e viajando em um avião cedido por uma empresa privada!!!
Os mesmos que poderiam ter sido seqüestrados ou assassinados, hoje financiam a campanha. Que castigo celestial merecem esses mercadores!
Dupla identidade
José Mujica Cordano, "o Pepe" (como quer que o chamem), teve outro nome: era José Antonio Mones Morelli, codinome escolhido para atuar na clandestinidade com um grupo de assassinos "tupamaros" que jamais se arrependeu de seus crimes.
Incapazes de enfrentar viril e frontalmente, especializaram-se em matar de forma traiçoeira e covarde atirando nas costas. Resumimos de informações da imprensa da época, a descrição de parte de seu passado delituoso e alguns de seus crimes de sangue:
— "Do tiroteio no bar "La Vía" localizado em Larrañaga e Monte Caseros, resultaram dois feridos. Um anti-social e um policial. O 'réu' que resultou ferido é José Alberto Mujica Cordano (aliás 'Emiliano'), conhecido também como 'Pepe', portando documentos com o nome de José Antonio Mones Morelli".
— Em 11 de janeiro de 1971 foi assassinado pelo bando tupamaro o policial José Leonardo Villalba. A autópsia revelou que recebeu sete impactos de bala nas costas.
— Em 21 de dezembro de 1971, a organização criminosa "MLN-Tupamaros", da qual Mujica foi alto dirigente, assassinou o peão rural Ramón Pascasio Baez Mena, o qual, ao tropeçar em um esconderijo subterrâneo ("toca de tatu"), na fazenda Espartaco, foi capturado pelos terroristas que ali estavam. Reunida a cúpula da organização, esta decidiu pelo seu assassinato mediante a aplicação de uma injeção letal de pentotal. O peão foi enterrado nas proximidades e veio a ser o primeiro desaparecido. Os responsáveis pela morte foram Henry Engler, Israel Bassini Campiglia, Néstor Sclavo, Conrado Fernández, Jorge Becca, Gloria Etcheveste y Xenia Itté González.
Este mesmo José Mujica denomina "expropriações" aos roubos cometidos por ele e seus comparsas. Chama de "justiçamentos" aos assassinatos. E com a maior desembaraço chega a dizer que essa luta — com os assassinatos, roubos, seqüestros, e atentados cometidos — foi por um mundo melhor, por uma sociedade mais justa, pelo bem dos pobres, blá, blá blá, todo o discurso mentiroso, propagandístico e perverso que conhecemos.
Tenhamos bem presente que não estamos diante de um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca, senão de um alto dirigente inescrupuloso de um grupo criminoso que assassinou, seqüestrou, roubou etc.
Anistiado pelos políticos, dedicou-se a reconstruir a organização que — agora com maquiagem pacifista — procura se fazer de governo nacional. Os métodos (no momento) são outros, mas os fins últimos são os mesmos de sempre, os mesmos que pretendeu alcançar quando era conhecido como José Antonio Mones Morelli.
São dois nomes: José Mujica Cordano e José Mones Morelli, mas uma mesma pessoa, que apresenta mudanças cosméticas — pintam-lhe o cabelo, fazem-no tomar banho com mais freqüência, colocam-lhe um paletó, dizem-lhe que simule cara de avô meigo — mas é o mesmo sujeito.
Alerta
Nunca antes foi tão claro que a opção atual é entre a liberdade e o despotismo, entre a verdadeira democracia e o populismo autoritário e liberticida.
Reajamos. Ainda é tempo. Depois será tarde demais, e veremos "chorar como mulheres os que hoje não querem ou não se animam a lutar como homens".
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Fonte: Boletim Flashes Culturales.
Alexander Torres Mega, advogado e professor uruguaio, desenvolve notável trabalho de esclarecimento nos meios estudantis de Montevidéu.
Publicação original: ¿Quién es José “Pepe” Mujica o José Antonio Mones Morelli?
Tradução: André F. Falleiro Garcia.
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Descobrem que Chávez está financiando a campanha presidencial de Mujica no Uruguai
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JOSÉ MUJICA — IDENTIKIT DE UN TERRORISTA
Prof. Alexander Torres Mega
¿Quién es José “Pepe” Mujica
o José Antonio Mones Morelli?
Tengamos bien presente que no estamos ante un romántico soñador incapaz de matar una mosca, sino de un máximo e inescrupuloso dirigente de la banda criminal que asesinó, secuestró, robó, etc.
Mujica no es un romántico soñador incapaz de matar una mosca. Él tiene un pasado tenebroso y un presente cargado de odio
Ahora se le conoce como dirigente de una coalición de partidos, partiditos, grupos, grupitos, caciques e indios, que tienen como locomotora al Partido Comunista y a integrantes de la organización criminal guerrillera que asesinó, secuestró, robó, atentó, etc.
Cuesta admitirlo pero hoy es candidato a la presidencia de la república (¡qué bajo ha caído nuestro país!) gracias a la torpeza y a la debilidad cómplice de la dirigencia política, empresarial, militar y comunicacional.
No se trata únicamente de un hombre con aspecto desprolijo y apariencia de mugriento, mezcla de bruto, demagogo y payaso.
Es más que una combinación de Cantinflas y Robin Hood con una boca que parece una cloaca como las utilizadas por él y su banda para esconderse. Se trata de alguien con un pasado muy negro y con un alma muy sucia, mucho más sucia que su apariencia física.
Un pasado tenebroso (del cual jamás mostró arrepentimiento alguno) y un presente cargado de odio que hoy lo lleva a toda especie de hipocresías con tal de llegar a tomar las riendas del gobierno y completar la tarea revolucionaria que se frustró en lo militar pero avanzó en lo propagandístico.
En realidad, más que negro, un pasado color rojo sangre, que ahora intenta blanquear con un vice que es un anestésico eficaz para adormecer a los círculos dirigentes y captar al centro de la opinión pública. Así, mientras Mujica estimula y consolida a los más forajidos, Astori es quien debe captar a los moderados, despistados y confundidos que se ubican al medio del espectro ideológico.
Este ejemplar paleolítico, populachero, desgreñado y deliberadamente chabacano, disfruta y lucra con mostrarse bruto. De paso, con ello, procura obtener las simpatías del “cascarriaje” diciéndole que es tan ordinario como ellos y que lo voten porque él es su único salvador.
Los medios masivos se empeñaron, desde hace años, en fabricar, proyectar y potenciar una imagen distinta para Mujica:
— ocultando sistemáticamente su pasado sanguinario
— presentando sus imbecilidades más bestiales como chispazos de genialidad emanados de un hombre espontáneo, cuasi sabio, sincero, modesto, austero, idealista, …
La verdad es muy otra: tiene un pasado de terror y nada hay de espontáneo en sus dichos resaltados por los medios.
Estamos ante un fenomenal artificio de propaganda que ha sido capaz de transformar a un terrorista en un aparente buen hombre de campo, medio bestia pero sensible para con los pobres.
El mismo que supo dirigir la organización asesina con total desprecio por la vida humana, pisoteando derechos y libertades, atropellando la ley y las instituciones y desconociendo la dignidad del hombre, hoy aparece como palomita angelical, financiado por empresarios, la estrella preferida de todos los medios de comunicación y viajando en un avión cedido por una empresa privada !!!
Los mismos que pudieron ser secuestrados o asesinados, hoy le financian la campaña. ¡Qué castigo celestial merecen estos mercaderes!
*********
José Mujica Cordano, “el Pepe” (como quiere que le llamen), tuvo otro nombre: Era JOSÉ ANTONIO MONES MORELLI, nombre de guerra elegido para actuar en la clandestinidad con un grupo de asesinos “tupamaros” que jamás se arrepintieron de sus crímenes.
Incapaces de enfrentar viril y frontalmente, se especializaron en matar traicionera y cobardemente disparando por la espalda.
Resumimos de información de prensa de la época, la descripción de parte de su pasado delictivo y algunos de sus delitos de sangre:
— “Del tiroteo en el bar “La Vía” ubicado en Larrañaga y Monte Caseros, resultaron dos heridos. Un antisocial y un funcionario policial. El “reo” que resultó herido es José Alberto Mujica Cordano (Alias “Emiliano”), conocido también como “Pepe”, portando documentos a nombre de José Antonio Mones Morelli”.
— El 11 de enero de 1971 es asesinado por la banda tupamara el funcionario policial José Leonardo Villalba. La autopsia revela que sufrió siete impactos de bala por la espalda.
— El 21 de diciembre de 1971, la organización criminal “MLN-Tupamaros” -de la que Mujica fue alto dirigente- asesina al peón rural Ramón Pascasio Baez Mena, quien, al tropezar con un escondite (“tatucera”) -en la estancia “Espartaco”- es capturado por los terroristas que allí estaban. Reunida la cúpula de la organización, decide su asesinato mediante la aplicación de una inyección letal de pentotal. El peón fue enterrado en las cercanías y se constituyó en el primer desaparecido. Los responsables del luctuoso hecho son Henry Engler, Israel Bassini Campiglia, Néstor Sclavo, Conrado Fernández, Jorge Becca, Gloria Etcheveste y Xenia Itté González.
*********
Este mismo José Mujica, a los robos -cometidos por él y sus compinches- les denomina “expropiación” y a los asesinatos les llama “ajusticiamientos”.
Y con el mayor desparpajo llega a decir que esa lucha, con los asesinatos, robos, secuestros y atentados incluidos, fue por un mundo mejor, por una sociedad más justa, por el bien de los pobres, bla, bla, bla., todo el discurso mentiroso, propagandístico y perverso que ya conocemos.
Tengamos bien presente que no estamos ante un romántico soñador incapaz de matar una mosca, sino de un máximo e inescrupuloso dirigente de la banda criminal que asesinó, secuestró, robó, etc.
Amnistiado por los políticos, se dedicó a reconstruir la organización que -ahora con maquillaje de pacifismo- procura hacerse del gobierno nacional. Los métodos (por el momento) son otros, pero los fines últimos son los mismos de siempre, los mismos que pretendió alcanzar cuando se le conoció como José Antonio Mones Morelli.
Son dos nombres: José Mujica Cordano y José Mones Morelli, pero una misma persona, que muestra cambios cosméticos (le pintan el cabello, lo harán bañar más seguido, le pondrán un saco, le dirán que simule cara de abuelo tierno) pero es el mismo sujeto.
ALERTA - nunca antes fue tan claro que la opción actual es entre la LIBERTAD o el DESPOTISMO; ENTRE LA VERDADERA DEMOCRACIA y el POPULISMO AUTORITARIO Y LIBERTICIDA.
Reaccionemos. Todavía estamos a tiempo.
Después será tarde y veremos “llorar como mujeres a los que hoy no quieren o no se animan a enfrentar como hombres”.
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Prof. Alexander Torres Mega
Quem é José "Pepe" Mujica,
ou José Antonio Mones Morelli?
Tenhamos bem presente que não estamos diante de um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca, senão de um alto dirigente inescrupuloso de um grupo criminoso que assassinou, seqüestrou, roubou etc.
Versión en español
Mujica não é um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca. Tem um passado tenebroso e um presente carregado de ódio.
Agora ele é conhecido como dirigente de uma coalizão de partidos, partidecos, grupos, grupelhos, caciques e índios, que têm como locomotiva o Partido Comunista e integrantes da organização criminosa guerrilheira que assassinou, seqüestrou, roubou, atentou etc.
Custa admiti-lo, mas hoje é candidato à presidência da república (que baixo caiu nosso país!) graças à torpeza e à fraqueza cúmplice dos dirigentes dos meios políticos, empresariais, militares e publicitários.
Não se trata unicamente de um homem com aspecto desleixado e aparência imunda, mescla de bruto, demagogo e palhaço. É mais do que uma combinação de Cantinflas e Robin Hood, com uma boca que parece uma cloaca como as utilizadas por ele e seu bando para esconder-se. Trata-se de alguém com um passado muito negro e com uma alma muito suja, muito mais suja do que sua aparência física.
Um passado tenebroso (do qual jamais mostrou arrependimento algum) e um presente carregado de ódio que hoje o leva a toda espécie de hipocrisias, contanto que chegue a tomar as rédeas do governo e complete a tarefa revolucionária, frustrada na via militar, mas que avançou na propagandística.
Na realidade, mais que negro, um passado cor vermelho sangue, que agora pretende alvejar, com um vice que é um anestésico eficaz para adormecer os círculos dirigentes e cativar o centro da opinião pública. Assim, enquanto Mujica estimula e consolida os mais radicais, Astori é quem deve atrair os moderados, desorientados e confusos que se localizam no meio do espectro ideológico.
Esse exemplar paleolítico, do populacho, desgrenhado, deliberadamente vulgar, desfruta e lucra mostrando-se bruto. De passagem, com isso, procura obter as simpatias dos menos favorecidos, dizendo-lhes ser tão inferior quanto eles, e que votem nele porque é o seu único salvador.
A mídia se empenhou, durante os últimos anos, em fabricar, difundir e valorizar uma imagem diferente para Mujica:
— ocultando sistematicamente seu passado sanguinário;
— apresentando suas imbecilidades mais bestiais como lampejos de genialidade emanados de um homem espontâneo, quase sábio, sincero, modesto, austero, idealista.
A verdade é outra: tem um passado de terror e nada tem de espontâneo em seus ditos ressaltados pela mídia. Estamos diante de um fenomenal artifício de propaganda, que foi capaz de transformar um terrorista em um aparente homem bom do campo, meio besta, mas sensível para com os pobres.
O mesmo que soube dirigir uma organização assassina com total desprezo pela vida humana, pisoteando direitos e liberdades, atropelando a lei e as instituições e desconhecendo a dignidade do ser humano, hoje aparece como pomba angelical, financiado por empresários, o astro preferido pelos meios de comunicação, e viajando em um avião cedido por uma empresa privada!!!
Os mesmos que poderiam ter sido seqüestrados ou assassinados, hoje financiam a campanha. Que castigo celestial merecem esses mercadores!
Dupla identidade
José Mujica Cordano, "o Pepe" (como quer que o chamem), teve outro nome: era José Antonio Mones Morelli, codinome escolhido para atuar na clandestinidade com um grupo de assassinos "tupamaros" que jamais se arrependeu de seus crimes.
Incapazes de enfrentar viril e frontalmente, especializaram-se em matar de forma traiçoeira e covarde atirando nas costas. Resumimos de informações da imprensa da época, a descrição de parte de seu passado delituoso e alguns de seus crimes de sangue:
— "Do tiroteio no bar "La Vía" localizado em Larrañaga e Monte Caseros, resultaram dois feridos. Um anti-social e um policial. O 'réu' que resultou ferido é José Alberto Mujica Cordano (aliás 'Emiliano'), conhecido também como 'Pepe', portando documentos com o nome de José Antonio Mones Morelli".
— Em 11 de janeiro de 1971 foi assassinado pelo bando tupamaro o policial José Leonardo Villalba. A autópsia revelou que recebeu sete impactos de bala nas costas.
— Em 21 de dezembro de 1971, a organização criminosa "MLN-Tupamaros", da qual Mujica foi alto dirigente, assassinou o peão rural Ramón Pascasio Baez Mena, o qual, ao tropeçar em um esconderijo subterrâneo ("toca de tatu"), na fazenda Espartaco, foi capturado pelos terroristas que ali estavam. Reunida a cúpula da organização, esta decidiu pelo seu assassinato mediante a aplicação de uma injeção letal de pentotal. O peão foi enterrado nas proximidades e veio a ser o primeiro desaparecido. Os responsáveis pela morte foram Henry Engler, Israel Bassini Campiglia, Néstor Sclavo, Conrado Fernández, Jorge Becca, Gloria Etcheveste y Xenia Itté González.
Este mesmo José Mujica denomina "expropriações" aos roubos cometidos por ele e seus comparsas. Chama de "justiçamentos" aos assassinatos. E com a maior desembaraço chega a dizer que essa luta — com os assassinatos, roubos, seqüestros, e atentados cometidos — foi por um mundo melhor, por uma sociedade mais justa, pelo bem dos pobres, blá, blá blá, todo o discurso mentiroso, propagandístico e perverso que conhecemos.
Tenhamos bem presente que não estamos diante de um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca, senão de um alto dirigente inescrupuloso de um grupo criminoso que assassinou, seqüestrou, roubou etc.
Anistiado pelos políticos, dedicou-se a reconstruir a organização que — agora com maquiagem pacifista — procura se fazer de governo nacional. Os métodos (no momento) são outros, mas os fins últimos são os mesmos de sempre, os mesmos que pretendeu alcançar quando era conhecido como José Antonio Mones Morelli.
São dois nomes: José Mujica Cordano e José Mones Morelli, mas uma mesma pessoa, que apresenta mudanças cosméticas — pintam-lhe o cabelo, fazem-no tomar banho com mais freqüência, colocam-lhe um paletó, dizem-lhe que simule cara de avô meigo — mas é o mesmo sujeito.
Alerta
Nunca antes foi tão claro que a opção atual é entre a liberdade e o despotismo, entre a verdadeira democracia e o populismo autoritário e liberticida.
Reajamos. Ainda é tempo. Depois será tarde demais, e veremos "chorar como mulheres os que hoje não querem ou não se animam a lutar como homens".
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Fonte: Boletim Flashes Culturales.
Alexander Torres Mega, advogado e professor uruguaio, desenvolve notável trabalho de esclarecimento nos meios estudantis de Montevidéu.
Publicação original: ¿Quién es José “Pepe” Mujica o José Antonio Mones Morelli?
Tradução: André F. Falleiro Garcia.
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JOSÉ MUJICA — IDENTIKIT DE UN TERRORISTA
Prof. Alexander Torres Mega
¿Quién es José “Pepe” Mujica
o José Antonio Mones Morelli?
Tengamos bien presente que no estamos ante un romántico soñador incapaz de matar una mosca, sino de un máximo e inescrupuloso dirigente de la banda criminal que asesinó, secuestró, robó, etc.
Mujica no es un romántico soñador incapaz de matar una mosca. Él tiene un pasado tenebroso y un presente cargado de odio
Ahora se le conoce como dirigente de una coalición de partidos, partiditos, grupos, grupitos, caciques e indios, que tienen como locomotora al Partido Comunista y a integrantes de la organización criminal guerrillera que asesinó, secuestró, robó, atentó, etc.
Cuesta admitirlo pero hoy es candidato a la presidencia de la república (¡qué bajo ha caído nuestro país!) gracias a la torpeza y a la debilidad cómplice de la dirigencia política, empresarial, militar y comunicacional.
No se trata únicamente de un hombre con aspecto desprolijo y apariencia de mugriento, mezcla de bruto, demagogo y payaso.
Es más que una combinación de Cantinflas y Robin Hood con una boca que parece una cloaca como las utilizadas por él y su banda para esconderse. Se trata de alguien con un pasado muy negro y con un alma muy sucia, mucho más sucia que su apariencia física.
Un pasado tenebroso (del cual jamás mostró arrepentimiento alguno) y un presente cargado de odio que hoy lo lleva a toda especie de hipocresías con tal de llegar a tomar las riendas del gobierno y completar la tarea revolucionaria que se frustró en lo militar pero avanzó en lo propagandístico.
En realidad, más que negro, un pasado color rojo sangre, que ahora intenta blanquear con un vice que es un anestésico eficaz para adormecer a los círculos dirigentes y captar al centro de la opinión pública. Así, mientras Mujica estimula y consolida a los más forajidos, Astori es quien debe captar a los moderados, despistados y confundidos que se ubican al medio del espectro ideológico.
Este ejemplar paleolítico, populachero, desgreñado y deliberadamente chabacano, disfruta y lucra con mostrarse bruto. De paso, con ello, procura obtener las simpatías del “cascarriaje” diciéndole que es tan ordinario como ellos y que lo voten porque él es su único salvador.
Los medios masivos se empeñaron, desde hace años, en fabricar, proyectar y potenciar una imagen distinta para Mujica:
— ocultando sistemáticamente su pasado sanguinario
— presentando sus imbecilidades más bestiales como chispazos de genialidad emanados de un hombre espontáneo, cuasi sabio, sincero, modesto, austero, idealista, …
La verdad es muy otra: tiene un pasado de terror y nada hay de espontáneo en sus dichos resaltados por los medios.
Estamos ante un fenomenal artificio de propaganda que ha sido capaz de transformar a un terrorista en un aparente buen hombre de campo, medio bestia pero sensible para con los pobres.
El mismo que supo dirigir la organización asesina con total desprecio por la vida humana, pisoteando derechos y libertades, atropellando la ley y las instituciones y desconociendo la dignidad del hombre, hoy aparece como palomita angelical, financiado por empresarios, la estrella preferida de todos los medios de comunicación y viajando en un avión cedido por una empresa privada !!!
Los mismos que pudieron ser secuestrados o asesinados, hoy le financian la campaña. ¡Qué castigo celestial merecen estos mercaderes!
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José Mujica Cordano, “el Pepe” (como quiere que le llamen), tuvo otro nombre: Era JOSÉ ANTONIO MONES MORELLI, nombre de guerra elegido para actuar en la clandestinidad con un grupo de asesinos “tupamaros” que jamás se arrepintieron de sus crímenes.
Incapaces de enfrentar viril y frontalmente, se especializaron en matar traicionera y cobardemente disparando por la espalda.
Resumimos de información de prensa de la época, la descripción de parte de su pasado delictivo y algunos de sus delitos de sangre:
— “Del tiroteo en el bar “La Vía” ubicado en Larrañaga y Monte Caseros, resultaron dos heridos. Un antisocial y un funcionario policial. El “reo” que resultó herido es José Alberto Mujica Cordano (Alias “Emiliano”), conocido también como “Pepe”, portando documentos a nombre de José Antonio Mones Morelli”.
— El 11 de enero de 1971 es asesinado por la banda tupamara el funcionario policial José Leonardo Villalba. La autopsia revela que sufrió siete impactos de bala por la espalda.
— El 21 de diciembre de 1971, la organización criminal “MLN-Tupamaros” -de la que Mujica fue alto dirigente- asesina al peón rural Ramón Pascasio Baez Mena, quien, al tropezar con un escondite (“tatucera”) -en la estancia “Espartaco”- es capturado por los terroristas que allí estaban. Reunida la cúpula de la organización, decide su asesinato mediante la aplicación de una inyección letal de pentotal. El peón fue enterrado en las cercanías y se constituyó en el primer desaparecido. Los responsables del luctuoso hecho son Henry Engler, Israel Bassini Campiglia, Néstor Sclavo, Conrado Fernández, Jorge Becca, Gloria Etcheveste y Xenia Itté González.
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Este mismo José Mujica, a los robos -cometidos por él y sus compinches- les denomina “expropiación” y a los asesinatos les llama “ajusticiamientos”.
Y con el mayor desparpajo llega a decir que esa lucha, con los asesinatos, robos, secuestros y atentados incluidos, fue por un mundo mejor, por una sociedad más justa, por el bien de los pobres, bla, bla, bla., todo el discurso mentiroso, propagandístico y perverso que ya conocemos.
Tengamos bien presente que no estamos ante un romántico soñador incapaz de matar una mosca, sino de un máximo e inescrupuloso dirigente de la banda criminal que asesinó, secuestró, robó, etc.
Amnistiado por los políticos, se dedicó a reconstruir la organización que -ahora con maquillaje de pacifismo- procura hacerse del gobierno nacional. Los métodos (por el momento) son otros, pero los fines últimos son los mismos de siempre, los mismos que pretendió alcanzar cuando se le conoció como José Antonio Mones Morelli.
Son dos nombres: José Mujica Cordano y José Mones Morelli, pero una misma persona, que muestra cambios cosméticos (le pintan el cabello, lo harán bañar más seguido, le pondrán un saco, le dirán que simule cara de abuelo tierno) pero es el mismo sujeto.
ALERTA - nunca antes fue tan claro que la opción actual es entre la LIBERTAD o el DESPOTISMO; ENTRE LA VERDADERA DEMOCRACIA y el POPULISMO AUTORITARIO Y LIBERTICIDA.
Reaccionemos. Todavía estamos a tiempo.
Después será tarde y veremos “llorar como mujeres a los que hoy no quieren o no se animan a enfrentar como hombres”.
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Terrorista Tupamaro e ministros uruguaios se reúnem com Dilma em Brasília
O ex-TERRORISTA TUPAMARO do Uruguai, José Pepe Mujica, se reúne na quinta-feira pela manhã em Brasília com a presidente Dilma Rousseff. Depois, haverá uma conversa ampliada entre ministros dos dois países. Do lado uruguaio estarão presentes os ministros Luis Almagro (Relações Exteriores), Fernando Lorenzo (Economia e Finanças) e Roberto Kreimerman (Indústrias e Mineração). Os ministros brasileiros que participarão da reunião ainda não foram divulgados pela Presidência da República. A comitiva uruguaia retornará a Montevidéu no final da tarde da quinta-feira.
Em dezembro, a presidente participou em Montevidéu da Cúpula do Mercosul. Em maio do ano passado, ela havia feito uma visita oficial ao Uruguai. Na ocasião, Dilma e Mujica decidiram intensificar as parcerias nas áreas de infraestrrutura e tecnologia. A presidente disse que a ideia é concluir dois trechos da ferrovia que liga os dois países - entre as cidades gaúchas de Cacequi e Santana do Livramento, na fronteira uruguaia.
O Brasil é o principal destino das exportações uruguaias e também o principal fornecedor do país vizinho. Durante a visita a Montevidéu, a presidente ressaltou a necessidade de ampliar as trocas comerciais para garantir um crescimento acima das taxas mundiais nos últimos anos. Em 2010, o intercâmbio bilateral ultrapassou US$ 3 bilhões, o que representou um aumento de 19,4% em relação ao ano anterior. O comércio foi equilibrado, com aproximadamente US$ 1,5 bilhão tanto de exportações quanto de importações provenientes do Uruguai.
Para a integração no setor de energia elétrica, Dilma defendeu a criação de um novo marco jurídico para reger a relação entre os dois países, assegurando o intercâmbio de energia elétrica em busca de solucionar as dificuldades do setor em curto prazo. Os dois países negociam a construção de uma linha de transmissão de 500 kV, que vai interligar o Brasil com o Uruguai.
Pelo planejamento em curso, a linha de transmissão deve ficar pronta neste ano. A ideia é interligar Candiota, no Rio Grande do Sul, a San Carlos, cidade próxima a Montevidéu. O projeto será desenvolvido pela Eletrobras em conjunto com a empresa uruguaia UTE. A última visita de Mujica ao Brasil foi no dia 17 de janeiro, quando ele foi a São Paulo prestar solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava em tratamento de combate ao câncer. Lula, Mujica e Dilma são amigos e construíram suas trajetória políticas na luta contra governos autoritários e todos foram presos durante os períodos militares do Brasil e do Uruguai.
Em dezembro, a presidente participou em Montevidéu da Cúpula do Mercosul. Em maio do ano passado, ela havia feito uma visita oficial ao Uruguai. Na ocasião, Dilma e Mujica decidiram intensificar as parcerias nas áreas de infraestrrutura e tecnologia. A presidente disse que a ideia é concluir dois trechos da ferrovia que liga os dois países - entre as cidades gaúchas de Cacequi e Santana do Livramento, na fronteira uruguaia.
O Brasil é o principal destino das exportações uruguaias e também o principal fornecedor do país vizinho. Durante a visita a Montevidéu, a presidente ressaltou a necessidade de ampliar as trocas comerciais para garantir um crescimento acima das taxas mundiais nos últimos anos. Em 2010, o intercâmbio bilateral ultrapassou US$ 3 bilhões, o que representou um aumento de 19,4% em relação ao ano anterior. O comércio foi equilibrado, com aproximadamente US$ 1,5 bilhão tanto de exportações quanto de importações provenientes do Uruguai.
Para a integração no setor de energia elétrica, Dilma defendeu a criação de um novo marco jurídico para reger a relação entre os dois países, assegurando o intercâmbio de energia elétrica em busca de solucionar as dificuldades do setor em curto prazo. Os dois países negociam a construção de uma linha de transmissão de 500 kV, que vai interligar o Brasil com o Uruguai.
Pelo planejamento em curso, a linha de transmissão deve ficar pronta neste ano. A ideia é interligar Candiota, no Rio Grande do Sul, a San Carlos, cidade próxima a Montevidéu. O projeto será desenvolvido pela Eletrobras em conjunto com a empresa uruguaia UTE. A última visita de Mujica ao Brasil foi no dia 17 de janeiro, quando ele foi a São Paulo prestar solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava em tratamento de combate ao câncer. Lula, Mujica e Dilma são amigos e construíram suas trajetória políticas na luta contra governos autoritários e todos foram presos durante os períodos militares do Brasil e do Uruguai.
Curiosidade: GO: revista que liga governador a Cachoeira desaparece das bancas
A edição desta semana da revista CartaCapital sumiu das bancas de Goiás, segundo relato de leitores daquele Estado. Com uma reportagem sobre um relatório da Polícia Federal que aponta laços de negócios ilegais entre o contraventor Carlos Augusto Ramos,o Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o governador de Goiás, Marconi Perillo, identificados pela PF na Operação Monte Carlo, a revista teria sido "sequestrada" das bancas de Goiás antes de chegar às mãos dos leitores.
De acordo com a revista, vários leitores do Estado entraram em contato via redes sociais alertando sobre o estranho desaparecimento das revistas das bancas de Goiás. Pelo Twitter, usuários relataram que a edição teria sido comprada em grandes lotes, por pessoas em carros sem placas, supostamente ligados ao bicheiro e a pessoas próximas dos envolvidos nas denúncias.
O deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ) comentou o desaparecimento da revista no Estado. "Corra às bancas para adquirir a Carta Capital. Mas não em Goiás, de onde sumiu... Tem matéria que expõe relações suspeitas do governador Marconi", disse o deputado no Twitter.
O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) também repercutiu sobre o sumiço dos exemplares. Em seu perfil no Twitter, Protógenes disse que "não adianta boicotar, a noticia chega".
De acordo com relatos de outros usuários do Twitter, algumas pessoas distribuíram fotocópias da reportagem em regiões de Goiânia. "Hoje por volta do meio-dia, nas imediações da praça cívica, tinha 2 moças e 1 rapaz distribuindo fotocópias da Carta Capital 691", disse o sociólogo Juliano Rodrigues na rede social.
A revista CartaCapital afirmou ter entrado em contato no domingo, por telefone, com cerca de 30 bancas de jornal, livrarias e revistarias da capital goiana. Segundo a publicação, apenas seis atenderam à ligação e confirmaram que a revista estava esgotada. Informaram também "não ter vendido grande número de revistas a poucos indivíduos ou a alguém com um carro a 'recolher' a publicação das bancas".
De acordo com a revista, vários leitores do Estado entraram em contato via redes sociais alertando sobre o estranho desaparecimento das revistas das bancas de Goiás. Pelo Twitter, usuários relataram que a edição teria sido comprada em grandes lotes, por pessoas em carros sem placas, supostamente ligados ao bicheiro e a pessoas próximas dos envolvidos nas denúncias.
O deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ) comentou o desaparecimento da revista no Estado. "Corra às bancas para adquirir a Carta Capital. Mas não em Goiás, de onde sumiu... Tem matéria que expõe relações suspeitas do governador Marconi", disse o deputado no Twitter.
O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) também repercutiu sobre o sumiço dos exemplares. Em seu perfil no Twitter, Protógenes disse que "não adianta boicotar, a noticia chega".
De acordo com relatos de outros usuários do Twitter, algumas pessoas distribuíram fotocópias da reportagem em regiões de Goiânia. "Hoje por volta do meio-dia, nas imediações da praça cívica, tinha 2 moças e 1 rapaz distribuindo fotocópias da Carta Capital 691", disse o sociólogo Juliano Rodrigues na rede social.
A revista CartaCapital afirmou ter entrado em contato no domingo, por telefone, com cerca de 30 bancas de jornal, livrarias e revistarias da capital goiana. Segundo a publicação, apenas seis atenderam à ligação e confirmaram que a revista estava esgotada. Informaram também "não ter vendido grande número de revistas a poucos indivíduos ou a alguém com um carro a 'recolher' a publicação das bancas".
SERÁ QUE A Maria do Rosário SABE DISSO?
Vejam o que ele fez em sua ¨luta pela democracia¨!
Será que a Maria do Rosário sabe disso?
Este é um dos heróis da PeTralhada que povo trabalhador do Brasil está sustentando
Casos como este irão para a Comissão da Verdade ?
Esse cara recebe pensão vitalícia do Estado, sem declarar o Imposto de renda. Bom emprego , no Brasil,ser guerrilheiro e ter licença para matar. E poder confessar, na cara dura, sem medo de represálias, justiça e outras medidas éticas da sociedade.....
VEJA O VÍDEO ABAIXO :
Casos como esse do vídeo serão inves-
tigados no "forum" do qual Amorim, o ministro, fala ?
"Clemente"nunca foi preso. Está anistiado.
Tem orgulho de ter assassinado 10 ou 12 pessoas.
E ainda conta como matou alguém pelas costas, de fuzil, no meio de uma feira em São Paulo. Herói ! Anistiado !
Será que a Maria do Rosário sabe disso?
Este é um dos heróis da PeTralhada que povo trabalhador do Brasil está sustentando
Casos como este irão para a Comissão da Verdade ?
Esse cara recebe pensão vitalícia do Estado, sem declarar o Imposto de renda. Bom emprego , no Brasil,ser guerrilheiro e ter licença para matar. E poder confessar, na cara dura, sem medo de represálias, justiça e outras medidas éticas da sociedade.....
VEJA O VÍDEO ABAIXO :
Casos como esse do vídeo serão inves-
tigados no "forum" do qual Amorim, o ministro, fala ?
"Clemente"nunca foi preso. Está anistiado.
Tem orgulho de ter assassinado 10 ou 12 pessoas.
E ainda conta como matou alguém pelas costas, de fuzil, no meio de uma feira em São Paulo. Herói ! Anistiado !
SABE POR QUÊ SE FALAVA QUE COMUNISTA MATA CRIANCINHA?
Elza Fernandes, codinome de Elvira Cupello Calônio, nascida em Sorocaba, era namorada de Antonio Maciel Bonfim, o Miranda, líder do Partido Comunista Brasileiro (PCB) ao tempo da revolução comunista de 1935.
Diante do fracasso da rebelião e suspeitando que Elza, que tinha apenas 16 anos, tivesse traído o movimento, Luiz Carlos Prestes manda matá-la, o que ocorre em começos de 1936.
O assunto foi tabu no PCB, sendo objeto de livro, intitulado Elza, a garota, do jornalista Sérgio Rodrigues, publicado em 2009 pela editora Nova Fronteira. Segundo o autor do livro, em especial graças a depoimentos da ex-militante do PCB Sara Becker, que tinha a mesma idade que a moça, Elza ou Elvira era semi-analfabeta e não tinha noção do que era o partido ou a sua rebelião.
No dia 20 de fevereiro de 1936, ela foi estrangulada com um fio de varal, por um militante do partido.
Numa carta citada por Sérgio Rodrigues, Prestes ordenara, poucos dias antes, sua eliminação.
Virou filme!
Diante do fracasso da rebelião e suspeitando que Elza, que tinha apenas 16 anos, tivesse traído o movimento, Luiz Carlos Prestes manda matá-la, o que ocorre em começos de 1936.
O assunto foi tabu no PCB, sendo objeto de livro, intitulado Elza, a garota, do jornalista Sérgio Rodrigues, publicado em 2009 pela editora Nova Fronteira. Segundo o autor do livro, em especial graças a depoimentos da ex-militante do PCB Sara Becker, que tinha a mesma idade que a moça, Elza ou Elvira era semi-analfabeta e não tinha noção do que era o partido ou a sua rebelião.
No dia 20 de fevereiro de 1936, ela foi estrangulada com um fio de varal, por um militante do partido.
Numa carta citada por Sérgio Rodrigues, Prestes ordenara, poucos dias antes, sua eliminação.
Virou filme!
Subsidios a Comissão da Verdade: VÍTIMAS DO TERRORISMO
Nestes tempos de esperança, cabe-nos lutar para que recebam isonomia no tratamento que os "arautos" dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.
A lembrança deles não nos motiva ao ódio e nem mesmo à contestação aos homens e agremiações alçados ao poder em decorrência de um processo político legítimo. Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima - (Marinha Mercante - Rio Negro / AM)
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes “Dr. Ramon”, o qual, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a falecer no dia 10/01/68.
07/01/69 – Alzira Baltazar de Almeida - (Dona de casa – Rio de Janeiro / RJ)
Uma bomba jogada por terroristas, embaixo de uma viatura policial, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou a jovem Alzira, de apenas 18 anos de idade, uma vítima inocente que na ocasião transitava na rua.
11/01/69 – Edmundo Janot - (Lavrador – Rio de Janeiro / RJ)
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que havia montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.
29/01/69 – Cecildes Moreira de Faria (Subinspetor de Polícia) e José Antunes Ferreira (Guarda Civil) – BH/MG
Durante a abordagem de um um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo, identificado por Pedro Paulo Bretas, “Kleber”, a equipe de segurança foi recebida por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva, “Cesar” ou “Miranda”, que, com onze tiros, mataram o Subinspetor Cecildes Moreira da Silva, que deixou viúva e oito filhos, e o Guarda Civil José Antunes Ferreira, ferindo, ainda, o Investigador José Reis de Oliveira. No interior do “aparelho”, foram presos o assassino Murilo Pinto Pezzuti da Silva e os terroristas do Colina: Afonso Celso Lana Leite, ”Ciro”; Mauricio Vieira de Paiva, ”Carlos”; Nilo Sérgio Menezes Macedo; Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, “Pedro”; Jorge Raimundo Nahas, “Clovis” ou “Ismael”; Maria José de Carvalho Nahas, “Celia” ou “Marta”, e foram apreendidos um fuzil FAL, cinco pistolas, três revólveres, duas metralhadoras, duas carabinas, duas granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino - (Sargento PM – São Paulo / SP)
Morto a tiros por terroristas.
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares - (Estudante – 14 anos - MG)
Morto por terroristas durante um assalto ao Banco Nacional de Minas Gerais.
Participaram da ação: Newton Moraes, Aldo Sá Brito, Macos Nonato da Fonseca e Eduardo Antonio da Fonseca.
18/01/72 – Tomaz Paulino de Almeida - (sargento PM – São Paulo / SP)
Morto, a tiros de metralhadora, no bairro Cambuci, por um grupo terrorista que roubou o seu carro.
Autores do assassinato: João Carlos Cavalcante Reis, Lauriberto José Reyes e Márcio Beck Machado, todos integrantes do Movimento de Libertação Nacional (Molipo).
As famílias dos assassinos João Carlos Cavalcante Reis e Lauriberto José Reyes foram indenizadas pela Lei nº 1.140/95.
20/01/72 – Sylas Bispo Feche - (Cabo PM São Paulo / SP)
O cabo Sylas Bispo Feche, integrava uma Equipe de Busca e Apreensão do DOI/CODI/II Exército. Sua equipe executava uma ronda, quando um carro VW, ocupado por duas pessoas, cruzou um sinal fechado quase atropelando uma senhora que atravessava a rua com uma criança no colo. A equipe saiu em perseguição ao carro suspeito, que foi interceptado. Ao tentar aproximar-se para pedir os documentos dos dois ocupantes do veículo, o cabo Feche foi, covardemente, metralhado por eles.
Os assassinos do cabo Feche, ambos membros da Ação Libertadora Nacional (ALN), mortos no tiroteio que se seguiu, foram Gelson Reicher, “Marcos”, que usava identidade falsa com o nome de Emiliano Sessa, chefe de um Grupo Tático Armado (GTA) e já tinha praticado mais de vinte atos terroristas, inclusive o seqüestro de um médico; e Alex Paula Xavier Pereira, “Miguel”, que usava identidade falsa com o nome de João Maria de Freitas, com curso de guerrilha em Cuba e autor de mais de quarenta atos terroristas, inclusive atentados a bomba na cidade do Rio de Janeiro.
As famílias dos assassinos Gelson Reicher e Alex Paula Xavier Pereira foram indenizadas pela Lei nº 9.140/95.
25/01/72 – Elzo Ito - (Estudante – São Paulo / SP)
Aluno do Centro de Formação de Pilotos Militares, morto por terroristas que roubaram seu carro.
Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.
Texto adaptado de: TERNUMA
REPASSEM, AMIGO!
ELES FORAM MORTOS POR FACÍNORAS.!
GRUPO GUARARAPES
A lembrança deles não nos motiva ao ódio e nem mesmo à contestação aos homens e agremiações alçados ao poder em decorrência de um processo político legítimo. Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima - (Marinha Mercante - Rio Negro / AM)
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes “Dr. Ramon”, o qual, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a falecer no dia 10/01/68.
07/01/69 – Alzira Baltazar de Almeida - (Dona de casa – Rio de Janeiro / RJ)
Uma bomba jogada por terroristas, embaixo de uma viatura policial, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou a jovem Alzira, de apenas 18 anos de idade, uma vítima inocente que na ocasião transitava na rua.
11/01/69 – Edmundo Janot - (Lavrador – Rio de Janeiro / RJ)
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que havia montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.
29/01/69 – Cecildes Moreira de Faria (Subinspetor de Polícia) e José Antunes Ferreira (Guarda Civil) – BH/MG
Durante a abordagem de um um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo, identificado por Pedro Paulo Bretas, “Kleber”, a equipe de segurança foi recebida por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva, “Cesar” ou “Miranda”, que, com onze tiros, mataram o Subinspetor Cecildes Moreira da Silva, que deixou viúva e oito filhos, e o Guarda Civil José Antunes Ferreira, ferindo, ainda, o Investigador José Reis de Oliveira. No interior do “aparelho”, foram presos o assassino Murilo Pinto Pezzuti da Silva e os terroristas do Colina: Afonso Celso Lana Leite, ”Ciro”; Mauricio Vieira de Paiva, ”Carlos”; Nilo Sérgio Menezes Macedo; Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, “Pedro”; Jorge Raimundo Nahas, “Clovis” ou “Ismael”; Maria José de Carvalho Nahas, “Celia” ou “Marta”, e foram apreendidos um fuzil FAL, cinco pistolas, três revólveres, duas metralhadoras, duas carabinas, duas granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino - (Sargento PM – São Paulo / SP)
Morto a tiros por terroristas.
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares - (Estudante – 14 anos - MG)
Morto por terroristas durante um assalto ao Banco Nacional de Minas Gerais.
Participaram da ação: Newton Moraes, Aldo Sá Brito, Macos Nonato da Fonseca e Eduardo Antonio da Fonseca.
18/01/72 – Tomaz Paulino de Almeida - (sargento PM – São Paulo / SP)
Morto, a tiros de metralhadora, no bairro Cambuci, por um grupo terrorista que roubou o seu carro.
Autores do assassinato: João Carlos Cavalcante Reis, Lauriberto José Reyes e Márcio Beck Machado, todos integrantes do Movimento de Libertação Nacional (Molipo).
As famílias dos assassinos João Carlos Cavalcante Reis e Lauriberto José Reyes foram indenizadas pela Lei nº 1.140/95.
20/01/72 – Sylas Bispo Feche - (Cabo PM São Paulo / SP)
O cabo Sylas Bispo Feche, integrava uma Equipe de Busca e Apreensão do DOI/CODI/II Exército. Sua equipe executava uma ronda, quando um carro VW, ocupado por duas pessoas, cruzou um sinal fechado quase atropelando uma senhora que atravessava a rua com uma criança no colo. A equipe saiu em perseguição ao carro suspeito, que foi interceptado. Ao tentar aproximar-se para pedir os documentos dos dois ocupantes do veículo, o cabo Feche foi, covardemente, metralhado por eles.
Os assassinos do cabo Feche, ambos membros da Ação Libertadora Nacional (ALN), mortos no tiroteio que se seguiu, foram Gelson Reicher, “Marcos”, que usava identidade falsa com o nome de Emiliano Sessa, chefe de um Grupo Tático Armado (GTA) e já tinha praticado mais de vinte atos terroristas, inclusive o seqüestro de um médico; e Alex Paula Xavier Pereira, “Miguel”, que usava identidade falsa com o nome de João Maria de Freitas, com curso de guerrilha em Cuba e autor de mais de quarenta atos terroristas, inclusive atentados a bomba na cidade do Rio de Janeiro.
As famílias dos assassinos Gelson Reicher e Alex Paula Xavier Pereira foram indenizadas pela Lei nº 9.140/95.
25/01/72 – Elzo Ito - (Estudante – São Paulo / SP)
Aluno do Centro de Formação de Pilotos Militares, morto por terroristas que roubaram seu carro.
Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.
Texto adaptado de: TERNUMA
REPASSEM, AMIGO!
ELES FORAM MORTOS POR FACÍNORAS.!
GRUPO GUARARAPES
31 de Março...Uma comemoração - João Pinheiro
Em minha cidade, não chegou ao meu conhecimento se haveria alguma comemoração do 31 de Março.
Por decisão pessoal, resolvi que comemoraria a meu modo.
Sem dar conhecimento, pois isso é o tipo da coisa para a qual não se convida alguém, e, tudo com o mínimo de antecedência por questão de segurança, fiz o seguinte: escolhi o local. Seria numa pracinha “meio que dedicada aos militares”.
Mandei fazer um desses “banners”, com as palavras do General Walter Pires encimadas pelo brasão do Duque de Caxias, numa alusão ao seu espírito pacificador. Enquanto o “banner” ficava pronto e me seria entregue colocado no lugar que escolhi, fiz uns trezentos panfletos na minha valente hp 2400 e, ainda, preparei três bandeiras nacionais que hastearia nos mastros principais da praça.
De véspera, pedi o apoio da companhia de eletricidade local para passar as “cordinhas” (adriças) das bandeiras pelo alto dos mastros. Pediram que lá estivesse pelas sete horas da manhã de 31 de Março. Chegaram às nove, mas não fizeram o serviço. Impossibilidade técnica.
Liguei para os bombeiros e estes em menos de meia hora estavam no local com uma guarnição comandada por um Cabo, que foi logo dando as ordens e em quinze minutos as bandeiras estavam hasteadas, compondo, com o “banner”, uma singela homenagem ao 31 de março.
Cenário pronto, parti para a panfletagem. Cabelo penteado, barba feita, calça jeans e uma indefectível camisinha pólo. Foi um aprendizado. Fora aqueles comportamentos que já conhecemos de nem abrirem o vidro do carro ou sinalizarem que não estavam interessados... Pude constatar mais o seguinte: os motoristas dos melhores carros eram os que mais se negavam a receber o panfleto. Chamou-me a atenção um senhor de idade, acompanhado da esposa, num carro MP Lafer de colecionador, que me olhou o panfleto e, com a maior cara de nojo, me devolveu. Tudo bem. Como dizia o presidente do Coríntians: “quem sai na chuva é prá se queimar.”
À tarde, escolhi outra área bem característica da cidade e lá fui. Agora a pé. Muito curioso foi ouvir os comentários: os milicos estão querendo voltar...prá mim isso não foi uma revolução pois, só alinhou o Brasil com o capital internacional...Mas 31 de março de que ano?...Muito obrigado. Eu também sou da Reserva e nem me lembrava mais dessa data...O senhor saiba que sou professor de História e o 31 de Março não foi uma revolução e sim um golpe...(este preparou-se para dar-me uma aula, em plena rua movimentada. Perguntei-lhe que lembrança ele tinha da época e ele respondeu que nem era nascido...Desconversei e segui em frente). Mais adiante, vi saindo de um restaurante grã-fino um político local. Aproximei-me para entregar-lhe um panfleto, mas fui empurrado por um jovem de brinquinhos com aspecto de filho ou genro, que me empurrou para longe daquele ser superior, sem nem perguntar o que eu queria. Missão quase finda, parei num bar para tomar um chopp. Enquanto o garçon foi buscá-lo falei com o proprietário e este me autorizou a entregar o panfleto nas mesas. Ali “zerei” meu estoque.
Voltei pelo mesmo caminho, quando fui abordado por um senhor bem alto, de óculos, pele clara, cabelos grisalhos e que estava com o meu panfleto enrolado em uma das mãos. Não me perguntou quem eu era. Só me disse o seguinte: “eu acho muito bacana essa manifestação de vocês. Em 64 eu era oficial R2 de Cavalaria e sei bem como é que foi que tudo aconteceu. Vamos em frente...”.
Poderia parar por aqui, depois de ter ouvido essas palavras. Mas precisava ainda passar pela “minha pracinha” para ver como estava o cenário. Não foi surpresa para mim. Das bandeiras nacionais, duas tinham se evaporado e a que permaneceu fora puxada de tal forma que “engrazou” na roldana.
Podia se dar como perdida, também, pois não cumpria mais a função para a qual fora destinada. O “banner”? Este estava bem. Altaneiro. O rapaz que o colocara, fizera um trabalho muito bom.
No outro dia, domingo bem cedo, convidei um parente e fomos para lá, para recuperar o “banner” pensando em usá-lo nos anos vindouros. Até que não chegamos tão cedo assim, mas por essas coisas que não se explicam, quando já o estávamos desmontando, chegou ao local um jovem casal em bicicletas. Estacionaram e rapidamente começaram a mexer em suas mochilas, retirando coisas para fazer uma faixa. Chegaram a ir até juntos de nós para tomar medidas. Só sei que a faixa seria de plástico preto.
Recolhemos o nosso “banner” e seguimos. Acho que o destino conspirou a nosso favor e não tivemos nossa homenagem maculado por alguma faixa de protesto que, possivelmente, se quisesse colocar sobre ele.
Assim foi o meu 31 de Março.
Por decisão pessoal, resolvi que comemoraria a meu modo.
Sem dar conhecimento, pois isso é o tipo da coisa para a qual não se convida alguém, e, tudo com o mínimo de antecedência por questão de segurança, fiz o seguinte: escolhi o local. Seria numa pracinha “meio que dedicada aos militares”.
Mandei fazer um desses “banners”, com as palavras do General Walter Pires encimadas pelo brasão do Duque de Caxias, numa alusão ao seu espírito pacificador. Enquanto o “banner” ficava pronto e me seria entregue colocado no lugar que escolhi, fiz uns trezentos panfletos na minha valente hp 2400 e, ainda, preparei três bandeiras nacionais que hastearia nos mastros principais da praça.
De véspera, pedi o apoio da companhia de eletricidade local para passar as “cordinhas” (adriças) das bandeiras pelo alto dos mastros. Pediram que lá estivesse pelas sete horas da manhã de 31 de Março. Chegaram às nove, mas não fizeram o serviço. Impossibilidade técnica.
Liguei para os bombeiros e estes em menos de meia hora estavam no local com uma guarnição comandada por um Cabo, que foi logo dando as ordens e em quinze minutos as bandeiras estavam hasteadas, compondo, com o “banner”, uma singela homenagem ao 31 de março.
Cenário pronto, parti para a panfletagem. Cabelo penteado, barba feita, calça jeans e uma indefectível camisinha pólo. Foi um aprendizado. Fora aqueles comportamentos que já conhecemos de nem abrirem o vidro do carro ou sinalizarem que não estavam interessados... Pude constatar mais o seguinte: os motoristas dos melhores carros eram os que mais se negavam a receber o panfleto. Chamou-me a atenção um senhor de idade, acompanhado da esposa, num carro MP Lafer de colecionador, que me olhou o panfleto e, com a maior cara de nojo, me devolveu. Tudo bem. Como dizia o presidente do Coríntians: “quem sai na chuva é prá se queimar.”
À tarde, escolhi outra área bem característica da cidade e lá fui. Agora a pé. Muito curioso foi ouvir os comentários: os milicos estão querendo voltar...prá mim isso não foi uma revolução pois, só alinhou o Brasil com o capital internacional...Mas 31 de março de que ano?...Muito obrigado. Eu também sou da Reserva e nem me lembrava mais dessa data...O senhor saiba que sou professor de História e o 31 de Março não foi uma revolução e sim um golpe...(este preparou-se para dar-me uma aula, em plena rua movimentada. Perguntei-lhe que lembrança ele tinha da época e ele respondeu que nem era nascido...Desconversei e segui em frente). Mais adiante, vi saindo de um restaurante grã-fino um político local. Aproximei-me para entregar-lhe um panfleto, mas fui empurrado por um jovem de brinquinhos com aspecto de filho ou genro, que me empurrou para longe daquele ser superior, sem nem perguntar o que eu queria. Missão quase finda, parei num bar para tomar um chopp. Enquanto o garçon foi buscá-lo falei com o proprietário e este me autorizou a entregar o panfleto nas mesas. Ali “zerei” meu estoque.
Voltei pelo mesmo caminho, quando fui abordado por um senhor bem alto, de óculos, pele clara, cabelos grisalhos e que estava com o meu panfleto enrolado em uma das mãos. Não me perguntou quem eu era. Só me disse o seguinte: “eu acho muito bacana essa manifestação de vocês. Em 64 eu era oficial R2 de Cavalaria e sei bem como é que foi que tudo aconteceu. Vamos em frente...”.
Poderia parar por aqui, depois de ter ouvido essas palavras. Mas precisava ainda passar pela “minha pracinha” para ver como estava o cenário. Não foi surpresa para mim. Das bandeiras nacionais, duas tinham se evaporado e a que permaneceu fora puxada de tal forma que “engrazou” na roldana.
Podia se dar como perdida, também, pois não cumpria mais a função para a qual fora destinada. O “banner”? Este estava bem. Altaneiro. O rapaz que o colocara, fizera um trabalho muito bom.
No outro dia, domingo bem cedo, convidei um parente e fomos para lá, para recuperar o “banner” pensando em usá-lo nos anos vindouros. Até que não chegamos tão cedo assim, mas por essas coisas que não se explicam, quando já o estávamos desmontando, chegou ao local um jovem casal em bicicletas. Estacionaram e rapidamente começaram a mexer em suas mochilas, retirando coisas para fazer uma faixa. Chegaram a ir até juntos de nós para tomar medidas. Só sei que a faixa seria de plástico preto.
Recolhemos o nosso “banner” e seguimos. Acho que o destino conspirou a nosso favor e não tivemos nossa homenagem maculado por alguma faixa de protesto que, possivelmente, se quisesse colocar sobre ele.
Assim foi o meu 31 de Março.
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